O ano começa exatamente como 2013 acabou: políticos e partidos disputando alianças e palanques, tempo de televisão e manchetes de jornais, mas o eleitorado não está nem aí para as eleições. Não é preciso ser nenhum Carlos Augusto Montenegro, o guru do Ibope, para prever que os eleitores só vão começar a se interessar pelo assunto após a Copa do Mundo, que acaba em julho. Basta prestar atenção nas conversas em que todo mundo já faz planos para o Carnaval ou discute onde vai passar o próximo fim de semana deste verão calorento.
"Antes disso, ninguém vai falar em política", disse Montenegro em longa entrevista concedida ao jornal Brasil Econômico, em que destaca que o nível de satisfação do brasileiro hoje é de 80%. Por isso, diz ele, "o brasileiro quer saber é se a prestação vai caber no seu orçamento".
Nos seus cálculos, até agora, um em cada três eleitores ainda não tem candidato. "A verdade é que o brasileiro não gosta muito de política. Se o voto no país não fosse obrigatório, teríamos eleições similares às que tivemos no Chile agora, com algo em torno de apenas 40% votando".
Quem gosta de política, como sabemos, é político e jornalista, um realimentando o outro para ocupar o noticiário nesta época de férias. Confesso que, no meu caso, também gostaria de falar de outras coisas mais agradáveis, como o convívio com os netos e o pão matutino tostado na chapa na padaria, mas desconfio que os leitores não iriam se interessar muito.
Falar do quê? O óbvio seria tratar da carnificina nos presídios do Maranhão em chamas, mas o que mais posso escrever além de tudo que já foi dito e mostrado sobre uma das maiores tragédias humanas dos últimos tempos? Sinto-me mal só de ver as imagens, não consigo escrever nada sobre isso.
Apesar de tudo, prefiro falar de eleição porque este é sempre um tempo de renovação de esperanças, de propostas de mudanças, de busca de novos caminhos, até para evitar que velhas tragédias se repitam e novas aconteçam, como estamos vendo agora no Maranhão. Se o eleitor, porém, prefere esperar o Carnaval e a Copa passar, para só depois pensar nas escolhas que definirão nosso futuro, fica difícil ser otimista a esta altura do campeonato.
A campanha eleitoral deste ano será curta, constata Montenegro, o que é uma pena. Este deveria ser um momento importante para aumentar o grau de consciência política da população e assim fortalecer a democracia, com a participação de todos nós nos debates. Não poderia ser uma tarefa restrita a candidatos e seus marqueteiros de ouro, como infelizmente vem acontecendo nas últimas eleições, mesmo sem Copa do Mundo no Brasil.
Quem não gosta de política acaba sendo governado pelos que gostam _ e é aí exatamente que muitas vezes reside o perigo de tudo continuar como está para ver como é que fica. O nosso Brasil, convenhamos, não pode correr o risco de virar um imenso Maranhão.


"Só depois da Copa eleições começam a despertar interesse"
7 de January de 2014 às 13:32 - Postado por rkotscho
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Kotscho, eu acho que o Montenegro está mais para o macumbeiro do Ibope, devido AOS TRABALHOS que ele faz em certas eleições, onde surge na ULTIMA PESQUISA variações impressionantes. Bem Kotscho, MAS O ANO ACABOU: "O bolsa familia, que dá dinheiro PARA QUEM PRATICAMENTE NÃO TEM O QUE COMER, ao contrario do PROER, que DEU DINHEIRO PARA MILIONARIOS BANQUEIROS; não acabou; e o FHC, o AECIO e outros do PSDB, certamente não VÃO EXPLICAR o que aconteceu com a HIPERINFLAÇÃO que eles anunciaram por diversas vezes, como aliás é de costume do PSDB NÃO DAR EXPLICAÇÕES DE NADA.
