18 dezembro 2011

neymar messi ok Esse Barcelona é uma fraude

Um time que detém 76% de posse de bola e só faz 4 gols não é tão bom assim. Essa equipe do Barcelona é um blefe. Uma ilusão coletiva.

Os catalães ficam tocando a bola de ladinho, de pé em pé, sem errar passes, até chegar na área adversária. E só. Não fazem um chuveirinho, não batem um único escanteio na área. Não deram um único chutão em 90 minutos!

É um futebol covarde, não se lançam desembestados, não correm feito loucos atrás da bola, só vão na certeza. Isso pode ser tudo, menos futebol. Nem falta os caras fazem!

É um tédio assistir a esses esnobes jogando. Cadê a raça? As bolas divididas, os carrinhos animais, as jogadas viris? Heim? Parece que estão jogando bocha, isso sim.

Os gols saem quase por acaso. Sem desespero, sem violência, sem emoção. Não deixam o adversário jogar, são uns fominhas. Falta espírito esportivo, solidariedade, sei lá. É muito irritante.

O Barcelona decretou o fim do futebol. É a morte da emoção, do espetáculo, da caixinha de surpresas. E tem gente que gosta!

Ainda bem que temos o Neymar, suas firulas inúteis e sua humildade vira-lata. O cidadão ganha R$ 2 milhões por mês e declara que “aprendemos a jogar futebol”. Não é comovente? Uma lição para o mundo.

Que esse time espanhol fique lá na Europa decadente e seus campeonatos de dois times. Não por acaso o Velho Continente está em crise, caindo pelas tabelas.

Tanto que nenhum time europeu jamais ganhou uma Libertadores da América. Fanfarrões!

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14 dezembro 2011

390784 10150415199986638 142404191637 8783731 990265035 n1 Santos não precisa de Neymar

Assisti à partida entre Santos e Kashiwa Reysol na esperança de ver o time brasileiro golear os japoneses. O jogo foi sonolento, ou eu que não estava mais acostumado a acordar tão cedo. Bocejei.

Ao ganhar de 3 a 1 de um time tão acanhado, melhor se preparar para o pior. O Barcelona e seus samurais não vão dar a moleza que se viu nesta quarta-feira. A depender apenas de jogadas individuais, o massacre catalão é inevitável.

É fundamental surpreendê-los. Ou com um honroso W.O, ou mudando a forma de o time jogar.  Será preciso frieza na análise e espírito de vencedor para tomar a decisão mais sábia: deixar o Neymar no banco.

Sem o astro pop, o Santos passa a ter alguma chance de ganhar. Um time não pode depender de um único jogador. É sinal de fraqueza. Viva Edu Dracena!

Vai ser humilhante para o Messi ver que o time adversário descartou aquele que é considerado o melhor jogador em atividade no Brasil. O argentino vai se sentir desprestigiado. Será um duro golpe em sua vaidade. Desconcertante.

O glorioso time da Vila Belmiro não precisa de Neymar para se tornar campeão do mundo pela terceira vez. Pelo contrário, os espanhóis que precisam dele em campo, para poder tripudiar sobre nossa arrogância futebolística.

Sem Neymar, estarão desmotivados, confusos, agredidos. Vão ficar pensando no Campeonato Espanhol. Aí, sim, serão surpreendidos novamente. Dá-lhe, Alan Kardec!

Sem a estrela santista em campo, sobrará o futebol coletivo, solidário, além da humildade fundamental para enfrentar quem reconhecidamente é superior. Um golpe de mestre. Imaginem a consagração.

Ter Neymar no banco é um privilégio que não pode ser desperdiçado. Um orgulho que nem todos podem ter.

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10 novembro 2011

post oprovocador Quero ser indenizado por quem vendeu o Neymar ao Real Madrid

Agora que está mais do que confirmada a permanência do Neymar no Santos, fica uma pergunta singela: e os jornalistas que há meses juram que o jogador já estava vendido ao Real Madrid? Quando vão se retratar?

