Querido Leitor

No longínquo ano de 1967 a Philco-Ford produziu um filme imaginando como seria o futuro em 1999. Uma família do século XXI moraria em uma casa moderna onde seria possível calcular as calorias dos pratos, comprar em telas usando a ponta dos dedos (fingertip shopping), ouvir música e receber informações de uma espécie de computador, uma bancada com tela ligada ao 'computador central da família' que é, ao mesmo tempo, secretário, bibliotecário, professor, médico, ajudante, tudo. O banco de dados tem todos os dados e preferências da família!

Já publiquei trechos deste vídeo aqui no blog, mas agora achei a versão completa de 24 minutos.

Como já contei antes, esse vídeo é especialmente emocionante para mim, porque eu vi ESSE FILME NO ORIGINAL, na escola que estudei no Canada, em 1970! Imagine o que eu fiquei impressionada com o futuro.Vai ver se isso não influenciou minha opção de ser ...física.

Reserve um tempo e assista. Tem caption em inglês. A tradução para o português nas legendas está muito ruim, não recomendo.

Depois a gente comenta o que eles acertaram e erraram num futuro que... já passou há 14 anos!

Rosana

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Comentei ONTEM sobre o erro de Mal e Mal

E muita gente respondeu que brasileiro não sabe nem a diferença entre MAS e MAIS.

E aí...veja o que aconteceu na tela da Globonews!!

AHAHA

Tá osso!

Obrigada ao @martorelli

Não tá fácil pra ninguém!!!

 Globonews fala de educação, MAS erra feio na legenda

Pro povo do GC, dedico este vídeo:

PS - Ai, Senhor, dai-me paciência agora pro povo no Twitter que sai em defesa do ERRO.

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Eu e minha camisa nova, verde-Miami, com pequenos flamingos, falando do Crackle.

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14 de maio de 2013 às 16h01

A vaca transparente e cheia de leite

PNMMDwX A vaca transparente e cheia de leite

Sensacional esse gif, não? Recebi do @_atila , via twitter.

O Tweet do gif da vaca.

Making Glass Cows from Assembly on Vimeo.

From solid block - to glass cow with milk inside - a quick look at the process.

Watch the finished commercials here:
http://www.assemblyltd.com/work/anchor
http://www.assemblyltd.com/work/anchor-launch

O vídeo da animação.

Achei muito legal.
Enquanto tem gente horrorosa que adultera o leite, adicionando formal e outros quetais, tem gente seguindo uma outra linha de vida, raciocínio e comportamento, criando coisas legais.

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Tem o fato e tem o jeito de contar o fato. Recentemente fiquei indignada com a forma como os sites noticiaram o novo ranking dos melhores restaurantes do mundo, ao falar sobre o Alex Atala. Em vez de ressaltar o fato dele ainda estar entre os seis melhores do mundo, o que é um grande feito,as manchetes diziam que ele 'caiu duas posições'. . Sim, caiu de quarto pra sexto lugr, mas achei uma visão alarmista e pessimista, pra dizer o mínimo. É como tentar desmerecer o segundo astronauta a pisar na lua só porque ele não foi o 'first!'.

Hoje, ao ver as manchetes sobre a decisão de Angelina de fazer uma dupla mastectomia, vi um pouco de tudo. Pessoas opinando sem saber do que estão falando, julgando Angelina como se ela não tivesse o direito de fazer o que é melhor pra sua vida, tentativas de fazer o assunto render com aquelas famosas (e inúteis) enquetes do tipo 'se você fosse Angelina, você faria a mesma coisa?'. Vim aqui no meu blog dizer o que eu penso. Vou começar com o Sergey Brin, um dos fundadores do Google.

GLkMuxa Medicina preventiva, Angelina Jolie, fama, conhecimento e o futuro

Sergey Brin, um dos fundadores do Google e sua mulher, a bioóloga Anne Wojcicki

Em 2008 Sergey Brin descobriu que tinha um gene defeituoso, que poderia levá-lo a desenvolver o mal de Parkinson aos 70 anos. O gene foi herdado de sua mãe, Eugenia, ex-cientista da computação na NASA, que começou a sofrer os primeiros sintomas da doença aos 49 anos.

