Rosana Hermann

7 de abril de 2005 às 08h16

BBB por dentro

Bruno Motta me passou o link mais interessante que já vi sobre os bastidores verdadeiros do Big Brother Brasil. Uma entrevista com Fernanda Scalzo. Mesmo que você não goste do programa, vai gostar de ler a entrevista. Nem que seja só para ler a frase de Godard "o cinema não é o reflexo da realidade, mas a realidade de um reflexo."

7 de abril de 2005 às 07h56

Bom dia

A capa do caderno 2 de hoje (do jornal O Estadão) é o personagem blogueiro Adolar Gangorra, representado pela foto de um velho sacudo de cuecas e bengala, que, atrás de um paletó e debaixo de um balde amarelo de plástico que lhe cobre a cabeça, segura o mundo em uma das mãos, talvez um ato falho que indique seu desejo de dominar o mundo também fora da web.

Não o conhecia, mas li toda a matéria. (igual a esta) (até agora são 174 resultados no google, que devem aumentar consideravelmente. ) Ele tem um texto famoso que circula na web, originalmente publicado num zine, uma análise humorística da letra da música Eduardo e Mônica chamada Mônica e Eduardo. (é muito engraçado.) Tem também outro texto sobre Los Hermanos. (ainda não li) Vai lançar um livro e um site próprios. A tônica da matéria é toda em cima de um fato, o fato de Adolar Gangorra ser anônimo.

A reportagem, que falou com ele por telefone, faz disso o ponto alto, o anonimato. Diz apenas que ele tem 29 anos e fez faculdade em Brasília. Então, como qualquer pessoa faria, levantei da mesa do café da manhã, cambaleando em minha camisolinha de algodão puro, toda estampadinha, entrei no registro.br, digitei adolargangorra.com.br e encontrei o nome do responsável pelo site. Colei o nome completo na barra do google e achei uma monografia de um aluno da UnB, a Universidade Federal de Brasilia.

Se este rapaz for o personagem encontrado com 3 cliques, vou começar a rever meus conceitos sobre anonimato e sobre o Estadão.

Ah, sim, e o Pensar enlouquece já tinha falado sobre ele, num post sobre 15 minutos de fama. De qualquer forma, vale o conselho aprendido no Mágico de Oz, se você quiser ir em busca da ilusão da fama, siga o tijolo amarelo. Ou esconda-se embaixo de um balde.

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6 de abril de 2005 às 23h10

Quinta

Já é quinta. Comecei bem o dia, com o primeiro roteiro pronto. O segundo ficará pronto hoje de qualquer jeito. Também fiquei feliz com uma decisão/atitude: não vou mais assistir programa porcaria na TV, nem pra criticar. Não vou gastar minha vida útil com coisas que não merecem dois minutos de atenção. Sabe,pra tudo na vida tem que manter um nível mínimo, abaixo do qual não se pode descer. Tudo o que fica abaixo, está fora.

Fonte original imagem

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6 de abril de 2005 às 22h09

Recreio

Não acreditei quando vi o resultado do jogo do Corinthians, que precisava fazer 4 gols a mais que o adversário e fez. O goleiro do Cianorte tomou cada frango que eu fiquei na dúvida se ele trabalhava numa granja ou se tinha sido comprado pela MSI. Já no jogo do Santos, aqui em casa, até o segundo tempo foi só sofrimento. Agora, melhorou. Já estou até conseguindo escrever. Fiz um breve intervalo no meio do primeiro roteiro. Pra pedir ajuda divina. Tem dias que eu queria experimentar a sensação de deitar no sofá da sala.

6 de abril de 2005 às 20h39

Adivinha?

Tenho dois roteiros para fazer. Novidade, não? A roteirista que selecionei ainda não pôde vir até a Synapsys para conversar, aliás, mas vou continuar lendo os emails que recebi porque é sempre bom ter contatos de roteiristas profissionais à mão. Aliás, por falar em roteiro, o Receitas da Vida deste sábado é com o chef Emmanuel Bassoleil.E no outro sábado...é com o Isaac, temperos e temperamentos, muito legal!

