O Supremo Tribunal Federal falou, está falado. A Lei da Anistia não será alterada. Torturadores, estupradores e psicopatas não precisam se preocupar. Podem dormir em paz com suas mentes doentias.
A democracia brasileira, ou melhor, as instituições deste país não se metem em encrenca. Nossa cordialidade não conhece limites. Não somos vingativos. Nem justos.
Comparados a nossos vizinhos sul-americanos, tivemos poucos tarados de farda. E por serem poucos, nada justifica que sejam tolerados. Mas é assim que escrevemos nossa história.
Não por acaso fomos os últimos a abolir a escravidão. E muitos ainda aceitam como normal tortura em delegacias e quartéis. Desde que contra negros e pobres, que fique bem claro.
Não somos um povo revanchista. Olhamos para o futuro, sem perder tempo com crimes hediondos cometidos no passado recente. Como somos legais, mesmo na ilegalidade, não é mesmo?
Cubram-se de glórias os que ocultaram cadáveres, fornicaram mulheres subjugadas, martirizaram jovens até a morte.
No Brasil, eles se equivalem aos que morreram em combate, lutaram por um ideal, defenderam o país, estando certos ou errados, de um lado ou de outro. Militares e militantes foram igualados aos maníacos e sádicos.
Está decidido. Essa página de vergonha não poderá ser reescrita. Perdoamos os que nos têm ofendidos, sem nunca cair em tentação. Livrai o mal. Assim seja.
Mesmo que Dilma Rousseff seja eleita presidente da República, ela não vai ganhar a eleição. Vai ficar devendo. A dívida da candidata com Lula é impagável, maior do que a minha no cheque especial. E vai custar caro para todos nós, caso se concretize.
Dilma é uma invenção pessoal do presidente mais popular que este país já teve. Encastelado no Planalto, em uma noite de lua cheia, dr. Lula deu vida à sua criatura. Ela fala, anda, e até consegue sorrir, apertando-se um parafuso ou outro, mas faltou luz na hora de transferir carisma e votos.
Até o mundo mineral sabe que Dilma só é presidenciável porque todos os caciques do PT foram engolidos pelo escândalo do Caixa 2, que a imprensa insiste em chamar de mensalão. Lembra?
Ou alguém duvida que, não fosse a ética do Partido dos Trabalhadores vir morro abaixo, o candidato natural seria José Dirceu? Ou Antonio Palocci? A Dilma é o terceiro goleiro que nas semifinais da Copa teve que levantar do banco.
Analise comigo: ela é ruim de palanque e péssima em entrevistas. Não é um ser político. Falta "malícia", jogo de cintura, o discurso é sem graça e, pior, grita a inexistência de um claro projeto de governo. É como aquele menino da rua que entra no jogo porque a bola é dele, neste caso, do pai dele. Não sabe jogar, mas berra com todos e exige ser capitão do time.
Nesse começo de campanha, Dilma vai levar uma surra de José Serra e sua vasta experiência como candidato. Ele passa conhecimento de causa. Teve décadas para aprender a camuflar sua antipatia e arrogância.
E ela vai ficar a reboque de marqueteiros, correndo contra o tempo, aprendendo como esse mundo é injusto e cruel. Repetirá à exaustão que é a escolhida de Lula ("a bola é minha"). Ele estará lá, ao lado dela, fazendo aquecimento na arquibancada, tentando entrar em campo.
Mas a regra é clara, como diz o outro: papai pode tocar corneta, jogar amendoim e xingar o juiz. Mas não vale cruzar as quatro linhas.
Dilma Rousseff é o que sobrou para o PT. Isso é muito pouco para o Brasil.
Bancos são criados para dar lucro. Não por acaso, os banqueiros simbolizam o cume do sistema capitalista. São magnatas por excelência, invejados e odiados por isso. Devem viver preocupadíssimos com a opinião dos outros.
