Rosana Hermann

ja sao 90 MIL loops em 21 minutos, nunca vi isso!
ahaha
também, o vine é incrivel

PASSOU DE 105 MIL!

ACOMPANHE AQUI

https://vine.co/u/964495976087900160

OLHA A AUTORA VO VINE!

" target="_blank">O reloginho girando. Gravei em video.

7 de julho de 2014 às 16h58

Cada vez mais depressa

Sabe aquele viral que...ah, já passou

Foi o que eu vi acontecer hoje no Twitter.

12:42, Dilma postou isso no Twitter.

 

 

E ai veio a chuva de RTs, piadas visuais e o meme viralizou.


A capa das capas.
Das copas.

TRÊS horas depois o meme já tinha morrido!

Cada vez mais rápido, minha gente. Memes agora são marolas que se erguem no mar de tweets e morrem na praia.

Surfou, surfou. Se não surfou, perdeu. Só vai saber depois quando fizerem a compilação. Que, aliás, acontece em questão de MINUTOS!

Cara, acho que a gente tem que desacelerar.

vou falar disso no YouPix. Depois eu conto mais.

Por enquanto, beijos pra TILMA.

A Dilma foi vaiada na Copa das Copa das Confederações. Foi um susto pra ela e todo o governo, foi chocante de ver a reação do povo. A Dilma AND a FIFA.

Ai veio a Copa e Dilma, que estava com a filha lá no fundão do camarote, foi xingada pela torcida que estava lá. Foi horrível mesmo. Qualquer pessoa teria ficado traumatizada.

Por isso mesmo, Dilma não tem ido aos estádios, nem feito discursos na Copa.

Agora que o Brasil tá passando e indo bem, todo mundo alegre e comemorando, talvez Dilma possa ir ao estádio sem ser molestada.

Como saber se dá ou não dá pra ir?

Tenho uma teoria.

Acompanhe:

.em tese todos os ingressos são comprados pelo site da FIFA

.no site da FIFA você tem que se cadastrar para ter o ingresso com seu nome e dos seus amigos e familiares.

.mesmo os ingressos para ONGs e Empresas têm cadastro.

.A FIFA, portanto, tem uma BASE DE DADOS de grande parte das pessoas que vão ao estádio.

A partir desta tese poderíamos:

.Cruzar o banco de dados das pessoas que compraram ingressos com as Bases de Dados das redes sociais, como Twitter, Instagram eFacebook.

.O cruzamento dessas bases de dados, mais uma análise de sentimento, mostrariam a posição política dessa massa.

.Que percentagem é favor/contra a Copa, a FIFA, o governo-Dilma-oPT?

.Isso seria usado para calcular o nível de apoio à Presidenta no estádio.

Tudo isso EM TESE.

Porque os ingressos são revendidos, porque tem gente da FIFA passando ingressos pra uma máfia, porque nem todo mundo tem rede social, ou tem e não externa sua ideologia.

Mas que, em tese, a tese , a teoria fazem sentido , isso faz!

O que não faz sentido e base nenhuma pode calcular é o quanto a gente é volúve e maria-vai-com-as-outras!

O negócio é torcer pro Brasil ser hexa no Futebol e, quem sabe, virar MONO campeão em civilidade.

Vai Brasil!

 

1 de julho de 2014 às 14h51

—}}} E ai eu te pergunto:

Que número é você na Escala de Bristol?  — Prato cheio de vida  — Medium.

Que número é você na Escala de Bristol? 

1 de julho de 2014 às 09h07

Pequeno relatório dos últimos acontecimentos

Fui dormir logo depois da meia-noite, depois do meu alívio diário por descobrir que já havia um amanhã.

Levei os dois cachorros para suas respectivas caminhas e fui pra cama.

Às duas da manhã minha cachorrinha começou a latir loucamente. Como meu marido tem sono leve (e não consegue voltar a dormir quando acorda) e minha filha tinha que acordar cedíssimo para viajar, pulei da cama para fazer a Ruby ficar quieta.

