Rosana Hermann

6 de abril de 2005 às 20h39

Adivinha?

Tenho dois roteiros para fazer. Novidade, não? A roteirista que selecionei ainda não pôde vir até a Synapsys para conversar, aliás, mas vou continuar lendo os emails que recebi porque é sempre bom ter contatos de roteiristas profissionais à mão. Aliás, por falar em roteiro, o Receitas da Vida deste sábado é com o chef Emmanuel Bassoleil.E no outro sábado...é com o Isaac, temperos e temperamentos, muito legal!

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6 de abril de 2005 às 19h37

SMS

Mandei mensagens pelo celular durante o caminho mas... não chegaram. Devem ter se perdido no congestionamento próximo ao estádio do Pacaembú, onde o Corinthians está jogando.

6 de abril de 2005 às 17h44

Congestionamídia

Eu sei, eu sei, eu sei. Sempre tem muitos outros assuntos piores. E ouvir M...é melhor do que ser surdo assim como ler bobagem é melhor do que ser analfabeto.

Mas, na boa, assim, sem querer criticar, implicar, nada: quem é que chega a conclusão de que o fato da Gloria Trevi estar grávida é uma notícia de interesse para o público brasileiro? Por que os jornalistas precisam acompanhar para sempre essas matérias só porque um dia alguém achou que era importante? O fato dela ter sido presa no Brasil dá a ela um status de assunto vitalício?

É esse o meu incômodo, assuntos vitalícios, não é nem a Gloria Trevi. Ex-reality show, por exemplo, é assunto vitalício. Como tantos outros.

Não é só a questão do incômodo mas a falta de bom senso: se todos os ex-reality show, assim como essas figuras , ficam para sempre e novas pessoas entram no mesmo mercado, não vamos saturar o espaço de notícias?

Eu acho que o problema do jornalismo é o mesmo do trânsito: não tem novas ruas, assim como não tem novos grandes canais (se bem que ainda é mais fácil abrir blog que ruas...) E aumenta cada vez mais o número de carros novos, mantendo os velhos, assim como os assuntos novos se somam aos antigos.

Gente, vai congestionar tudo!!!

6 de abril de 2005 às 17h27

PC em Baleiês

Antes do Pânico ir pra tv, antes do horário aumentar, antes do Carioca sair, houve um tempo em que o genial Maestro Billy era parte integrante da turma, falando em alto e bom som pela rádio, com as mãos no teclado. Maestro Billy e Emilio foram para o Caldeirão do Huck. Emilio saiu, Maestro Billy ficou. E lá, continua. Além de ser um cara bacana, amigão, marido da Maria Fernanda, que também é maravilhosa (e querida leitora). Pois bem: Billy fez um blog. E coloca o link à disposição para 'comentação e palpitagem'.

No momento ele está Ipodando, Podcastando e tudo mais.

6 de abril de 2005 às 15h22

S.O.S.

A cidade está travada. Acabo de passar 40 minutos parada, tentando sem sucesso , publicar uma viso no blog. As fotos, não sobem. Travou o sistema aéreo de envio de pixels pelo celular. Sabe, pixel é quadradinho, entope mesmo. Mandei uma mensagem de texto que não subiu também. Foram as letras altas. Jota, ge, agá, engancham.

E assim, voltei para a agência, para dar um tempo, enquando a cidade e seus carros entram em um acordo. Ou não.

Parodiando o vulgo, vou dar meia hora de banda (larga) pra ver se as coisas melhoram!!!

6 de abril de 2005 às 14h23

Olha a hora

Um dos piores trocadilhos que fiz na vida, aconteceu por acaso, quando eu folheava uma revista Caras na AllTV. Reparei que a revista trazia inúmeros anúncios de joalherias vendendo relógios. Muitos mesmo. E aí, perguntei: "sabe por que a Revista Caras vende tanto relógio? Porque quem vê Caras não vê que-horas-são...."

Mas eu já me tratei, melhorei muito e estou quase curada.

Mas as coincidências acontecem: acabou de chegar a revista Caras em minha mesa. E na minha caixa postal, relógios enviados pela Eloisa Guimarães. Ou seja, mais uma vez fica provado que todas as horas me são caras...

..relógio em 3D
.relógio com ponteiro mole
.a famosa mão escrevendo
.a régua do tempo.

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6 de abril de 2005 às 14h09

Blônicas

Se você já leu a crônica de hoje do Blônicas, sobre Nota Fiscal em específico e problemas com a burocracia em geral, saberá o que eu sinto quando tenho que lidar com documentos. Pânico. Agora mesmo, o contador ligou. Tenho que lembrar de deixar o quê? Notas fiscais na portaria pra ele retirar amanhã. Tinha que ser hoje.

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6 de abril de 2005 às 13h45

A boca

Descobri que a mesma boca que uso pra comer, uso pra falar, duas coisas que faço muito e sempre. Hoje, porém, como eu precisava desabafar com as meninas, as amigas e colegas de trabalho, quase não consegui comer. O que foi ótimo. Comi pouco mas suficiente. Deve ter tido também a influência de um artigo que estava na capa de uma revista de ciências dizendo que a única forma de viver um pouco mais é comendo um pouco menos.

6 de abril de 2005 às 12h03

Doce de padaria

Deve ser a bata nova, laranja, que está atraindo tudo. Ímã visual, algo assim. Porque todas as pessoas da empresa entraram na minha sala, todos os contatos do icq e do msn me chamaram, todos os telefones tocaram. Ao mesmo tempo. Uma coisa louca mesmo. Chegou revista, livro, flores. Não é meu aniversário nem nada. Eu podia até achar legal, mas estou estranhando. Hoje é dia do quê, exatamente?

6 de abril de 2005 às 08h27

Não me venha com Nostradamus!

Pronto, já começou. Toda vez que acontece alguma coisa grandiosa no mundo, ataque das torres gêmeas, morte do Papa, aparece alguém dizendo que 'há uma profecia de Nostradamus' blá blá blá. Isso parece com aquele outro livro/fraude, O código da Bíblia. Tudo pode ser tudo. Basta você escrever coisas rocambolescamente metaforicas, ou metaforicamente rocambolescas e tudo pode ser interpretado como alguma coisa. O que as pessoas pretendem com isso? Provar que há um destino? Maktub! Tudo está escrito! É isso? Ora, se fosse mesmo verdade que 'tudo já está escrito' era só a gente tirar uma cópia e pronto.