Rosana Hermann

4 de fevereiro de 2014 às 01h03

Porque saí do Facebook, que está fazendo 10 anos

Não conheço o Mark Zuckerberg. Mas não gosto dele. Deve ser influeência do filme A Rede Social. De tudo que li sobre ele, das entrevistas que vi. Das apresentações que ele fez. Não sei, apenas não gosto dele. Também não gosto da rede dele, nem do jeito que o Facebook começou. Um bando de garotos tontos de fraternidades avaliando as meninas, dando nota, comparando, essas besteiras. Não era pra mim, não era meu mundo. Era coisa de gringo tonto.

Mas se tem uma coisa que faz sucesso é bobagem. E se tem outra coisa que é verdade é que brasileiro adora copiar americano. É um fato, já estava assim quando eu cheguei. E olha que eu cheguei faz tempo e já copiei também. A gente é assim, copia, adere, coisa de humano mesmo.

Só que eu nunca gostei do Facebook. Acho um outlook express aberto, cheio de slides de power point esparramados. Só falta o arquivo midi pra tocar musiquinha.

Respeito quem usa, não quero fazer inimigos. Até porque ter 1 bilhão de inimigos deve ser complicado, embora seja mais fácil do que ter 1 milhão de amigos. Mas não é pra mim. Acho o Facebook cafona. Cafona. O lado cafona de cada um. O lado ególatra. Autopromoção. Gente se vendendo. Escrevendo releases de si mesmo. Postando suas fotos. Transformando sua vida num reality show e seus amigos e parentes em personagens. E, como é uma rede social, todo mundo posta seu reality e assiste um pouco o do outro pra que o outro assista o seu. E aí todo mundo se dá like mutuamente e fica aquela xaropada.

Facebook não é pra mim, sou meio avessa, azeda, não sei. Só sei que Facebook e eu, não nascemos um pro outro.

Usei pouco. Entro de vez em quando. Tem um amigo que vou visitar no Carnaval e acho que só tenho contato com ele por inbox.

Daí que em vez de deletar a conta (até porque preciso acessar profissionalmente) desativei. Parei de postar. Olha, nem me faz falta.

O serviço eu entendo. É blog pra quem não tem blog, é site pra quem não tem site, é arquivo de fotos pra quem não usa flickr. Enfim, o Facebook tem um monte de serviços reunidos num lugar só. E tem joguinhos viciantes. E tem a capacidade de oferecer ao mundo uma das atividades mais apreciadas, a bisbilhotice. Nâo gosto de bisbilhotar. Não porque sou uma pessoa maravilhosa, mas porque não me interesso de verdade por muita gente.  Nasci assim. Me interesso por ideias, textos, descobertas, por equações, animais, informações, histórias, ficção. Mas não gosto de bisbilhotar a vida das pessoas. Acho perverso, nunca é pra coisa boa.  Nem vida de filho eu bisbilhoto, imagine de gente que não conheço.

E tem a coisa dos likes. Não entendo.

Não entendo porque todo mundo dá like quando um amigo troca o avatar. O que significa isso? Ela troca o avatar e todo mundo dá like. É tipo um jogo? Quando a pessoa disser mandrake ou trocar o avatar, você para tudo e dá like? Por que? Pra ela dar like em você? Acho doido.

A pessoa posta qualquer coisa e todo mundo vai lá dar like. Que mundo é esse onde todo mundo gosta de tudo de todos o tempo todo? Soa falso pra mim. Falsobook, esse deveria ser o nome.

Mas não vou ficar fazendo a ranzinza. Se as pessoas gostam, usam, são felizes, melhor pro mundo.

Agora, uma coisa eu digo, o Paper é ótimo.

Tá certo que é o Zuckerberg mais uma vez copiando. Ele copia o twitter, copia tudo, agora copia o Flipboard. Mas o Paper é ótimo, um app que transforma o FAcebook numa revista. Lindo. Prático, excelente mesmo. Olha que bonito.

