30 de abril de 2005 às 10h07
Bom dia
No jornal que me acompanhou no café, o caderno de cultura me faz pensar algo curioso: enquanto muita gente 'sonha' em ser imortalizada na mídia indo no programa do Jô, o sonho do Jô é ser imortal da academia brasileira de letras. Acho que muita gente, que acreditava na imortalidade de fato, como uma possibilidade, mudou de idéia depois que o Dr. Roberto Marinho se foi. Mortais que somos, sigamos. Bom dia!