E o que Sergey fez ao saber da grande problabilidade de vir a ter Parkinson? Ele e sua mulher, donos da  empresa de teste genéticos que os dois criaram, a 23andme,  doaram 130 milhões de dólares para fundações que pesquisam a cura do mal de Parkinson.

Veja que bacana, um cara inteligente, bem sucedido, feliz, descobre que pode vir a ter uma doença através de testes genéticos e investe milhões de dólares na cura da doença, beneficiando o planeta inteiro.

Achei ótimo falar sobre o assunto no Twitter, porque descobri que os queridos @marcogomes e a @talitaribeiro fizeram o teste na 23andme.

 

 
Eles vão contar o que deu no teste depois que receberem o resultado.

Pois bem, foi também através de um teste genético que Angelina Jolie descobriu que tinha chances altíssimas de desenvolver câncer de mama, como sua mãe, que morreu aos 56 anos depois de lutar por 10 anos contra a doença.

Angelina fez tudo de forma planejada. Submeteu-se a um tratamento para garantir a integridade dos mamilos, depois fez a retirada das mamas, implantou as próteses e fez a reconstituição dos seios. Pelo que li ficou perfeito. E as chances dela ter câncer de mama foram reduzidas de 87% para 5%. A parte que mais contou, de acordo com ela, foi o fato de ter seis filhos e não querer que eles passassem pelo que ela passou, perdendo a mãe prematuramente.

Vi pouca gente falando ou procurando entender o que é esse gene BRCA1, fica tudo no 'eu faria', 'eu não faria' ou 'eu acho que ela deveria/não deveria ter feito'. Ok, todo mundo acha alguma coisa, mas pensando friamente, o que você vai fazer com uma opinião sobre algo que já aconteceu? O que seria mais útil pra sua vida, compreender mais sobre o gene BRCA1, saber como você pode fazer exames para detectar doenças futuras, conhecer os mecanismos, o preço de cirurgias assim, compreender as estatísticas de câncer de mama em mulheres jovens ou saber se Fulana é contra ou a favor o que Jolie fez?

O que fica de tudo isso é a consciência que Angelina tem de sua fama. Ela usou seu poder como estrela para falar de um assunto nada glamuroso, que coloca a saúde dela em primeiro lugar. Que oferece uma alternativa viável para quem tem prédisposição para ter câncer de mama. Jolie prestou um serviço para o mesmo público que a consagrou. Isso é ser uma cidadã correta, uma artista bacana.

Agora vamos lá pesquisar como podemos fazer esses exames e saber, enfim, de onde viemos e para onde vamos. E se eram mesmo os deuses astronautas.

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Rosana Indica: site traz novas maneiras de ouvir e compartilhar músicas - Vídeos - R7.

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13 de maio de 2013 às 18h33

Teletubbies dançando quadradinho de 8

Obrigada a todos os envolvidos no mash up

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13 de maio de 2013 às 15h50

Não me venha com explicações

Sempre repito uma pequena história que li numa tira do cartunista argentino Quino, mostrando Mafalda e Manolito diante da praia, deslumbrados com a idéia de que do outro lado do mar, estava o continente Africano. Ao voltar os olhos para o chão, Mafalda depara-se com uma borboleta amarela pousada na areia e exclama, poética: “Oh! Uma borboleta amarela! Garanto que ela é africana! Que maravilha! Uma borboleta amarela, tão esforçada, que veio voando da África até aqui!”
Manolito, menos sonhador e mais realista, olha para a areia e avisa:

- Mafalda, não é uma borboleta amarela, é uma batata chip.
Mafalda, então, retruca:
- E como será que ela veio voando da África até aqui?

A história ilustra um dos mais ferrenhos sentimentos humanos, cravado num cromossomo qualquer do nosso manual de existência, a teimosia diante do erro. Ninguém gosta de errar, muito menos de ver seus erros apontados e menos ainda de ter que admitir o erro publicamente. O primeiro impulso é negar o erro. Em não sendo possível diante das evidências (É uma batata!), tentamos o segundo passo: sustentar os argumentos. Mesmo sabendo que batatas não voam, Mafalda não consegue abrir mão de sua criação poética sobre a coisa amarela que voou da África até ali.

