29 de setembro de 2010 às 12h54
Celular e, digamos,uma foto da inveja
Não sei se é uma característica do povo brasileiro, das redes sociais, das pessoas que eu leio, mas tenho sempre a sensação de que "inveja" é o genérico pra explicar qualquer coisa ruim ou desagradável, como críticas, desavenças, ofensas ou meros comentários. A pessoa não sabe distinguir nuances de comportamento e já manda "é inveja".
Mas a inveja existe e, de tão básica e primitiva, afeta todo mundo. A minha inveja tem um jeito próprio. Raramente tenho inveja de coisas, objetos, posses. Eu jamais teria inveja porque alguém tem um barco ou uma ilha, mas fico indignada quando alguém tem algo muito bacana e não sabe usar, digamos uma pessoa que tem uma Ferrari e não sabe dirigir. Ou alguém que tenha herdado uma biblioteca e não lê.
Tenho um iPhone 4 no momento, não é um objeto de ostentação, é só mais um telefone, mas tem gente que fica com inveja porque queria ter um. Normal. Só que eu descobri esta semana que eu caí na minha própria categoria de "gente que tem e não sabe usar". Acredita que eu não sabia fechar os programas que vão ficando abertos toda vez que você os usa? Foi o Diego Maia que me ensinou. Você clica duas vezes no botão principal