O dramaturgo alemão Bertolt Brecht deixou-nos uma pergunta famosa: Que é roubar um banco em comparação a fundar um banco? No Brasil, a resposta fica na ponta da língua: em se tratando de sistema financeiro, seja para o que for, não há no mundo país melhor.
O lucro líquido do Bradesco no 1º trimestre deste ano foi de R$ 2,103 bilhões. Bilhões. Não fosse pouco, representa um aumento de 22,1% em relação ao mesmo período de 2009. Congratulações.
Na soma de todo o ano passado, o líder entre os privados, Itaú Unibanco, teve lucro líquido de R$ 10,1 bilhões. Dez bilhões. Um crescimento de 29% contra o resultado de 2008, de R$ 7,8 bilhões. Parabéns, parabéns.
Os caras não param de bater recordes, dia após dia, o céu como limite. Porque a usura deixou de ser pecado capital faz tempo. Mas bem que gostaria de ver todo esse dinheiro arder nas chamas eternas do inferno.
Veja bem: não quero queimar banqueiros em praça pública. Mas sim cada centavo acumulado nessa atividade de tão baixo risco. Ainda mais no país com a segunda maior taxa de juros do planeta. Voltaremos à liderança em breve, tudo indica.
Quando vejo uma fila daquelas de 45 minutos de espera. Ou aquelas tarifas ininteligíveis, sempre caríssimas. Os juros do cheque especial. Os salários dos bancários. A falta de retorno social desse negócio. Os dividendos astronômicos que os executivos da área recebem.
E esses lucros de bilhões e bilhões. Ah, minha gente. Sabe o que me vem, no fundo da alma? Simples: vontade de fundar um banco. Dá menos trabalho.
Sempre ouvi que o poder é afrodisíaco. Mas o ministro da Saúde me surpreendeu. Que fôlego! O homem recomendou que façamos sexo cinco vezes ao dia. Uau!
Algum ser humano (normal) ao lado sussurrou, e ele corrigiu: cinco vezes por semana está de bom tamanho. Ufa. Aí já dá para conversar.
O conselho ministerial é para diminuir o número de hipertensos no país. Pois eu acho que agora aumentou a pressão, isso sim. É muita responsabilidade. Principalmente para os casados.
Todo mundo sabe que o, digamos, vigor da paixão tende a diminuir com o tempo. O sexo e o amor se confundem. Mas o casamento põe tudo no devido lugar.
Mesmo para os solteiros, a receita do José Gomes Temporão é de difícil aviamento. A não ser que o governo coloque aquelas equipes de emergência espalhadas pelo país. Vai explodir o número de voluntários da Defesa Civil. Serviço heroico.
As consequências são imprevisíveis. Mas é recomendável que tenham em vista alguma campanha de planejamento familiar. A explosão demográfica que está por vir será arrebatadora.
O fato é que a recomendação tem respaldo científico. Sexo é um bom remédio. A dosagem que gerou alguma polêmica. Bastava o ministro, hum, medir melhor as palavras.
Afinal, os políticos devem tomar cuidado com o que dizem. O presidente da Bolívia, Evo Morales, por exemplo, declarou recentemente que comer frango estimula a homossexualidade. Além de ser uma declaração estúpida e ignorante, é muito injusta com os perus.
Outro gênio foi o presidente da África do Sul. O poligâmico Jacob Zuma disse que previne o contágio da Aids tomando uma ducha após manter relações sexuais. O cara é burro, mas é limpinho. Isso explica o porquê de o país africano estar sendo dizimado pela doença.
Já o nosso fogoso ministro é do bem, se move pelas melhores intenções. Quem vai discordar dele? O Ministério da Saúde adverte: se os sintomas persistirem, passa lá em casa.
As crianças estão usando pulseirinha do sexo e os adultos se matando para comprar o álbum de figurinhas da Copa. Esse mundo está virado no avesso mesmo.
A adultização da infância e a infantilização dos adultos são fenômenos irreversíveis, pelo jeito. O pior, na verdade , são os adultescentes, os tiozinhos que morrem de medo de envelhecer e apelam para artifícios ridículos, como piercings e cabelos compridos. Que vergonha.
