Montagem dilmaxobama Um dia sem celular, e nada mudou no nosso louco mundo

Ao ler o título acima, o leitor logo poderá se perguntar: E por que haveria de mudar?

É este o ponto: já vivemos milhões de anos sem celular. Um dia a mais ou a menos não faz a menor diferença. Só me dei conta disso no final desta segunda-feira, depois de passar o dia todo fora de casa, aflito porque estava sem o celular, que deixei em casa carregando na tomada.

Fora algum eventual problema com alguém da família, o que de tão importante poderia ter acontecido que eu precisasse saber na hora? Sim, eu admito que poderia ter começado o ataque dos Estados Unidos à Síria, mas não saberia dizer se os arapongas da NSA (a sigla em inglês da Agência Nacional de Segurança, a central de espionagem do grande irmão) detectaram a ausência do celular no meu bolso. Eles são muito discretos e, além disso, nada teriam para gravar. O celular passou o dia mudo.

Nem começou a guerra no Oriente Médio  — e se tivesse estourado o conflito, o que eu poderia fazer, francamente? —  nem as manchetes que acabo de ler no começo da tarde de terça-feira, já com meu celular no bolso, me fazem sentir a consciência pesada por ter perdido algo de muito importante.

Donadon, mensalão, voto secreto, protestos dos mascarados, novos partidos, o vai-não-vai do Serra, o sobe e desce da economia, a bronca da Dilma com os arapongas do Obama, nova reunião do G-20  — nada encontro capaz de me entusiasmar a ponto de largar o que estou fazendo para escrever um novo post no Balaio.

Fico só pensando o que tanto poderia interessar aos agentes americanos sobre os segredos da pacata vida nacional, a ponto de eles estarem preocupados com o que falamos ao telefone ou a presidente Dilma escreve em  seu e-mail? Pois já não está tudo na "nuvem", é só ir lá e pegar?

No momento, só me ocorrem dois assuntos que poderiam justificar a bisbilhotagem da NSA: os leilões do pré-sal e algumas obras de infraestrutura, além da interminável novela da compra de novos caças pela FAB que os americanos da Boeing gostariam de nos vender.

Ou seja, o interesse é puramente comercial, já que não me parece crível Obama estar preocupado com alguma ação militar brasileira em seu país, o que só nos faz lembrar-se daquela velha piada: E se nós ganharmos, o que vamos fazer com aquilo tudo?

Fica parecendo até que um governo espionar o outro é uma grande novidade, algo que em tempos passados faria os jornais pararem as rotativas para o lançamento de uma edição extra. Coisas do tempo do mestre Carlos  Heitor Cony, que ainda hoje lembrou na sua coluna "Nada de novo":

"Em 31 de março de 1964, véspera do golpe militar daquele ano, mensagem oficial de Washington informava ao embaixador Lincoln Gordon que Juscelino Kubitschek encontrara secretamente o ministro da Guerra de João Goulart, general Jair Dantas Ribeiro, que estava internado no Hospital dos Servidores do Estado (...) Na suíte hospitalar, sem nenhuma testemunha, JK conversou com Dantas Ribeiro. Cerca de 15 minutos depois, o embaixador Gordon, em vez de informar Washington, era informado oficialmente por Washington do teor da conversa entre JK e Dantas Ribeiro".

Seria mais ou menos como se a presidente Dilma, graças aos prestimosos rapazes da Abin (a nossa NSA), informasse o ex-chanceler Antônio Patriota sobre a entrada daquele senador boliviano em nosso país, 15 minutos após a sua chegada a Corumbá...

Isso que Cony conta aconteceu quase meio século atrás, quando ainda estávamos milênios distantes dos celulares e todos os apetrechos tecnológicos de hoje em dia, como o computador em que escrevo esta coluna para vocês, e que daqui a pouco irá para a "nuvem", podendo ser lida em qualquer lugar do mundo.

Será que não estamos exagerando nessa nossa cada vez maior dependência dos instrumentos cibernéticos, que pode até ajudar a vida em muitas coisas, mas ainda não conseguiu me arrumar mais tempo para passar com meus netos, de quem sinto muita saudade — e não há celular que resolva. Ao contrário, cada vez mais ligado nas telas e nas mensagens que fazem a alegria da NSA, menos tempo me sobra para fazer o que realmente gosto.

Trocaria todos os meus equipamentos de "última geração", que não valem muita coisa, por meia hora a mais a cada dia para poder ver a minha turma brincar de esconde-esconde. O problema é que os pequenos também não largam os malditos aparelhinhos...

