Rosana Hermann

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  1. Discordo totalmente que sejas arrogante, e até entenderia se o fosses viu? Pra constar continuaria gostando de ti da mesma forma.
    Muito bom o texto, acompanhei tudo isso e traduziste exatamente o que penso.

    Comentário por Camila — 04/12/2012 em 11:04 AM

  2. é o mal dos clubes: sócios novos fora dos padrões já admitidos são sempre (vistos como) esquisitos. ou: "É que Narciso acha feio o que não é espelho / E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho / Nada do que não era antes quando não somos mutantes".

    imagina o morador de rua, de repente, aparecendo em sua casa e, pior, sem invadir, mas com a chave na mão, dada pelos outros moradores. é mais ou menos esse o sentimento que devem haver experimentado o Bóris e a Danusa: um estranhamento que começa numa coisa que parecia sólida e comum ao grupo (morador de rua tem de ficar lá fora), passa pela perplexidade de descobrir que ele entra normalmente e termina na "decepção" ou no sentimento de "traição" do grupo que se pensava conhecer e representar com louvor.

    ser demovido da "nobre" posição de "formador de opinião" à posição de "opinador sem noção" pelo grupo de antigos seguidores deixa qualquer pintassilgo mudo, canarinho bege.

    mudando de assunto: que dedinho feio esse na imagem, hein? :)

    beijos.

    Comentário por Cláudio Rúbio — 04/12/2012 em 11:07 AM

  3. Rosana, se continuar assim arrogante, quando crescer quero ser tão arrogante quanto você!
    Excelente texto!

    Comentário por Cristiane — 04/12/2012 em 12:33 PM

  4. Rosana, tinha lido a crônica da Danusa Leão, achei que ela não foi feliz nos exemplos, mas entendo que ela não quis ofender ninguém, a realidade dela sempre foi a do luxo (hoje já não é). O texto dela fala da nossa necessidade de nos sentirmos especiais. E o ser especial é ser diferente, como antes ir para Paris era para poucos, hoje especial é quem consegue sobreviver a simplicidade

    Comentário por Anderson — 04/12/2012 em 2:47 PM

  5. Sim, não somos perfeitos, aliás, tem muita gente que se acha perfeita (ou humilde como vc mencionou) que sem perceber acaba caindo de novo na arrogância, o que prova que de um jeito ou de outro falhamos.
    O mais importante é seguir se vigiando e se limpando dos maus -cheiros que provocamos ao nosso redor, perdoando a nós mesmos e aos outros. Mas vou te contar que perdoar não significa aceitar conviver com aquela pessoa. Eu precisei me afastar de algumas devido ao tamanho mal-estar que sentia na aproximação. Foi preciso assim, porque o processo de conscientização desses 'venenos internos' tem o seu próprio tempo para cada um (e para alguns nem o tempo de uma vida é suficiente).

    Obrigada pelo texto e pela oportunidade de reflexão. Vou seguir me vigiando. bacios.

    Comentário por Regiane — 04/12/2012 em 3:52 PM

  6. Arrogante nem todos são; arrogância todos têm! Uns menos, outros muito mais! A personalidade de cada um de nós está permeada de todos as características humanas: inveja, compaixão, humildade, arrogância ... A meu ver, o que pesa é como as equilibramos, como as compatibilizamos. O resultado disso é que nos define, determina nossas personalidades. Todos temos conflitos entre características divergentes. Agora, vivemos em sociedade e temos regras - legais, morais, pessoais. No fim, todos serão julgados por uma ou por outra coisa.

    Considerando a abertura que você nós dá expondo-se dessa forma, esta é minha conclusão como leitor: acho que você está tentando combater essa característica, já que lhe incomoda ser chamada de arrogante. É sua humildade tentando combater seu ego. Sob o risco de estar totalmente errado, acho que todos seus textos sobre o assunto referem-se a uma guerra interna, querendo se livrar da arrogância completamente, por julgá-la errada, inconveniente ou o que seja. No entando, nessa luta sem fim, acho que a arrogância venceu a batalha hoje. Porém, como em tudo na vida, esperemos o dia de amanhã.

    Comentário por Max — 04/12/2012 em 5:58 PM

  7. Essa situação da Danusa me lembrou o Luiz Carlos Prates, na época jornalista da RBS, que afirmou que "hoje, qualquer miserável tem um carro": http://www.youtube.com/watch?v=uwh3_tE_VG4

    Ótimo texto, Rosana ;)

    Comentário por Léo — 04/12/2012 em 6:08 PM

  8. A humildade (eu tinha pensado isso para a religião) é como uma roupa bonita que as pessoas vestem sem se preocupar em tomar banho.

    Comentário por Gustavo C. — 04/12/2012 em 8:34 PM

  9. Vc arrogante? Nem nascendo denovo! Vc tem sim opinião, qualidades, defeitos, mas pelo que leio de vc (desde 2001) sempre te vi acessível, disposta a se corrigir, deixando claro que não é e nem pretende ser a dona da verdade. Sou tua fã e discordo de vc, arrogante tu não é!

    Comentário por Simone H — 05/12/2012 em 2:55 PM

  10. Cito: "O homem que diz tô, num tá, porque quem tá mesmo, não diz."

    Comentário por Dani — 05/12/2012 em 3:15 PM

  11. Esse texto me recordou um recente artigo de um rancoroso Artur Xexéo sobre a ascensão da classe C. Entendi que seu objetivo era a crescente uniformizacão dos gostos, mas no fim das contas soou apenas como um mimimi de "classe média sofre". Perdi completamente o tesão que eu tinha ao ler seus textos. Ah! Ele nunca se desculpou...

    Comentário por Luís Felipe — 12/12/2012 em 10:44 PM

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