 

Bfk4X25IAAA1cJd Porque saí do Facebook, que está fazendo 10 anos

 

O Paper eu vou usar. Pra ler. Baixei e adorei. Mas do Facebook, como ele é hoje, eu saí.

Deixa ele lá, paradinho. Uso pra logar, respondo alguma coisa, mas não quero. É muito grande, o FAcebook, uma China de gente. GEnte produzindo conteúdo que se perder. Não tem search decente. Não dá pra customizar. Acho uma bolha dentro da Internet. O Facebook é como era a AOL, a America on line, uma ilha dentro da Internet. Tem gente que nem acessa a Internet, só entra no Facebook.

Não é pra mim.

Dez anos de serviço? Parabéns. A gente tem que reconhecer o sucesso do outro. Incrível, impressionante mesmo.

Do Paper eu gostei.

Vou comemorar assim, testando o aplicativo. E imaginando se daqui a 10 anos, o FAcebook ainda vai ser tudo o que é.

 

 

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3 de fevereiro de 2014 às 17h43

Chega de brinquedo cor-de-rosa pra meninas

A2QNj7R Chega de brinquedo cor de rosa pra meninasEstá é Debbie Sterling, engenheira americana formada em Stanford cuja história de sucesso foi de uma indignação pessoal com o mundo cor-de-rosa das prateleiras de brinquedos para meninas até o feito de ser a primeira pequena empresa a pagar 4 milhões de dólares por um comercial de TV no intervalo do SuperBowl.

Cansada de ver poucas mulheres na área conhecida como STEM, Science, Technology, Engineering and Mathematics,  (nos USA só 11% dos engenheiros são mulheres, como ela conta nesse vídeo)  e vendo-se cercada de um mundo onde desde pequenas as meninas são ensinadas a se transformarem em princesas, Debbie criou um projeto de um brinquedo de montar para meninas, algo que despertasse o desejo de construir, de estudar ciência, de fazer engenharia. Depois de meses trabalhando em seu apartamento, ela chegou a protótipo. Testou-o com centenas de crianças e...funcionou.

O projeto se chamava GoldieBlox (@goldieblox, um kit para garotas que querem ser engenheiras, com um  brinquedo de montar, um livro e uma personagem (Goldie) que é inventora e monta coisas.

Então vieram os drawbacks. A dificuldade de conseguir introduzir um brinquedo de montar numa sociedade que quase obriga menininhas a viverem num mundinho cor-de-rosa que faz com que elas percam o interesse em ciência antes dos 8 anos de idade.

Cansada de ter seu projeto e protótipo rejeitados,  ela pleiteou o financiamento de 150 mil dólares pelo site de crowdfunding Kickstarter.

Em 4 dias ela conseguiu 250 mil dólares e assim a GoldieBox começou.

TmDWT8q Chega de brinquedo cor de rosa pra meninas

O primeiro vídeo da GoldieBlox viralizou, mas teve problemas jurídicos com a banda Beasty Boys que concorda com a ideia da empresa, mas não concorda com a paródia da música Girls que foi usada sem pagar direitos.

 Vídeo que viralizou:

O vídeo foi retirado. Mas ideia pegou e, em 2013, seus brinquedos passaram a ser vendidos numa das maiores redes da América do Norte, a famosa Toys'R'US. 

E então veio a oportunidade de veicular um comercial de 30" em um dos maiores eventos midiáticos dos Estados Unidos (e do mundo), o SuperBowl. Vinte mil pequenas empresas se candidataram para esta vaga através de um concurso da Intuit, o "Small Business Big Game" Super Bowl ad contest. E adivinha? Exato. GoldieBlox foi o vencedor.

Este é o comercial da GoldieBlox, que convida meninas pequenas a abandonarem seus brinquedos cor-de-rosa e de princesa para uma aventura científica e criativa.  

 

Não acredito que o GoldieBlox sozinho vá mudar o mundo, mas é lindo ver uma engenheira empreendedora que tem por objetivo a disrupção da 'gôndola cor-de-rosa' para que todas as crianças possam brincar de inventar, independente do gênero.

