Rosana Hermann

Pode ser um homem, uma mulher, um bicho, plantinha, amigo, vizinho, parente, anônimo da Internet. Só abra se você amar, porque em não amando nada nem ninguém, impossível será de compreender.

 

viaSorvete de banana congelada com cacau e mel - YouTube.

22 de janeiro de 2015 às 09h14

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O comentário:

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AHAHHA Amor a Juliana

22 de janeiro de 2015 às 09h12

Febre de drones e novos brinquedos eletrônicos

Logo logo precisaremos de controladores de voos de drones.

Esse é o Matheus.  Ele tem 19 anos,  é designer e mora em Santos. Li na Folha de SP há algum tempo vem tentando 'emplacar' alguma coisa na Internet. Todo mundo quer fazer sucesso em algum momento.

EncontroMatheus 640x303 ===========[  ]  >>>> Sabe o que aconteceu no 1o. Encontro de Pau de Selfie? Leia e descubra >

Depois de várias tentativas que não rolaram, Matheus teve a ideia de aproveitar a onda do pau-de-selfie para marcar o evento no Facebook "1º Encontro Nacional de Pau de Selfie", embora ele mesmo não tivesse um pau-de-selfie até então.

EncontroTentandoSucesso1 ===========[  ]  >>>> Sabe o que aconteceu no 1o. Encontro de Pau de Selfie? Leia e descubra >

As promessas para o encontro eram múltiplas, incluindo o maior pau de selfie do mundo. Havia um pedido explícito no evento para não ter briga. Mesmo assim, pelo que o Matheus postou, 4 pessoas foram detidas.
EncontroDePDS sucesso 4detidos ===========[  ]  >>>> Sabe o que aconteceu no 1o. Encontro de Pau de Selfie? Leia e descubra >

Procurei (mas não muito) e não vi fotos, tweets, nada sobre o evento. Nem na página do evento no FB tem fotos. Enfim, se você foi ou souber alguma coisa, poste nos comentários, por favor.

Pelo menos o Matheus ficou feliz com seu sucesso, apesar dos 4 detidos que fizeram guerra de pau de selfie.

Outros encontros já foram agendados pelo Brasil.

Vai vendo!

 

 

 

 

 

 

 

Links.

 

1. Folha SP - http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/01/1576760-ibirapuera-ira-abrigar-encontro-de-adeptos-do-pau-de-selfie.shtml

16 de janeiro de 2015 às 15h32

Uma germânica de férias

Volto hoje para minha casa. Fim das férias. Férias, do meu jeito. Porque trabalho infinitamente mais em casa durante as férias do que no resto do ano. E olha que trabalho é meu sobrenome. Mas, sim, é diferente. Vou explicar.

IMG 4870 Uma germânica de férias

Acordo cedo para treinar, todos os dias. Tá, exceto os dias em que chove, dá uma preguiça infinita, perco a hora ou o excesso de fofurice da minha cachorrinha impede que eu saia da cama. O normal é levantar bem cedinho, antes que o sol comece a torrar os miolos. O verão tá muito quente, como você já deve ter reparado.

Antes das 7 da manhã já estou correndo na Rio Santos. Ora treinando velocidade, ora resistência, mas sempre no treino. Quando o dia está mais agradável e fresquinho, volto pra casa depois da corrida e pego a bike pra dar um rolê até a praia, que ainda está vazia.

IMG 4904 640x480 Uma germânica de férias

Entro em casa e já vou direto pra cozinha fazer o café da manhã. Café, omelete, ou ovo frito, mingau, eventualmente panquecas, mamão papaya, 'ssas coisas. Ponho a mesa, tomamos café. Tiro a mesa, lavo a louça, arrumo a cozinha, sirvo comida pros cachorros. Arrumo a casa e me troco para ir para a praia. Em seguida vem a arrumação da sacola e de tudo que tenho que levar. Coloco água gelada no cantil, pego as toalhas, livros, óculos, bronzeadores, celular, pés de pato, blusa, óculos e touca de natação. Só falta 'encaminhar o almoço'.