Nada mudaria no nosso louco mundo, mas com certeza eu seria bem mais feliz.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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18 Comentários

"Um dia sem celular, e nada mudou no nosso louco mundo"

3 de September de 2013 às 14:57 - Postado por rkotscho

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Comentários
  • Victor Hugo
    - 5 de setembro de 2013 - 23:39

    Quanta asneira, Luiz Carlos Velho 10h46 !!!!! Busch virou motivo de chacota não entre esquerdistas, mas entre seus próprios compatriotas pelo "QI" de ameba. Mas se voce o admira, nada temos nada a declarar, pois gosto não se discute. Meus ídolos são Aristóteles, Pitágoras, Arquimedes, Sócrates, Newton, Kepler, Eistein, Galileu, Fermat, Gauss, Euler, Thompson, Freud, Cervantes, Dickens, V Hugo, Twain, Voltaire, Tolstói, Dostoievski, etc. Bem diferente dos seus, tonto, que idolatra, sim, milionários como Blairo Magi e assemelhados, não lhe importando a forma como conquistaram fortuna. Por essas e outras voce é motivo de chacota aqui no Balaio, assim como Busch é motivo de chacota entre o povo americano. Abração, Velho. (Eu mereço !!)

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  • augusto2
    - 5 de setembro de 2013 - 11:31

    queria saber E em todas as pesquisas feitas recentemente sobre a preocupaçoes dos brasileiros em qual lugar de ordem está a preocupaçao com o desemprego. E que o ibge fizesse, ô velho a teu pedido, uma pesquisa em toda região ao redor de de Louveira (sp) e Extrema (mg) em raio de 70 km -onde nao tem nenhuma capital- para achar outros numeros e ajudar sua tese...

    Responder
  • Luiz Carlos, o velho
    - 5 de setembro de 2013 - 10:46

    Caro Kotscho. Apenas para encerrar, avise aos militantes e milicianos de plantão aqui, que eu jamais passei sequer nas ruas onde moram Blairo Maggi e algum Cutralle. Não cultuo à personalidade, isso é coisa de fanático. Admiro os que trabalham e produzem, como o Maggi que, sozinho gera cerca de 3% da tx de exportação. Lembrando que os dois foram citados por acaso, dado às circunstâncias, começaram do ZERO E FORAM GALGANDO POSIÇÕES POE MÉRITO PRÓPRIO. Infelizmente, porém. parece que, no Brasil atual, trabalhar é um pecado mortal. Trabalhar só não, estudar também. O ex-presidente Busch, por exemplo, é visto e aclamado como um retardado pelos nossos milicianos tupiniquins, isso porque ele tem duas formações superiores, sendo uma delas em HARVARD*, além de ser piloto de guerra. *HARVARD, como se sabe é, de longe, a mais conceituada Universidade do Planeta TERRA. Mas, no Brasil, Harvard, perde, de longe, para o SENAI de Tatuapé. Aliás, segundo o Cristianismo, trabalhar é castigo mesmo. Foi a determinação Divina ,imposta pela desobediência de Adão: ''Do suor do teu rosto tirarás o pão de cada dia''.

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  • Gilberto de Oliveira
    - 5 de setembro de 2013 - 02:56

    Celular? Não tenho, não quero ter, e tenho raiva de quem tem!

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  • Luiz Carlos, o velho
    - 5 de setembro de 2013 - 00:15

    Pardalzinho - 04/09/2013 - 20h44 "Antes de me detonarem, procurem saber o que é um ''desempregado'' pelo método oficial, sinceramente, é uma pilheria" O Velho matou a charada...'' Fale com o DIEESE. Eu sempre tive certas reservas com o DIEESE, mas o PT não. Por favor ,não saque a arma no salão, eu sou apenas um cantor. Mas, a Espanha continua no 1º mundo, com renda per capita de 31 mil dólares, contra 11 mil do Brasil. Viu militante? E lá, desempregado é desempregado e não um IBEGEELIZADO, que é outra coisa. Aqui, volto a insistir, é o que é bom vem do liberalismo que, infelizmente ainda encontra muitas reações.

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  • Victor Hugo
    - 4 de setembro de 2013 - 22:53

    Velho, se decidir aceitar o sábio conselho do Pardalzinho (plantar batatas), não esqueça, também, de sua natural vocação, pois se o Blairo Magi é o "Rei da Soja", voce, Velho, é o "Príncipe das Abobrinhas". (E durma com um barulho desses !!!!!!)