Everaldo , só a Soberana merece nosso carinho , abraço e respeito não é? Abraços
Dário Cesar, fiquei deveras emocionado com o seu lindo abraço em nossa presidenta, emocionado e com inveja...liiiiindo. Agora, olha só meu irmão, o que sobra para os Vannalders da vida abraçarem: Zé Serra, FHga cada vez mais efeagagado, Marina, Dudú,...já pensou o cara suportar o bafo do Aecim, pinga ni mim, depois de uma noitada no baixo Leblon ??? Acho que o Vannalder gostaria mesmo era de um abraço bem apertado do Joaquinzão. Como dizia meu avô:- Tem gente pra tudo meu fii. Conheci um caba que se apaixonou por uma jumenta, que até hoje chora quando lembra dela.
Nós que defendemos o PT, após toda essa denuncia do mensalão em 2005, passamos 7 anos tendo que aguentar as gozações e sermos chamados de mensaleiros. Foi triste, muito triste. Mas agora estou adorando essa história do trensalão e da corrupção do Metrô-SP. Aos trensaleiros e metrôlhas, agora aguentem o revide. Mensalão virou fichinha em comparação a maior corrupção de todos os tempos, que o é do Metrô-SP. R$ 1 bilhão de dinheiro público desviado. Será que finalmente vamos ver tucanos presos?
O velho palhaço deste blog, com seus inúmeros alter-egos, em seus disfarces mais patéticos agora vem dizer que 61% dos yankes imperialistas aprovam o Brasil, conforme um tal de Instituto PUM! Ignora que 66% dos BRASILEIROS querem MUDANÇA!
Retomo meu cantinho nesse "nosso" Balaio, desejando um ano novo positivamente surpreendente aos frequentadores normais desse espaço livre, em especial ao mestre Kotscho, tolerante Almirante em Chefe desse democrático barco. Lamento não poder desejar o mesmo aos que já se repetem velhos no novo, estacionados e inamovíveis no ano de 2002. A esses, assíduos do "camarote" no Balaio, salvo as exceções sem cura já presente nesse post, espero que o inesperado faça-lhes uma surpresa e traga-os ao Brasil real, o Brasil que finalmente enxerga futuro, pois move-se no presente rumo ao justo e ao moderno, menos desigual.
Kotscho, acho que você não deveria dar tanta "vasão" à "crise do Maranhão". Quanto ônibus foram queimados aqui no sul, em vários estados especialmente em Santa Catarina e não mereceram tanta "perseguição"? Não é justo com o Maranhão. Só porque a mídia nacional o alardeia? Logo, logo o Maranhão terá sua primavera... As pessoas, os clãs não são para sempre...
Para que o nosso NOVO Bobo da Corte (na ausência do VELHO), Venal-Der, comece o dia da pior maneira possível... 08/01/2014 - 03h00 Brasil é bem avaliado por 61% dos americanos RAUL JUSTE LORES DE WASHINGTON PARA UOL O Brasil é o país emergente com visão mais positiva pelos americanos, segundo pesquisa feita pelo instituto Pew, um dos maiores centros de estudos dos EUA. Dos americanos pesquisados, 61% disseram ter opinião "favorável" sobre o país, contra apenas 15% de "desfavorável".
Gozado, também acho que são uns completos idiotas e imbecis quem acredita nos golpistas e tucanalhas de nossa mídia e ficam repetindo como bovinos o inacreditável mantra: "O Mensalão Foi o Maior Escândalo de Corrupção no Brasil".como se esses idiotas não soubessem que somente a compra de votos para a reeleição de FHC daria para pagar uns 20 mensalões, no mínimo.... Sem falar no escândalo do ISS da Prefeitura de SP ( mais de MEIO BILHÃO), os desvios do Trensalão Tucanalha ( mais de 1 BILHÃO) e nem vou falar da Privataria Tucana, que daria para fazer umas 5 Copas do Mundo aquí, somente com a "doação" da Vale no... Não é possível que certos caras sejam tão trouxas assim, eu acho que eles querem é tirar onda com nossa cara...