Por último, se o diálogo continuasse, talvez ela tentasse justificar seu engano, dizendo que a brisa marinha enovoa os olhos, que a batata era, enfim, idêntica a uma borboleta e que, qualquer pessoa em seu lugar confundiria da mesma forma.

Os detalhes não cabem numa crônica mas uma situação real semelhante aconteceu há alguns dias, quando uma senhora ofendeu um integrante do programa em que trabalho por causa da imagem de uma artista do elenco comendo comida de cachorro. Para ela foi o momento mais degradante de sua vida. O integrante explicou que a garota não comeu comida de cachorro e sim atum compactado em latinha. Ao descobrir que a borboleta era uma batata, ela reagiu com ódio, dedo na cara imitando limpador de pára-brisas, vociferando:

- Não me venha com explicações! Agora é tarde, agora eu já sofri!

Eis a chave do enigma. Ela já havia sofrido com a interpretação. E a lógica, a explicação, não devolveriam a ela o sentimento perdido à toa. Além de ter sofrido, ela descobriu que estava enganada e assim, sobre seu bolo de dor jogamos a cobertura do engano.

É realmente difícil abrir mão de nossos pontos de vista, nossas idéias, nossos pre-conceitos e sentimentos, mesmo quando estamos errados. Os que ficam irados quando erram, num instinto de sobrevivência para não odiarem a si próprios, transferem a raiva para os que nos apontam os erros. E tentam reconstruir a tese perdida, como fez Mafalda. E aí, enlouquecemos, querendo dar asas aos salgadinhos. Ou seja, tentar sustentar um erro só por orgulho, realmente, é de pirar na batatinha.

Não me venha com explicações
De Rosana Hermann.
Publicada originalmente em abril de 2006 no Blonicas.zip.net

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Esse é do Vai Luxemburgo


Esse é das ChicasXavier.

E aqui tem a lista com outros.

Vídeos do Rosana Indica.

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11 de maio de 2013 às 09h46

Lá vou eu dar adeus à figueira

Adoro árvores. Sempre adorei, desde sempre. Mais ainda no dia em que descobri, na infância, que os anéis internos do tronco mostravam sua longevidade. Sabe aquela coisa de googlar em busca das árvores mais antigas do mundo, já sabendo que o texto vai dizer que elas ~são testemunhas da ascenção e queda das civilizações~, e ainda assim ficar emocionada? Sou dessas.

Se você também for dessas, procure pelas dez árvores mais antigas e orgulhe-se ao saber que uma delas é brasileira, Patriarca da Floresta, que fica em Santa Rita do Passa Quatro. São árvores que chegam a atingir quase 5 mil anos.

No estado de São Paulo tenho minhas árvores queridas, especialmente as figueiras da Índia. Tem a grande figueira em volta da qual foi construído o restaurante Rubayat, uma figueira que eu amo em Águas de São Pedro, na Floresta Escura (e sonho em escalá-la, se tiver coragem de pedir pro vizinho que nem conheço) e a figueira central da Praça VillaBoim , perto da minha casa, pela qual passo todos os dias.  Pois acabei de ler no jornal que a figueira vai ser removida. 

Sim, a linda e imensa figueira central, que dá vida e verde à pracinha estaria infestada de fungos e cupins e será removida completamente pela Prefeitura.  

 

figueira 640x416 Lá vou eu dar adeus à figueira

 

A praça vai ficar pelada, sem graça, dá até uma dor de pensar.

O Brasil é assim. Ninguém cuida de nada, ninguém faz manutenção e, quando finalmente diagnosticam um problema já é metástase. Muito triste que ninguém tenha visto isso antes ou tratado a árvore desde o começo, quando a vida ainda poderia ter sido salva. Ela é patrimônio da nossa flora, está lá desde 1937.

Resolvi que vou até lá, me despedir dela e agradecer por tudo.

Bom dia. A vida segue.

Update - fui ver a árvore.

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Uma senhora que estava na praça disse que mora lá há 40 anos e espera que alguém possa salvar a árvore.

tomara.