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  • Pardalzinho
    - 4 de setembro de 2013 - 20:44

    "Antes de me detonarem, procurem saber o que é um ''desempregado'' pelo método oficial, sinceramente, é uma pilheria" O Velho matou a charada... nosso desemprego é maior do que o da Europa, cujos métodos de cálculo do desemprego refletem a realidade. Alguém precisa avisar os espanhóis, portugueses, gregos e afins para que não venham para cá. O Brasil ser considerado hoje a 6a economia mundial é apenas uma pegadinha... PS - Velho, compare o valor de compra do salário mínimo de hoje e o de 2002, quando o Principe da Privataria passou o bastão... e já que você aprecia tanto a agricultura, aproveite e faça alguma coisa útil na sua vida; vá plantar batatas.

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  • Pardalzinho
    - 4 de setembro de 2013 - 18:28

    "É a matemática perversa do Padilha" Venal-Der, da mesma forma que tentou fazer com Haddad, e deu com os burros n'água, já percebeu que o nome da próxima fera do Lula é esse, Padilha. Nosso próximo Governador já tem nome. E a função dos trolls demotucanos será tentar bombardea-lo com factóides numa repetição grosseira da última campanha para Prefeito em SP. Haddad deve estar morrendo de rir...

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  • Luiz Carlos, o velho
    - 4 de setembro de 2013 - 18:13

    Falando em elite, a do everaldo, eis que me deparo com estatísticas do DIEESE —sim ,ele mesmo. O Dieese que o PT na oposição se baseava— mostrando o quanto salário mínimo está defasado no Brasil. Em 4 de setembro de 2013:Para atender o básico, mínimo no Brasil deveria ser de R$ 2.685,47, diz Dieese. (quase 4 x mais) O mesmo se dá com a tx de desemprego do DIEESE e o IBGE, a do DIEESE coloca o Brasil com alto índice desemprego e o IBGE diz ao contrário. E isso se explica. Antes de me detonarem, procurem saber o que é um ''desempregado'' pelo método oficial, sinceramente, é uma pilheria. Para o IBGE, que só pesquisa em 5 áreas metropolitanas,(o DIEESE em 18 localidades) um sujeito que, ao longo do mês capinou um quintal, não é um desempregado! Quem nunca trabalhou não é ESTATISTICAMENTE um desempregado e quem, por mais de um mês não procurou emprego, também não, este é um ''DESALENTADO'' Gostaram?

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  • Priscila Nogueira
    - 4 de setembro de 2013 - 15:50

    O Ricardo acertou em cheio no post, essa obsessão por tecnologia já encheu o saco, lí no meu iPhone 5 IOS e imediatamente enviei um link a todas as minhas amigas que também adoraram e repassaram para os parentes e conhecidos. Já passou da hora de bancarmos os escravos destas máquinas malignas.

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  • everaldo
    - 4 de setembro de 2013 - 13:11

    ...nada é mais místico e transcedente do que ouvir umas velhinhas rezando uma novena em uma igrejinha ou casebre nordestino, numa noite de lua na caatinga, ou às margens do São Francisco, cantando, no desafino, os seus hinários. Tenho certeza que é a mais eficiente "operadora de celular" que nos conecta a Deus, e, de graça. A mão de Deus acendeia a luz A luz que alumeia A mão que deu o seu filho Jesus Que incendeia Aquele conjunto de vozes desafinadas, se perdendo no silêncio da noite, é pura magia. Sabe Ricardo, um dos nossos maiores obstáculos para o nosso crescimento como nação, tem sido mesquinhes de nossa elite em não amar o Brasil e sua gente. A elite americana ama a América, a nossa não, tem vergonha de amar o Brasil. Nessa minha viajem, vou pedir a um grupo de velhinhas, que rezem uma novena, com muito fervor, para que acorde a nossa elite de seu sono secular, especialmente os seus mais novos rebentos.

    Responder
  • Vannelder
    - 4 de setembro de 2013 - 12:14

    Sem celular a gente passa, mas e o que dizer de falta de leitos para doentes? Ora, deu hoje nos jornais que: em janeiro 2010, o SUS oferecia em seus estabelecimentos 361 mil leitos hospitalares. No último mês de julho, os hospitais públicos dispunham de 348.303 leitos. Extraídos de um banco de dados do próprio Ministério da Saúde, esses números revelam que a clientela do sistema público de saúde perdeu 12.697 camas em três anos e meio. É a matemática perversa do Padilha. Mais médicos e menos leitos, medicamentos, estrutura mínima, etc....E os pacientes que se virem!

    Responder
  • cesarT
    - 4 de setembro de 2013 - 09:59

    Kotcho, nr. de celular SÓ para familia, é o melhor "filtro", os demais podem esperar, ou visitar.