Olá querido Kotscho, saudades... Eu já me antecipei as eleições antes mesmo da copa ... e na passagem da Presidente aqui por Santa Catarina em Novembro passado furei a segurança e dei um gostoso abraço na nossa Soberana. A história dessa façanha está no link abaixo. Um dos dias mais felizes da minha vida Kotscho! em 2014 é Dilma de novo! Pela vontade do povo. Forte Abraço http://beiradapraia.com.br/noticias/politica/morador-de-penha-fura-seguranca-e-abraca-a-presidenta-dilma-rousseff/
Idiotas são os que tentam transformar em heróis os fora da lei, pegos com a mão na massa no maior escândalo de corrupção nunca antes visto na história deste país - o Mensalão do Governo Lulla. Idiotas são os que ignoram o fracasso do atual modelo de administração petista - que digam os paulistanos desiludidos!!!! E agora o PT parte para a baixaria chamando o competente Eduardo Campos de "playboy". Já começou tão cedo o desespero?
Acho que as campnhas para as eleições já está em andamento desde o ano passado e nós não nos lembramos das manifestações dos amestrados black-blocs? Se fosse a poucos dias delas, as eleições é claro, seria uma devassa e na certa todos os candidatos estariam em palpos de aranha e neste momento ou teríamos uma ausencia record das urnas ou ganharia qualquer aventureiro que surgisse para governar. É neste diapasão que eu traço o grande risco que passa o país e aqueles que governam despreocupadamente. É porisso que eu digo; quem governa, tem que se portar como o jacaré femea chocando seus ovos, futuros jacarezinhos, um ciume só. Bobeou, o cachimbo cai! Aí é que mora a responsabilidade do politico. Mirem-se no exemplo do FHC que foi um irresponsável achando que reelejaria qualquer poste por ele apresentado aos eleitores. E quem não se lembra de fatos como inflação acachapante, pessoas se apavorando e se aposentando desesperadamente por causa de promessas de aumento de limite de idade de contribuição além dos 70 anos? E o tal de "fator previdenciário" umas das piores herança deste nefasto governo tucano? Eu não me esqueço de forma nenhuma! E aqueles que foram chamados na "lata" na cara, de "vagabundos"? E o desemprego que campeava, a desesperança que assolava o, povo? E a inflação alimentada pela especulação e o cambio Real x Dollar? É porisso e outras incompetencias que eu digo; tucanos?? Nunnccaaa mais, se Deus quiser.
Motim na Folha? Rossi também critica “nervosinhos” 7 de janeiro de 2014 | 08:40 Autor: Miguel do Rosário Se vale alguma coisa viver nossa época, é assistir a esses “motins” na grande imprensa. São raros, muito raros, e protagonizados exclusivamente por jornalistas veteranos, cujo longo tempo de permanência no jornal lhes dá autoconfiança para divergirem das linhas editoriais determinadas pelos proprietários e seus capatazes internos. Na verdade, acontece apenas na Folha. Globo, Estadão e Abril, os outros três do grupo dos quatro cavaleiros do apocalipse, mantêm um cada vez mais rígido controle sobre eventuais dissidências internas. Quem fizesse, no Globo, algo parecido ao que faz Janio de Freitas e agora Clovis Rossi, fez hoje na Folha, seria sumariamente demitido no dia seguinte. Aliás, por isso eu costumo dizer a meus amigos que, hoje em dia no Brasil, jornalistas são os profissionais com menos direito à liberdade de expressão entre todos os trabalhadores. Rossi denuncia o quanto é ridículo que nossos endinheirados fiquem “nervosinhos”, pessimistas e indignados enquanto enchem a pança. Os pobres, diz Rossi, é que deveriam estar tristes com o que o governo gasta em juros. Eu acrescentaria o seguinte: já que tem gente querendo protestar durante a Copa, poderiam pedir a volta da CPMF. José Gomes Temporão, ministro da Saúde no governo Lula, em artigo na última edição da Carta Capital, lembra que a CPMF (o imposto sobre o cheque) corresponderia a R$ 50 bilhões por ano. Ou seja, nos sete anos em que ela deixou de existir, e incluindo 2014, foram tirados R$ 350 bilhões da saúde. Esse