Rosana Hermann

22 de março de 2005 às 20h49

Foto Search

Nesta rara noite sem roteiro pra escrever, estou abrindo meus gmails. Além de poucas mensagens de spam, estou encontrando coisas maravilhosas, enviadas por leitores idem. Cássio Muniz, do Foto Search Banco de Imagens, manda o Foto Search Imagens que busca imagens em 50 sites diferentes. Cheio de fotos 'royalty free'.

22 de março de 2005 às 20h46

Abbey Road

cap 21 anos g Abbey Road Entre no Google Images e digite Abbey Road
e veja o incrível número de paródias visuais
que já foram feitas de uma das mais famosas,
lendárias capas de antigos discos de vinil
dos Beatles.

Mas nenhuma é tão engraçada quanto esta,
capa do CD do Língua de Trapo, 21 anos de estrada. Sim, você acertou, este post está geneticamente linkado ao post anterior, via Castelo, branco.

Hoje, o estúdio é notícia porque abriu suas portas para visitação pública.

 

22 de março de 2005 às 20h22

Castelo

castelo CasteloAs coisas boas se alinham. As más também. É só você se alinhar com gente do mal e coisa trash que sua vida anda pra trás. Idiotices atrasam a vida. Sabe, a genial frase 'gente lesa gera gente lesa'. Ande com gente lesada pra ver o atraso que sua vida terá. Felizmente, o contato com pessoas de espírito elevado causam benefício de mesma intensidade: foi só visitar e elogiar o blog Barbacenas e o Castelo abriu dois de seus portais pessoais para deliciosas novidades:

microflechinha CasteloPrivadas do mundo - fotolog de privadas públicas, data vênia
microflechinha CasteloCastelorama - simplesmente a melhor coisa da rede. explore tudo. é genial, é paradoxal, é pleonástico: enfim, humor, de graça.

 

22 de março de 2005 às 20h06

Pra lá de…

Que o TV Fama produza textos com as hediondas expressões 'pra lá de' caliente, 'confira' e 'a bela', eu até entendo. Mas na TV Cultura? Acabei de ouvir um 'pra lá de...' trá lá lá de doer. Confesso também que fico chocada quando vejo os comerciais de varejo na rede pública de cultura. Sou a favor da abertura comercial para as tvs educativas mas os comerciais deveriam ser selecionados ou até, produzidos de maneira alternativa.

22 de março de 2005 às 19h11

EEUU

Quem pode entender a cultura americana da era Bush? Enquanto os republicanos conservadores lutam para manter viva uma mulher-vegetal cuja família quer abreviar seu inútil sofrimento, por puro interesse eleitoreiro, mais um adolescente nazista, louco e armado, provoca um massacre que resultou em 9 vidas perdidas.

22 de março de 2005 às 18h59

David Letterman

timeletterman David LettermanUma notícia do Yahoo diz que o apresentador do Late Show, David Letterman, agradeceu no ar nesta 2a. feira, aos agentes policiais que ajudaram a impedir que seu bebê fosse sequestrado.

O suposto plano de sequestrar o bebê a babá culminaria com um pedido de resgate de 5 milhões de dólares.

Aqui no Brasil, lamentavelmente, o número de seqüestros de crianças também está aumentando.

 

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22 de março de 2005 às 18h46

Sexo

Desisto de entender o ser humano, mesmo sendo um. Sempre achei que sexo fosse uma coisa bacana, feliz, intensa, amorosa. Que a palavra 'sexo' pudesse estar ligadao a um sexto sentido, que fosse a união de todos os outros, um portal para o milagre que todo ser humano traz em si, o dom da procriação. Que a intimidade do sexo frequente e feliz fosse uma espécie de carimbo de renovação da vida no planeta. Fazer sexo com prazer é nascer de novo.

Mas devo ter uma visão naïve, tola, utópica do sexo, porque tirando a Sue Johanssen, o mundo inteiro parece ver sexo como sacanagem, banalidade, pornografia, doença, comércio, perversão. Não há nada que explique que, no século XXI, as pessoas ainda tratem o corpo humano nú como se fosse um segredo sórdido, um mistério, um pecado. Mas o fato está em todo lugar. Primeiro, leio que um rapaz foi preso no Maranhão porque mantinha sites pornográficos mostrando fotos de garotas nuas que, ou eram montadas ou eram enviadas pelos namorados das mesmas. Boçalidade pura.