You Go, Debbie !

 

PS _ Genes bons tem essa Debbie: sua avó foi uma das primeiras mulheres cartunistas, criadora do Mr.Magoo

 

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30 de janeiro de 2014 às 23h56

Com Lelê, abrindo o coracinho no Cantão

Nâo tem hora pra começar.
Vc vai entender.

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2014. Primeiro Rosana Indica.
Lá estou eu com maquiagem intensa, blusa justa que me deixa artificialmente peituda (pareço a Lucélia Santos de escrava Isaura com espartilho) contando uma historinha de Twitter.

Os tweets estão aqui:

Paulo responde

O Eduardo recomendando Pharrell.

I am Other - http://iamother.com/

E o Infinite Looper - http://www.infinitelooper.com pra você colar o link do vídeo clip

Gostou? Espalhe alegria!

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28 de janeiro de 2014 às 17h13

Agora todo mundo é o ‘Louco de Palestra’

Todo mundo já foi em alguma palestra. E, se não foi ao vivo, viu na web. Tenho certeza que você já viu muitas palestras e conhece bem aquele personagem estranho e sempre presente, o Louco de Palestra. O @cardoso foi quem apresentou o termo pra mim.

Se você não sabe o que é um Louco de Palestra, pare tudo AGORA. Para continuar a vida você TEM QUE LER esse texto.

Aqui está o link, caso você queira guardá-lo. - http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-49/tipos-brasileiros/o-louco-de-palestra e abaixo, a ilustração do texto com o nome da autora, para abrir seu apetite e aguçar a curiosidade.

oloucodepalestra 598x640 Agora todo mundo é o Louco de Palestra

Pois além do Louco de Palestra, tem muitos outros loucos ligados ao mundo do saber e da comunicação, como bem notou o @fakealansieber .

São casos clássicos, de pessoas que ficam excitadas ao verem aquele plateia toda, um público para o qual nunca falaram e que querem sequestrar a atenção para 'pilotar' o poder do palestrante por alguns momentos de glória.

Mas a coisa se ampliou. Agora não são só os loucos de palestra. Todo mundo virou O Louco da Palavra, o Comunicador Lelé.

Fiz um diagrama tosquíssimo no PaintBrush para explicar minha teoria.

Em tese, em qualquer situação onde há um palestrante, um locutor, um apresentador, há um TEMA, um assunto. Há também um especialista, um entrevistado, alguém que vai falar SOBRE algo que ele vive, sabe ou conhece a fundo.

Há também os meios para que esse especialista fale com o público. A tela, o microfone, a Internet, whatever.

A idéia é que o ESPECIALISTA, transfira seu saber sobre o TEMA para o PÚBLICO usando aqueles MEIOS.

palestra 640x505 Agora todo mundo é o Louco de Palestra

Acontece que hoje, no mundo conectado, na vida em rede e na era assumida do Selfie Ostentação (eu sou o máximo, eu sou lindo, eu sou gostosa, eu sou o melhor, sou foda diguuidiguidin, see-me-feel-me-touch-me-heal-me ) ninguém tem tempo, saco, paciência ou INTERESSE no saber do outro.

palestranao 640x472 Agora todo mundo é o Louco de Palestra

O OUTRO só serve pro Louco da Palavra fazer piada, usar como base para sua paródia, trollar.

O novo Louco de Palestra, o Louco da Palavra EM GERAL, só quer emergir do público onde ele está inserido (injustamente, pq ele não é QUALQUER UM, ele quer se sobressair NA MULTIDÃO), apreender os MEIOS e falar com o Público-ele , no LUGAR de quem estava falando ou palestrando!

Na cabeça do Louco da Palavra é assim:

palestrapropublico 640x603 Agora todo mundo é o Louco de Palestra

Isso acontece com TODOS OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO INTERATIVOS.

E, invariavelmente, o Louco da Palavra não responde a nenhuma pergunta, ele só quer falar sobre... ELE!

O único tema é ela. A vida dele, as lembranças dele, a vizinha dele, as histórias dele.

