Rosana Hermann

3 de abril de 2005 às 15h57

Direito à dúvida

Faça uma crítica em qualquer lugar da Internet, a qualquer coisa, pessoa, bicho ou lugar e sempre aparecerá alguém defendendo esta pessoa, bicho, lugar ou pessoa como se você estivesse falando sobre ela em particular. Se todos esses humanos, natos defensores de tudo e todos, estudassem direito, teríamos os mais apaixonados advogados de defesa do mundo. O que intriga é: o fato de uma pessoa defender ferrenhamente algo ou alguém que não lhe diz respeito, significa que ela é uma gentil defensora planetária, tem uma procuração divina e generéica ou que ela está usando a crítica para criticar o crítico porque ela adora criticar? E se alguém criticar o crítico que fez a crítica em outro lugar da rede, ela também irá até lá defendê-lo?

Fica a dúvida. Fica também outra pergunta:

- como esta pessoas reagem diante dos meios de comunicação que nem ao menos oferecem a possibilidade de comentar? elas ficam gritando para o rádio e a tv? mandam cartas pra redação dos jornais e revistas? ou esse fenômeno só acontece na rede justamente onde os comentários são abertos? Será que é por isso que alguns blogs não abrem comentários para os leitores?

E por que o São Paulo não marca logo um gol??

 

3 de abril de 2005 às 15h47

Doe Sangue

O leitor Gabriel entrou nos comentário e deu o toque. Vamos lembrar, aqui no blog, a importância de doar sangue. Se você tiver a oportunidade, não deixe de fazê-lo. Um dia a gente doa, um dia a gente precisa. O sangue de um é o sangue de todos. Informações e detalhes, em vários sites, como o da fundação pró-sangue.

3 de abril de 2005 às 10h23

YaGooHooGle?

Alexandre Pinho mandou o link. O search engine busca nos dois, Yahoo e Google. O layout é meio pofebrinho, mistura de pobre com feinho.

Aproveite pra ver uma bobagem: gizzoogle

2 de abril de 2005 às 23h25

Orgulho II

De uma coisa posso me orgulhar: nunca assisti ao teste de fidelidade do João Kléber. Aliás, nunca assisti ao programa, nem sei se é só teste ou se tem alguma coisa. Acho que vou incluir isso no meu currículo.

2 de abril de 2005 às 23h04

bom domingo

e ja sabe, don't worry, be happy.

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2 de abril de 2005 às 22h56

Ibope

O Montenegro do Ibope fez uma comparação muito estranha, pra dizer o mínimo, numa entrevista para Amaury Jr. Que cada país só pode ter um medidor, um instituto, porque o Ibope é como um termômetro. Quer dizer que cada país só pode ter um termômetro? E aí um cara que estava com ele,o Leleco, filho do Chacrinha, criticou o Silvio Santos que tentou ter seu próprio instituto, o Datanexus, dizendo "como é que o dono da emissora vai ter um instituto pra julgar ele mesmo?" Quer dizer que Ibope...julga? Eu pensei que medisse, apenas.

PS - e o que é o Montenegro dizendo "a nivel de" sem parar?

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2 de abril de 2005 às 22h24

Rio de Janeiro

Na sexta-feira, acordei bem cedo e liguei o pc. Fui ver o blog da Cora e dei de cara com um post falando sobre a chacina da Baixada Fluminense e Queimados, publicado de madrugada. Inaceitável.

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2 de abril de 2005 às 22h11

Filme

Estamos vendo um filme, chamado Irmãs Gêmeas. Como pano de fundo, a segunda guerra.Bem interessante. Duas meninas gêmeas alemãs são separadas no dia que ficam órfãs. Cada uma vai levar uma vida diferente, uma vai para a Holanda e se casa com um judeu e outra casa com um oficial nazista.

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2 de abril de 2005 às 21h41

Sem TV

Na contramão do excesso de importância que o Brasil dá à tv, cheguei em casa e, ao encontrar meus filhos fazendo lição sem tv, não liguei a tv também. Ficamos os três, ocupados, juntos. Ela, traduzindo Sherlock Holmes para a aula de inglês. Ele, lendo Senhora de José de Alencar, online (só depois achei o livro em casa). Eu, procurando audio livros. De repente, o mau humor foi embora e eu me senti muito, muito feliz.

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2 de abril de 2005 às 20h20

Bonner

Lá está o William Bonner, com sua mola de caderno na nuca, transmitindo ao vivo e com delay, direto do Vaticano. E, claro, a Ilse Scanparini sempre com aquele tom suave chamou o Papa de 'uma' pop star. Gostei mais da transmissão da Band, com o Carlos Nascimento, foi mais natural.

PS - O Bonner estava morrendo de frio, coitado. Reclamou várias vezes.

 

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