De camisola curta, pernas de fora e descalça, fui até a lavanderia reclamando baixinho do chão gelado. Ao chegar no local do crime, notei que o Otto, o schnauzer mais velho, havia roubado o lugar na cama da pequena Ruby, que reclamava com razão e veemência.

Mudei Otto pra cama dele, botei Ruby pra dormir, ajeitei as cobertinhas e corri de volta pra cama.

Às 02:30, cena 01, take 02.

Lá fui eu de novo, descalça, resmungando de olhos fechados e pés frios.

Mesma cena, Otto esparramado com as quatro patas para o ar, no lugar dela, com as cobertas todas bagunçadas. Deitei Ruby em sua caminha e cobri a bichinha com uma coberta, feito um bebê.

OBS: recado para o comentarista chato aqui )

Qual não foi minha surpresa ao descobrir , às 3 e pouco da manhã, que Otto não apenas tinha desalojado Ruby de seu lugar,mas retirado sua cobertinha para usá-la a seu favor.

E assim, passei a madrugada sem dormir. Resultado: o despertador acordou, eu continuei zzzzzz. Perdi a hora e não fui ao Pilates. Paguei, não levei. Estou com o corpo moído e me sentindo exausta.

Por conta disso, vou ter que marcar uma reposição da aula, que vai ficar no lugar de uma consulta, que vai empurrar o horário de um compromisso, que vai alterar a reunião, que vai mudar o horário de um encontro com uma amiga.

Impressionante como o efeito borboleta é uma realidade. Otto resolve roubar o lugar da Ruby e meu chá das 5 vai pras 6 da tarde.

Achei que o fato não tinha nenhuma relevância, por isso virou sério candidato a divulgação.

Porque, olha, nunca antes na história deste país a mídia foi constituída de tantas notícias irrelevantes. E ainda chamam tudo isso de conteúdo.

Bom dia pra você também.

 

PS - O culpado de tudo

 
photo1 640x480 Pequeno relatório dos últimos acontecimentos

Ruby, vai passar o dia dormindo, ao contrário da dona.
IMG 2853 640x480 Pequeno relatório dos últimos acontecimentos

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Um dos comerciais mais brilhantes do mundo, na minha opinião, é "Hitler", criado pelo Washington Olivetto nos anos 80.

É a realização perfeita de um conceito maravilhosamente doloroso, o de que "é possível contar um monte de mentiras dizendo apenas a verdade". Por isso é preciso tomar MUITO cuidado com a informação que se consome.

Isso foi nos anos 80, quando o número de informações que recebíamos era MUITO menor do que é hoje. Não dá nem pra comparar. Uma criança de 5 anos hoje já deve ter visto mais imagens do que seus avós viram em toda uma vida.

Senti o choque entre realidade vivida e noticiada no ano passado. Em janeiro de 2013 minha filha Anita viajou para Israel, onde passaria um ano. Desde o final de 2012, meu marido e eu já havíamos comprado passagens para visitá-la. E ai aconteceu o desencontro. Exatamente nos dias que já tínhamos passagem e hospedagem compradas e reservadas, ela estaria numa viagem para a Polônia. Ou seja, iamos até Israel sem vê-la, o que não faria sentido. Decidimos então que nos encontraríamos na Turquia, para onde eu Isaac iríamos depois de Israel. Anita iria da Polônia para lá e nos encontraríamos no aeroporto de Istambul.

No dia 3 de junho, fomos para Istambul para encontrar Anita.

Enquanto seguiamos para nossa viagem tão esperada, um processo acontecia na cidade. Os 50 ambientalistas que acampavam no parque Gezi, para protestar contra sua demolição foram duramente atacados pela polícia. Em apoio a essas famílias, o povo começou um protesto que viria a eclodir em confrontos, incêndios, bombas, uma coisa realmente fora de controle, com repressão absurda e violenta da polícia.