Antigamente, era mais fácil ser moderno. E jamais veríamos um senhor barrigudo se humilhar no playground do condomínio, ajoelhado no chão e jogando bafo com a molecada do prédio.
Velho pagar mico é da vida. Mas crianças querendo imitar a sexualidade dos adultos é de morrer. Daqui a pouco, as menininhas vão pedir implante de silicone de presente de natal. Com o apoio das mães, não duvidem.
O sexo faz parte da vida desde o nosso nascimento. Freud é um gênio. Mas estão confundindo sexualidade infantil com sexo entre crianças. Calma lá. Antes da puberdade, é muito mais divertido brincar de médico do que de pôquer erótico.
Literalmente, estamos na era da ejaculação precoce. O viagra já está aí, nas melhores casas do ramo. Precisam inventar é broxante para seres impúberes. Sabor framboesa.
Mas chegamos a esse ponto com a colaboração de toda a humanidade. Não adianta ficar chocado. A infância está morrendo. Junto com os velhinhos.
A imprensa esportiva não está acostumada a cobrir o time da Vila Belmiro. Porque se o presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira, fosse dirigente de Palmeiras, Corinthians ou São Paulo, os repórteres já teriam deixado bem claro: ele mentiu.
E continua mentindo quando diz que o salário do Robinho está em dia. Não é possível que esteja. Tudo por conta de outra bravata, que vem se repetindo desde que o jogador foi emprestado pelo Manchester City.
O presidente fanfarrão garantiu que o Robinho só viria se fosse montado um pool de empresas para bancar o astronômico salário de R$ 1 milhão por mês.
Primeiro ele disse que esses patrocinadores seriam conhecidos no dia da apresentação do atacante, em 1º de fevereiro. Mentira. Aí ficou para a estreia contra ao São Paulo, seis dias depois. Outra mentira. Ninguém apareceu.
Recentemente, mentiu de novo, dizendo que o parceiro que estaria ajudando o time a pagar essa fortuna prefere se manter no anonimato, por questões de estratégia de marketing.
Obviamente outra mentira. Que empresa colocaria uma grana dessas e ficaria na miúda?
O fato é que o Santos está pagando (ou melhor, devendo) cada centavo dessa aventura irresponsável. No total, serão R$ 7 milhões. Mais de um terço de todo o patrocínio anual (este de verdade) fechado com a Seara, pela exposição da marca na camisa.
Como estamos no fim de abril, já foi para o saco a bagatela de R$ 3 milhões. Isso em um time que deve assumidos R$ 170 milhões, herdados da gestão anterior.
Nem vou voltar ao mérito de que Robinho não vale essa grana toda. Já cantei essa bola aqui.
O que interessa agora é que o presidente do Santos venha a público esclarecer se ele é apenas mais um Belluzzo deslumbrado. Ou a pessoa séria que aparentava. Senhor Luis Álvaro, de uma vez por todas, nos diga a verdade: quem está pagando o salário do Robinho?
Aí eu vi a foto do Serra na capa da Veja desta semana e fiquei comovido.
Como ele é fofo! Um ursinho de pelúcia! Nem tinha reparado.
Aí, li que o DataFolha alterou o critério de amostragem na pesquisa eleitoral para presidente da República. Na pesquisa de fevereiro, fez entrevistas em 18 bairros paulistanos. Já em março, os caras foram a 71 (não, não foi 171, calma) bairros na cidade de São Paulo.
Não aumentaram no Rio nem em Belo Horizonte. Bico calado, tá? Fraude? O pessoal da Folha de S.Paulo nega. Imagina! Eu nem tinha reparado que o Serra desse jeito fica bem melhor na fita.
Aí eu vejo na TV Globo a chamada em comemoração ao aniversário da emissora. Uns 90 artistas e jornalistas aparecem na vinheta sob o slogan “Todos queremos mais”. No final, um número: 45.
