28 fevereiro 2012

gol 700 Próximo compromisso da seleção é animar baile de formatura

O jogo contra a Bósnia foi mais um degrau na escada abaixo em que a CBF empurra a seleção brasileira.

E mesmo que houvesse a goleada iminente, permaneceria o vexame de enfrentar uma equipe sem nenhuma tradição, em um estádio minúsculo, num amistoso inútil. Um confronto de mediocridades em que o placar final é irrelevante e sofrido como um gol contra. Nem deveria ter sido agendado. Esse evento só serve aos interesses cada vez mais mesquinhos da máfia que se apoderou da maior paixão nacional.

Devem ter escolhido a Suíça para sobrar tempo de dar uma olhadinha em suas contas bancárias. É incrível a falta de planejamento dessa gente, o despreparo, a irresponsabilidade. É humilhante. E desonesto. Tanto que soou bizarro o esforço de Galvão Bueno e seus auxiliares em enganar os telespectadores, desde antes do início da partida, repetindo que os bósnios são adversários de respeito, herdeiros do falecido futebol iugoslavo e, portanto, um teste difícil para o Brasil.

Ignorância e má-fé. Um rosário de mentiras tão constrangedoras quanto ofensivas: "O jogo é bom, como era de se esperar", ouviu-se, a certa altura do entediante primeiro tempo. “Um time muito bem treinado”, repetiu, três vezes, o galvânico locutor, sobre o inimigo imaginário, na segunda etapa.

Uma esbórnia. Depois dessa, só falta aos pentacampeões do mundo fazer preliminar de jogo beneficente, promover Festa do Peão e animar baile de formatura. Já passamos do nível da pelada. Nesse embalo, para quem já está em sétimo lugar no ranking de seleções, perder mais três posições é questão de tempo.

Logo o Brasil, cuja economia era a décima primeira do mundo, na década de 90, e recentemente ultrapassou a Grã-Bretanha, em sexto lugar. Chegaremos à Copa de 2014 fora do G-10 da FIFA. Alguém duvida? As Olimpíadas estão aí, batendo à nossa porta. De forma premeditada, vão enviar uma seleção montada de última hora.

A ideia é passar vergonha mesmo. É um projeto de terra arrasada, típico de quem sempre viveu de pilhagem, saques e desmonte. Essa cartolagem é feita só de parasitas. São vermes que se alimentam do talento e do patrimônio cultural de uma nação. A CBF deveria ser expropriada pelo povo brasileiro. É tanto banditismo que até uma estatal funcionaria melhor.

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12 novembro 2011

ricardo teixeira 450 Nem a Fifa aguenta mais Mr. Teixeira
O coronel Teixeira está com seus dias contados na CBF. Até seus comparsas mais próximos já o tratam como presunto. Usando um jargão de bandido, só estão esperando a melhor hora para desovar o sujeito.

Na maior trairagem, o secretario-geral da Fifa, Jèrôme Valcke, ofereceu a cabeça de seu "amigo pessoal" à presidente Dilma. Assim mesmo, de bandeja. Disse que o governo poderia indicar um nome de confiança para comandar o Comitê Organizador Local da Copa. Que amigão, hein? Até ele percebeu que o parceiro é chave de cadeia.

Essa conversa foi noticiada pela revista Veja. Merece credibilidade. Em se tratando de mau-caratismo, é uma publicação muito bem relacionada.

Não bastasse a franca decadência política, o coronel Teixeira está tendo problemas com a Receita Federal. Realmente, deve ser muito difícil  explicar como sonegar impostos durante anos. Com certeza, ele não declarou os US$ 9,5 milhões que engarfou de suborno da empresa de marketing esportivo ISL, conforme denúncia do  jornalista inglês Andrew Jennings, da BBC.

Em depoimento à Polícia Federal, Teixeirão declarou receber mensalmente como presidente da CBF e do Comitê R$ 100 mil e R$ 50 mil, respectivamente. Dinheirão, se fosse uma pessoa honesta. Mas muito pouco para justificar a fortuna que acumulou em seus anos à frente da máfia do futebol brasileiro.

Mesmo diante de tanta desgraça, não consigo ter dó do coronel. O cara é do mal. Não por acaso, ninguém quer ser seu amigo.

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9 novembro 2011

Mais uma do coronel Teixeirão e seu jagunço

teixeira 450 Coronel Teixeira devia ser algemado ao sair do Congresso

Créditos: Getty Images

A arrogância de Ricardo Teixeira está se tornando um insulto ao povo brasileiro. Dizer, em depoimento na Câmara, que o Congresso não deve se preocupar com a soberania nacional diante do "evento único" que é a Copa do Mundo é pra ele sair do plenário algemado.