Chegamos a Istambul ouvindo as piores notícias de Taksim, que teria virado uma praça de guerra. Poucos dias depois a situação era noticiada na mídia assim:

Encontramos Anita e seguimos juntos para o hotel. No quarto, a CNN mostrava um quadro assustador. Eu chorava e pensava:

- Olha o que eu fiz! Trouxe minha filha pra uma cidade em guerra!

Lembro que, na época, a Lelê tinha se programado para visitar Istambul e, por causa das notícias, acabou cancelando toda a perna da viagem na Turquia.

Apesar do medo, buscamos informações no hotel e todos disseram que bastaria apenas evitarmos aquela área da Praça Taksim, mais nada. O Hotel ficava a 16 minutos de carro da Praça e bastaríamos não cruzar a ponte até lá. A cidade é enorme e dá pra dar a volta por outros caminhos.

hotelataksim 640x501 Visão distorcida: nem tudo o que você vê na TV é o que é

Ou seja, vivemos dias bacanas em Istambul, sem problemas, sem ver nenhum protesto, nada. Só na TV do hotel que o mundo estava acabando via CNN.

Pois agora aconteceu a mesma coisa, só que aqui no Brasil. Minha irmã, que mora no Canadá com a familia, não veio para a Copa. Na CNN ela via confrontos, manifestações, black blocs e tudo o que poderia causar pavor a qualquer um. Pra nós, que estamos aqui, a Copa está tranquila, linda, não tem nada pra apavorar.

E ai fica a pergunta:

- por que a mídia é tão sensacionalista?

Porque sensacionalismo vende? Porque nós consumimos e gostamos de sensacionalismo? Mas a gente gosta porque vê na TV ou a TV mostra porque a gente gosta?

Acho que as duas coisas. Mas a natureza HUMANA gosta de coisas fortes, bizarrices, mortes, sangue, coisas intensas. Queremos viver fortes emoções, queremos sair do dia a dia. Temos a vida, que é a realidade com a qual a gente sempre se acostuma, seja ela qual for, e queremos alternativas para o cotidiano, com cores fortes, emoções intensas, que mexa com nossos nervos e com nossa imaginação.

A mídia, que só quer vender e lucrar, se vale da nossa fraqueza humana, assim como faz a propaganda e o capitalismo em geral. Nós, que somos um tanto quanto tolos, caímos sempre nas armadilhas, ora por querer, ora sem querer (querendo). Queremos nos iludir, queremos sonhar, queremos ter medo. Não é pra isso que vamos na montanha russa e vemos filmes de terror?

E ai vira essa confusão. Achamos que o que vemos na TV é a realidade, mais real do que aquilo que estamos vivendo.

Mas tudo na mídia é ilusão. Ilusão da luz, da maquiagem, dos sorrisos forçados. Tudo é farsesco, tudo é simulado, tudo é teatralizado, encenado. Como são nossas fotos no instagram, nossos avatares, nossas mentirinhas de superioridade.

Tudo bem que seja assim, até porque assim é mesmo que não esteja tudo bem. Basta que a gente tenha consciência disso tudo. Um garoto que joga videogame sabe que aquilo é videogame. Só adulto muito tonto acha que a criança vai sair atirando pela janela. Alguns fazem isso, mas não por causa do videogame e sim porque já têm algum problema anterior que apenas foi deflagrado por um gatilho externo. Loucos existem desde sempre. Sempre existirão.

A mídia mostra uma visão apenas, a visão que interessa a ela, a visão que mais captura nossa atenção. A realidade é embalada, maquiada, vestida e plastificada para que ela nos hipnotize. Tudo bem a gente se deixar levar pela hipnose. Contanto que a gente saiba que estamos vendo a visão da TV e seus interesses, sem confundir aquilo como A VERDADE.

Até na Copa acontece! Vi um jogo pela TV e achei até interessante. Meu marido e minha filha que estavam no estádio disseram que o jogo estava chatíssimo e sem graça.

Realidade vivida e televisada. Tão distantes quanto meu hotel de Taksim ou nossos selfies de nossas caras.

mineiraolotando 640x393 Veja o Mineirão ao vivo, recebendo torcedores pro jogo Brasil e Chile daqui a pouco!