Leia mais sobre a renovação do jogador com o Santos aqui!

Esses fanfarrões que praticam jornalismo de várzea deviam pedir pra sair! Chamem o capitão Nascimento! São uns picaretas que vivem de reciclar boatos, quando não partem para a mentira pura e simples.

Ingênuos, não são. Sabem com quem estão lidando. Cartolas e empresários de futebol pertencem ao mundo animal, são vertebrados e possuem o dom da palavra. Mas daí a serem considerados humanos vai uma longa distância. Eles simplesmente não prestam.

Menos ainda quem se dispõe a ser manipulado por essa escória de parasitas que enriquece explorando atletas (e plantando informações). Imaginem se um político fosse pego num blefe de R$ 103 milhões, valor da multa rescisória do craque santista. Os jornalistas o empalariam como a um ditador sírio.

Mas o jornal O Estado de S.Paulo, por exemplo, se vangloriou de ter dado o furo da venda aos espanhóis. Botaram banca com tamanha convicção que levaram o restante da mídia a dar como verdade o que era apenas especulação. E agora? Vão dar uma minúscula errata de pé de página? Nem isso, podem apostar.

E publicaram essa notícia, que se provou mentirosa, sem apresentar uma única prova do negócio. Assim como muitas vezes é feito em denúncias contra políticos. Como nossos governantes são odiados (com razão) fica por isso mesmo.

Vamos aproveitar que o povo brasileiro dá mais valor a jogadores de futebol e pagodeiros do que aos que nos governam. Que tal ficarmos indignados,  cobrar explicações, exigir punição a esses maus profissionais da informação?

Agiram como irresponsáveis, serviram a interesses inconfessáveis, enganaram seus leitores, induziram a erro milhões de pessoas.

Merecem algum tipo de punição. Ou jornalistas são inimputáveis? Deveriam provar da mesma fúria que eles reservam àqueles que perseguem ou denunciam. Errou, tem que pagar.

Também fui enganado. Aceito minha parte em dinheiro.

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5 abril 2011

00346985 Muricy: óbvio, caro e inútil

Luis Álvaro de Oliveira era para ser o Belluzzo que deu certo. Nem. O presidente do Santos é apenas mais um cartola brasileiro, com suas ideias e decisões óbvias, dispendiosas e inúteis.

Contratar Muricy Ramalho é de uma pobreza administrativa, de uma falta de originalidade, de uma redundância absolutamente entediantes. Um fracasso. Mais uma derrota.

Nem é o caso de repetir aqui o que sempre digo: nenhum, nenhum, mas nenhum técnico merece ganhar R$ 700 mil por mês. Só para ficar claro: nenhum.

Também não cabe dizer o que os comentaristas todos já alertaram: Muricy não é um treinador com perfil para o jovem e talentoso time do Santos. Rei do chuveirinho, retranqueiro, acuado, previsível. Ao vencedor, as batatas. Nada mais.

Ridícula a postura do dirigente santista. Humilhou-se em praça pública, pagou mico ao vivo, em emissoras de rádio e TV, implorando pela vinda do mais um treinador. Vergonha alheia.

Arrogante a postura do "professor", que, sabendo da indigência do futebol brasileiro, deu-se ao direito de ficar na varanda de seu sítio, esperando o telefone tocar. E tocou. Várias vezes. Sempre a mesma pessoa do outro lado da linha: Luis Álvaro.

Queria ver o Muricy ser campeão brasileiro com o elenco do São Caetano. Se com o timaço que o Palmeiras lhe deu não chegou a lugar nenhum, sinal que não é ele, enfim, quem faz a diferença toda.

Como não faz Luxemburgo. Muito menos Felipão. Nem Andrés Sanchez. Ou o Belluzzo fanfarrão. Ou Arnaldo Tironi, ou Patrícia Amorim. Por que faria o Luis Álvaro?

Pena. Podia ser ele a mudar esse quadro. Como prometeu. Governança administrativa, transparência, responsabilidade financeira, o escambau. Que nada. Mais do mesmo.

