Rosana Hermann

imageedit 3 8990461844 O que estão fazendo com Isis Valverde em seu Instagram

Se você somar, por cima, os comentários do Instagram da Isis Valverde nas três últimas fotos, chegará facilmente a mais de 3 mil. Todos referentes às recentes notícias da separação de Grazi Mazzafera e Cauâ Raymond.
As pessoas nem SABEM se Isis teve, tem ou terá alguma coisa com Cauã, quando ou come aconteceu (caso tenha acontecido ou venha a acontecer), mas já estão lá, no Insta da moça, julgando, condenando, ofendendo ou defendendo, de forma passional e, em muitos casos, extremamente agressiva.

Eu achei que o Instagram estivesse isento desse tipo de ódio, mas não há mais lugar para se esconder. Está tudo contaminado por esse sentimento desmedido de raiva de tudo.

Acho que, de tanto imitar os Estados Unidos e o American Way of Life, o povo brasileiro (parte dele) está precisando de aulas de Anger Management. É muita ira, muita raiva, em todo lugar.

O Instagram da Isis Valverde é @isisvalverde mesmo e você pode ler os comentários pelo Webstagram.

.@isisvalverde (isisvalverde) Webstagram - the best Instagram viewer.

Eu entendo que separação, traição, são temas envolventes e que despertam paixões mesmo. Especialmente quando é um casal querido, de atores conhecidos, que formam um par romântico lindo que reforça nosso sonho de conto de fadas. Mas daí a ser machista, cruel, condenando a atitude sem saber o que aconteceu, é demais. Fora os clichês e dogmas como 'roubou o marido da outra!", 'onde já se viu ter um caso com um homem casado'. ENfim, um show de horror o que estão fazendo no instagram da Isis.

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Update: a Silvia avisou que o vídeo que eu tinha embedado foi removido, como você pode ver abaixo.

Mas abaixo desse eu coloquei OUTRO, que FUNCIONA!

Obrigada, Silvia.

VÍDEO QUE NÃO FUNCIONA - SÓ PRA MOSTRAR QUE ESTAVA AQUI

Via Kottke, meu blog favorito

VÍDEO QUE FUNCIONA! (aliás, são 44 ou 46, afinal?)

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O assunto vida-e-morte entrou na pauta da minha semana, por diferentes motivos.  Nada de extraordinário, já que as duas coisas estão intimamente ligadas. A pergunta, é se são extremos de uma linha, se estão unidas num círculo contínuo, se uma é porta para uma nova dimensão a partir da outra. Morte e vida, grandes mistérios.

Grandes, mas não únicos. Há muita coisa incompreensível a nossa volta, assim como há muitas lições.

Vivi uma agora há pouco.

Fui a uma palestra no Mackenzie, com a brilhante participação do Antonio Guerreiro (um entertainer!) e, mesmo de vestido e salto alto, resolvi voltar a pé.  Um táxi tresloucado quase passou por cima de mim, o sapato não era muito bom para andar, estava calor e meu espírita inquieto. Eu realmente não entendia por que não tinha aceitado a carona até minha casa. Contrariando a lógica, o bom-senso e até o amor à pele, achei que eu tinha que ir caminhando de volta.

De repente, na calçada da minha rua, uma mulher sorridente, gentil e muito amorosa, me parou e disse:

- Muito obrigada por tudo que você fez por mim na Internet. Eu sou a pessoa que foi atropelada.

O nome dela é Carla. Ela não precisou fazer cirurgia, graças a D'us, está bem, recuperou-se e estava com uns exames naquele momento, talvez voltando do hospital, não tenho certeza.

No dia 12 de junho, aconteceu um acidente horrível em frente meu prédio, com vários carros envolvidos. Um carro perdeu o controle ao sair do Shopping Pátio Higienópolis e atropelou Carla, que estava passando na calçada. Ela foi imobilizada, estava em choque. Eu ouvi do meu apartamento, saí correndo, fiquei em choque com tudo que vi. E comecei a tweetar, postar, gravar em vídeos, fazer streaming. Liguei pro R7, avisei a pauta, mandaram repórter com equipe e até helicóptero. Todo mundo estava tentando de tudo para ajudar as pessoas e esclarecer o que tinha acontecido.

Ela, Carla, era a mulher no chão, que foi atropelada.

E estava ali, linda e querida, sorridente, me abraçando e agradecendo por eu ter tentado ajudá-la, por ter me importado com ela.  Carla disse que foi um milagre, que ela podia de fato ter morrido naquela hora.

Ela podia ter morrido, eu podia não ter me importado.
Mas nós nos ajudamos e sobrevivemos todas e estávamos ali, nos abraçando.
Fiquei numa felicidade imensa ao vê-la tão bem.

Cheguei em casa pensando em tudo.
Na morte que visitou meu prédio na minha ausência, que fez contato indireto com minha vida, que quase levou Carla inadvertidamente.
E pensei:

- Não sei o que acontece depois que a gente morre. Nem pra onde a gente vai, se é que vai, depois que termina a vida. Só sei que a eternidade, o que realmente fica, é o bem que a gente pode fazer pelos outros.