IMG 4962 640x640 Uma germânica de férias

Penso no cardápio, tempero o frango, lavo o arroz, estudo o que tem e o que falta pra fazer o que quero.

Mergulho no mar, nado, mergulho no rio, nado, caminho e volto para ler. Não paro quieta. Em dez páginas de leitura já estou inventando tarefas para mim, respondendo emails pelo telefone, fazendo pesquisas e anotando ideias.

Na volta pra casa, passo no armazém e compro o que está faltando pro almoço. Ducha e cozinha seguem no roteiro.

Aciono forno, fogão e preparo o almoço. Ponho a mesa, dou comida pros cachorros, sirvo, almoço tiro tudo e volto pra fazer sorvete de banana. Você já sabe o que vem em seguida. E aí faço um café pra encerrar o trabalho na cozinha.

Entra em cena então a Rosana Ferramenteira, Carpinteira, Solucionadora de problemas em geral. Arrumei todos os espelhos de luz que estavam soltos, fui até a loja de ferragens comprar corda, mosquetão e instalei uma rede que comprei na Ali Express.

 

IMG 5525 e1421429428853 480x640 Uma germânica de férias

Comprei corda e inventei um jeito de colocar alças nas cadeiras de praia que não cabiam no carrinho. Deu tudo certo. Próxima tarefa: jardim.

vasinho 640x640 Uma germânica de férias

Peguei garrafas PET, cortei, fiz vasinhos. Botei tudo na bicicleta e fui catar mudas de plantas na estrada. Voltei, plantei tudo, reguei o jardim, lavei os implementos.

Levei os cachorros para dar uma volta.

Fui ao mercado fazer as compras. A pé. Voltei carregando toneladas nas sacolas. Guardei as compras.

Hora da costura. Cerzi duas barracas de praia, uma nova que veio com uma parte descosturada e uma bem velha que tive que fazer uma super costura num rasgo em T.

Depois eu trabalho um pouco no laptop, pago umas contas e vou fazer o lanche/jantar. Same ol' same ol'.

Quando finalmente fecho o restaurante, sento para fazer tricô e ver um filme no Chromecast, ou o Tudo pela audiência na TV.

 

tricozinho e1421429501945 640x640 Uma germânica de férias

 

Acompanha banho, sono e um novo dia para correr.

Férias. Só que germânicas. Porque trabalhar sempre está no DNA da gente.

 

PS - fiquei muito feliz de ter tido a ideia de fazer um repolho com espetinhos no palito pro lanche! ficou show!

espetinho e1421429360661 480x640 Uma germânica de férias

14 de janeiro de 2015 às 06h40

Receita fácil de delicioso sorvete de banana!

Fácil e gostoso. Só seguir!

12 de janeiro de 2015 às 15h40

>—–>E a paz foi selada. Final feliz.

Se você leu o post "primeiro bate boca de 2015" talvez goste de saber como terminou a história.

Hoje, assim que cheguei à praia, antes mesmo de abrir a cadeira, a moça do mercado veio até mim e disse que queria pedir desculpas. Ela falou coisas sinceras e bacanas, que vieram do coração mesmo. De alguma forma minhas palavras ecoaram e fizeram sentido pra ela.

A gente se abraçou, eu disse que estava tudo bem, que ela estava perdoada, que estávamos zeradas e prontas para começar um ano novo de paz.

Dei parabéns a ela pela coragem e pela atitude de reconhecer e me procurar.

Fiquei muito feliz.

Rimos, demos mais um abraço. Ela perguntou se eu era professora. Eu disse que sim. Ela também é. E me elogiou dizendo que eu sei dar boas broncas.

icon smile >     >E a paz foi selada. Final feliz.

Coisa boa pra uma segunda feira!

 

 

10 de janeiro de 2015 às 19h37

>=====> Primeiro bate-boca de 2015

O mercadinho inteiro parou pra assistir. Eu, batendo boca com uma moça de vinte e poucos anos, acompanhada da mãe, talvez um pouco mais velha que eu.

Por que?

Respondo já. Senta que lá vem história.

