14 junho 2010

Resolvi torcer pela Argentina desde que o Dunga convocou seus pés de chinelo (leia mais aqui). E a cada dia que passa aumenta a convicção de que é o mais patriótico a fazer.

“Esta é a minha seleção”, gosta de bradar o técnico megalomaníaco. E não teve ninguém para dizer que essa seleção é a brasileira, do Brasil, do país. E não dele. Dele coisa nenhuma. Cara convencido.

E folgado. E mal-educado. A arrogância é tanta que ele trata a imprensa como inimiga. E priva os torcedores de receberem notícias sobre o time que vai perfilar ao som do hino nacional desta nação.

Se é assim, o Dunga que fique lá, sozinho. Ele e seus soldados. E se acontecer algum milagre e aquele amontoado de volantes sagrar-se campeão, que ele leve a taça para a casa dele. Bobão.

Mas o Brasil não vai ganhar a Copa. Nem sequer enviou representantes. Onze jogadores de futebol vão adentrar ao gramado sul-africano às 15h30 desta terça-feira, horário de Brasília.

Vestirão um uniforme glorioso, que já foi usado pelos atletas mais talentosos que este planeta já viu. Mas não se enganem: parece a seleção brasileira, mas não é. São impostores.

A seleção do Dunga é dele. De mais ninguém. Sorte nossa que nesse grupo tem Portugal. Nem tudo está perdido.

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