 

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10 de maio de 2013 às 08h46

Berlin 2013 no The Bobs, era lindo, era lindo.

Esta é a cara da primavera em Berlin, cerejeiras em flor, pessoas aproveitando os dias de sol no parque. Nos poucos momentos livres da viagem para trabalhar no Júri do The Bobs, da Deutsche Welle, fui com minha amiga @claireinparis até um mercado de pulgas, numa linda caminhada de conversas e risadas.

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E quando eu digo que todo mundo vai pro parque eu não estou exagerando, não.

IMG 8859 640x478 Berlin 2013 no The Bobs, era lindo, era lindo.

Em todo lugar os parques ficam lotados de gente, lindo de ver.

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E, sempre que vejo gente no parque, lembro do famoso quadro de Seurat, domingo no la grand jatte.

8BlVRDR Berlin 2013 no The Bobs, era lindo, era lindo.

Além de falar da vida, segredos da alma, Claire e eu rimos o tempo todo. Como não rir de uma loja de roupas para quem está em crise de personalidade? 

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E a rede de lojas Quem matou o Bambi? Mas, gente, não foi a mãe do Bambi que morreu? Bambi morreu? Quem matou o Bambi? oh, wait.

f0d1156ab59211e2a47822000a9f3c30 7 Berlin 2013 no The Bobs, era lindo, era lindo.

 A Famosa Torre de TV. Sempre fico numa rede de hotéis (hotel mesmo, apesar do nome) chamada Motel One. É minimalista até no preço, apenas 69 Euros por dia. É simples, bonitinho, bom atendimento e tem o essencial, quarto limpo, cama boa, TV de Plasma e bom banheiro. Nada mais. Nem telefone pra falar com a recepção tem. Ah, e o café da manhã é bem gostoso e não tem doces, o que ajuda na dieta. Porque, olha, engordar na Alemanha é a coisa mais fácil do mundo.

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Espia o café da manhã num hotel baratinho. Imagine nos 5 estrelas. Ainda bem que levei a balança portátil, sério.

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Publiquei muitas fotos no Instagram durante esses breves dias de muita aprendizado e emoção. Fui devidamente ciceroneada pelo amigo querido Carlos Albuquerque, brasileiro de Fortaleza radicado na Alemanha, culto e divertido, um parceiro e tanto no trabalho e na viagem. Aqui, a gente.

 

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Foi o Carlos que me levou pra conhecer o atelier/loja do Mário Brandão, artista plástico brasileiro que morou muitos anos em Nova York e agora mora em Berlin. Olha que sensacional o anão ladrão que ele reconstruiu/recriou:
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O Carlos acabou de mandar uma foto que o Mário tirou de mim, em frente ao atelier dele, num bairro super valorizado no momento, perto do antigo aeroporto de Tempelhof. Me espia:
photo 9 Berlin 2013 no The Bobs, era lindo, era lindo.

Fotografei um monte de coisas, me maravilhei com tudo. Alguns exemplos:

-Os cadeados numa ponta sobre o Rio Spree, Love Locks, foto que queria muito tirar.
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-O movimento de pessoas que fazem tricô e recobrem coisas nas ruas:
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- O grafite de Anne Frank com um lugar pra você tirar sua foto ao lado dela, numa das muitas vielas de Berlin, escondidas nas áreas internas (hofs)
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- A versão tropical do cachimbo de Magritte numa parede na rua.

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- a expressão geral sobre amizades no facebook num mural
7c036354b6f111e299ae22000a1f9c95 7 Berlin 2013 no The Bobs, era lindo, era lindo.

E além da beleza natural (parques, flores, gente), das atividades culturais (revisitei o Pergamon, passeei por feiras e lojas, conheci o bar Der Visionaire à beira do Spree, restaurantes), das experiências do dia a dia ainda encontrei a Ligia Fascioni (@ligiafascioni), amiga querida, conheci ao vivo a Talita Rhein (@diretodoalem), reencontrei pessoas queridas da DW e do Juri, dei boas-vindas aos novos jurados. Sem contar os passeios pela cidade. Olha a Talita e eu:
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A Deustche Welle e a todos, meu muito obrigada por esta experiência de trabalho e de vida. Saudades desde já de todos vocês.

