Rosana Hermann

28 de abril de 2015 às 17h43

}—–> Socorro, fui AFASTADA!

 }     > Socorro, fui AFASTADA!

A chamada diz: Atriz de 43 anos.

O que isso quer dizer? Que ela é velha? Que aos 43 anos é IMPRESSIONANTE que ela AINDA POSSA fazer 'pose de modelo'?
Realmente, faz a gente pensar. Mas o mais incrível é... LONGE DA TV.

COMO ASSIM, LONGE DA TV? Antigamente ela estava perto da tv? estava dentro? Ai voce clica e...

 

 

 }     > Socorro, fui AFASTADA!

Isso mesmo, AFASTADA. E não é só ESTA manchete. Parece que um copia o outro, simplesmente repetindo o conceito.

 }     > Socorro, fui AFASTADA!

E tem mais!!

 }     > Socorro, fui AFASTADA!

 

Quer dizer, se a pessoa não está PERMANENTEMENTE no ar, ela foi 'afastada'?

Acho que estamos viciados em drama, até onde não tem!

RicardoDeFreitas >    > Todos os cartões num plástico touchscreen? Será?

Este é o Ricardo de Freitas, que eu conheço como o "Querido Leitor Ricardo de Salt Lake City". A gente nunca se viu em 3D, no mundo físico. Tá, falta o sensorial, mas como acontece muito no mundo em rede, somos amigos pela Internet há MUITOS anos!

Mesmo tendo apagado muitos emails do meu Gmail, ainda assim eu tenho mensagens preciosas com links, dicas, descobertas que o Ricardo mandou pra mim. A mais antiga das sobreviventes é de 2009! (sou uma e-hoarder?)

ricardosaltlake >    > Todos os cartões num plástico touchscreen? Será?

Hoje o Ricardo mandou mais uma novidade, um gadget chamado Plastc. O que ele faz? É um cartão de crédito touchscreen que 'reúne' todos os seus cartões de créditos em um só, avisa quando é perdido, pode ser bloqueado remotamente, etc.
Veja o vídeo demo:

Plastc, "Experience Plastc" from French Press Films on Vimeo.

Ricardo pensou em comprar um, mas custa 155 dólares.

Será que vale?
Vamos pensar.

Qual a tendência do mundo? Desmaterializar as coisas. Acabou mídia física de música, CD, DVD, BlueRay, etc. Tudo virou arquivo digital. Acabou a coisa de baixar e guardar, quase tudo fica disponível em streaming.

Qual a desvantagem de todos os gadgets? Bateria. Tudo tem que ser carregado na rede elétrica. E quando a bateria acaba, acaba a coisa.

Qual outra tendência da vida móvel? Tudo vira aplicativo. Bússola, GPS, Scanner, Câmera fotográfica, Câmera de Vídeo.

Será que esse Plastc, inclusive com esse nome, não é uma novidade nati-morta, que só vai sobreviver enquanto a gente tentar reproduzir fisicamente, um cartão touch screen que PARECE um cartão de crédito, só porque a gente não consegue se desapegar da coisa?

Será que a modernidade não caminha para pagamentos com transferência via online banking, via reconhecimento digital, leitura óptica, reconhecimento de impressão digital, da íris? Tem o Square do @jack que transforma seu celular numa maquininha de aceitar cartão, tem outras maquininhas de pagamento, tem sistemas de pagamento online. Todo mundo está buscando soluções porque sempre haverá transação comercial enquanto houver seres humanos na Terra.

Será que isso não é uma tentativa intermediária de simular - emular um cartão de crédito, que ainda tem a desvantagem de ter que ser carregado?

Porque o plástico que usamos hoje poderia ser substituido por ... uma FOTO dele no seu celular, um NUMERO e Codigo de segurança, datas (DADOS, apenas), mais a sua 'assinatura' ?

Então, sei lá, acho que o Ricardo tem que continuar mandando novidades, mas ele não deve gastar 155 dólares nisso!

Sou a rainha de comprar bobagem. A última compra estúpida foi um relógio xing ling que seria um 'pc', telefone, etc, mas que além de ser ruim e lento, eu não consigo enxergar!

