17 fevereiro 2013 às 11:10 - Postado por Rosana Hermann
10 Comentários.
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Lec0 - 18/02/2013 - 17:18
isso que dá evoluir um pouquinho a condição financeira sem evoluir nada a questão educacional...
Raquel Souza - 18/02/2013 - 17:14
Muito bom esse post, mas por sua culpa agora não sai da minha cabeça a musica lelek rsrsrsr
vc viu o vídeo montagem com o quico do chaves dançando a música? hilário rsrsr
Regiane - 18/02/2013 - 00:00
Nossa, cabe uma baita reflexão. Fiquei muito interessada também em ler o texto que o Gustavo C. se referiu, O Luxo da Simplicidade. Rosana, você poderia disponibilizar aqui para nós? Como tudo o que você escreve deve ser uma excelente leitura e tem tudo a ver com o tema deste post.
Gustavo C. - 17/02/2013 - 22:19
Lembrei da história do pescador que vc contou num texto no site "Assim uma Brastemp", chamado O Luxo da Simplicidade. Lembrei pq me parece o oposto dessa história de funk ostentação: a pessoa nasce em meio à pobreza, enfrenta escassez de recursos materiais em geral, seu status lá embaixo, aí quando consegue condiçõe$ de subir na vida, passa a ostentar sua vitória, financeiramente e com ego satisfeito. Já o pescador, ex-empresário de São Paulo com 90 funcionários, largou tudo para morar numa ilha vivendo do básico. O que significa isso? As pessoas nascem e crescem de um jeito para depois buscar o oposto daquilo que viviam? Se bem que, nos dois casos, vejo algo em comum: fugiram daquilo que os oprimia, seja a pobreza ou a riqueza.
Jeferson - 17/02/2013 - 16:52
Voce tem opção.
elimar gimenes - 17/02/2013 - 15:54
Que bom que vc voltou ¨forte¨no blog RH,esse post foi lindo como todos.Obrigado por não esquecer seus leitores.
Valéria Gimenez - 17/02/2013 - 13:26
Oi Rosana, pra variar, super antenada né?
Eu tinha uma certa agonia com isso também, com essa ostentação toda. Outro dia eu estava assistindo o programa Real time e o Bill Maher entrevistou um rapper americano. Ele perguntou exatamente o porquê disso. A explicação do rapper foi simples e achei bacana. Não vou lembrar o nome do cabra mas confio na minha memória pra dizer que o que ele disse foi mais ou menos isso: é um grupo de pessoas que veio dos guetos, de lugares muito pobres, que passaram a vida assistindo as pessoas ostentando coisas as quais eles nunca teriam acesso. Até que, pela música, eles conseguiram. Então, as músicas de ostentação vêm dessa fase de auto-afirmação. Do dizer que agora sim, eles tão podendo. E muito. E disse ainda que é uma fase, faz parte do processo de amadurecimento. E que sim, isso vai passar.
Enfim, vamos torcer para que ele esteja certo.
Super beijo
bani torrico - 17/02/2013 - 13:22
@ 26:50 "é o funk que valoriza a mulher".
Difícil mudar algumas coisas se essa é a ideia de valorização e poder que eles tem.
Lec0 - 18/02/2013 - 17:18
isso que dá evoluir um pouquinho a condição financeira sem evoluir nada a questão educacional...
Raquel Souza - 18/02/2013 - 17:14
Muito bom esse post, mas por sua culpa agora não sai da minha cabeça a musica lelek rsrsrsr
vc viu o vídeo montagem com o quico do chaves dançando a música? hilário rsrsr
Regiane - 18/02/2013 - 00:00
Nossa, cabe uma baita reflexão. Fiquei muito interessada também em ler o texto que o Gustavo C. se referiu, O Luxo da Simplicidade. Rosana, você poderia disponibilizar aqui para nós? Como tudo o que você escreve deve ser uma excelente leitura e tem tudo a ver com o tema deste post.
Gustavo C. - 17/02/2013 - 22:19
Lembrei da história do pescador que vc contou num texto no site "Assim uma Brastemp", chamado O Luxo da Simplicidade. Lembrei pq me parece o oposto dessa história de funk ostentação: a pessoa nasce em meio à pobreza, enfrenta escassez de recursos materiais em geral, seu status lá embaixo, aí quando consegue condiçõe$ de subir na vida, passa a ostentar sua vitória, financeiramente e com ego satisfeito. Já o pescador, ex-empresário de São Paulo com 90 funcionários, largou tudo para morar numa ilha vivendo do básico. O que significa isso? As pessoas nascem e crescem de um jeito para depois buscar o oposto daquilo que viviam? Se bem que, nos dois casos, vejo algo em comum: fugiram daquilo que os oprimia, seja a pobreza ou a riqueza.
Jeferson - 17/02/2013 - 16:52
Voce tem opção.
elimar gimenes - 17/02/2013 - 15:54
Que bom que vc voltou ¨forte¨no blog RH,esse post foi lindo como todos.Obrigado por não esquecer seus leitores.
Valéria Gimenez - 17/02/2013 - 13:26
Oi Rosana, pra variar, super antenada né?
Eu tinha uma certa agonia com isso também, com essa ostentação toda. Outro dia eu estava assistindo o programa Real time e o Bill Maher entrevistou um rapper americano. Ele perguntou exatamente o porquê disso. A explicação do rapper foi simples e achei bacana. Não vou lembrar o nome do cabra mas confio na minha memória pra dizer que o que ele disse foi mais ou menos isso: é um grupo de pessoas que veio dos guetos, de lugares muito pobres, que passaram a vida assistindo as pessoas ostentando coisas as quais eles nunca teriam acesso. Até que, pela música, eles conseguiram. Então, as músicas de ostentação vêm dessa fase de auto-afirmação. Do dizer que agora sim, eles tão podendo. E muito. E disse ainda que é uma fase, faz parte do processo de amadurecimento. E que sim, isso vai passar.
Enfim, vamos torcer para que ele esteja certo.
Super beijo
bani torrico - 17/02/2013 - 13:22
@ 26:50 "é o funk que valoriza a mulher".
Difícil mudar algumas coisas se essa é a ideia de valorização e poder que eles tem.
Alexandre - 17/02/2013 - 13:05
Ter ou não ser, eis a questão.
Rose Borges - 17/02/2013 - 11:39
Não dá prá não julgar. O máximo que eu consigo é acompanhar o raciocínio enviesado. Entender a lógica que estão seguindo.Lógica da menos valia.