 

BOBS jury 600x240px 2 Berlin 2013 no The Bobs, era lindo, era lindo.

 

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9 de maio de 2013 às 19h42

Como colocar avatar animado no Twitter

Agradeço a todos os que me trouxeram até aqui. Ou ali.

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9 de maio de 2013 às 13h09

Site indica onde fazer cursos fora do Brasil

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Hoje eu tirei o dia pra mim. Acordei tarde, comi tudo e tanto quanto quis no café da manhã, fui até a farmácia comprar shampoo, tomei um banho de horas e horas e só sai de casa (hotel) quase na hora do almoço. Dei um rolê pelo bairro (estou no Mitte, em Alexanderplatz). Comprei um sapato numa loja incrível e um cachecol do AndyWarhol (outro, eu já tenho um que comprei em Berlin também, da mesma loja, olha como sou repetitiva).

Voltei pro hotel e sai pra encontrar minha amiga Ligia Fascioni. E o mais louco: a caminho do ponto de encontro em Berlin, nós nos cruzamos na mesma calçada! AHAHAHA sensacional. Passamos uma tarde deliciosa juntas. O assunto nunca acaba. Vimos lojinhas, compramos lã, famos até Kurfürstendamn. Visitamos a loja da Apple, almoçamos uma saladinha leve e fomos para o Museu Pergamon, que já conhecia, mas sempre adoro. Ligia também me levou para conhecer uma biblioteca espetacular da Universidade de Humboldt. Depois fomos bater perna, ainda mais!

Só lamentei uma coisas que não consegui comprar. Eu adoro um sapatinho da marca Clarks. Tenho dois, uso sempre,sempre mesmo. E só acho aqui. Pois eu achei a loja com o exato sapato e...não tinha meu número. Era a única coisa que eu realmente queria comprar nessa viagem, esse par de sapatos. Não deu. Enfim, fica pra próxima. (Assim eu tenho mais uma razão pra voltar).

Voltei pro hotel e, meia hora deepois eujá estava saindo de novo. Fui como Carlos da Deutsche Welle para Kreutzberg. Ele me levou pra conhecer um bar de gente jovem que fica na beira do rio Spree, o DerVisionnaire.

Conversamos muito, caminhamos e fomos jantar num restaurante asiatico.Depois tomamos o ônibus, caminhamos mais um pouco e finalmente voltei pro hotel. Dia muito gostoso!

Amanhã tenho atividade de trabalho novamente, quer dizer, já é 3a feira, eu deveria dizer hoje. Mas vou aproveitar para dar um rolê.

Ontem, passeei com a Claire, minha amiga de Paris. Olha que coerência, tenho minha querida amiga Clara e tenho a Claire. Ficou claro, querido leitor?

Agora vou descansar. Caminhei 12 km. Tá bom,né?

Beijos, até logo mais.
4a. feira eu embarco de volta.
Adoro viajar, adoro mais ainda voltar pra casa!

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3 de maio de 2013 às 22h04

Perdida e achada

Estou num quarto de hotel em Berlin, em Alexanderplatz, perdida no fuso horário e encontrada no espaço. Eu adoro a cidade. Poderia morar aqui facilmente. Ontem, fui a e lugares que adoro, uma loja de lãs e artigos para tricô, uma livraria e a ilha dos museus. Foi um passeio curto, porque estava exausta.Cheguei ontem mesmo. E, pra mim, ainda é um longe hoje.

São dez pras três da manhã. EStou cansada,mas perdi o sono. Não sei bem o que fazer porque hoje vai ser um longo dia de trabalho.

A viagem foi longa e com alguns erros. Peguei um assunto ruim. Esqueci de verificar no seat guru e acabei na janela, oomo eu queria, mas num assento que pouco reclinava, porque atrás do encosto tinha aquelas cadeirinhas de tripulação.

