20 de dezembro de 2009 às 10h19
Cachorrada
Esqueci de trazer minha máquina de fazer pão. Assim, tive que ir até o supermercado no centrinho de Águas de São Pedro para comprar o lanche da noite.
Ao chegar no posto de gasolina uma má surpresa: trânsito impedido, máquinas na pista e uma imensa, enorme cratera na esquina. Foi a chuva.
No supermercado, gastei um certo tempo até achar o pão exato, de doze grãos, fresquinho, delicioso.
Em casa, servi o pão com queijo fresco, tomate maduro, manjericão da horta e um fio de azeite. Frugal e saboroso.E deixei o pão sobre a mesa, praticamente inteiro, para o café da manhã.
Acordo. Cadê o pão? O pão não está.Sumiu. Não sei se volta.
Tomei café inconformada, entre perguntas como quem fechou a porta, quem abriu a porta, quem deixou o cachorro sair, quem deixou o cachorro entrar.
Mas, se o pão havia sumido inteirinho, onde estaria a embalagem?
Foi só caminhar um pouco até encontrar o saco plástico ainda com o fecho de arame, inteiramente trucidado, sobre a grama do jardim.
Pelo menos alguma das cachorras, as que sempre roubam comida da casa, fez uma refeição saudável.
Bom dia.