valor é quantas vezes superior aos gastos com estádios da Copa (sendo que os estádios foram feitos, em sua maioria, com dinheiro privado, embora com financiamentos do BNDES)? Quantas pessoas poderiam ser tratadas, quantas vidas seriam salvas, se a CPMF não fosse derrubada após uma campanha midiática liderada, como sempre, pelo Globo, pela direita, e com apoio inclusive de setores irresponsáveis da ultra-esquerda? Outra coisa que eu agregaria ao texto de Clovis Rossi é que os “nervosinhos” estão quase todos aqui no Brasil, porque os investidores estrangeiros continuam acreditando no Brasil e tanto os investimentos produtivos (investimento estrangeiro direto), quanto os investimentos na bolsa, tem registrado um aumento constante. Por uma ironia triste atual da nossa história, só quem não acredita no Brasil são os ricaços do Brasil. Talvez porque lêem demais nossa mídia urubuzeira. Investidores estrangeiros e os pobres do Brasil, imunes à mídia brasileira, continuam acreditando no país: os primeiros apostando alguns bilhões, na construção de novas fábricas por aqui; outros trabalhando duro, e votando na esquerda para presidente. * Quem deveria ficar “nervosinho” Por Clovis Rossi, na Folha. Há algo de profundamente errado em um país, um certo Brasil, em que os ricos choram (e de barriga cheia), ao passo que os pobres parecem relativamente felizes. Na ponta dos mais ricos, refiro-me à pesquisa da consultoria Grant Thornton que “Mercado” publica hoje e que mostra um absurdo recorde de pessimismo entre os executivos brasileiros. Na ponta dos pobres, valem as sucessivas pesquisas que mostram satisfação majoritária com o governo Dilma Rousseff, a ponto de 11 de cada 10 analistas apostarem, hoje por hoje, na reeleição da presidente. Como ninguém vota em governo que o faz infeliz, só se pode concluir que uma fatia majoritária dos brasileiros, especialmente os pobres, está rindo. Que a economia brasileira tem problemas, ricos, pobres e remediados estão cansados de saber. Problemas conjunturais (o crescimento medíocre dos anos Dilma ou a forte queda do saldo comercial, por exemplo). Problemas estruturais que se arrastam há tantos séculos que nem é preciso relacioná-los aqui. Daí, no entanto, a um pessimismo recorde vai um abismo. Um país em que há pleno emprego e crescimento da renda não pode ser campeão de pessimismo nem pode ficar em 32º lugar, entre 45, no campeonato mundial de pessimismo. É grotesco. Grotesca igualmente é uma das aparentes razões para o surto de pessimismo que vem grassando desde meados do ano passado. Seria a diminuição do superavit primário, ou seja, do que sobra de dinheiro nos cofres públicos depois de descontadas as despesas e tem servido exclusivamente para o pagamento dos juros da dívida. Foi por isso que o ministro Guido Mantega apressou-se a divulgar os dados de 2013, para acalmar os “nervosinhos”. Quem deveria ficar nervoso, mas muito nervoso, não apenas “nervosinho”, é exatamente quem está contente com o governo. Basta fazer a comparação: os portadores de títulos da dívida pública (serão quantos? Um milhão de famílias? Cinco milhões no máximo?) receberam do governo, no ano passado, R$ 75 bilhões. É exatamente quatro vezes mais do que os R$ 18,5 bilhões pagos às 14 milhões de famílias (ou 50 milhões de pessoas) que recebem o Bolsa Família. Quatro vezes mais recursos públicos para quem tem dinheiro para investir em papéis do governo do que para quem não tem renda. Seria um escândalo se os pobres tivessem voz. Mas quem a tem são os rentistas que ficam reclamando da redução do que recebem, como se houvesse de fato a mais remota hipótese de que o governo deixe de honrar sua dívida. Fazem um baita ruído com os truques contábeis que permitiram o superavit, mas não dizem que, com truque ou sem truque, a dívida líquida diminuiu este ano, de 35,16% do PIB em janeiro para 33,9% em novembro, última medição disponível. Ou, posto de outra forma: o governo, supostamente irresponsável, gasta menos do que arrecada e ainda pinga 1,3% de tudo o que o país produz de bens e serviços na conta dos mais ricos e apenas 0,4% na dos pobres entre os pobres. E os ricos ainda choram.