20 dezembro 2010
Nessa história de proibir artistas de rua, o Kassab pode contar com meu apoio entusiasmado. Alguém precisava colocar as coisas em seus devidos lugares! (clique aqui e leia)
Calçada é para flanelinha, marronzinho, homofóbico e assaltante. No máximo, a prefeitura pode abrir uma exceção para pedestres. E pronto, acabou.
Quer tocar guitarra, assobiar uma flauta, fazer malabarismo? Aluga um teatro, ué. Pega patrocínio de um grande banco, ou da Petrobras, e se apresenta no Municipal. Qual o problema?
Esse pessoal é muito mal-acostumado. Faça chuva ou faça sol, lá estão eles, obstruindo o passeio público ou tumultuando semáforos. Uns vândalos.
É um conforto ver a Polícia Militar algemando músicos e jogando palhaços no camburão. Eu me sinto muito mais seguro assim. Afinal, para que pagamos impostos, não é?
Porque artista sério não se apresenta ao relento, feito mendigo. Vê se o Luan Santana, o Caçulinha ou a Suzana Vieira pagam um mico desses. Nunca. Eles se dão ao respeito. E são amigos do Faustão.
A população precisa demonstrar que está ao lado do prefeito nessa cruzada cívica. Acabar com os artistas de rua é uma prioridade de qualquer metrópole.
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