26 de outubro de 2009 às 14h57
Inês é morta
Hoje, no rádio do carro, peguei um finalzinho de conversa do Milton Jung. Não sei nem o assunto, pra ser sincera, mas peguei a frase final "agora é tarde, Inês é morta".
Sempre que ouço alguma dessas expressões da língua, fico me perguntando: será que as pessoas, como eu, se interessam em entender a origem dessas frases?
Se for o seu caso, eis a explicação. Confere?
Se você já sabia, então, esqueça. Nem adianta pedir perdão pelo post. Tarde demais. Inês é morta.










