16 junho 2010
A filha da Monique Evans foi alvo de pichações no muro da faculdade em que estuda. Não, não é a Uniban. Os difamadores da vez são da Anhembi-Morumbi. E as ofensas? Ninguém sabe, ninguém diz (leia mais aqui).
A mãe da jovem Barbara prefere não detalhar que tipo de insulto reservaram para sua cria. Assim fica difícil ser solidário, não é? Como vamos nos indignar se não conhecemos a indignidade?
Só nos resta acreditar no depoimento da vítima. Que, por sinal, já contratou o mesmo advogado que defende Geisy Arruda. Hum. Ah, tá. Sei. Entendi.
Não merece respeito quem age no anonimato. Coisa de gente covarde. Ainda mais pichadores, tipinho sem noção. Pior os que escrevem palavrões ou apelam para sexismo, preconceito ou moralismo.
Merecem ser punidos, claro. Que a faculdade tome providências enérgicas e rápidas. Sempre tem uma câmera oculta ou um dedo-duro em busca de reconhecimento. Vai ser moleza pegar o babacão.
Façam isso e pronto. Assunto encerrado. A Monique vai ficar feliz da vida, preservando a honra da prole. Certíssima ela.
A não ser que ela julgue que a rebenta mereça alguma indenização da faculdade, uma contrapartida pecuniária pelo sofrimento e vergonha a que supostamente foi exposta.
É óbvio que a mãezona nem pensa nisso. Seria algo indigno de sua carreira e notoriedade. A Monique é uma pessoa que aprendeu a ser séria. Jamais se aproveitaria de uma situação dessas.
Basta uma Geisy. Que até livro autobiográfico pretende lançar, contando inclusive suas “histórias picantes”. Pensei que a moça já deu o que tinha pra dar. Mas que fôlego!
Não merecemos mais um caso desses. Vão acabar banalizando o escândalo. Daqui a pouco bullying vira sinônimo de oportunidade de negócios. E faculdade volta a ser um lugar vantajoso de freqüentar: já que o ensino não presta, que sejamos humilhados.
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