É impressionante.

Vou dar um exemplo de que isso é totalmente verdade.

Todos os dias, na CBN, no horário do Milton Jung, tem o quadro 'Hora de expediente' com Dan Stulbach e amigos. O Dan sempre procura na Wikipedia (no Google, na verdade) pra dar as efemérides e parabenizar cidades que estão celebrando aniversário de fundação.

Aí,num dado dia, o Dan não achou nenhuma data revelante. Acho que era o aniversário do Rogério Ceni, mas só isso. Não tinha nenhuma cidade. Então, Milton pediu aos ouvintes que enviassem informações sobre cidades que estavam aniversariando.

Pois, olha, não teve UM filisteu que respondesse à pergunta. TODOS, mas TODOS Mesmo, enviaram piadinhas sobre eles mesmo. Ou seja, aproveitaram a OPORTUNIDADE de APREENDER O MEIO, no caso, a voz do locutor lendo os tweets, para que cada um falasse de si com o Público do programa.

Eu sei que você não vai acreditar, portanto, aqui está o código embed do programa. Logo no começo eles pedem para que enviem por twitter ou email. O pedido era o NOME DA CIDADE QUE ESTAVA DE ANIVERSÁRIO em 22 de janeiro.

Veja no começo e adiante até 6:22. O Mário pede 'parabéns' pq é aniversário dele. O Pérsio não fala sobre cidade, mas diz que faz 22 anos que se formou em engenharia. O Flávio diz q ñ é aniversário da cidade dele, mas a esposa foi viajar.

OU seja NINGUÉM QUER RESPONDER NADA SOBRE ANIVERSÁRIO DE CIDADE, QUER FALAR DA SUA VIDA publicamente!

Cada pessoa (ok, há exceções, como sempre!) quer transformar

SUA VIDA NUM REALITY SHOW

SEUS AMIGOS E PARENTES EM PERSONAGENS

O RESTO DO MUNDO EM SUA PLATEIA

Já não bastam 15 minutos de fama local, todo mundo quer ter fama constante, dinheiro eterno e todo o planeta em permanente estado de atenção para ouví-la.

Somos todos Loucos de Palestra.
Querendo sequestrar o microfone para que o mundo nos ouça e nos aplauda.

INfelizmente, diante de tanta gente sem conteúdo, sem nada pra dizer, só posso citar o Djalma-lhes JOrge-lhes Show e pedir de todo coração:

- ténica, corta eles. eles tá falando muitas bobagem.

PS - queria aproveitar esse post para mandar um beijo pra minha mãe, pra minha irmã e pra você.

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28 de janeiro de 2014 às 15h06

Você conhece algum site como o GlowDart?

Um dia eu achei o site GlowDart, que transforma a tela num feed permanente de notícias, como um ticker gigante.

Veja como fica:

 

Porém, apesar da ideia ser boa, os feeds são limitados. E são só sites americanos.

Você conhece algo semelhante, similar ao GlowDart?

Mas não leitor de feed como Feedly, uma página que AUTOMATICAMENTE atualiza as notícias. A ideia é deixar um laptop ligado só com essas notícias (clicáveis) "passando" na tela.

 

Obrigada!

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26 de janeiro de 2014 às 20h14

Gato-leão derruba girafinha. Cute.

 Gato leão derruba girafinha. Cute.8b0 Gato leão derruba girafinha. Cute.">

Daqui http://knowyourmeme.com/newsfeed/image

Que também traz um gif assustador!

zeRxChF Gato leão derruba girafinha. Cute.

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24 de janeiro de 2014 às 12h39

Porque adoro Breaking Bad

Quando comecei a assistir Breaking Bad fiquei hipnotizada. Achei a série tensa, intensa e imediatamente fui capturada por seu ritmo. Daí começaram os incômodos. Todos os personagens tinha alguma coisa que me irritavam, pareciam meio desagradáveis de algum jeito, provavelmente porque pareciam muito reais. Não é Disney, não tem personagem perfeitinho, todo mundo é meio torto, sujo, errado, talvez como todo ser humano é.