E vc, acha o que de tudo isso?
Comenta ai, vai. Saudades do QL antes de existirem redes sociais...

beijos,
bom dia.

Entrei no Google no celular e vi um logo com um globo terrestre. Cliquei nele e vi que hoje é o dia do planeta Terra, Google Earth Day.

NJeSnzv >      > Que bicho estranho é você neste Google Earth Day? Faça o teste, compartilhe o resultado

Ao clicar no doodle você vai para uma página com os resultados e, no cabeçalho, tem um teste para saber que bicho você é:

facaoteste >      > Que bicho estranho é você neste Google Earth Day? Faça o teste, compartilhe o resultado

Fiz o teste do jeito que faço todos os testes online, clicando sem o menor critério, por desacreditar em testes online em geral. O resultado foi um bichinho chamado Pangolin, cuja tradução desconheço. Inclusive, entrei no Google Translate e, de English para Portuguese, Pangolin foi Pangolim. Ou seja, ganhei apenas uma perna a mais no n e fim.

pangolin >      > Que bicho estranho é você neste Google Earth Day? Faça o teste, compartilhe o resultado

Sim, sou prática, pragmática e me enrolo pra me esconder. Se tiver algo com tatu bola, o teste deu certo porque amo tatu bola desde criancinha.

Encontrei também um link que mostra todos os resultados fofos, organizados neste Storify:

 

Bom teste, bom dia do planeta

 
Meteorologista explica ocorrência do tornado, mostrando o aftermath.


Vídeo mostrado pela TV


Vídeo gravado por uma mulher dizendo que era um redemoinho, assustada.


OUtro ponto de vista.

