Rosana Hermann

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  1. Realmente é o presente da vida dela e ela vai agradecer por toda eternidade

    =)

    Comentário por Milton — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 9:12 PM

  2. Deixa ir sim, dói, mas passa. Um beijo.

    Comentário por Denise Rossi — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 9:18 PM

  3. Tenho uma filha de 1 ano. Aquariana. E como toda aquariana, vai voar cedo. Fiz um adesivo pra colar no quarto dela qur pra mim significa isso. ..." OH KID, the places you will go" ... (Dr Seuss)
    tem tudo a ver com seu texto. E, embora meu flashback ainda seja um curtissimo comparado ao seu longa, chorei assim que vc mencionou o dia do beta positivo.
    Bjo

    Comentário por Gil — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 9:20 PM

  4. ah, coração de mãe... amor transbordando, fazendo doer. Deus abençoe. :)

    Comentário por Cláudio Rúbio — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 9:21 PM

  5. Hoje li um post de uma amiga no face contando sobre o 1º dia da filhota na escola. Ela nem quis dar a mão!, lamentava a mãe. Mas tinha orgulho. Meu filho tem 10 anos, está entre a dela e a sua.Não vou falar dele pq senão não cabe, lógico, sou mãe. Mas senti no seu texto um pouco do sentimento dela hoje, e meu no dia de deixar meu filhote, enfim, de se sentir mãe. Aquele amor poderoso, q a gente jura q é poder muitas vezes, fica tão óbvio: QUE ORGULHO DESSA PESSOA(INHA ou não). Acho q esse libertar também é nosso> Talvez por pudores de dizermos: SOU BOA NISSO DE SER MÃE, HEIN! Talvez por não termos pensado como passar o tempo em q estávamos com eles, enfim. Tudo isso pra dizer q li mais uma vez hoje uma mãe emocionada e transbordando o amor de ter ajudado a dar ao mundo mais uma pessoa-gente. Pessoa-gente é uma definição minha pra gente de verdade, sabe? É clichê, mas lembra q vc é seu porto seguro. Vc é seu farol, e o farol não atraca a embarcação, mas mostra o caminho seguro. Vc é mto boa nisso de ser mãe!!! Bjo no <3

    Comentário por Paulla — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 9:29 PM

  6. Me identifiquei com seu comentário... Só que minha filhota foi ficar um ano, mas já fazem dois. Gostou da Itália e não quer voltar mais ao ninho. Snif.. Snif.. Abraço!

    Comentário por Tania — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 9:47 PM

  7. Nunca deixamos de ser mães... E por mais que o tempo solidifique certezas, ensinamentos, lá estão nossos bebês.
    Sou uma mamãe jovem e compartilho com
    você minha primeira separação que começou com minha bebezona na escolinha estes dias. Como dói vê_la crescendo, descobrindo o mundo com olhinhos lacrimejantes sentindo minha falta e eu a dela...
    Mães verdadeiras que somos temos o direito de amar sem limites!

    Comentário por Dani — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 10:04 PM

  8. Rosana, sei bem o que é isso.
    Num curto período de tempo, uma filha casou e outra foi morar em San Diego.
    A casa ficou vazia, as camas restaram ali avisando da ausẽncia, o lugar à mesa, sofri muito.
    Mas é isso mesmo, o passarinho cria asas e voa.
    E a gente fica aflita .
    Mas acaba acostumando, a aflição descabida dá lugar a uma certeza que eles estão buscando os caminhos... Boa sorte pra sua filha querida, que ela encontre o que procura...e que de tempo sempre.beijos querida

    Comentário por lucia latorre — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 10:26 PM

  9. Rosana, lendo esse texto, me reportei há 5 anos atrás, quando o meu filhote de 18 anos foi estudar 1 ano na Europa. Senti o mesmo que vc, era como se estivesse numa escuridão e com falta de ar, senti muita, muita saudade. Sei bem como se sente. Força ! !

    Comentário por Shirley — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 11:05 PM

  10. Oh, estou chorando aqui... minha pequena não tem nem 4 anos e me coloco no seu lugar. Nunca é fácil deixá-los crescer...

    Comentário por Ísis D avila — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 11:38 PM

  11. Força... :(

    Comentário por andrea — 25 25UTC fevereiro 25UTC 2013 em 11:47 PM

  12. É um post emocionante.
    Pensado com o coração e escrito com o cérebro.

