Já que o venerando Juvenal Juvêncio, eterno presidente do São Paulo, mais uma vez contestado na Justiça como se fosse um Ricardo Teixeira, não tem mais moral para demitir ninguém, é melhor que este técnico perdedor, o tal de  Adilson Batista, que não deu certo em time nenhum, peça o boné e as contas.

Seria melhor para ele e o seu patrão, antes que a torcida perca a paciência com os dois.

Não dá mais para ver a camisa do grande tricolor paulista, tantas vezes campeã, passeando em campo sem rumo, sem respeito pela sua história.

Na reta final deste Brasileirão de 2011, o São Paulo parece que joga só para cumprir tabela, não para ser campeão. Mesmo jogando em casa, sempre entra em campo com medo de perder, não para ganhar. Falta alma, falta um esquema de jogo, qualquer um, o time disposto a partir para cima do adversário.

Foi assim mais uma vez nesta quarta-feira contra o Internacional, em Barueri. Tem sido assim em todos os últimos jogos. O problema nem é mais ganhar ou perder pontos. É ser covarde, é não ser o São Paulo, o grande time guerreiro que aprendi a amar quando meu pai me levou para torcer por ele.  

Cada vez mais o São Paulo de Juvenal Juvêncio & Adilson Batista está ficando mais parecido com a seleção brasileira de Ricardo Teixeira & Mano Menezes. Não honram a camisa que vestem. Todos eles se merecem e devem ganhar um bom dinheiro para continuar fazendo o que fazem. Só perdemos nós, os torcedores.

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