Esse tipo de pensamento é típico de quem sempre viveu fora da lei. Não por acaso, esse senhor responde a dezenas de acusações de tráfico de influência, suborno, chantagem, corrupção e desvio de dinheiro público. É um gângster, nunca é demais repetir.

Mesmo escanteado e humilhado pela presidente Dilma, não perde a pose de senhor de engenho. Ou cangaceiro, usando uma palavra mais adequada aos seus modos.

Ao lado do secretário-geral Jérôme Valcke, outro jagunço da Fifa, o coronel Teixeirão sustenta com petulância seu discurso truculento. Estão pouco se lixando se os interesses do país vão ser aviltados apenas para garantir os lucros indecentes da "entidade máxima" do futebol mundial.

O Brasil vai torrar R$ 70 bilhões em "investimentos" para viabilizar os US$ 4 bilhões que a Fifa vai embolsar com esse "único evento". E ainda ficam, os capitães do mato, dando chibatadas nas nossas leis, governantes e torcedores.

É um verdadeiro bando tomando de assalto um país. Mereciam ser deportados a pontapés. Aí, sim, eles aprenderiam o que é soberania nacional.

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29 agosto 2011

ricardo bonner charge Globo faz as pazes com Ricardo Teixeira

Eu bem que avisei. A reportagem do Jornal Nacional sobre uma (entre muitas) das falcatruas de Ricardo Teixeira era cortina de fumaça. Bravata (leia aqui). Essa turma só morre abraçada. É pacto de sangue.

Neste domingo (28) os principais estádios brasileiros foram tomados por manifestações pedindo a mudança no comando da CBF. A bandeira “Fora Ricardo Teixeira” foi hasteada em todo o país, pelas principais torcidas.

Gremistas, colorados, palmeirenses, flamenguistas, são-paulinos, atleticanos, figueirenses, milhares de torcedores levaram o grito de guerra espontâneo e indignado. Mas a Globo não mostrou uma imagem sequer.

A reportagenzinha do JN era só para disfarçar. Fanfarrões. A Velha Senhora continua ignorando a avalanche de denúncias de corrupção e enriquecimento ilícito que atinge o chefão da CBF, no cargo há mais de 20 anos.

Teixeirão está soterrado em dinheiro, enquanto clubes e federações vão à falência. Um bom negócio, mas só para a máfia do futebol, evidentemente, os gângsteres, como ficamos sabendo pelas palavras do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, o bom companheiro da turma.

Falência não é figura de linguagem. É possível ver a olho nu a decadência econômica do nosso futebol. Os números são da própria CBF: a média de público nos estádios era de 17.807 torcedores em 2009. Em 2010, uma queda de 17%: 14.800. Em um ano.

Já a média de audiência do futebol na Globo, entre 2005 e 2011, caiu 21% em todo país. Só na Grande São Paulo, maior concentração econômica, 22%. Nesse mesmo período, o custo de 30 segundos de anúncio foi de R$ 142 mil para R$ 236 mil, um aumento de 45% (no auge da crise econômica internacional).

Não é assustador? Esse modelo de gestão criminosa afasta torcedores (com ingressos mais caros e horários absurdos) e anunciantes (que pagam cada vez mais por menos audiência).

Isso para não falar da violência das torcidas uniformizadas, os cambistas, a falta de preparo do policiamento e a evasão dos craques, que rumam cada vez mais jovens ao exterior (onde os clubes são geridos também por profissionais, e não só por bandoleiros).

Como tudo isso é possível? Simples: monopólios encarecem seus produtos, essa é uma lei de mercado. Em nenhum lugar do mundo os ditadores e capitalistas selvagens caíram sem guerra. Porque eles lutam com todas as armas, não cedem à força dos argumentos.

E eles sempre têm aliados: os que se vendem por muito dinheiro. Eles não se separam. Disfarçam que brigam, mas logo fazem as pazes. Só morrem abraçados. Como a Globo e Ricardo Teixeira.

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18 agosto 2011

Uma revanche de Ricardo Teixeira contra a Globo seria mais feia que briga de rua. E ninguém vai ser maluco de querer apartar briga de gângsteres. É um daqueles casos raros em que torcemos para que os dois lados percam.

Mas creio que está mais para bravata esta história de que o presidente da CBF ameaça divulgar gravações de diálogos comprometedores para o diretor da Globo Esportes, Marcelo Campos Pinto.

Segundo o jornalista Ricardo Feltrin, do UOL, há conversas gravadas que “revelariam como a Globo manipulou o horário de partidas de times e da seleção, para atender a seus próprios interesses”. E também demonstrariam a arrogância, prepotência e desprezo característicos do chefão global.

Essas gravações seriam usadas como retaliação pela recente reportagem do Jornal Nacional denunciando falcatruas do Teixeirão. Uma espécie de cala a boca senão eu grito.

