31 de março de 2005 às 09h56
Dedada
Todo mundo só fala nisso. Ora direis, sentir estrelas. Isso, tema de Su&Cida, o deputado baiano , Sargento Isidório, que fez um exame de próstata e, indignado com o alto nível de invasão traseira exigido pelo método, passou horas e horas em pé, evidentemente, reclamando na Assembléia Legislativa onde trabalha, na Bahia, como deputado do PT.
Mesmo já tendo sido deputado, ele ainda não tinha sido deflorado, como comentou ter se sentido. Fato é que, na vida, nem tudo são flores mesmo. Neste mundo, onde o dedo de D'us em tudo está, levar dedada é natural, incluindo o toque retal.
Não vejo nada de estranho num toque retal de um parlamentar, não é nem pra lamentar. Pois um político não tem que ter uma conduta sempre reta? Não tem que fazer pela frente o mesmo que faz por trás, sem nada a esconder? Então, mesmo não sendo de São Bernardo, São Caetano ou Santo André, que mal há? Além do que, é um exame médico, um dedo hipocrático e não hipócrita. E, convenhamos, o susto é mais pela contra-mão da via, normalmente de uma mão só, no sentido de quem vai.
De qualquer forma, entre os homens, em se tratando de toque retal, o constrangimento abunda.
Agora, com licença, eu vou cu-idar da minha vida!










