O que mais me deixou feliz ao ler nesta cinzenta manhã de domingo os comentários enviados ao "Balaio do Kotscho" pelos leitores de diferentes cantos do Brasil foi a forma civilizada de se manifestar, a favor ou contra o que os outros pensam, com bons argumentos e sem baixarias histéricas.

Em apenas quatro dias, reencontrei aqui velhos amigos, leitores de outras publicações por onde passei, e também descobri muita gente nova disposta a participar das discussões que pretendo levantar em torno de temas da vida real das ruas e dos bastidores do poder. 

Estou gostando muito deste novo trabalho. Não é fácil estrear como blogueiro aos 60 anos. Mas sempre tem a primeira vez, como mostra o amigo Washington Olivetto em seu belo livro "O Primeiro a Gente Nunca Esquece", lançado esta semana pela Planeta.

Pela experiência de outros colegas, temia virar escravo de mim mesmo, o dia inteiro na frente do computador, mas isso não aconteceu.

Só venho aqui escrever para vocês quando tenho vontade, sem fazê-lo por obrigação, mas pelo prazer de contar minhas histórias.

Até porque, se ficar só aqui escrevendo e lendo os comentários, onde vou arrumar novidades para contar?

Por isso, também, como expliquei no texto de apresentação do "Balaio", não tenho condições de responder individualmente a cada leitor. 

Acho que fiz bem em liberar os comentários, sem moderação. Com os leitores que tenho, acho que não preciso me preocupar.

Espero que a gente possa seguir nesta trilha. Obrigado a todos.

Em tempo: como me alertou o bom repórter Wallace Lara, não se escreve mais Aparecida do Norte, mas apenas Aparecida. Está feita a correção.

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