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014 Governo Dilma abre mais 1000 poços para levar água a 200 mil pessoas que vivem na área da seca Para combater os efeitos da estiagem na Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Piauí, a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) está investindo R$ 40,5 milhões na implantação e instalação de poços. Serão beneficiadas cerca de 200 mil pessoas, em 317 municípios. Os investimentos estão sendo direcionados para implantar 500 novos poços e instalar outros 500 que já foram perfurados mas que aguardam uma intervenção complementar para entrar em operação. Os recursos foram repassados pelo Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, via destaque orçamentário junto à Codevasf, e a execução dos trabalhos já iniciou. A previsão é que os 1.000 poços estejam concluídos até meados de 2014. A aplicação dos recursos se justifica pela ocorrência de seca prolongada no semiárido desses estados. “A recuperação e a implantação dos sistemas simplificados de abastecimento de água vão promover a universalização do acesso a água em áreas rurais para o consumo humano e para a produção agrícola, visando a segurança alimentar e nutricional de centenas de famílias de baixa renda em situação de vulnerabilidade social”, afirma Elmo Vaz, presidente da Codevasf. Segundo o plano de trabalho elaborado pela Codevasf, os recursos estão distribuídos da seguinte forma: R$ 27 milhões para instalação de poços novos e já perfurados; R$ 10,5 milhões na perfuração de novos poços e R$ 3 milhões em ações de apoio à fiscalização. Dos 317 municípios beneficiados com esta ação, 63 estão localizados na Bahia, 41 em Minas Gerais, 28 em Pernambuco e 185 no estado do Piauí. Nos locais atendidos há uma seleção dos beneficiários. A escolha segue a mesma orientação do programa Água para Todos: os beneficiários devem estar inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal, ter renda per capita familiar de até R$ 140 e ser moradores de comunidades rurais difusas com acesso precário à água.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014 Haddad abre hospitais e Padilha lança pacote de investimentos em Saúde para SP Na cerimônia de inauguração de unidade de saúde do Hora Certa na zona oeste da capital paulista, o prefeito Fernando Haddad (PT) e o ministro da saúde Alexandre Padilha (PT), anunciaram diversos investimentos para equipar o SUS. Unidade Hora Certa para consultas, exames especializados e cirurgias A sexta unidade da Rede Hora Certa inaugurada ocupa um andar do Hospital Sorocabana, que estava desativado e o prédio pertence ao governo estadual. Acrescenta à rede de atendimento do SUS capacidade para fazer 8,4 mil consultas por mês, 2,1 mil exames e 400 cirurgias. São duas salas cirúrgicas e três salas de recuperação pós-anestesia. Entre as especialidades atendidas estão cardiologia, cirurgia vascular, neurologia e urologia. O local oferecerá à população seis tipos de cirurgia e exames como colonoscopia, eletrocardiograma, endoscopia, ecocardiograma, radiologia, ultrassonografia e monitoramento ambulatorial da pressão arterial. “O grande diferencial é que tem novas especialidades, tem exames por imagem e tem centro cirúrgico. Então aumenta a resolutividade do sistema. O grande problema da saúde de São Paulo é concluir o atendimento. As pessoas não conseguem concluir o seu tratamento, por falta de vagas nos hospitais. Hoje a nossa capacidade de atendimento é o dobro do que nós tínhamos um ano atrás para cirurgias eletivas de baixa complexidade, que é o maior gargalo que nós temos na cidade”, afirmou Haddad. Com as ações da Rede Hora Certa, a fila por procedimentos na cidade caiu de 810 mil em janeiro de 2013 para 690 mil em dezembro. Sem a iniciativa da