Rosana Hermann

29 de março de 2005 às 14h55

Esta noite

Se o último paredão foi record de audiência e esta quinta edição está bombando, imagine o número de pessoas que estarão ligadas na TV esta niote na final do big brother. Bom horário para fazer compras no supermercado.


29 de março de 2005 às 14h52

24 milhões

O Brasil tem 24 milhões de computadores em uso. Considerando-se que todo mundo que usa computador fica sentado, podemos concluir que a venda de poltronas de escritórios e cadeiras deve ter aumentado. Sem contar com tanta gente sedentária durante horas na frente do PC, além do mercado de hardware e software, tem o mercado de tupperware e underware. Pra aguentar tantas horas de bunda, só com cuecão de couro. Ou loló de ouro.

29 de março de 2005 às 12h33

Obrigada

pilhadelivros ObrigadaAnta, anta, anta. Anta eu.
Mas acredite, ainda que anta,
corrigir, adianta:
anta aprende.
Falta de educação, a minha,
falta de etiqueta.
mas foi ela, a etiqueta, a culpada:
agradeci à Bertrand Editora e
pra José Olympio, nada.
A anta, agora, agradece:
à Editora José Olympio, obrigada!

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29 de março de 2005 às 11h49

O Saybox? Say não…

Eu não sei onde foi o Saybox. Mas se ele demorar pra voltar, vou botar o Shoutbox no ar. Pronto, está lá. O link sempre esteve ativo, mas agora, voltou pra capa. Acho que a solução é sempre essa, pneu, estepe, pneu, estepe. Pra não parar no caminho.

PS - Foi só ameaçar, o Saybox voltou.

 

29 de março de 2005 às 11h48

Serial Thriller?

Nossa, que mêda. Michael Jackson pedófilo em série. Eu só conhecia a expressão Serial Killer, o assassino em série e a paródia, o Cereal Killer, o devorador de cereais. Mas no caso do Michael, não seria Serial Thriller? Foi onde eu parei na carreria dele.

Update - Estanha coincidência. Fiz a tira da Su & Cida falando do Esqueceram de mim e acabei de ler que o Macaulay Culkin pode ter sido vítima do MIchael.

 

29 de março de 2005 às 11h06

Ajudando um blogueiro

Do Boing Boing. Blogueiro vende CDs personalizados, pagos via PayPal para levantar fundos para um blogueiro doente, desempregado e sem seguro-saúde. Mas...ele dá um endereço que...não está no ar. Ah, não. Deram o endereço errado. Não é amygdala.com éamygdala.blogspot.com. Ou será outro? ah, tão difícil isso de ajudar gente pela rede assim... sabe, o medo? palhaço de mim?

29 de março de 2005 às 10h49

Fatos e Gatos

curiosity Fatos e Gatos
Expressão da língua inglesa: curiosity killed the cat:
A curiosidade matou o gato. É um fato.
Quem não tem cão, caça com gato.
E pra você não morrer de curiosidade, um link só com provérbios, expressões e adágios sobre gatos.
Por que isso agora? ora ora! E por que não? Todo dia é dia toda hora é hora, de soltar a imaginação.

29 de março de 2005 às 10h41

Ponto G

generico Ponto GTem dias que eu me esforço bastante para não misturar vida pessoal, profissional, mídia e blog. Tenho conseguido algumas vitórias, usando o método de contar até dez em diferentes línguas, incluindo a língua do P, de frente para trás e de trás para frente.

A impulsividade deve ser responsável por uns 80% das K-gadas que fazemos e que geram arrependimento, pagamento, punição e constrangimento.

Mas não é fácil, não. Assim como não deve ser fácil controlar a curiosidade de saber 'a quê' estou me referindo. Liga não. Hoje, por acaso, o sentimento é genérico. Juro. Com J de ... genérico...

 

29 de março de 2005 às 08h15

De Jean a Severino

Ninguém é perfeito. E a perfeição é uma meta defendida pelo goleiro que joga na seleção. Mas estamos aqui para aperfeiçoar o imperfeito, dando um jeito, inventando uma solução. E hoje, é dia de transitar entre um extremo e outro, de Jean a Severino, do melhor ao pior, necessariamente, nesta ordem.

O formato reality show veio pra ficar. Acompanhei desde o primeiro bbb na Holanda, a chegada ao Brasil e blá blá blá. Do primeiro blog em tempo real, das primeiras fotos tiradas da TV, das entrevistas aos problemas, das pedras aos elogios, todos nós passamos, vimos, acompanhamos muita coisa nessa dúzia de programas, com casas, nos limites, grandes irmãos. Hoje, muita gente que era totalmente contra atenua o texto e elogia o formato, o que é ótimo, também é uma forma de aperfeiçoar o imperfeito na crítica. Mesmo porque todos nós somos assim compulsivos-emotivos, passivos-agressivos. Um dia todo mundo morre de pena da fulana que sofreu um AVC e no outro dia ninguém nem quer saber se ela está viva. Não somos mesmo perfeitos.

Jean não é perfeito, li algumas de suas preferências musicais e literárias e tirei essa conclusão. Gosto é pessoal etc e tal. Mas ele é ético, divertido, inteligente, sincero e humano. E o fato de ter assumido sua sexualidade no ar torna-o ainda mais verdadeiro e livre, como todo mundo gostaria de ter coragem para ser. Além de tudo o que conta a favor, pegou carona na onda Maria do Carmo, da valorização da pessoa que sai do nada e chega até alguma coisa por si só, na batalha. Bacana.

No mesmo dia que Jean triunfa, com ou sem o milhão, somos obrigados a engolir um Severino. Será que somos? O que a gente pode fazer para tirar Severino do poder? Será que tem um 31 31 31 31, ou talvez, um 666 6666, um Disk-Besta, para ligar e botar o Severino no paredão? Não precisa ser o do Fidel. Será que mandar emails, fazer ligações, bater panelas, pendurar cueca na janela, ou calcinha, fazer greve de chapinha, pintar a cara de azul bebê, escrever uma carta de mil linhas, usar gravata de crochê, há alguma coisa pra gente fazer?

Felizmente, Severino e sua incontinência verbal trazem seu besteirol à tona. Seria pior se ele ficasse calado, fazendo o que muitos também fazem por debaixo do pano. Ele é o que é em si, Magda do mal, mas também é um símbolo do resto, da turma que diz pro povo “ eu não te amo e também não presto”. A gente não quer Severino. Vamos tirá-lo de lá. Ou pelo menos tentar. Mas não sei se encher a caixa postal com emails é o melhor caminho. Talvez criar um selinho, amarrar uma pulseira, sair usando coleira.

Vamos pensar. Depois do Big Brother a gente pensa. Porque hoje, na ficção-real da televisão, é dia do bem triunfar contra o mal. Depois, a gente dá um jeito de fazer com que o mal comece ao menos a tirar um pezinho do poder nacional.

Como diria Nezinho do Jegue quando estava bêbado, também da novela O Bem Amado de Dias Gomes, ‘Viva Jean! E Morra Odorico!”

P.S. – O post é longo mas não deveria estar no blônicas. O tema de lá é outro. E o dia da crônica é 4ª. Hoje ainda é 3ª.Meu coração tem pressa. Fui correr e não volto.

29 de março de 2005 às 06h05

Pão

Tem gente que conta histórias que ficam pra sempre no nosso repertório. Tive um aluno de inglês, adulto, que contava que quando era criança ía até a padaria de manhã e via toras e mais toras de madeira do lado de fora. Depois, mais tarde, ele ía lá pra comer pãozinho. E assim ele concluiu que pãozinho era feito de madeira.

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