Rosana Hermann

29 de março de 2005 às 11h48

Serial Thriller?

Nossa, que mêda. Michael Jackson pedófilo em série. Eu só conhecia a expressão Serial Killer, o assassino em série e a paródia, o Cereal Killer, o devorador de cereais. Mas no caso do Michael, não seria Serial Thriller? Foi onde eu parei na carreria dele.

Update - Estanha coincidência. Fiz a tira da Su & Cida falando do Esqueceram de mim e acabei de ler que o Macaulay Culkin pode ter sido vítima do MIchael.

 

29 de março de 2005 às 11h06

Ajudando um blogueiro

Do Boing Boing. Blogueiro vende CDs personalizados, pagos via PayPal para levantar fundos para um blogueiro doente, desempregado e sem seguro-saúde. Mas...ele dá um endereço que...não está no ar. Ah, não. Deram o endereço errado. Não é amygdala.com éamygdala.blogspot.com. Ou será outro? ah, tão difícil isso de ajudar gente pela rede assim... sabe, o medo? palhaço de mim?

29 de março de 2005 às 10h49

Fatos e Gatos

curiosity Fatos e Gatos
Expressão da língua inglesa: curiosity killed the cat:
A curiosidade matou o gato. É um fato.
Quem não tem cão, caça com gato.
E pra você não morrer de curiosidade, um link só com provérbios, expressões e adágios sobre gatos.
Por que isso agora? ora ora! E por que não? Todo dia é dia toda hora é hora, de soltar a imaginação.

29 de março de 2005 às 10h41

Ponto G

generico Ponto GTem dias que eu me esforço bastante para não misturar vida pessoal, profissional, mídia e blog. Tenho conseguido algumas vitórias, usando o método de contar até dez em diferentes línguas, incluindo a língua do P, de frente para trás e de trás para frente.

A impulsividade deve ser responsável por uns 80% das K-gadas que fazemos e que geram arrependimento, pagamento, punição e constrangimento.

Mas não é fácil, não. Assim como não deve ser fácil controlar a curiosidade de saber 'a quê' estou me referindo. Liga não. Hoje, por acaso, o sentimento é genérico. Juro. Com J de ... genérico...

 

29 de março de 2005 às 08h15

De Jean a Severino

Ninguém é perfeito. E a perfeição é uma meta defendida pelo goleiro que joga na seleção. Mas estamos aqui para aperfeiçoar o imperfeito, dando um jeito, inventando uma solução. E hoje, é dia de transitar entre um extremo e outro, de Jean a Severino, do melhor ao pior, necessariamente, nesta ordem.

O formato reality show veio pra ficar. Acompanhei desde o primeiro bbb na Holanda, a chegada ao Brasil e blá blá blá. Do primeiro blog em tempo real, das primeiras fotos tiradas da TV, das entrevistas aos problemas, das pedras aos elogios, todos nós passamos, vimos, acompanhamos muita coisa nessa dúzia de programas, com casas, nos limites, grandes irmãos. Hoje, muita gente que era totalmente contra atenua o texto e elogia o formato, o que é ótimo, também é uma forma de aperfeiçoar o imperfeito na crítica. Mesmo porque todos nós somos assim compulsivos-emotivos, passivos-agressivos. Um dia todo mundo morre de pena da fulana que sofreu um AVC e no outro dia ninguém nem quer saber se ela está viva. Não somos mesmo perfeitos.

Jean não é perfeito, li algumas de suas preferências musicais e literárias e tirei essa conclusão. Gosto é pessoal etc e tal. Mas ele é ético, divertido, inteligente, sincero e humano. E o fato de ter assumido sua sexualidade no ar torna-o ainda mais verdadeiro e livre, como todo mundo gostaria de ter coragem para ser. Além de tudo o que conta a favor, pegou carona na onda Maria do Carmo, da valorização da pessoa que sai do nada e chega até alguma coisa por si só, na batalha. Bacana.

No mesmo dia que Jean triunfa, com ou sem o milhão, somos obrigados a engolir um Severino. Será que somos? O que a gente pode fazer para tirar Severino do poder? Será que tem um 31 31 31 31, ou talvez, um 666 6666, um Disk-Besta, para ligar e botar o Severino no paredão? Não precisa ser o do Fidel. Será que mandar emails, fazer ligações, bater panelas, pendurar cueca na janela, ou calcinha, fazer greve de chapinha, pintar a cara de azul bebê, escrever uma carta de mil linhas, usar gravata de crochê, há alguma coisa pra gente fazer?