Acontece que, no fundo, tanto a denúncia do JN quanto o conteúdo das tais conversas são mixarias perto do que está realmente por trás dessa relação promíscua entre CBF e Globo.

UOL, Folha e Lance bateram bumbo meses sobre o caso, mostrando as ações criminosas que os envolvem. Mas só quando a Record entrou na briga, a Globo se viu em um beco sem saída. E cachorro louco acuado...

Por enquanto, o mais provável é que Marcelo Campos Pinto seja fritado. Esse é o modus operandi da família. Basta lembrar como outro grande aliado da Velha Senhora, Fernando Collor de Mello, foi abandonado em praça pública. Ou como, de repente, após meses de silêncio, o movimento das Diretas Já surgiu na telinha da Globo.

Nunca vi gângsteres morrerem abraçados. Nem ratos afogados no porão. O instinto de sobrevivência fala mais alto nessas horas.

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14 agosto 2011

E não é que o Jornal Nacional deste sábado (13) levou ao ar uma reportagem denunciando uma das falcatruas de Ricardo Teixeira?

Aleluia?

Os astros estão mandando algum recado e devemos acreditar que finalmente a Rede Globo se rendeu?

Será?

Mesmo com mais de dois anos de atraso em relação à ação movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e após inúmeras denúncias da Record, Folha de S Paulo, revista Piauí, enfim a Velha Senhora informa que o presidente da CBF está envolvido em um escândalo: o desvio de R$ 9 milhões para que uma empresa de fachada organizasse um amistoso entre a seleção brasileira e a de Portugal.

O jogo foi realizado em 2008, em Brasília. O então governador, o famigerado José Roberto Arruda, transferiu esse dinheirão do governo para uma tal de Ailanto Marketing, firma “laranja” (destacada pela CBF) criada um mês antes do jogo e que nem sequer tinha telefone fixo. Em uma reportagem de três minutos, o JN conta essa história antiga, mas com ares de novidade. Antes tarde do que nunca. OK. É sempre bom repetir que Ricardo Teixeira é um dirigente notoriamente conhecido por usar o futebol brasileiro em benefício próprio.

Surpreendente é vermos a Globo cumprindo seu dever de informar com alguma honestidade seus telespectadores. Em termos, vale ressaltar: essa história não é contada em detalhes e, para alguém mais desatento, não fica claro o quanto a CBF agiu de má-fé. Sobrou mais para a empresa fantasma e o “cachorro morto” do Arruda.

Mesmo assim, registro o espanto: a Rede Globo está rompendo seu pacto de silêncio com um dos seus principais comparsas? Será delação premiada? A presidente Dilma telefonou para a família Marinho pedindo alguma decência? Ou a Velha Senhora percebeu que a casa vai cair e agora corre atrás do prejuízo, como nas Diretas Já e no impeachment de Collor?Aguardemos os próximos capítulos. Se for a novela de sempre, é só uma cena para despistar. Nos folhetins da Globo, os vilões quase sempre acabam se dando bem. Se for para valer, em breve conheceremos o desfecho. Será?

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26 julho 2011

Está ficando divertido. De tanto nos deixar de mau humor com suas armações e falcatruas, Ricardo Teixeira virou motivo de piada. A chacota vai tomar conta da internet neste dia 27 de julho com um twittaço exigindo a saída dele do comando da CBF.

Praticamente todas as redes sociais estarão mobilizadas na campanha batizada “Fora Ricardo Teixeira”. A ideia é culminar em um protesto neste sábado (30) na porta da Marina da Glória, onde vai rolar o sorteio dos grupos das Eliminatórias da Copa de 2014, aquela festinha da Fifa e da Globo paga com dinheiro público.

Na carona desse movimento, foi criada a palavra de ordem #FalaGlobo, para tirar a emissora do completo silêncio sobre as toneladas de denúncias que cercam o Teixeirão.

Como nos revelou o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, essa turma é de mafiosos barra pesada. Portanto, não vamos nos iludir, otimismo não pode se confundir com ingenuidade. A chance de essa manifestação atingir seus objetivos finais é nenhuma.

Mas vai servir para que a opinião pública saiba quem está do lado da decência e, por tabela, que veículos praticam um jornalismo sério, ético e responsável. Por eliminação, também saberemos quem apoia esse esquema de corrupção e desmandos que tomou conta do futebol brasileiro.

Que a Globo não vai mostrar as faixas dos manifestantes, já sabemos, até porque a Velha Senhora não quer que seu grande aliado caia fora do esquema. As únicas faixas que ela mostra são as de torcedores carentes que bajulam o Galvão Bueno.

Vai ser engraçado observar como se comporta a Veja, por exemplo. Capaz de a revista tratar os manifestantes como tratou os caras-pintadas que pediam o impeachment de Collor: a pontapés. Não dá para ser da tropa de choque e ao mesmo tempo ficar de bem com a turma do fundão. Essa eu vou ver de arquibancada. Fala, Veja!