Acabei de pegar esse screenshot, mas você pode acompanhar ao vivo a chegada dos torcedores no Mineirão, em BH, para ver o jogo Brasil e Chile daqui a pouco.

 

O link pra ver ao vivo, muito legal! Clique aqui. 

 

Gostou do post? Espalhe!

Eu gosto do Uruguay. Gosto do José Mujica. Gosto da seleção uruguaia. E, como boa ignorante em futebol,não conhecia o Suárez até a famigerada mordida no jogador italiano.

Eu achei a punição excessiva. Tem que punir, claro, mas não consigo entender que a FIFA tenha ingerência sobre o direito de ir e vir do jogador, a ponto de impedir que ele frequente estádios de futebol durante 4 meses. Quer dizer, a FIFA é DONA da vida futebolística dos jogadores? Me parece inconstitucional, antes de mais nada.

A pergunta é: por que a FIFA puniu de forma tão dura o jogador se na história das copas outras agressões de maior intensidade não sofreram a mesma condenação?

Primeiro porque mordidas não são frequentes no futebol. A não ser as que o próprio Suárez aplicou em duas ocasiões anteriores. Tudo o que parece 'novo' ou diferente, chama a atenção da mídia. E a mídia é o grande gatilho que deflagra as reações populares. Antes mesmo das imagens em vídeos que provaram a mordida (negada erroneamente pela defesa uruguaia) o povo já fazia montagens com o ocorrido. E, você sabe, cada vez que uma imagem é replicada, mais 'verdade' ela se torna.

O segundo motivo é que a FIFA quis compensar outros erros com esse. Sabe quando existe um déficit de justiça em geral, com pênalties marcados que não aconteceram ou vice-versa, falhas que precisam ser respondidas? Isso fez a FIFA. Tipo briga de relacionamento conjugal. Quanto tem pendências emocionais represadas, no primeiro motivo real que o outro dá o que se sente injustiçado pega todas as queixas acumuladas e vomita em cima do outro. Feio dizer, feio de fazer, frequente de acontecer.

Por último, a culpa é de todos nós, incluindo eu, você e o Suárez. Claro que foi ele que deflagrou tudo, mas a nossa sede de sempre ter um Cristo pra crucificar é impressionante. Com ou sem copa, com ou sem mordida, jogo, assunto, todo santo dia tem alguém sendo linchado nas redes sociais. Porque as pessoas PROCURAM anônimos que tenham feito coisas absurdas no FAcebook, sem parar. Todo dia, alguém vai lá e cavoca uma opinião errada, um preconceito horroroso, joga na roda e todo mundo malha. É um hobby, um esporte, uma distração no coliseu moderno.

Por que? Porque precisamos disso. Porque diariamente o ser humano muda, o mundo muda e queremos realinhar nossas crenças e opiniões, reafirmar nossos princípios ou buscar novos. E usamos tudo e todos para esse balizamente. Se é bom ou ruim, não tenho como provar, mas assim é.

No caso do Suárez o incômodo é grande porque a injustiça não foi proporcional ao ato dele, mas ao BARULHO que todos nós fizemos. E, nesse caso, os responsáveis por punição tão desproporcional é nossa também.

Sempre sofro com injustiças em geral, mas as injustiças desproporcionais doem ainda mais. No limite, a maior dor que pode existir é a punição de um inocente. Suárez não é inocente, mas foi o culpado útil da vez.

O próprio mordido, Chiellini, acha que a punição foi excessiva, gente!

A gente tem que ter medo é das mordidas da FIFA, que arrancam pedaços da nossa liberdade.

Desse jeito, em breve, a FIFA vai arbitrar até em brigas de casal.
Vai vendo.

PS - O Trauma? Eu mordi minha irmã quando tinha dois anos. Fiquei quatro meses sem mingau de maizena e fui obrigada a ficar fora da caixa de areia pra brincar por quatro meses...