    Comentário por Rodrigo — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 12:51 AM

  13. Oi Rosana legal que vcs estão podendo proporcionar essa experiência à ela, com certeza ela vai te agradecer sempre por isso. Tbém vivi essa experiência , só que foi no Tapuz( 2 meses apenas), e foi uma das coisas que eu recordo com o maior carinho, ao chegar a minha mãe ( hj falecida infelizmente), me beijava no centro do olho e não me largava de tanto beijar. Isso foi no anos 80, sinto a maior saudade da viagem e da recepção calorosa de minha mãe. Não sofra com 'a sindrome do ninho vazio", logo logo ele estará ocupado de novo e cheio de histórias . Bjs

    Comentário por Rubens — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 1:37 AM

  14. Rosana, não tenho filhos mas te entendo porque meus pais passaram isso comigo. Filha caçula, os filhos mais velhos nunca saíram de casa e eu "tupetuda" resolvi fazer faculdade fora, no Rio. Fiquei 1 ano e meio lá e peguei transferência pra cá. Quando eu ligava pra casa, meu pai corria pra pegar a extensão pra me ouvir e falar alguma coisa também. Qntas vezes chorei pela indecisão do curso e eles aqui por telefone me apoiando. Meu pai chorava a cada coisa que aparecia na TV que me lembrava a ele, meu irmão detestava ver meu quarto vazio e fechava a porta pra fazer de conta que eu estava lá dormindo ou estudando, minha irmã que sempre foi fria/seca se demonstrou um ser sentimental: me ligava pra falar "comprei uma maquiagem legal", só pra ter a desculpa de falar comigo.
    Vocês irão chorar por agora sim, vai demorar um pouco mas a bagagem que a Anita irá trazer... menina, essa não tem preço. E outra: voltará madura, pronta pra vida.
    Força aí.

    Comentário por Camila — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 2:26 AM

  15. Puxa Rosana...

    Essa experiência vai te trazer uma filha muito mais madura.
    Daqui a alguns anos outras mudanças vão acontecer. Ela vai se casar, te dar netos e a vida vai ficar cada vez mais cheia de emoções, desafios e felicidade.

    Receba um abraço virtual dos seus amigos online.
    Tem muita gente aqui que gosta muito de você como se você fosse nossa conhecida de longa data.

    Viva um pouco essa saudade que está te apertando o coração e depois volte a sorrir com a gente. A gente te entende e te deseja tudo de bom.

    Comentário por Ricardo (Salt Lake) — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 2:44 AM

  16. Oi Ro, sei muito bem o aperto no coracao q vc esat sentindo....e uma dor, um amor muiiiiiito intenso...q so nos como maes podemos compreender
    Beijo enorme no seu coracao!
    de uma mae q ainda senti essa dor( vim p os USA p pagar a universidade de medicina da minha unica filha), sofro muiiiiiiiiito c essa distancia e me culpo muito por isso.

    Comentário por stefannia — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 3:00 AM

  17. Chorei com vc e como vc..
    A minha filha foi para intercâmbio no Japão em agosto de 2012, agora já estou em contagem regressiva para recebê-la de volta, mas como dói a ausência :(
    Mas ela está amando tudo, e acredito tenha sido a melhor coisa que fizemos por ela.
    Força na peruca aí.. Bjos!

    Comentário por Angela Boscatto — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 8:06 AM

  18. Oi Rosana,

    Me identifiquei muito com o seu texto, não como mãe, mas como filha. Sou muito ligada à minha mãe e me lembro bem do quanto foi incrível e ao mesmo tempo doído o ano em que morei no Canadá.

    Escrevi um texto no blog para a minha mãe na época, em que compartilhei algo que aprendi sobre os gansos canadenses que migram para o sul durante o inverno: Eles sempre voltam.

    Então não se preocupa, Rô, que na primavera a Anita irá voltar pra você.

    Link para o texto: http://reinaux.wordpress.com/2009/02/05/eles-sempre-voltam/

    Um abraço
    Cintia Reinaux

    Comentário por Cintia — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 8:43 AM

  19. Será uma experiência maravilhosa para a vida de Anita... digo por mim, que vivi na barra da saia da mãe até os 30 anos... Sonhava em conhecer outros lugares mas mamãe sempre dizia das maldades das pessoas, dos perigos que era viver numa grande cidade. Hj ela (mamãe) se foi e tive que aprender tudo na marra... aprender no sofrimento e morrendo de medo. Como sou caçula, os irmãos ainda tentam me proteger, mas tento viver minha vida. Com a coragem na cara e as saudades no coração!

    Comentário por Carlos Vieira — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 9:38 AM

  20. Chorei, pq fui a filha que saiu tbm e chorei por torcer que isso aconteça comigo com minhas filhas.
    Deus abençoe sua filha, que ela tenha a melhor experiência possível e a vc Rosana, por ser essa mãe tão maravilhosa, sem o menor egoísmo que está proporcionando isso tudo na vida dela.