O cara do meu lado fedia. Um horror. Coloquei o cobertor como filtro para respirar. Era espaçoso, do tipo de adormece e vai caindo pros lados. Apertada, espremida, sem respirar, fiz o que pude pra tentar dormir. Até acordar sentindo que estava com algo molhado e gelado na perna. O cara derrubou um copo dágua no meu assento, em mim. Pior. Quando botei a mão nas perna do jeans e senti que tinha água, botei os pés no chão, de meias de algodão e pisei na poça. Imagine. De madrugada, sem dormir, sem espaço e com a calça e os pés encharcados. Eu odeio molhar as meias. Fiquei puta da vida. Mas não dirigi a palavra ao fedido.

Joguei minhas coisas pra trás do banco, pulei, chamei a chefe de cabine e expliquei o ocorrido. A desinteligência. Ela me remanejou para a última fileira, numa poltrona do meio, que também não recostava. Topei, mas pedi pra ser remanejada mais pra frente, porque o outro voo era meio em cima da hora. Finalmente ela me liberou pra desembarcar, nas últimas horas, na executiva.

Acabou danto tudo certo.

Cheguei em Berlin finamente, fui dar um rolê, tomar café.

Alias, tomei café cedinho no avião, passei o dia sem comer e fui jantar. Quando vi sopa no buffet cai de boca. Esperava uma sopa de carne com legumes. Mas era de tomate. E, pior, doce. Com a fome que eu tava eu comereia até sopa de rabanete com geléia.

Agora estou aqui, no escuro, só com a luz da tela onde escrevo, tentando me adaptar.

Vou voltar pra cama, usar todas as técnicas que conheço pra adormecer. Com a alegria de saber que, ao acordar, tudo em volta ainda será a linda Berlin. Na primavera, verde, com sol, céu azul e flores em todo lugar.

Beijo, até.

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1 de maio de 2013 às 20h43

De 2 a 9 de maio, em Berlin, para o The Bobs

 De 2 a 9 de maio, em Berlin, para o The Bobs

Olá, querido leitor. De 2 a 9 de maio estarei em viagem. Vou trabalhar em Berlim. Em boa parte do tempo, como jurada do prêmio, estarei incomunicável e sem pode postar no blog. Quando eu estiver com acesso, postarei normalmente.  Porém, como é fácil postar pelo celular, fotos e tweets, deixei aqui um código com a foto e os tweets mais recentes, como um post fixo no topo do blog. O primeiro post 'escrito' passa a ser o que está abaixo deste.

Um beijo e obrigada, o blog continua positivo e operante, desde o ano 2000. icon smile De 2 a 9 de maio, em Berlin, para o The Bobs

Tweets recentes


E apra ver todas as fotos, clique aqui, no Instagrid.

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30 de abril de 2013 às 18h24

Storify.com , tão bom, tão simples

Eu uso há mais de dois anos. É muito prático. Experimente, é de graça.

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27 de abril de 2013 às 19h24

Floreira na raiz

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27 de abril de 2013 às 12h08

Hangout, simplesmente sensacional


Me segue no Google Plus? É só clicar no botão pra me adicionar a seus círculos. Facinho.
Se eu uso o Google plus? (o botão foi feito aqui)
Uso. Uso e participo de hangouts. Como é legal fazer hangout, especialmente para cursos, aulas, reuniões. Enfim, tudo.
Os hangouts com o professor Dan Ariely do Coursera são ótimos.
Aliás, todo professora deveria dar aula complementar por hangout, todo palestrante,todo comunicador.

No Google+ tem uma página que mostra os hangouts que estão acontecendo.
Experimente fazer o seu.

Aliás, de uma forma geral, estou tentando parar de reclamar das pessoas desinteressadas, tapadas, que não querem aprender, nem compartilhar pra investir meu tempo com gente que quer se aprimorar e viver melhor em grupo.

icon smile Hangout, simplesmente sensacional

Acordei assim, feliz da vida, toda ensolarada!
E agitada, porque na 5a. feira dou aula e depois vou pra Berlin.
Viagem sempre me excita, viagem sempre me agita.
Amigos de Berlin, me aguardem.
icon smile Hangout, simplesmente sensacional

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26 de abril de 2013 às 12h46

Esse ódio no seu coraçãozinho

Não,você não está errado. Você tem toda razão. É isso mesmo que você pensa, sente, acredita. Tudo correto. Mesmo assim não está dando certo. As coisas não vão bem, sua vida está longe do que você sonhou, as coisas não acontecem. Só os problemas acontecem. Cada vez mais.
Por que será?
Será que é pessoal? Será falta de sorte? O que poderia explicar isso que você percebe e é mesmo real, o fato de que coisas boas acontecem com pessoas que você sabe que não merecem enquanto coisas ruins acontecem com você, que faz tudo sempre corretamente?
Quem sou eu para responder.
Eu sou aquela que só pergunta.
E conjectura.
Por isso vou arriscar algumas hipóteses.