Felizmente, Severino e sua incontinência verbal trazem seu besteirol à tona. Seria pior se ele ficasse calado, fazendo o que muitos também fazem por debaixo do pano. Ele é o que é em si, Magda do mal, mas também é um símbolo do resto, da turma que diz pro povo “ eu não te amo e também não presto”. A gente não quer Severino. Vamos tirá-lo de lá. Ou pelo menos tentar. Mas não sei se encher a caixa postal com emails é o melhor caminho. Talvez criar um selinho, amarrar uma pulseira, sair usando coleira.

Vamos pensar. Depois do Big Brother a gente pensa. Porque hoje, na ficção-real da televisão, é dia do bem triunfar contra o mal. Depois, a gente dá um jeito de fazer com que o mal comece ao menos a tirar um pezinho do poder nacional.

Como diria Nezinho do Jegue quando estava bêbado, também da novela O Bem Amado de Dias Gomes, ‘Viva Jean! E Morra Odorico!”

P.S. – O post é longo mas não deveria estar no blônicas. O tema de lá é outro. E o dia da crônica é 4ª. Hoje ainda é 3ª.Meu coração tem pressa. Fui correr e não volto.

29 de março de 2005 às 06h05

Pão

Tem gente que conta histórias que ficam pra sempre no nosso repertório. Tive um aluno de inglês, adulto, que contava que quando era criança ía até a padaria de manhã e via toras e mais toras de madeira do lado de fora. Depois, mais tarde, ele ía lá pra comer pãozinho. E assim ele concluiu que pãozinho era feito de madeira.

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28 de março de 2005 às 22h24

Do you wanna dance?

Tá todo mundo dançando Roupa Nova com a platéia da Hebe, total revival em clima de 'eu perguntava Do you wanna dance'. Mas quem é que lembra da música original, do Johnny Rivers,'Do you wanna dance'? Eu tinha o compacto duplo. Ou melhor, minha irmã mais velha tinha. Pra quem não sabe, compacto duplo é uma espécie de CD de vinil, com quatro faixas, duas de cada lado. Nesse tempo, quando uma pessoa repetia a mesma coisa a gente dizia 'vira o disco!'. CD não vira, né. Só tem um lado.

O mais louco é ter vivido tudo isso, ter visto os LPs dos avós em 78 rotações por minuto e hoje, fazer download de música sem mídia, em mp3, em conexões medidas em kilobytes por segundo.

28 de março de 2005 às 22h11

Bom dia

Não sei se o dia foi bom mas eu vou catalogá-lo assim. Porque fiz o que tinha que fazer (ou quase), porque agradei a todos na família, porque tentei ser gentil, porque fui verdadeira. Porque me diverti no blog. Porque conversei com pessoas que conheço e que não conheço. Porque respondi os emails que eu pude. Fiquei devendo algumas coisas pra mim, mas amanhã eu recupero. Hoje, foi um dia, sincero.

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28 de março de 2005 às 21h17

Ganhador

Já temos um ganhador.  Está nos comentários. Agora é fácil de achar. Já vou explicar.

fogosverdes Ganhadorfogosamarelos Ganhadorfogosazuis Ganhador

.Em seu caráter simbólico, = caráter, como caracter, simbólico, um símbolo, um ícone
.no Google, nada acharás. = digitando apenas este símbolo no google não há resultados
.Para chegares aqui, com ele, cruzarás. = ele está no teclado do computador, no celular
.Lógico e bucólico? = jogo lógico, antigo, da infância
.Ora bolas! O xis da questão é o fim! = bolas, zeros e xis
.Terminando a vida, a disputa, será dela. = velhice, jogo, dela
.Uma prova dos nove, enfim, = um jogo, nove possibilidades, 3 x 3 , uma matriz, um quadrado
.diagonal ou paralela.  = linha diagonal ou paralela

# JOGO DA VELHA

Parabéns, Marcos Amorim!!

 

28 de março de 2005 às 20h46

Charada

Gastei uns bons neurônios pra criar esta charada. O primeiro que acertar ganha um livro de presente. Descobri que adoro fazer charadas. Se eu continuar ganhando livros, vou fazê-las sempre.

Em seu caráter simbólico,
no Google, nada acharás.
Para chegares aqui, com ele, cruzarás.
Lógico e bucólico?
Ora bolas! O xis da questão é o fim!
Terminando a vida, a disputa, será dela.
Uma prova dos nove, enfim,
diagonal ou paralela.

 

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