Que venha Muricy Ramalho e seu mau humor. Que venha mais um título sem garra, sem talento e sem Paulo Henrique Ganso. É esse o estilo inconfundível da cartolagem brasileira: óbvio, dispendioso e inútil.

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6 maio 2010

Sou torcedor do Santos. Associado e tudo mais. Mas sempre deixei de vibrar quando meu time era dirigido por Vanderlei Luxemburgo. Não conseguia. Ficava na miúda, rangendo os dentes.

Como santista, não lhe devo gratidão. O brasileiro de 2004 foi conquistado com uma equipe cuja base era mérito de Emerson Leão. O Rio-São Paulo de 1997 foi pífio. O bi paulista (2006-2007) veio com um time medíocre, apesar da então folha salarial mais cara do país.

Em um de seus retornos, Luxa humilhou o ídolo Giovanni, dispensando-o como a um velhote inválido. Essa eu nunca vou perdoar. Magoou. Felizmente, o craque retornou para as devidas homenagens.

E a última passagem de Luxemburgo, em 2009, foi o coroamento de uma trajetória mesquinha e mercenária. Montou um time chinfrim, pesado e caro, que ganhou o que merecia: nada.

Já desci a lenha nele aqui mesmo neste blog. Não gosto do profissional Vanderlei Luxemburgo. Não conheço a pessoa. Mas nesta história com os meninos da Vila, o homem tem razão (leia mais aqui).

Bando de moleques malcriados. E ingratos, sim. E falsos. Abraçam o cara numa semana e dias depois o tratam como inimigo a ser desmoralizado. Papelão.

Não por acaso, é o mesmo pessoal que deu aquele vexame (depois remendado) na visita ao lar espírita. E que levou mais de um puxão de orelha do rei Pelé. E que agora deixou novamente constrangido o técnico Dorival Junior.vanderlei luxemburgo tvi 20100310 A que ponto chegamos: o Luxemburgo tem razãoE que vem gerando antipatias desnecessárias, que ameaçam ofuscar o elenco mais talentoso dos últimos anos. A grandeza de um atleta também se mede pelo caráter. Que o digam Tostão, Sócrates, Zico e Falcão, entre tão poucos. É mascarado? Pode esperar, a sua hora vai chegar.

Jogador é profissional, ganha fortunas, tem responsabilidades. Em público, tem que dar exemplo de civilidade. Não pode agir como um torcedor típico, desmiolado, boca suja e fanfarrão.

Torcedor pode chamar corintiano de gambá, palmeirense de porco, são-paulino de bambi. Jogador (e dirigente) não pode. Torcedor provoca time adversário. O profissional respeita. Simples, não?

Jogador quer comemorar título com a torcida? Que beleza. Pois cante o hino, empunhe bandeiras, solte rojão, dance rebolation. Mas não tripudie, não ofenda, não incite, não aja como um fanático. Isso é coisa de babaca.

Vanderlei Luxemburgo tem minha solidariedade. Ninguém merece ser tratado dessa forma. Ele foi vítima de uma vingança ordinária, duas caras. Foi exposto a uma situação humilhante. Uma grosseria.

Está certo que ele não precisava fazer tanto mimimi. Bastava dizer, como disse, que ao Santos ele não volta mais. E que na Vila Belmiro ele só pisa como adversário. É isso aí! Ele tem meu mais absoluto apoio.

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21 abril 2010

 Chega de mentira: quem paga o salário do Robinho?

Gazeta Press

 

A imprensa esportiva não está acostumada a cobrir o time da Vila Belmiro. Porque se o presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira, fosse dirigente de Palmeiras, Corinthians ou São Paulo, os repórteres já teriam deixado bem claro: ele mentiu.

E continua mentindo quando diz que o salário do Robinho está em dia. Não é possível que esteja. Tudo por conta de outra bravata, que vem se repetindo desde que o jogador foi emprestado pelo Manchester City.

O presidente fanfarrão garantiu que o Robinho só viria se fosse montado um pool de empresas para bancar o astronômico salário de R$ 1 milhão por mês.