Observe:
Sabe que eu nem reparei que 45 é o número do PSDB? E nem que o slogan do Serra é “O Brasil pode mais”?
Aí a Globo vem e, após a gritaria, tira a chamada do ar.
Aí ou eu ando distraído ou Veja, Folha e Globo têm algo em comum.
Vocês provavelmente vão discordar, mas Flávia Arruda é uma mulher de verdade. E emprestou um fiapo de dignidade ao ex-governador do Distrito Federal. José Roberto Arruda, sem ela, só teria o desprezo de um país inteiro.
Ela pode até ser mulher de bandido. Mas, por enquanto, não há nenhuma acusação contra essa jovem senhora de 30 anos, bonitinha, elegante e leal. Fato raro no modelo de matrimônio que impera na política brasileira.
As esposas de homens públicos envolvidos em escândalos costumam agir como ratazanas cínicas e oportunistas. Bem feito, eles se merecem. Assim que o canalha é pego em flagrante, as biscates costumam vir a público denunciar as mais sórdidas falcatruas. Praticam a delação premiada como se fosse adultério. Na cadeia, tamanha trairagem não tem perdão.
A esposa anterior do Arruda, a atriz Mariane Vicentini, saiu do divórcio com a bagatela de R$ 15 milhões. E hoje vai aos jornais descer a lenha no esquema de corrupção que provavelmente ajudou a construir esse patrimônio.
Já a Flávia visitou o marido na prisão várias vezes. Até marmitinha levou. Foi vista chorando na saída da Polícia Federal. Não abriu a boca para falar mal de ninguém. O acompanhou na saída da prisão. Fez a parte dela. Foi companheira na hora da desgraça.
Ver uma mulher de político achincalhado manter o mínino de decência em público vale o registro. O cara não merece, é verdade. Vai entender as mulheres...
Pode ser que no futuro eu morda a língua. E ela se mostre mais uma pistoleira no faroeste caboclo da nossa politicagem. Bem provável. A vida não tem graça se não corremos riscos.
Não me surpreenderei se isso for apenas um plano de rapinagem. Pensando bem, seria bem mais divertido ver a Flavinha fugir com o promotor público.
Logo no início, o óbvio para quem me conhece: sou ateu. Não acredito em Deus, em força superior ou em luz divina. Se a Madre Tereza de Calcutá aparecer na minha frente com as mãos pingando sangue, mando internar ou prender.
Mas acredito em manipulação. E em preconceito religioso dos barões da imprensa do nosso país.
Desde ontem (terça, 13), o UOL, braço digital do Grupo Folha, bate na Igreja Universal do Reino de Deus. Olhe a primeira página do UOL na manhã desta quarta-feira, 14.
A chamada é jornalisticamente criminosa. Ao colocar logo abaixo de sua submanchete a frase "Vídeos são coerentes com crença, diz Universal", o UOL induz o leitor a uma associação vil, incorreta e equivocada de que negociar com bandidos é parte da crença dos fiéis. Vergonhoso.
É orquestrado. OK. Mas basta ler a reportagem do jornal e assistir ao vídeo que colocaram na internet para constatar: é manipulação. É mentira. É desespero.
Os vídeos não trazem uma única palavra que mereça crítica. É muita hipocrisia, em um país marcado pela violência e pela corrupção policial, enxergar alguma ilegalidade ou mesmo leviandade no que o bispo diz.
Assista, por gentileza.
E é igualmente sórdido usar o discurso de um pastor como se fosse a confissão de um crime. É a tentativa ridícula de construir um escândalo. Ridícula.
Veja o trecho da fala que está no jornal, sob o título “Em vídeo, bispo da Universal ensina a arrecadar na crise”:
"Por isso que a gente tem que perguntar [ao fiel]: 'Você crê mais na crise ou você crê em Deus? Porque se você crê na crise, então você vai guardar para ela, ela vai pegar o que você tem. Sem que você saiba, quando você acordar, já era. Mas se você crê em Deus, você vai pegar o que a crise pode pegar e você vai colocar onde? [...] Vai semear no altar!'."
