Rosana Hermann

7 de abril de 2005 às 20h15

Exausta e…seguindo

Me deu a sensação de que não vou conseguir terminar o segundo roteiro, que será gravado amanhã cedo, a partir das 9 horas. Mas não tenho opção. Vou ter que dar um jeito de terminá-lo e enviá-lo por email para toda a equipe. Mas tudo bem, dia 21 é feriado e eu vou viajar. Vou ver se consigo ficar totalmente unplugged. Estou precisando. Muito.

7 de abril de 2005 às 18h25

Presente

O fato de todos os caminhos próximos a grandes shopping centers estarem todos congestionados é um alento: quer dizer que não sou a única pessoa que ainda não teve tempo de comprar presente para a mãe e para a sogra. Ainda bem que eu já comprei o presente que vou ganhar, três fotos enquadradas em branco para pendurar na sala de trabalho.

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7 de abril de 2005 às 18h16

Infância

O link é este, peguei no Stumble Upon: aquele antigo brinquedo, mistura de lousa, DOS e areia, que a gente usava para desenhar.

Depois virava, balançava e...apagava a tela.

Deu um baaaanzo!

Uma vontade de visitar um 'Museu dos Brinquedos', que tivesse tudo que cada pessoa conheceu na década correspondente a sua infância. Eu ía direto pra sala dos anos 60!

PS - Dá uma olhada nisso...(eu me cadastrei no site, brinquedos raros. Achei O Pequeno Construtor, os bonecos da Pedrita e BamBam. Direto do Túnel do Tempo)

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7 de abril de 2005 às 17h21

Sem ilusões

Sim, sim, é sempre gostoso ver duzentas pessoas simultaneamente online, mil por hora, conhecer novos queridos leitores e tudo mais. Mas já sou grandinha e vivida e assim, tenho consciência de que esse efeito 'chamada na home do UOL' cabe naquela famosa piada 'tirando o motorista, tudo é passageiro'. É bom mas passa, da mesma forma que o ferro elétrico passa, a uva passa, a banana passa. A cara-paça. A tra-paça.
Daqui a pouco, a chamada sai do ar e esta visitação intensa vira abóbora. Tudo volta a ser como antes. Talvez algum novo visitante fique, ou volte. Talvez alguém, em protesto, vá embora. O blog é vivo e segue as leis naturais. Não há sempre que seja eterno, nem nunca que sustente um jamais.

7 de abril de 2005 às 13h42

Almoço trash

Deve ter sido a vingança da televisão trash. O almoço foi demorado, quente e péssimo. A comida,digo. Meu spaghetti estava cozido demais, mole, um horror. Nem molho de viagra salvaria. Se bem que teria sido melhor que a lata de massa de tomate que derrubaram por sobre a massa. Mas tudo bem, os dezette fiapos de queijo mussarela ralada me fizeram lembrar algo como um parmesão.

Dei uma googlada por 'trash your tv, complementando os dois posts mais abaixo' ('Por falar em TV' e 'Quinta')e encontrei o trashyourtv.com, americano, que liga também o vício da tv à obesidade. E do famoso chaveirinho, TV-B-gone, controle remoto universal que desliga todas as tvs ligadas!

7 de abril de 2005 às 11h11

Por falar em TV

Não, baby, não estou cuspindo no prato que comi. Ainda como nele. Mas, convenhamos, se houver só duas opções é melhor cuspir no prato no qual se comeu do que comer num prato em que se cuspiu.

Fato é que o nível da tv aberta está piorando a olhos vistos, em todos os sentidos. A ocupação do dito horário nobre noturno é assustadora, genericamente falando, com raras exceções. Começo a ouvir frases do tipo 'o governo não vai tomar uma providência?', 'como é que o ministério público permite?' ou 'por que não caçam cassam a concessão?' Não é novidade. Mas as coisas pioram (ver post abaixo)

Ao procurar um logotipo para esse tipo de programação trash, cruzei com um blog alemão (onde estava o logo) com o seguinte texto em inglês, traduzido livremente aqui:

Jogue sua TV no lixo

A televisão suga você, consome sua energia e diminui sua capacidade de pensar. Sentamos passivamente, diante de uma caixa que nunca permite que a gente discorde, interaja ou responda. Absorvemos o artificial, o falso, o noticiário patrocinado disfarçado de verdade, o seriado plástico disfarçado como uma vida vibrante.

Ela não é sua babá; não é sua melhor amiga; não é arte; não é exercício. Use com moderação. Desligue a tv e use este tempo para amar, brincar, pintar e ler. Jogue sua TV no lixo."

Claro que a realidade brasileira não é a mesma de outros países. E que há belíssima produções na tv brasileira, ótimos profissionais, coisas realmente artísticas. Veja o caso da minisérie Hoje é dia de Maria, um primor. Mas o texto nos faz pensar. E o movimento já existe. Tem até broche pra botar na roupa. Trash your TV.

No Brasil, acho que não rola. Mas um "TV, use com moderação", acho que pega.

PS - Lembra, Titãs? A televisão me deixou burro muito burro demais?

7 de abril de 2005 às 10h51

Alçapão

No filme Verônca Guerin, há um breve diálogo entre a jornalista e um bandido que é seu informante. Num lugar aberto, os dois marcam de conversar. Depois que praticamente tudo deu errado ela vira pra ele e diz:

-Things can't get any worse.

E o bandido, experiente e sábio:

-Things can ALWAYS get worse.

Algumas produções de programas na tv brasileira provam isso na prática. Palmas pro bandido. Por isso mesmo, decidi viver a segunda metade da minha vida sem ter que me expor a esse lixo. Torcendo, é claro, para que eu chegue aos 94...

Dúvidas?

7 de abril de 2005 às 10h11

Alçapão

No filme Verônca Guerin, há um breve diálogo entre a jornalista e um bandido que é seu informante. Num lugar aberto, os dois marcam de conversar. Depois que praticamente tudo deu errado ela vira pra ele e diz:

-Things can't get any worse.

E o bandido, experiente e sábio:

-Things can ALWAYS get worse.

Algumas produções de programas na tv brasileira provam isso na prática. Palmas pro bandido. Por isso mesmo, decidi viver a segunda metade da minha vida sem ter que me expor a esse lixo. Torcendo, é claro, para que eu chegue aos 94...

Dúvidas?

7 de abril de 2005 às 08h20

Severino

Dizem que toda pessoa tem duas chances de dar alegria aos outros, uma quando chega, outra quando vai. Severino Cavalcanti foi. Para Roma, na comitiva do Lula. Parece que Lula o levou para que ele não ficasse 4 dias como presidente, o que seria uma tragédia grega, mitológica. Assim, num esforço hercúleo, impediram um vexame homérico. Se bem que ter Itamar Franco ainda no governo não fica longe de um vexame.

Fui correr e meditar sobre esses assuntos.

7 de abril de 2005 às 08h16

BBB por dentro

Bruno Motta me passou o link mais interessante que já vi sobre os bastidores verdadeiros do Big Brother Brasil. Uma entrevista com Fernanda Scalzo. Mesmo que você não goste do programa, vai gostar de ler a entrevista. Nem que seja só para ler a frase de Godard "o cinema não é o reflexo da realidade, mas a realidade de um reflexo."