E não custa participar do coro: Fala, Globo! Fala! Que divertido.

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7 julho 2011

Escárnio, desprezo, desdém. É isso o que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, sente pela imprensa e pelo povo brasileiro. Ele está se lixando. Na verdade, para ele, a opinião pública é um vaso sanitário.

A desfaçatez com que ele tripudia sobre todos nós é típica de quem se julga acima da lei. Ele age como um vilão de telenovela ruim. Arrogante, prepotente, frio e truculento.

Dúvida? Acha que é um exagero? Então leia a entrevista (repleta de palavrões) que o Teixeirão concedeu à revista Piauí de julho. Está tudo lá. É praticamente uma confissão.

Leia trechos da entrevista aqui.

Não deixa dúvidas sobre seus conchavos com a Rede Globo. Na cara dura, diz que não tem medo das acusações que sofre por recebimento de propinas, favorecimento, desvio de verba, venda de votos, contrabando, metade do Código Penal.

Teixerão esculacha. E arremata, cínico: "Só vou ficar preocupado, meu amor, quando sair no Jornal Nacional". “Meu amor”, no caso, é a repórter. Cafajeste, não?

Talvez por se relacionar tão intimamente com a Globo, chama a imprensa brasileira de “vagabunda”. E ameaça: “Em 2014, posso fazer a maldade que for. A maldade mais elástica, mais impensável, mais maquiavélica. Não dar credencial, proibir acesso, mudar horário de jogo. E sabe o que vai acontecer? Nada”.

Precisa dizer algo mais? Está bom pra você? E para o ministro dos Esportes, Orlando Silva? E para a presidente Dilma? E para o Congresso Nacional? Para o Teixeirão, parece que está.

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2 julho 2011

Diga-me que escândalos te interessam e te direi quem és.

Que silêncio é esse que encobre as sucessivas maracutaias envolvendo a CBF? Por que alguns veículos de comunicação preferem ignorar determinadas denúncias, por mais graves que sejam?

O Ministério Público quer que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, devolva R$ 9 milhões aos cofres do governo do Distrito Federal. Uma cacetada. Segundo as investigações, foi esse o valor desviado em uma fraude grotesca envolvendo um amistoso da seleção brasileira contra Portugal, em 2008.

Os detalhes estão todos aqui.

Todos os ingredientes que embrulham o estômago de pessoas honestas estão nessa operação financeira: laranjas, improbidade administrativa, ostentação de riqueza, escárnio com a Justiça, e a crença na impunidade.

O próprio Ministério Público do Distrito Federal classificou o caso como “aberração”. São indícios pesados, provas documentais, um prato cheio para quem quer contribuir para a limpeza ética deste país.

Esse é o papel do jornalismo. Mas certos escândalos não despertam o interesse de determinados veículos. Aí cabe a pergunta: por quê?

Um caso chama a atenção. Há duas semanas, quando o Jornal da Record veiculou outras denúncias sobre o "jogo sujo" de Ricardo Teixeira, somente o jornalista Juca Kfouri, um dos mais sérios do país, indignou-se e publicou o escândalo em seu blog. O portal UOL, do Grupo Folha, ao qual pertence o blog do Juca, deu destaque à notícia de absoluto interesse público. Agora, estranhamente, o UOL deixou o assunto prá lá.

Outros veículos matam o problema na raiz. Fingem-se de cegos, surdos e mudos, todo o tempo. Fingem até acreditar que isenção fiscal não é dinheiro público.

E existe até a turma dos descarados. Tem jornal, de ligações umbilicais com a CBF, que lança mão da estratégia mais rasteira do submundo do jornalismo para defender a sem-vergonhice: publica carta de "leitor" com ataques a quem critica o derramamento de grana do povo nos esquemas de 2014.

Se contra Ricardo Teixeira sobram provas, contra a ala podre da imprensa restam somente suposições, algumas impublicáveis. A menos ofensiva é que ela não se escandaliza com as denúncias e deixa a bola rolar.

Veja a reportagem e tire sua conclusão.

Atualização:

E hoje, domingo (3), mais uma vez o jornalista Juca Kfouri foi o único que teve coragem de comentar o assunto em seu blog.

O que o motivou a escrever foi ver Sandro Rosell, ex-presidente da Nike do Brasil, atual presidente do Barcelona e unha e carne com Ricardo Teixeira, no ônibus da Seleção Brasileira em La Plata, rumo ao jogo contra a Venezuela.

“A presença de Rosell hoje na Seleção Brasileira soa como provocação, demonstração de plena certeza de impunidade”, disse Juca.

Também, pudera. Rosell estava envolvido na organização do fatídico jogo entre Brasil e Portugal, que acabou com o desvio dos R$ 9 milhões.

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