A eternidade não é um estado que acontece pra você depois da sua morte, a eternidade é a vida que você deixa, o bem que você faz, a corrente de amor que você alimenta enquanto está aqui.

Fazer o bem pra alguém, ajudar uma vida, qualquer vida.
Isso sim é o céu.
Inferno é fazer o mal.

 

 

 

 

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tá tudo explicadinho e ilustrado.
bota o fone e veja o vídeo, ok?
obrigada!
espalhe os amigos

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Fala a verdade, hein!!

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Não acredita?
Experimente.
Google taí pra isso.

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22 de outubro de 2013 às 10h19

Sem paixão não há solução

8jyVfes Sem paixão não há solução

Paixão é diferente de amor.
Paixão é a cena, amor é o filme.
Amor é a árvore, paixão é o fruto.
Amor é o mar, paixão é a onda.
Amor é o céu, paixão é a estrela.
O amor é um processo, a paixão é um acontecimento.
Amor é a eternidade, paixão é um momento.

Mas a eternidade é uma coleção infinita de momentos, a árvore dá mais prazer quando tem fruto, não tem filme sem cena é muito melhor ter um céu estrelado do que encoberto. Portanto, amor e paixão se irmanam, se cruzam e se relacionam.

Há casos em que é fácil distinguir as duas naturezas desses sentimentos porque você pode se apaixonar pela carinha de um filho quando ele nasce, mas o que você sentirá durante toda a vida é um amor incondicional, infinito, incondicional, onipresente e não o fogo da paixão que tem um auge. O amor não tem picos, o amor é um contínuo.

Já a paixão é um evento.
Tem o momento em que eclode, em que explode. E, sim, é possível prolongar o estado de paixão.

A gente se apaixona por muitas coisas. Por pessoas, objetos, seres vivos em geral, ideais, causas. A gente se apaixona por si mesmo, por um sabor, um prazer físico ou espiritual. A paixão é uma ignição, o click, aquela coisa que estala, como um momento de eureka! É possível ver sem um grande amor, não é possível viver sem jamais ter se apaixonado.

Nas redes sociais vemos a paixão movimentando as timelines o tempo todo. Fãs apaixonadas por seus ídolos que realimentam suas paixões pela competição, ativistas apaixonados por suas causas retroalimentados por seus simpatizantes e apoiadores, militantes que defendem seus partidos políticos com paixão avassaladora, muitas vezes entrando em conflito com seus opositores.  A paixão está em toda a Internet, até mesmo na paixão de ódio que alguns nutrem por tudo o que é moda ou modinha. Entrar na rede é logar-se na rede de paixões que movimenta nossa vida.

Acontece que assim como o açúcar atrai a abelha, a paixão atrai o descontrole. Se somos donos do nosso amor, somos escravos das nossas paixões. Assim que você é arrebatado por ela, começa a entrar num processo de entrega e, muitas vezes, acaba sendo possuído pela paixão até o ponto de tornar-se uma vítima do sentimento. Existem incontáveis vítimas fatais da paixão na história da humanidade, tanto é que o termo é 'crime passional', de paixão e não crime 'amoroso' de amor. Porque quem ama não mata. Mata só quem está perdidamente apaixonado.

Porque se o amor é o encontro, a paixão pode ser a perdição.

O fã que mata o ídolo que não nota sua existência, o apaixonado ou apaixonada que mata o objeto de sua obsessão porque foi rejeitado, o militante que transgride a ética em busca da vitória, o atleta que se apaixona pela ideia de vencer e ultrapassa o limite do bom senso, o ativista apaixonado por um sonho que se perde em atitudes radicais.

Sim, a paixão pode degringolar para a violência.  A paixão pode ser raio, trovão, tsunami, avalanche ou qualquer outro grande evento onde uma carga gigantesca de energia se desprende num átimo, numa fração de tempo. É um pico, um zás! , diferente do amor que é energia espalhada, um campo de afeto e bem-estar.

Quando a paixão mostra os dentes pode partir pro confronto mortal, o tudo ou nada.
E é por isso que em nome da não-violência e da prevenção de tragédias, devemos ter não apenas o fogo da paixão, mas o extintor do bom-senso pendurado na parede do coração.

Não dá pra viver sem paixão, mas não faz sentido morrer ou matar por ela.
Sem paixão, não há solução. A vida fica flat, chata, uma linha contínua onde tudo é sempre igual até terminar.
Mas paixão demais, fanática, lunática, mata o hóspede e o hospedeiro.
E se tem uma coisa que a gente precisa é manter quem se ama sempre feliz. E inteiro.

 

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21 de outubro de 2013 às 12h03

E as compras estão chegando…

Lembra que eu recomendei o DealXtreme num vídeo?

Então, as compras estão chegando...


(a única coisa que achei porcaria)

O site tá no vídeo.

Paguei pelo PayPal e eles são muito honestos, o que não tinha eles extornaram.

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Falo sobre o Hatching Twitter, que conta as polêmicas envolvendo os criadores do microblog.

E o Google patenteando o gesto do coração com a mão.

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