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6 de abril de 2005 às 19h37

SMS

Mandei mensagens pelo celular durante o caminho mas... não chegaram. Devem ter se perdido no congestionamento próximo ao estádio do Pacaembú, onde o Corinthians está jogando.

6 de abril de 2005 às 17h44

Congestionamídia

Eu sei, eu sei, eu sei. Sempre tem muitos outros assuntos piores. E ouvir M...é melhor do que ser surdo assim como ler bobagem é melhor do que ser analfabeto.

Mas, na boa, assim, sem querer criticar, implicar, nada: quem é que chega a conclusão de que o fato da Gloria Trevi estar grávida é uma notícia de interesse para o público brasileiro? Por que os jornalistas precisam acompanhar para sempre essas matérias só porque um dia alguém achou que era importante? O fato dela ter sido presa no Brasil dá a ela um status de assunto vitalício?

É esse o meu incômodo, assuntos vitalícios, não é nem a Gloria Trevi. Ex-reality show, por exemplo, é assunto vitalício. Como tantos outros.

Não é só a questão do incômodo mas a falta de bom senso: se todos os ex-reality show, assim como essas figuras , ficam para sempre e novas pessoas entram no mesmo mercado, não vamos saturar o espaço de notícias?

Eu acho que o problema do jornalismo é o mesmo do trânsito: não tem novas ruas, assim como não tem novos grandes canais (se bem que ainda é mais fácil abrir blog que ruas...) E aumenta cada vez mais o número de carros novos, mantendo os velhos, assim como os assuntos novos se somam aos antigos.

Gente, vai congestionar tudo!!!

6 de abril de 2005 às 17h27

PC em Baleiês

Antes do Pânico ir pra tv, antes do horário aumentar, antes do Carioca sair, houve um tempo em que o genial Maestro Billy era parte integrante da turma, falando em alto e bom som pela rádio, com as mãos no teclado. Maestro Billy e Emilio foram para o Caldeirão do Huck. Emilio saiu, Maestro Billy ficou. E lá, continua. Além de ser um cara bacana, amigão, marido da Maria Fernanda, que também é maravilhosa (e querida leitora). Pois bem: Billy fez um blog. E coloca o link à disposição para 'comentação e palpitagem'.

No momento ele está Ipodando, Podcastando e tudo mais.

6 de abril de 2005 às 15h22

S.O.S.

A cidade está travada. Acabo de passar 40 minutos parada, tentando sem sucesso , publicar uma viso no blog. As fotos, não sobem. Travou o sistema aéreo de envio de pixels pelo celular. Sabe, pixel é quadradinho, entope mesmo. Mandei uma mensagem de texto que não subiu também. Foram as letras altas. Jota, ge, agá, engancham.

E assim, voltei para a agência, para dar um tempo, enquando a cidade e seus carros entram em um acordo. Ou não.

Parodiando o vulgo, vou dar meia hora de banda (larga) pra ver se as coisas melhoram!!!

6 de abril de 2005 às 14h23

Olha a hora

Um dos piores trocadilhos que fiz na vida, aconteceu por acaso, quando eu folheava uma revista Caras na AllTV. Reparei que a revista trazia inúmeros anúncios de joalherias vendendo relógios. Muitos mesmo. E aí, perguntei: "sabe por que a Revista Caras vende tanto relógio? Porque quem vê Caras não vê que-horas-são...."

Mas eu já me tratei, melhorei muito e estou quase curada.

Mas as coincidências acontecem: acabou de chegar a revista Caras em minha mesa. E na minha caixa postal, relógios enviados pela Eloisa Guimarães. Ou seja, mais uma vez fica provado que todas as horas me são caras...

..relógio em 3D
.relógio com ponteiro mole
.a famosa mão escrevendo
.a régua do tempo.

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