Como disse, sou ateu, mas as palavras merecem respeito. Considero todas as religiões e o direito ao culto. Eu e as leis deste país.
Existem os neopentecostais e sua Teologia da Prosperidade, criada, veja bem, pelos americanos. Quanto mais você dá, mais vem de volta.
Se é verdade ou não, é outro assunto. O fato é que sobreviver tantos anos enganando milhões de pessoas diariamente foge à lógica. Ainda assim, eu, os jornalistas ou o senhor Otavio Frias Filho, dono do UOL/Folha, não temos nada a ver com isso. A não ser que sejamos preconceituosos. Ou estejamos motivados por outros interesses...
Ao associar a crença de milhões de fiéis evangélicos ao mundo do crime, o UOL/Folha desrespeita o direito que cada pessoa tem de fazer o que bem entende com seu dinheiro. Eu gastei R$ 13,12 em um queijo do Pão de Açúcar e fiquei feliz com meu sanduíche. Se alguém, no mesmo horário, entregou qualquer valor a um padre, pastor, rabino, pai de santo, guru ou qualquer outro cara em um altar e ficou satisfeito com isso, ok. É legítimo. Quer conspirar contra qualquer tipo de culto? Então rasguem a Constituição e respondam por isso na Justiça.
Mas é interessante ver o UOL falar em crise. Disso entendem bem. Desde que as ações do UOL foram lançadas na Bolsa em 2005, houve uma desvalorização de 43,4%. No exato momento em que escrevo este texto, quem investiu R$ 100 naquele portal, hoje tem apenas R$ 56,5.
Mau negócio. Talvez por isso o desespero em fabricar manchetes.
Quer prosperar, UOL? Pois comece a rezar. Não aos berros de suas manchetes. Pelo que dizem, mentir é pecado. E dos brabos.
O juiz que libertou o assassino Admar de Jesus precisa vir a publico pedir perdão à sociedade. E, voluntariamente, deveria ir para a cadeia junto com o psicopata.
Com certeza, esse magistrado teve acesso ao laudo psiquiátrico feito em agosto do ano passado. O documento apontava que o então detento (por pedofilia) possui grave distúrbio mental e deveria ser mantido “isolado do convívio social”.
Mesmo assim, ele foi posto em liberdade, dentro do que a lei chama de progressão de pena por bom comportamento. Voltou às ruas em 23 de dezembro de 2009.
Uma semana depois, fez a primeira de suas seis vítimas, todas abusadas sexualmente e mortas a pauladas. Tinham entre 13 a 19 anos.Os crimes foram cometidos no curto e exato espaço de um único mês.
A tragédia que vitimou esses jovens poderia ter sido evitada. Se tivéssemos um Judiciário justo, se o Estado não fosse omisso, se a polícia fosse eficiente. Se.
O direito à redução de pena está na Constituição, no Código Penal e na Lei de Execuções Penais. E precisa ser revisto, com urgência. Não faltam exemplos de como servem para beneficiar criminosos de alta periculosidade.
Segundo o próprio Ministério da Justiça, oito em cada dez agraciados pela progressão de regime voltam a cometer crimes. É um absurdo, portanto.
Que o Congresso se apresse. Já é tarde para que algo seja feito. Que o digam as famílias dos garotos assassinados.
E que perguntem ao juiz que libertou o serial killer: quando Vossa Excelência virá pedir perdão em público?
Jornalista desde 1987, quando escreveu crítica de teatro para o extinto jornal A Voz da Unidade, do PCB. Ajudou a fechar outro veículo, A Gazeta Esportiva, onde foi diretor de redação. Pra compensar, criou as revistas Educação, Língua Portuguesa, Fera! e Ensino Superior. Foi professor e coordenador de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero de 1992 a 2002, período em que o curso foi considerado o melhor do país.
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