21 de abril de 2015 às 13h50

~~~~~~~~~O mundo está mudando

O mundo está mudando.

Adoro dizer isso.

Sim, sim, é verdade, o mundo sempre mudou, taí uma coisa que não muda nunca.

Mas as mudanças, como as cores, comportam infinitas nuances.

A mudança de agora é radical.

Salvo exceções caçadas ansiosamente pelos chatos da Polícia da Generalização, basta olhar pros últimos 20, 30 anos, pensar em alguma coisa, lembrar como era, comparar com agora e...

- BOO! O susto vem.

 

Telefone fixo. Mobilizou.

Carro. Parou.

Fax. Passou

 

TV Aberta. Empobreceu

Bicicleta. Enobreceu.

Indústria Fonográfica. Se fodeu.

 

Mudaram os comportamentos, os relacionamentos, a linguagem, a roupa, os hábitos diários. Nunca antes na história do país que tínhamos antes, tanta gente comeu mal. Nunca antes nos interessamos tanto por nutrição. Nunca tantos se ligaram em programas e canais de culinária. Nunca fomos tão incoerente. Ou talvez, não.

 

Aqui eu deveria pedir desculpas para você, querido leitor, por estar usando sua atenção neste moderno empreendimento imobiliário, para conduzí-lo a uma edícula, um pequeno quartinho decorado lá nos fundos do post.

Por aqui, por favor.

Pois o foco da nossa atenção nem deveria estar nas mudanças. Poderíamos nos perder por dias, horas, no labirinto da desatenção, pelas vielas da falta de foco, dobrando esquinas idênticas de associações de ideias diretas, material lubrificante das engrenagens das redes sociais, sempre cheias de graxa. O que importa é que não apenas mudamos, mas descobrimos que sabemos COMO mudar. E que a mudança está em nossas mãos, contanto que sejam mãos unidas.

Depois da Internet, do aprendizado digital, da construção de uma nova ala, uma laje, ou um puxadinho na nossa casa mental, partimos para as redes. A gente foi indo, indo, mexendo, pelejando, se perdendo, desistindo, mas sempre retomando. Porque se tem uma característica do brasileiro que, bem domada, transforma-se num fino talento: a perseverança.

Não é teimosia. Perseverar é persistir, que é não apenas diferente, mas antagônico a insistir.

Insistir é repetir sempre um mesmo processo testado-e-fracassado esperando que, uma hora, magicamente você vai obter sucesso.

Persistir  é tentar todos os métodos possíveis até obter sucesso.

Brasileiro sempre foi afiliado da Insistência. Poderíamos todos entrar pro #TeamPersistência.

Taí uma coisa que a gente também podia mudar.

E, se não for muito trabalho, a gente também podia ser menos rancoroso e mais generoso, menos hipócrita e mais tolerante, menos preconceituoso e mais acolhedor. A gente podia ser menos homofóbico, xenofóbico, misógino e proparoxítono. Poderíamos ser menos metidos a engraçadinhos e mais divertidos. Abandonar o desejo doentio de ser mais e melhor do que se é, por inadvertidamente acreditar que todas as outras pessoas, que são tão humanas e defeituosas e problemáticas como você e eu, são sempre muito melhores do que são e, portanto, muito melhores do que somos.

Poderíamos usar toda nossa capacidade de viver em rede e mudar tudo mesmo, faxinando sem dó o que já não nos serve, não nos cabe.

Somos capazes de mudar até sermos o nosso melhor. Não como 'idealizamos' ser, 'sonhamos ser'. Até sermos nosso melhor, vivemos na nossa máxima potência interior.

Porque é isso que temos. A vida que é linda. E passa.

Somos todos pó. Poeira. Dust. Mais ainda: dust in the wind.

All we are is dust in the wind. And I think it's beautiful.

(acima, original)


(acima, com legendas em português)

 

 

 

 

 

13 de abril de 2015 às 13h54

>>>====>>> MELHOR GIF DO DIA

13PL9 >>>====>>> MELHOR GIF DO DIA

VOU PASSAR O DIA AQUI.
Fonte

13 de abril de 2015 às 13h36

Hoje, até aqui

O dia está rendendo hoje. Acordei decidida a enfrentar os problemas e ser uma pessoa melhor.

Assim, até aqui já andei 10km, fiz 1 hora de Pilates, fui até o R7 assinar um monte de documentos, dei informações para uma moça que queria ir ao WalMart, pesquisei a Junta Comercial no Google Maps e acompanhei uma senhora que queria ir pra Junta comercial ver umas coisas de aposentadoria, dei o braço e ajudei um deficiente visual a atravessar a avenida, falei com minha filha, pedi meu rendimento de imposto de renda.

Agora vou almoçar porque tenho MUITO trabalho e MUITOS compromissos pra fazer até o final do dia.

Tô feliz, porque até agora tudo é só alegria!

TFqmUna Consultório sentimental ou Por Que Todo Mundo acredita em qualquer conselho

Desde que o mundo é mundo e a mídia é mídia, o ser humano é como é: impossível de compreender.
Porém, como sou persistente, sigo tentando encontrar alguma luz sobre o comportamento humano, sempre falhando miseravelmente.