Primeiro ele disse que esses patrocinadores seriam conhecidos no dia da apresentação do atacante, em 1º de fevereiro. Mentira. Aí ficou para a estreia contra ao São Paulo, seis dias depois. Outra mentira. Ninguém apareceu.

Recentemente, mentiu de novo, dizendo que o parceiro que estaria ajudando o time a pagar essa fortuna prefere se manter no anonimato, por questões de estratégia de marketing.

Obviamente outra mentira. Que empresa colocaria uma grana dessas e ficaria na miúda?

O fato é que o Santos está pagando (ou melhor, devendo) cada centavo dessa aventura irresponsável. No total, serão R$ 7 milhões. Mais de um terço de todo o patrocínio anual (este de verdade) fechado com a Seara, pela exposição da marca na camisa.

Como estamos no fim de abril, já foi para o saco a bagatela de R$ 3 milhões. Isso em um time que deve assumidos R$ 170 milhões, herdados da gestão anterior.

Nem vou voltar ao mérito de que Robinho não vale essa grana toda. Já cantei essa bola aqui.

O que interessa agora é que o presidente do Santos venha a público esclarecer se ele é apenas mais um Belluzzo deslumbrado. Ou a pessoa séria que aparentava. Senhor Luis Álvaro, de uma vez por todas, nos diga a verdade: quem está pagando o salário do Robinho?

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17 março 2010

A Justiça brasileira é o que todo mundo sabe, um desastre. Mas a Justiça Desportiva consegue ser pior.  É de mentirinha.

Pois não é que querem mostrar serviço? A procuradoria do TJD enquadrou o Neymar, atacante do Santos, e sugerem uma pena que pode chegar a 18 jogos de suspensão.

Neymar A injustiça da Justiça Desportiva

Que bonito é. A que ponto chegaram, resolveram bater em criança. Um bando de marmanjo trocando porrada por aí e implicam com o moleque. Covardia.

A falta que o pirralho fez no adversário merecia o cartão vermelho. Pronto. Mas não foi “agressão física” como querem nossos prelados das peladas.

Ele falar palavrão também causou muita indignação nas vestais dos vestiários. Foi considerado coisa feia, “atitude antiética”.

Que estádios de futebol esse pessoal frequenta? Atleta com boca suja é um padrão mundial. Pensei até que constava das regras a obrigatoriedade de ficar xingando em campo.

O Santos é ruim de bastidores. Não faz parte da patotinha poderosa. É bem capaz que usem o Neymar de bode expiatório. Vão dar um puxão de orelhas no craque, para servir de exemplo.

Por que não deram umas palmadas no Diego Souza, do Palmeiras? O sarrafo que ele deu no Domingos, também do Santos, ano passado, foi típico de um arruaceiro. No fim, pagou umas cestas básicas e ficou por isso mesmo.

Mas se o julgamento do Neymar não der em nada, também deixo aqui meu protesto. O que me interessa é falar mal da Justiça Desportiva. Eles merecem.

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1 março 2010

Esta semana, o Santos deve pagar o primeiro salário do Robinho. Um milhão de reais. Cada centavo dessa dinheirama vai sair dos cofres do time. Não apareceu nenhum patrocinador para bancar essa loucura.

Talvez apareça. Tem doido pra tudo. Há mais de um mês, o presidente do Santos, Luís Álvaro Ribeiro, jura que existe um pool de quatro empresas dispostas a bancar o salário do ex-craque. Até agora, não passou de blefe. Parece o Belluzzo.

Quando chegar o fim do contrato, em agosto, serão R$ 7 milhões. Mais do que todo o patrocínio do time da Vila Belmiro em 2009. Fala sério. Essa conta não vai fechar nunca.

Robinho O Robinho não se paga. Nem aqui, nem na Inglaterra.

O Robinho não se paga. Ele é caro demais. Aqui ou na Inglaterra (onde ele embolsava quase o dobro), o que ele ganha é uma insanidade.