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25 de junho de 2014 às 08h13

Faxina por dentro e por fora

Quando estou bem, feliz, faço faxina e mudo tudo de lugar. Foi o que fiz no útimo jogo do Brasil com Camarões. Logo cedo, depois das atividades físicas, olhei pro meu lugar de trabalho aqui em casa e vi que a bagunça tinha tomado conta de tudo.

Gosto de criar meio ao caos, mas tem limite pra tudo. E o limite estava me dando oi todos os dias.

Baixou o caboclo arrumador e eu comecei a limpeza.

Pra você ter ideia da profundidade da faxina, fui até o nível caneta bic, testando todas as pontas e jogando fora as que não passavam no teste do rabisco.

Comecei separando tudo por categorias. Papel, eletrônicos, cosméticos, material de escritório, tudo em caixas ou sacolas. Fui tirando tudo do lugar e separando. Rearranjei livros, documentos e resolvi mudar todos os fios de lugar. TV, PC, Mac, gadgets, mesa de trabalho, tudo. Enquanto limpava ia jogando coisas no lixo. Foram sacos e sacos de lixo, cheios de caixas vazias, embalagens, contas antigas. Temo ter jogado coisas importantes fora, mas se vivi sem elas até aqui, dane-se.

Tirei pó, lavei, limpei, uma coisa interminável. Parei pra comer alguma coisa e voltei. Lavei as mãos uma 40 vezes, sem brincadeira.

Assisti o jogo durante a faxina. Meu marido entrou no escritório, olhou e perguntou indignado:

- O que aconteceu?!?!

- Faxina.

- Boa sorte.

A coisa foi indo, indo. Anoiteceu e eu continua arrumando as coisas, porque ai virou ponto de honra deixar tudo lindo e mais próximo possível da perfeição, o que incluia consertar coisas, pregar pregos, trocar lâmpadas. O problema era a distração. De repente eu achava alguma coisa interessante e parava tudo pra ler, ver, rever.

Acho que terminei tudo lá pelas 11 da noite, depois de várias tentativas estéticas de achar o lugar certo para os cabos, carregadores, capinhas de celular.

E então resolvi organizar todos os meus novelos de lã. Olha, não acabava nunca!

Mas eu venci o caos, temporariamente, já que a entropia está ai pra provar que ela sempre se aprimora e eu não.

Dividi o escritório em duas partes, digital e analógica. Na digital, bem, ficam todos os gadgets. Na mesa ao lado, papel, canetas e tudo o que pertence ao mundo analógico. O macbook fica solto para transitar entre os dois mundos.

Ontem comprei algumas caixas plásticas para organizar os novelos de lã e linha por cor. Ainda não terminei essa parte.

Mas estou muito feliz. Vou começar uma nova fase da minha vida assim, totalmente arrumada, com a casa linda.

Tão bom mudar.

Muda Brasil!

Muda querido leitor!

 

 

 

23 de junho de 2014 às 08h21

Por que amamos gatos na Internet?

l2LoeDX Por que amamos gatos na Internet?

O vídeo é curto, mal explica alguma coisa.
Mas duas coisas fazem sentido pra mim, explicando gatos e Internet. Primeiro porque cachorro a gente tem que levar pra passear no mundo 3D, lá fora. Gato, não. Assim, no espaço da Internet, gatos fazem mais sentido. Eles estão com a gente nesse mundo que não precisa ir 'lá fora', um mundo fechado em si mesmo, o mundo do lugar onde você estiver, seja em casa ou em qualquer ambiente, porém 'fechado na sua tela conectada'.

Segundo, pra mim, é que o gato tem esse 'layer' místico que o cachorro não tem, as "sete vidas". Que ser humano não queria ter 7 vidas pra viver? Talvez por isso, a gente se projete e fale através deles, das expressões deles. A gente queria ser gato. Livre, elegante, independente, lindo, flexível, expressivo.

Gatos representam nosso mundo ideal e nossa ilusão.

Miau.

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