Rosana Hermann

Uma mulher fez um pedido no drive thru do McDonald's, em Grand Rapids.

O pedido veio errado. Estava sem bacon. A mulher gritou enlouquecida.

Os funcionários disseram que ela teria direito a outro pedido. E veio alguma coisa errada novamente.

O que essa senhora, Shaneka Torres, passageira do carro fez?

Ela saiu do carro gritando, pegou uma arma, atirou.  O tiro entrou na janela do drive thru da loja.

Felizmente ninguém se machucou.

Mas por causa do sanduíche sem bacon ela poderia ter matado alguém.

E depois dizem que bacon é vida...

 

 

 

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PS - quem tem continua tendo. ainda funciona. vamos ver se volta ou se vai continuar só na web. enfim, assunto do momento!

7 de fevereiro de 2014 às 09h57

Valeu, Nico! Tangos e Tragédias – Epitáfio

Eu estava correndo quando ouvi a notícia no rádio. Tão triste.
Sabia que ele estava doente, pela Clara, que foi pra Porto Alegre. Nico era parceiro do Hique, pai da Clara, quase um tio pra ela.
Tangos e Tragédias foram parte essencial de toda a minha vida. Uma paixão que começou com Les Luthiers.
Nico tinha a mesma idade que eu.

Desde 84 sou apaixonada pelo trabalho do Tangos e Tragédias. É tudo o que admiro: inteligente, divertido, original e, sobretudo, de qualidade. Hique e Nico são músicos de primeira linha, seres humanos da melhor qualidade. Em tudo a gente vê algo acima do comum, em qualquer interpretação, até na menor vinheta tocada e cantada.

Tomara que os olhos e ouvidos e corações voltados para a obra dele nesse momento reinspire toda uma geração por mais amor, mais música, mais humor, mais liberdade criativa, mais humanidade.

Obrigada por tanto talento, Nico, por tanto tango, em meio a tantas tragédias.

Pra Clara, Só Cai Quem Voa, do Nico.

6 de fevereiro de 2014 às 14h14

10 anos de Facebook e o maravilhoso aplicativo paper

Link para o Paper (por enquanto só pra contas americanas)

5 de fevereiro de 2014 às 22h43

Google Maps também pode ser usado para relembrar

Já visitou todas as casas da sua infância e adolescência?

5 de fevereiro de 2014 às 17h20

E o vídeo do Amaury Jr. era mesmo campanha

Vídeo de Amaury Jr. é viral de biscoito | Terraço Paulistano.

Só acertei a letra! reconheci a poética ontem. Gabriel o Pensador.

Só acertei a letra! reconheci a poética ontem.
Veja o tweet de ontem:

Vídeo de Amaury Jr. é viral de biscoito | Terraço Paulistano.

Aqui o vídeo

PS - BAcana a Caras publicar uma matéria com o AMaury NEGANDO que fosse campanha. Aham, como se um empresário fosse gastar uma fortuna em produção de um clip só para 'começar bem o ano' com uma mensagem.

4 de fevereiro de 2014 às 16h58

Amaury Jr Vlogueiro Desenrolando e Causando

Quem tem a explicação??

É campanha? (Update - veja o último tweet. Acho que pode ser mesmo dos preservativos Durex. )

De quem?

Veja os comentários do Twitter:

Mas o que é Desenrola? Tem alguma coisa o Desapega do OLX?

Ou será ...

4 de fevereiro de 2014 às 15h45

A agressividade de hoje – podcast

4 de fevereiro de 2014 às 14h42

Muito bom o Kindle Paperwhite

Não é só a temperatura que subiu, é geral. Esse calor insuportável, essa agitação, está no clima e nos humanos. As pessoas estão mais agressivas, não há dúvida. E as mais agressivas fazem mais barulho e, consequentemente, chamam mais atenção e fazem mais sucesso. E aí o sucesso fica pautado pela agressividade, as pessoas copiam o modelo e a espiral vai pra cima.

Vi um vlog que alguém postou e fiquei pensando nisso. Por que essa gritaria, esse ódio, essa raiva de tudo? Não falo da indignação justificada que sentimos, da revolta com a corrupção, com a violência urbana, com a injustiça social. Falo de um tom agressivo e paranoico generalizado que tomou conta da última década.

E, olha, não era assim. Não era mesmo.

Quer ver?

Vamos voltar para 2002. Vamos ver um documentário do Eduardo Coutinho, o maravilhoso Edifício Master. São trinta e sete histórias de vida (acho que são 37, mais ou menos isso). Pessoas comuns, pessoas únicas, pessoas. Humanos. Tem gente que emociona, tem histórias que comovem. Tive vontade de abraçar a Daniela, fiquei encantada com ela.

Reserve um tempo da sua vida pra ver. Veja com amigos. Assista como cinema que é mesmo.

Edifício Master é incrível. O jeito com que ele e a equipe deixam as pessoas à vontade para abrirem seus corações. Não tem ódio, nem agressividade. Tem gente falando de suas vidas, seus problemas, dificuldades, medos. Mas é tudo em outro tom, outro ritmo. Não é como agora. Gente berrando em vídeo, repetindo coisas, xingando para aparecer.

Você externa sua opinião e lá vem uma saraivada de pessoas histéricas acusando tudo e todos como se você estivesse ofendendo-as pessoalmente com sua opinião. Se você diz que não gosta de caqui, os adoradores de caqui se reunem num flashmob para derrubar o muro da sua casa, sequestrar sua orquídea, envenenar sua cacatua, destruir sua reputação.

Talvez seja mesmo o caso de homenagear o documentarista Eduardo Coutinho e assistir a este incrível trabalho, prestando atenção nas pessoas. Gente, como você e eu. Gente falando sem ódio no coração. É realmente lindo.

Bom filme.

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