Para quem não sabe, o futebol inglês está falido. Segundo a Uefa, os times de lá devem quase R$ 10 bilhões. Só a dívida do Manchester United beira R$ 2 bilhões. Caramba!

Em toda a Europa, os clubes devem R$ 15 bilhões. Nesse cálculo, não entram os empréstimos. Eles vão quebrar. Tomara que explodam. Foram eles que inflacionaram o futebol a esse nível criminoso.

Por isso, estamos vendo o retorno de alguns dos nossos craques. Que voltam trazendo seus salários escandalosos. Sem dó nem piedade, querem que nossos clubes paguem na mesma moeda.

Deviam fundar o Mercenários Sport Club. Ou a Legião Estrangeira de Futebol, financiada pela máfia russa e pelo cartel de Medelín.

Neste domingo, 29, torcedores do Santos portavam uma faixa em protesto contra o aumento do preço dos ingressos para o clássico com o Corinthians: “No circo do futebol, o torcedor é o palhaço”.

É isso aí. A arquibancada mais que dobrou, para R$ 80. Queriam que o povão pagasse a conta. Adivinha? Nem metade do estádio estava lotado. Bem feito.

Só um trouxa para bancar o Robinho indo jogar amistoso na seleção do amigo Dunga. Ironia dos deuses do futebol, onde será o jogo contra a poderosa Irlanda? Em Londres, capital da Inglaterra. Bingo.

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+ Cosme Rímoli e seus comentários sobre o craque santista
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3 dezembro 2009

LUXA Futebol do Luxemburgo é movido a grana

A cara de pau do Luxemburgo não tem limite. Ele dizer que se tivesse permanecido no Palmeiras teria sido campeão brasileiro é mais patético do que arrogante. Mas irrita do mesmo jeito.

O pior é que sempre encontro uns birutas que acreditam que ele é um gênio. Ah vá. Desde que voltou do fiasco no Real Madri, há cinco anos, ele trabalha com as maiores folhas de pagamento do Brasil.

Só a comissão técnica dele custa em torno de R$ 800 mil por mês. E o que ele ganhou nesse período, além dessa fortuna? Dois paulistinhas pelo Santos e outro com o Palmeiras.

O Luxemburgo não gosta de futebol. Ele gosta é de dinheiro. Quando de sua passagem pela Vila Belmiro em 2006 e 2007, foram feitas 78 (se-ten-ta-e-oi-to) transferências de jogadores.

Um dos que entraram e saíram foi o Zé Roberto, com um salário estimado em R$ 500 mil. Assim até eu monto time.

As outras transações envolveram nomes como Rodrigo Tabata, Baiano, De Nigris, Magnum, Rodrigo Tiuí, Adoniram, André Beleza, Jardel, Galvão e Leandro.

Tô passando mal... Só do Iraty – aquele clube que parece fachada para bingo ou tráfico de órgãos – vieram 11 jogadores. Onze. Calma que não vou citar nomes.

Financeiramente, o Luxa desembarcou nas praias de Santos como os aliados na Normandia. Terra arrasada. Quando ele chegou, o clube havia tido um superávit de R$ 60 milhões na temporada anterior, de 2005.

Nos dois anos seguintes, com a ajuda inestimável do aiatolá do Boqueirão, Marcelo Teixeira, foram R$ 21 milhões e R$ 36 milhões de prejuízo. Isso são números oficiais. No Palmeiras também não faltou dinheiro pra montar o melhor (e mais caro) elenco do país.

Só com a saída dele o time deslanchou, nas mãos talentosas e a preço de custo do Jorginho. (Para depois fazerem a bobagem antológica de contratar o Muricy. O que já é outra história. De mau gosto.)

Em resumo. Chega. Se depois desse ano medíocre no Palmeiras e da campanha ridícula no Santos, algum jornalista esportivo insistir que o Luxemburgo é o melhor técnico do Brasil, é caso perdido.

Manda o paspalho cobrir futebol no Afeganistão. E leva o Luxa com ele.

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