    Comentário por andreza — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 10:12 AM

  21. Oi Rosana!
    Leio TODOS os seus post. Amo o seu blog. Comento pouco, eu sei... Dou risada, paro pra pensar, pesquiso algo novo que aprendi... Pra mim, essa página sempre é útil. Hoje não foi diferente. Sou mãe, minha filha tem apenas 6 aninhos, mas sei que um dia ela vai bater as asinhas e voar também. Chorei porque, nesses anos todos que frequento aqui, hoje pude ver a sua alma. E ela é linda!

    Beijos

    Comentário por Babi Oliveira — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 11:07 AM

  22. Oi Rosana. Hoje faz exatamente um ano que contei para minha mãe que eu estava grávida. Hoje é aniversário dela. Descobrimos na véspera, mas resolvemos contar só no aniversário, como forma de presenteá-la. Minha pequena, por coincidência, completa hoje seu quarto mês de vida. Tô aqui chorando feito boba com seu texto e lembrei de um ataque de choro que tive, durante a gravidez, assistindo um vîdeo de uma passarinha que voltou ao ninho com um bichinho no bico e encontrou o ninho vazio. Sempre pensei que, quando tivesse filho, o amaria muito, mas é tão indescritível o amor que sentimos por ela, tão maior do que qualquer coisa que imaginamos... Então, não ousarei dizer que sei como você se sente. A gente nunca sabe, até passar pela situação. Deixo, no entanto, um beijão para você, que é uma pessoa que gosto muito, há muitos anos.

    Comentário por Roberta — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 12:05 PM

  23. Ro,
    li seu post e lembrei da Laély (saladala.com.br)que acabou de mandar o filho pra Alemanha, assim como voce. Curioso como um tema se repete, não é? Fiquei aqui, pensando na dor de voces e com uma inveja ENORME da coragem das "crianças", que resolveram enfrentar o mundo sozinhos. ;)
    Abraço apertado!
    Nat

    Comentário por Natalia Lott — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 12:53 PM

  24. Mae eh mae; e eh tudo igual mesmo, so muda o endereco :)

    Comentário por paula garcia — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 12:56 PM

  25. Gosto nem de pensar na hora que tiver que entregar minha pequenina ao mundo..

    Comentário por Cristianne — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 1:16 PM

  26. Estamos juntas no mesmo barco Rô...Beijinhos

    Comentário por Claudia Japa — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 1:26 PM

  27. Claudia Japa- dói, mas é dor do bem! bjs , querida!

    Comentário por rosana — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 1:58 PM

  28. Oi Rosana, achei que só eu ficaria com o coração assim, moído. Essa é a sensação que eu tenho. Sua vida é tão mais movimentada que a minha, você faz milhares de coisas ao mesmo tempo, mas vejo que o instinto é o mesmo. Não adianta dizer que é bom, que é ótimo, que passa logo, tudo isso a gente sabe. A dor não diminui. Pensei muito a respeito no ano passado, quando a Isadora estava se preparando para ir. Pois um dia chegou esse dia. A diferença é que eu levei, quis ver tudo: o quarto da universidade, a cidade, a comida, o técnico da equipe. E aí eu voltei, sozinha, sem ela, pra minha casa enorme, vazia e silenciosa. Agora tenho medo que ela não queira mais voltar, que o mundo lá fora seja mais interessante (e talvez seja) que o mundo que ela deixou aqui.
    Agora é seguir.

    Comentário por Renata Albrecht — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 2:29 PM

  29. Um abraço, querida, dos apertados.
    Norma

    Comentário por norma7 — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 4:39 PM

  30. Fiquei aqui, lendo, sozinho no escritório; imaginando como serão as coisas para as minhas filhas - os olhos ficaram umedecidos. A maior completará oito anos (a menor cinco) - mas já cresceu tanto - mais do que deveria - pouco, na visão dela. E a gente segue dizendo a ela que é bom curtir ser criança, pra ela aproveitar. Mas, quando se é criança quer ser adulto. Quando se é adulto quer voltar a ser criança. Paradoxos da vida!

    Não há o que lhe dizer. Apenas que quando a saudade chegar, se permita uma boa conversa,regada a lágrimas - mais de saudade do que de tristeza). As lágrimas limpam a alma e anunciam que falta pouco para o reencontro.

    Abraços

    Comentário por Marcos Masini — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 5:40 PM

  31. :'-) chorei junto!
    Sinta-se abraçada, querida.