Hora Certa, estima-se que ao fim do ano passado a fila chegaria a um milhão de exames e cirurgias. O secretário municipal de Saúde, José de Filippi Júnior, também anunciou que estuda reformar completamente o Hospital Sorocabana em parceria com o estado, ativando os outros cinco andares ainda fechados. Padilha liberou investimentos no valor de R$ 112,7 milhões. - R$ 71,9 milhões para a Rede de Urgência e Emergência; - R$ 9,7 milhões para a capacitação e pesquisa sobre a saúde mental e implantação do programa Telessaúde Brasil Redes, beneficiando 250 Unidades Básicas de Saúde na capital, além de outros 110 serviços médicos; - repasse de R$ 21,1 milhões para a Fundação Faculdade de Medicina e para o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP para a realização de estudos e pesquisas para ações de vigilância, prevenção e controle da malária e tuberculose; - R$ 10 milhões para manutenção e desenvolvimento de ações de saúde por instituições e organizações não governamentais (ONGs); Municipalização de hospitais privados desativados O Hospital Santa Marina (foto à esquerda), no bairro da Vila Santa Catarina, Zona Sul da capital, estava fechado há 4 anos. Foi comprado pela Prefeitura no início do mês de dezembro e deve começar a funcionar entre julho e agosto. A nova unidade que passa a ser pública e vai oferecer mais de 300 leitos deve ser administrada pelo grupo de gestão do Hospital Albert Einstein. O próximo hospital a ser municipalizado é o Vasco da Gama (à direita), localizado no Belém, na Zona Leste da cidade. Era um hospital privado que está fechado desde 2010 por dificuldades financeiras. Filippi informou que a prefeitura está fazendo avaliação sobre o valor para compra. O dono é uma instituição financeira. “Se [a compra] não sair amigavelmente, nós vamos forçar uma decisão judicial”, destacou. O ministro da Saúde manifestou apoio na municipalização deste hospital, situado em área estratégica para expandir leitos necessários. Construção de dois novos hospitais Haddad ainda garantiu que, além de entregar o Santa Marina, a Prefeitura vai dar início à construção dos hospitais de Parelheiros, no extremo Sul da capital, e da Vila Brasilândia, na Zona Norte da cidade.
Onde você ler essas notícias? terça-feira, 7 de janeiro de 2014 Milhares de famílias rurais do Nordeste melhoram de vida com kits de produção do governo federal Codevasf investe mais de R$ 260 milhões em ações de inclusão produtiva A realidade de milhares de famílias da zona rural está mudando graças ao apoio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Programas como Água para Todos (2ª Água) e Desenvolvimento Regional, Territorial Sustentável e Economia Solidária, inseridos no Plano Brasil Sem Miséria, do governo federal, e recursos de emendas parlamentares garantem a implantação de estruturas de produção e beneficiamento, a aquisição de equipamentos e insumos, além de mobilizações e capacitações que favorecem a inclusão produtiva de agricultores familiares nos estados de atuação da Codevasf. Mais de R$ 260 milhões estão sendo investidos nessas ações, que têm como princípio básico alavancar atividades já desenvolvidas pelas comunidades ou iniciar uma nova que represente mais uma alternativa de renda, respeitando sempre a vocação produtiva local. Os kits de irrigação, por exemplo, têm sido um reforço para famílias residentes em comunidades rurais. Cada kit tem capacidade para irrigar até 500 metros quadrados, propiciando a produção de alimentos para subsistência e a comercialização do excedente. A meta é instalar 2 mil kits, um investimento de R$ 1,2 milhão. “Nós já produzimos coentro, cebola, alho, pimentão, beterraba, cenoura, quiabo, maxixe. Ganhamos entre 800 e 1.000 reais por mês, só com essas plantações. Depois dos kits, facilitou bastante, porque era muita mão de obra para molhar, e também economiza água”, afirma Domingos Ferreira Rodrigues, um dos produtores beneficiados com os kits no município de