Num outro link leio que as três palavras mais usadas por spammers estão ligadas ao sexo. Ou à falta de orgasmo e ereção. Claro, num mundo onde ninguém trata o sexo com o respeito e a naturalidade devidas, é meio óbvio que a falta de prazer genuínio seja a primeira conseqüencia.

É uma pena que as pessoas não consigam ter uma vida sexual feliz, satisfatória, constante. É triste constatar que o prazer do sexo, que poderia ser um direito de toda criatura humana tenha se transformado num canal de frustrações, medos, complexos. A impressão que temos pelos spams e pela indústria farmacêutica, ao lado do comércio da carne, da prostituição infantil, da pedofilia e outros quetias, é que boa parte das mulheres não sentem prazer, não são felizes com seus corpos, não tem parceiros que as satisfaçam e que, a outra metade, a dos homens, seja composta de inseguros, apressados, com ejaculação precoce ou com problemas de disfunção erétil. Se não fosse verdade, o Viagra não seria o remédio mais vendido do planeta Terra. E não teríamos tantas mulheres que acreditam que sexo só é privilégio de quem tem um corpo perfeito, uma espécie de prêmio que o homem concede a quem mantém as medidas corretas.

Que pena. Eu pensei, que todo mundo fosse filho de papai noel.

 

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22 de março de 2005 às 06h53

Parabéns

Parabéns mesmo, ao Paulo Coelho, escritor mais lido do mundo. Parabéns também por produzir uma obra que revela tanto as diferenças entre 'público' e 'crítica', como se a 'crítica' não fosse público e o público não tivesse condições críticas para avaliar o próprio gosto. Paulo Coelho, diz o Estadão, é a amado por seus leitores e odiado pela crítica especializada. Parece um koan, uma incoerência insolúvel que nos remete à reflexão. Por que os especialistas, os que sabem ou pensam saber, odeiam algo que todo mundo ama? Porque os críticos odeiam o público? Porque o público em geral, a massa, por estar na média e portanto, mediocrizada, não tem refinamento? Por que toda uninimidade é burra?

Não sei.Mas o fato suplanta a opinião. Paulo Coelho é lido no mundo inteiro. Porque as histórias agradam e o texto é fácil de ler. Como o Código Da Vinci, talvez até mais, não tem pré-requisitos. Você não precisa saber nada para ler o livro, basta lê-lo, é auto-explicativo. É literatura, de texto simples, do tipo que você lê da capa à contra-capa sem recorrer uma única vez ao dicionário ou perguntar pro vizinho ao lado o significado de uma palavra. Tem gente que não gosta, tem gente que gosta de coisas complexas porque nos dá a sensação de erudição e inteligência que tanta gente busca, para encontrar alento no sentimento de superioridade.

Eu também entendo essa busca. Desde os primórdios da civilização o homem busca pontos altos para erigir seus castelos e fortalezas. Do alto a gente pode avistar o inimigo e assim, precarver-se para a luta. Mas...quem quer guerra? Não seria melhor viver em qualquer ponto topográfico sem pensar em briga?

Talvez, não. Li hoje mesmo no Quiroga que as pessoas adoram uma briga. Adoram mesmo. Com ou sem motivo. Com ou sem sua participação. Brigar, para algumas pessoas, é sinônimo de estar vivo. Algumas pessoa pioram com a idade, brigam mais ainda, lutando por uma vitalidade que se vai.

Vou cuidar da minha e correr um pouco antes de sair pra trabalhar.
Beijos.

 

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22 de março de 2005 às 06h29

Apesar de tudo, bom dia

Essa semana sem sexta-feira vai cair como um luva, um bálsamo, um alívio para o corpo e a alma. Quem sabe a gente consiga tirar umas férias mentais desses assuntos de Severinos, escândalos, julgamentos. E agora, mais um estudante americano que sai atirando e mata todo mundo antes de se suicidar. Nessas horas é que a gente tem que desejar e construir um bom dia. Bom dia, mesmo. Apesar dos pesares.

21 de março de 2005 às 22h44

Antes de dormir

Se você estiver em Santa Catarina, me faz um favor? Não toma caldo de cana, tá? A coisa tá feia. Alarmante mesmo. Cuide-se. Em qualquer lugar do Brasil. Ou do mundo.

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