A margarina sem sal acabou aqui em casa. Meu marido tem pressão alta e, além de substituir o sal tradicional por um que contém 60% menos cloreto de sódio, compro produtos sem sal. Assim, fui até a pequena geladeira no mercado procurar o produto, uma Doriana sem sal pequena, mais conveniente pra nós dois.

Parei diante da geladeira e não conseguia ver nenhuma Doriana pequena sem sal. O problema é que eu não enxergo direito e não conseguia ver os rótulos. Pedi ajuda para um funcionário do mercado que veio me atender. Entendi que selinho verde era sem e vermelho era com, mas não tinha embalagem pequena sem sal.

Do nada surgiu a moça do meu lado e apontou uma Doriana grande:

- Essa aqui é sem sal, tá escrito que é sem sal - disse meio estupidamente.

- Mas é grande, eu queria pequena.

E o moço:

- Pequena não tem, só grande.

- Fazer o quê, vou levar essa mesmo, obrigada - e agradeci ao rapaz.

Assim que virei a gôndola, ouvi a moça falando mal de mim. Dizendo 'essa gente vem aqui pra Barra do Una só pra encher o saco, fica reclamando que não tem a margarina pequena, que TEM que ser sem sal e nem sabe VER uma embalagem!

e bla bla bla bla bla

Na esquina dei de cara com ela, ainda falando mal de mim.

E enfrentei a garota;

- Ah que bonito! Você falando mal de mim! O que eu fiz de errado, você pode me dizer?

Ela ficou nervosa e muda. A mãe reclamava com ela:

- Fica quieta! Viu só! Eu falo pra você parar com isso. (a mãe dela era legal)

- Qual o problema, me fala? - insisti

E ela:

- Nem adianta falar com você, você não entende, nem vai entender! Meu mundo não tem nada a ver com o seu, eu sou de outro mundo.

- Ah, é? De que mundo você é? Do Planeta "Falta de educação"? Fala na minha cara, por favor, o que eu fiz que te incomodou?

A moça:

- Você, todo mundo, uma gente MIMADA! "porque TEM QUE SER SEM SAL!" Se não tem sem sal não pode! Mimada! Que nem sabe ver uma embalagem!

Nessa altura o mercado parou porque isso foi na fila cheia.

E então eu olhei BEM nos olhos dela e disse:

- Tem que ser sem sal, sim, porque meu marido é hipertenso. Você sabe o que é isso? Sabe o que é chegar aos 60 anos com pressão alta?  Por isso tem que ser sem sal. E sabe porque eu pedi ajuda? Porque eu não enxergo mais. Você sabe quão constrangedor é ficar velha e não enxergar uma simples embalagem? E ter que pedir ajuda? E você diz que eu sou mimada por isso? Porque meu marido e eu temos problemas por sermos mais velhos? Você me respeite, menina e vá aprender a ter mais educação. Você vai ser velha um dia e vai ver como é difícil.

- Ah, eu não sabia que você não enxergava bem.

- Se não sabe, não julga, não conclua. Até porque eu não chamei você, eu pedi ajuda pro rapaz do mercado. Eu só queria comprar uma margarina pequena sem sal, não fiz nada de errado.

Eis que a mãe dela chama o mesmo rapaz porque não achava um produto na gôndola porque não estava enxergando direito.

No meio do bate boca, alguém gritou de um dos caixas:

-  O que tá acontecendo?

E eu:

- O que tá acontecendo é que tem uma mocinha aqui levando uma lição de moral pra aprender a respeitar as pessoas.

Ela entrou na fila, eu também.  Fui atendida primeiro. O sistema caiu. Fomos todos pagar em outra maquininha. Conversei com a mãe dela. A mãe é legal, a filha é que é um porre, totalmente desajustada.

Meu marido estava na rua, mas ouviu a discussão. Disse que a moça parecia desajustada mesmo. Se ela é assim e não tem culpa, que vá se tratar, porque eu também não tenho culpa e não quero ser julgada ou mal-tratada.

Pronto. Primeiro bate-boca de 2015,

(x) checked!

 

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