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  • everaldo
    - 4 de setembro de 2013 - 09:29

    Não costumo comer nada pela manhã, quando resolvo fazer isto, faço uma farofa de cebola com carne seca ou tomo um caldo de feijão. Quando estou construindo alguma obra, oriento os operários a fazerem isto, pois dá "sustança" e não faz mal. Dou-lhes também, todos os dias um pedaço de rapadura após os seus almoços.Isto deveria ser transformado em lei. O Mançú, meu pedreiro e amigo predileto, fica puto, quando esqueço a rapadura. Êle é um fenômeno para a medicina, tem o corpo todo encaroçado, os gãnglios hipertrofiados, já vinheram médicos até da Rússia para entender como o Mançú, que nasceu no sertão da Bahia, sobreviveu 65 anos, com aqueles caroços, e, comendo arroz, feijão, tripa de porco assada...a as minhas rapaduras. É uma prova viva da existencia de Deus. Quando estou de saco cheio de não fazer nada, pego a minha Ecoesportezinha 2003 e vazo, num rolé( deve vir de rally ) pelo sertão. É o que vou fazer a partir de sexta-feira. Vou cruzar a Chapada Diamantina, sentir as estrelas dentro de mim, e tomar um banho na foz do São Francisco.Com fé em Nossa Senhora e a proteção de padim pade Ciço. Comer um feijão com arroiz na casa de seu Manoel Galdino lá em Jeremoabo. Vou visitar o cemiteriozim de beira de estrada que escolhi para ser enterrado, uma gracinha. Deus tem um lugar especial para aqueles que são enterrados em cemiterios de beira de estrada, pois é através deles que ouve o roncar dos motores das carretas, indo e vindo, dando-lhe aquela sensação de eteno movimento. Se Deus um dia se encarnar entre nós, com certeza será um caminhoneiro, ou coveiro de cemitéiro de beira de estrada. Acho um atestado de burrice juramental o caba deixar de levar os seus filhos para tomar um banho no Rio Corrente, em Correntina, pra levá-los pra Disney, que é o que faz a nossa medíocre classe média. Porque não votam uma lei, em que o caba, só poderia tirar o passaporte, depois de passar uma semana em alguma cidadezinha do interior do Brasil ??? Quem sabe, o vagabundo , desistiria de ser tão abestalhado. Deveria haver um artigo em nossa constituição:" O caba só pode tirar um passaporte depois de ter provado que tomou um banho no Rio São Francisco, revogan-se todas as disposições em contrário " Tenho um celular paraguaio de 79 reais, dois chipis, um pra família e outro pros outros. O apego exagerado ( porque não poderia ser ezagerado ??? ) a estas quinquilharias tecnológicas esta se transformando em uma doença. ...um abraço em meu amigo Ênio Barroso ( OH! Sônia...fafavô, dá um beijo aí,como se fosse eu, em meu amigo, tô com saudade dele )...e vamú qui vamú... Bendiiiito...louvado seeeja...bendiiito, louvado seeeeja...ooo santííííssimo sacraaamento.

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  • divaldo
    - 3 de setembro de 2013 - 21:05

    Como acontece com o Luis Carlos ( o velho) que defende segundo suas crenças, a classe empresarial e acha que todas as empresas tem que ser entregues a iniciativa privada senão vão prá frente, dê lucros, o interesse em bisbilhotar a vida e o que pensa os brasileiros àcerca da vidas das empresas norte-americanas, ou seja, a araponguice deles tem a finalidade de defender os interesses financeiros destas empresas. Em suma, tem os mesmos fundamentos do porque o Luiz Carlos (o velho), defende a tese de que as empresas estatais têm que ter a exploração por conta de empresârios, segundo ele os únicos capazes de gerir com lucros uma empresa. Este pensamento foi expresso pelo proprio americano que se refugiou na Russia e que disse que o Obama tem uma central internacional de informações sobre as outras nações, cujo nome não me veio à cabeça agora. Resumindo, esta arapongagem é feita para proteger os interesses de lucros destas empresas que exploram o trabalho como fazem com os chineses.

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  • everaldo
    - 3 de setembro de 2013 - 19:53

    ...Ricardo...sugestão, um pôste em que voce não escreveria nada, apenas um link para esta página, que tal ??? http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/113781/Uma-li%C3%A7%C3%A3o-de-dignidade-de-uma-m%C3%A9dica-cearense.htm

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  • Mr. Chance (Muito Além do Jardins...)
    - 3 de setembro de 2013 - 17:45

    Como o Velho em relação ao neoliberalismo, estamos todos sofrendo da Síndrome de Estocolmo em relação à estas novas tecnologias... somos reféns e adoramos nossos sequestradores. Chegou a hora de dar uma banana para eles...

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  • Carlos Augusto Meurer
    - 3 de setembro de 2013 - 16:47

    Disse tudo!!! Com relação a toda essa tecnologia que nos cerca hoje... O computador veio resolver todos os problemas que não tínhamos!!!!

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