    Comentário por Regiane — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 7:57 PM

  32. Oi Rosana
    Comecei lendo você e adorei!! Depois comecei a ler sua filha também e vi que é uma menina incrível, muito talentosa e bem criada por vocês!!!
    Seu coração deve estar apertado mesmo, mas vai valer a pena, com certeza!
    Ontem escrevi pra ela desejando boa viagem e muitas experiências enriquecedoras!
    Beijos para as duas e muito carinho!

    Comentário por Marcia Simões — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 9:24 PM

  33. um grande abraço,querida!shine,baby,shine!

    Comentário por rose — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 9:31 PM

  34. Oi Rosana
    Não consigo pensar em nada para te consolar.
    Um beijo e um abraço apertado.

    Comentário por Beth — 26 26UTC fevereiro 26UTC 2013 em 10:16 PM

  35. Que lindo, nem imagino a saudade que vc esta sentido, dizem que chega a dor, dores fisicas, Bjs Ro fique com Deus, pois ele é o unico que nos acalma.

    Comentário por dai — 27 27UTC fevereiro 27UTC 2013 em 10:49 AM

  36. Emocionante seu relato e me identifico porque estou passando pela mesma situação.
    Minha filha foi para mais perto um pouquinho, Portugal que também é mais parecido conosco do que Israel.
    Não chorei no aeroporto mas no dia seguinte, quando ela não estava mais na cama e nem iria me fazer companhia na praia, chorei copiosamente e me senti muito mal.
    Com sacrifício me recuperei e fui à praia sozinha, pensando no quanto ela quis esta viagem e no quanto fará diferença para a vida dela!
    Nossos filhos já estão no mundo!
    Parabéns para nós!

    Comentário por Cristina Barsotti — 27 27UTC fevereiro 27UTC 2013 em 8:45 PM

  37. Fiquei emocionada e pensando nesse post desde ontem quando o li, mas só agora que dá para vir comentar.
    Te entendi tanto. Guardadas as devidas proporções me senti assim há dezoito dias quando pus minha pequena de três meses e uma semana dormindo sozinha em seu quarto. Tem babá eletrônica, o quarto dela é em frente ao meu, algumas noites durmo lá num colchonete. Pensei que a transição fosse ser ruim, que ela não iria se adaptar ao quartinho e voltar a dormir no meu quarto. Mas que nada. Ela está adorando.
    Acho que a maternidade é feita de pequenas despedidas onde os filhos alçam voos cada vez mais altos. Rumo ao seu próprio quarto, a dormir na casa de um amiguinho, rumo a uma viagem de fim de semana, rumo um intercâmbio, a uma faculdade longe.... E cabe a mãe apenas vivenciar a tudo isso orgulhosa.

    Parabéns para você. Parabéns para Anita. Confie na criação que vc deu a ela. Tudo vai dar certo.
    Beijo grande.

    P.S: Assim que li seu post, lembrei de um antigo seu, onde você contava que Anita perguntava de que era o W de George W Bush, lembro agora das batatas no M de McDonalds... O tempo passa bem rápido.

    Comentário por Luciana — 1 01UTC março 01UTC 2013 em 1:07 PM

  38. Rosana, estou me sentindo tão normal agora! Estou vivendo a mesma coisa. Nunca pude fazer intercâmbio, casei com militar (viajamos um pouco pelo Brasil) e me preparei financeiramente desde que meu filho nasceu para mandá-lo para um intercâmbio. Sabia que um dia ele iria embora, feliz, e eu ficaria aqui por 1 ano sem ele. Só que essa preparação não é suficiente! O aeroporto foi horrível, ainda mais porque me contive muito para ele não ficar nervoso. E fiquei fazendo tracking até ter certeza que o avião havia pousado. Enquanto não ouvi a voz dele falando que estava tudo bem não consegui pensar, dormir, comer, nada. Aquela fase inicial de adaptação foi totalmente nerve-wrecking para mim, e olha que ele é um guri tranquilão. Ainda bem que ele ficou logo feliz. Estamos felizes, mas a saudade é imensurável. E a gente fica naquela tortura de exigir de si própria não ser uma mãe egoísta, porque ele está escrevendo sua história agora. Mas, né, lugar de filho é no colo, poxa. Sucesso pra tua guria, paz no coração pra ti.

    Comentário por Renata — 2 02UTC março 02UTC 2013 em 11:22 PM

  39. meu filho foi se despedir...era pra ele ter ido..acabou nao indo..mas toda a turma dele da chazit foi....
    boa sorte e boa viagem....beijos de outra mamis.

    Comentário por marcia — 4 04UTC março 04UTC 2013 em 11:42 AM

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