A primeira delas é que fazer tudo certo nunca foi garantia de nada. Você faz certo porque é sua natureza. Ou porque teme as consequências de fazer errado. E isso deveria bastar, a paz com a própria consciência, o bom resultado, a falta de punição. Mas você faz para ganhar o céu ou o aplauso. Aí perde a garantia. Garantia de céu só para os bons, só pra quem faz de coração e acredita. E, mesmo assim, parece que tem uma cláusula que garante o céu só depois que a gente desencarnar. Só botando muita fé na recompensa. Por enquanto, melhor fazer certo porque se é assim.

A segunda possibilidade é que as coisas não dão certo porque mesmo estando certo, você faz da forma errada. Acho que isso engloba quase toda a população planetária. Você observa um fato. O vizinho fez a calçada e ficou totalmente torta. É o que você faz em seguida, como você lida com os erros dos outros que vai modificar sua vida e seu destino.

Se você, numa conversa honesta com o vizinho, disser para ele que você viu o esforço dele em arrumar a calçada, mas que você acha que não ficou muito boa e você empatiza com o problema e se dispõe a ajudá-lo, seja recomendando um bom pedreiro, botando a mão na massa e na pá pra refazê-la ou simplesmente dando apoio emocional pra ele, você está fazendo um bem. Você está realmente ajudando. Se você, ao contrário, apenas aponta o dedo pra ele e o incrimina, dizendo, por exemplo:

- Nossa, como ficou torta a calçada! Que horror!,

você não apenas não ajuda como ainda piora, porque vai fazer ele se sentir mal com a calçada, com ele mesmo, com você, com o mundo.

E, como tudo pode sempre piorar podemos em vez de dizer isso pro VIZINHO que fez a calçada diretamente podemos dizer pra outra vizinha, em estilo fofoca. Ou podemos publicar numa página no Facebook apontando dedos para o vizinho e expondo-o ao julgamento moral geral e humilhação pública. Veja, a calçada está torta, você está certo, foi mesmo mal feita e, sim pode até atrapalhar quem passa. Mas será que humilhar a pessoa que ERROU SEM intenção de errar e que está disposta a consertar é o melhor caminho?

Fácil falar, difícil fazer.

Estamos todos cheios de ódio no coração. Um ódio que é gerado pela revolta, pela indignação e que acaba nos escapando como vapor da panela e sai apitando pra todo lado, queimando inocentes.

A mais simples observação (e aqui um exemplo meu) de um querido leitor que sente falta de textos e crônicas (tenho publicado no medium.com/@rosana/ também), e que poderia ser um afago (ei, que bom! Alguém sente saudade do meu texto), vira uma ironia cortante, agressiva.

Que alquimia é essa, gente, que transforma AFETO em AGRESSÃO?

Faz sentido pra você? Ofendo porque gosto, xingo porque quero bem? Isso é tão absurdo e sem sentido como 'bater porque ama'. Quem ama não magoa intencionalmente, não agride, não inflige dor, culpa, humilhação.

Eu também estou como você, brigo, xingo, faço muita coisa errada.
E, como você, também estou percebendo que estamos numa trilha ruim.
E que não adianta correr ou seguir adiante no caminho errado.
Tem que voltar.
E pegar um caminho melhor.
Um caminho verdadeiro, norteado pela coragem de errar e assumir. Um caminho pavimentado pelas boas intenções, mesmo que ele leve ao inferno.
Até porque o inferno tem delivery.
Todo dia chega um pacote. Você abre, tem ódio dentro.
E aí morremos todos. Mais um pouquinho.

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Um beijo, um browse, um aperto de mouse da @rosana
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