Minha mais recente falha está ligada a uma questão:

- por que as pessoas pedem conselhos para qualquer pessoa em qualquer mídia?

Se você tiver uma coluna numa revista, com ou sem credibilidade, dando conselhos sentimentais, pessoas vão mandar cartas pra você.
Se você tiver um blog sobre relacionamento, mesmo que você não entenda xongas, pessoas vão pedir conselhos pra você.

Se você tiver um vlog, um perfil no Twitter, no Facebook, ou um programa de rádio, SEMPRE que você oferecer conselhos sentimentais, choverão solicitações.

Bom, a parte que eu ENTENDO:
- pessoas são inseguras, carentes e querem atenção, alguém que as ouça, que gaste um tempo com elas aconselhando.

A parte que eu NÃO ENTENDO:
- por que as pessoas aceitam que QUALQUER UM, com ou sem vivência, com ou sem credenciamento, om ou sem noção, palpite e pitaque sobre suas vidas?

Aí é um mistério pra mim.
Então, pedi conselhos para as pessoas no Twitter.

As respostas foram assim:

Ou seja, as pessoas são carentes. Carentes de tudo. Não sabem o que fazer, nem pra quem perguntar. Então, quando encontram qualquer pessoa em qualquer mídia que pareça minimamente segura de si, ela se compara, se sente inferior e conclui que o 'outro deve saber mais do que eu'. E ouve os conselhos.
E ainda ganha de brinde a atenção das pessoas.

Já participei de quadros assim com a Lelê no Cantão do Coracinho. Achei bacana, mas confesso que fico um pouco constrangida em dar palpites na vida dos outros. Por isso, quando me pedem, eu tento apenas mostrar algum caminho possível, um jeito de olhar pra coisa, que talvez (e apenas talvez) ajude em alguma coisa. Na melhor das hipóteses, tento botar um pouco de amor e humanidade na resposta, mais pra confortar quem sofre do que pra resolver os casos.

O que me incomoda nisso tudo (e aqui é um problema que eu tenho) é que, muitas vezes, as pessoas que dão os conselhos não têm nenhum critério, falam só por falar ou porque querem falar, não se sentem à vontade para falar sobre nenhum assunto e escolhem esse, de domínio público, falar de relacionamento.

Se tiver amor no meio, carinho, vontade de ajudar o outro a sofrer menos, legal.
Se tiver apenas a intenção de aparecer, de parecer superior ao outro, acho ruim.

E, o que acho pior de tudo: essa mania que a mídia tem (e o povo compra!) de achar que SE a pessoa é famosa => PORTANTO ela sabe TUDO sobre TODOS os assuntos MELHOR que todo mundo.

é ruim, hein?

Conheci o trabalho de Paul Bloom acompanhando suas 20 aulas em Yale, no curso de Introdução à psicologia (Em inglês, aqui no ITunes, grátis)

Ai eu tweetei pra ele e recebi um 'thank you'.

Depois tweetei o link pra alguém que me pediu .

Mas, tudo isso está em inglês. Se você quiser ver um TED Talk dele com legenda em português, tem uma palestra aqui, miuto legal.

Vale a pena, ele é muito divertido, culto e entusiasmado.

Vai lá!

--------- O nome dele era Andreas Lubitz

NOme completo: Andreas Günter Lubitz

Todas as investigações apontam para o fato do co-piloto ter derrubado o avião intencionalmente. Mas é cedo pra afirmar, eu acho.

A porta da cabine estava trancada, o piloto teria tentado voltar e o co-piloto não teria aberto a porta propositalmente.

 AGORA SOBRE O FACEBOOK

 

Há uma página apagada do FAcebook, mas pode nao ser DESSE Andreas Gunter.

65923 574217219257351 2025358675 n 1 >   > O Co piloto da Germanwings se chama Andreas Lubitz

ESSA  página dele foi apagada do FAcebook.

Aqui está ela em cache.
Mas quem apagou?

andreaslubitz 640x438 >   > O Co piloto da Germanwings se chama Andreas Lubitz

O link do webcache- http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:https://www.facebook.com/andreas.lubitz.3

 

 

MAS SITES ITALIANOS MOSTRAM OUTRO PERFIL:

http://www.repubblica.it/esteri/2015/03/26/news/copilota_andreas_gunter_lubitz-110527716/

copilotoreppblica 640x405 >   > O Co piloto da Germanwings se chama Andreas Lubitz

 

E ESSE rapaz, Andreas Guenter, não tem o sobrenome LUBITZ!

https://www.facebook.com/andreas.guenter1/about

andreasguenter 640x567 >   > O Co piloto da Germanwings se chama Andreas Lubitz

 

O curioso é que ESSE Andreas Guenter tem essa imagem dos Alpes no perfil. Ele namora uma garota chamada Valeria, que também tem perfil no Facebook.

O louco é que os italianos estão divulgando até o nome completo dela como 'namorada do piloto que derrubou o avião'.

Cara, que loucura.

UPDATE - Esse cara é um Homonimo e a coitada da Valeria teve que explicar que ela não é namorada do co-piloto!

http://www.sudinfo.be/1249725/article/2015-03-27/valeria-cellitti-une-italienne-de-24-ans-victime-d-une-terrible-meprise-je-ne-su