Ao mesmo tempo que eu ía mergulhando na história, me deparava com meus nojos, raivas, ódios mesmo.  Uma hora eu tinha vontade de dar na cara do Walter, depois da Skyler, quase sempre na Marie. A cena (não é spoiler, tá?) em que a família obriga Walter a participar de uma DR coletiva, com a 'almofada para falar'. Nunca vi família tão cafona na minha vida. Dá ódio de tanta cafonice no relacionamento. Mas sei que existem muitas famílias assim, onde todo mundo simplesmente se mete totalmente na vida um do outro.

Mas, a curiosidade foi vencendo todos os incômodos. Até que surgiu a campainha do Tio Hector Salamanca. MEU PAI DO CÉÉÉEEEEu, que homem detestável! Cada vez que ele tocava aquela campainha eu saía correndo. Fora que tem uma cena que nem vou falar, PQP, coisa N  O J E N T A.

Mas Vince Gillighan, criador da série, queria isso mesmo. Muita escatologia, sangue, sujeira, só que de um jeito novo. Tem horas que chega a ser engraçado, tipo, o drama vai tão longe, mas tão longe, que dá a volta completa e chega na comédia.

Agora meu marido está vendo a série. Estou revendo os episódios com ele. É curioso ver que ele sente as mesmas coisas que eu senti e que, provavelmente, muita gente sentiu também. É fácil ficar envolvido, torcer por um, ter raiva do comportamento do outro, ficar indignado, chocado com os rumos que o roteirista deu pra cada plot. Mas é muito, muito legal.

A vida é toda feita de histórias. Histórias de gente. Gente que conhecemos, gente que imaginamos, gente que ouvimos falar. Histórias de vida que foram modificadas pela tradição oral ao ser recontada. Histórias além da imaginação.

É por isso que Breaking Bad é tão legal. Porque as histórias não param, a trama vai ser modificando e evoluindo de um jeito único, porque não nos pouca, porque nos choca em sua crueza e, por vezes, nos assombra com maldades inimagináveis para nossas vida. A gente vê e questiona: 'mas será que isso existe mesmo?', como se não soubéssemos pela história da humanidade das ilimitadas maldades de que a criatura homem é capaz.

Enfim, Breaking Bad é realmente ótima.

Assista. Vale a pena acompanhar até o final.

 

Abaixo, algumas poucas brincadeiras que estão disponiveis para quem gosta da série.

 

1. Heisenberg Ipsum

O site (em inglês) lista palavras, parágrafos, com a linguagem dos principais personagens como Walter White, Jesse Pinkman, Saul Goodman. Tem até a versão Lorem Ipsum do Heisenberg, como o nome sugere.

heisenbergipsum 450x323 Porque adoro Breaking Bad

 

 

2. Breaking Bad Name Lab - Logue pelo Facebook e transforme seu nome no logo da série, com elementos químicos.

lZosv profile 450x450 Porque adoro Breaking Bad

 

3. Meme Breaking Bad Generator - Gerador de meme com essa imagem. Vc muda a frase e faz seu poster.

pZQMNOG Porque adoro Breaking Bad

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23 de janeiro de 2014 às 18h36

Os perigos de andar olhando pra tela do celular

Andar e olhar pra telinha do celular. Andar e responder mensagens.Olhar e tweetar. Olhar e... não ver.
Há uma lei universal que postula que a gente deve sempre olhar para onde está se deslocando. É o mínimo, ver onde se está pisando e para onde se está rumando.

Mas o celular mudou nossas vidas. A Internet é um mundo paralelo, perpendicular, tangencial, ou seja lá o que for, só não é o mundo onde estamos caminhando. A distração pode causar muitos problemas.

Bater a cabeça numa parede ou poste, tropeçar, quase ser atropelado enquanto manda uma mensagem ao celular, quem nunca?

Mas fica o lembrete.
Não apenas para o 'don't text and drive', mas também para o 'don't walk and text'.

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