Jaborandi, no Médio São Francisco baiano. Esses kits produtivos são uma ação conjunta dos programas Água para Todos (Segunda Água) e Desenvolvimento Regional, Territorial Sustentável e Economia Solidária, no eixo de inclusão produtiva do Plano Brasil Sem Miséria. Os recursos são oriundos da Secretaria de Desenvolvimento Regional, do Ministério da Integração Nacional (SDR/MI). A Codevasf também investirá, com recursos oriundos do BNDES, R$ 114 milhões para distribuição de kits de irrigação compostos por mangueiras, tubos de PVC, tubo gotejador, bombas, válvulas e caixas d'água, bem como para implantação de uma biofábrica no estado de Alagoas e execução de barragens subterrâneas que armazenam água da chuva no subsolo. Apoio a atividades produtivas A apicultura é uma das atividades apoiadas pela Codevasf para dar uma nova perspectiva à população que vive no semiárido. Em parceria com SDR/MI, a Companhia está investindo cerca de R$ 38 milhões, beneficiando em torno de 5 mil famílias de apicultores. São fornecidos kits de apicultura, compostos por equipamentos diversos – desde colmeias, fumegadores, baldes até balanças, passando por tanques e centrífugas –, bem como unidades de extração de mel, entrepostos, unidades de beneficiamento de pólen ou de cera de abelhas. O objetivo é incluir esses produtores na Rota do Mel, que é uma das "Rotas de Integração Nacional", principal estratégia da SDR/MI para atuação no adensamento de Arranjos Produtivos Locais (APLs) e no Plano Brasil Sem Miséria. Leia mais aqui
Concordo com você Kotscho. Eleições só depois da Copa. Também creio ser desnecessário comentar sobre os infelizes episódios lá no estado do Sarney. O que acontece lá, em menor escala acontece em quase todos os presídios dominados por facções criminosas. Enquanto a legislação for frouxa com criminosos, enquanto não tivermos polícia preparada (bem paga, bem treinada, bem equipada), enquanto não tivermos a chamada "tolerância zero" com criminosos, o Brasil corre o risco sim de virar um Maranhão onde detentos são condenados a morte a critério dos "chefes de facções", onde cidadãos perdem seus filhos por balas perdidas, onde não se pode andar nas ruas das grandes cidades brasileiras sem risco de ser assaltado. Essa situação tem se agravado no Brasil inteiro mas lá no Maranhão virou calamidade pública. Não adianta a Dona Roseana sair fazendo discurso na TV, com cara de indignada. Essa situação só chegou nisso por causa do descaso do "clã" Sarney na administração do Estado.
Infelizmente, ao meu ver, a "coincidência" entre o ano eleitoral para todos os cargos não municipais e a copa do mundo sempre teve, sim, o objetivo de encurtar a campanha e, consequentemente, evitar a discussão política. Quer dizer, este ano, mais do que observei nas eleições anteriores, o encurtamento é relativo, uma vez que a grande mídia não deixa passar um dia, sequer, sem seguir adiante com sua campanha suja contra os trabalhistas. Já tentando construir a vitória da direita oposicionista.
"Excelente Joaquim Barbosa"? Era só o que me faltava.... Olha, achei o máximo um post do Luis Nassif intitulado "Uma encrenca chamada Joaquim Barbosa" do dia 30.11.13. E é bem verdade tudo que Nassif escreveu. Para os leigos, Barbosa é um herói, mas no meio jurídico é visto como um desequilibrado, que está desmoralizando a Justiça e, principalmente, o mais alto orgão do sistema: o stf. Desejo que essa figura deixe logo o stf, pois ao que parece, pretende entrar para a política. Se ele pensa que está com tanto cartaz assim com o povo, vai logo perceber oque não devido ao achincalhamento que vai sofrer durante a campanha. Prova disso é que foi vaiado quando apareceu numa quadra de samba em Andaraí.
O que eu acho engraçado é ver tantos imbecis “indignados” com os gastos da Copa, dizendo que os gastos já consumiram mais de 38 Bilhões, etc…. Será que estes tucanalhas idiotas não se tocam?????, que ELES (juntamente com a Rede Globo e a mídia golpista e tucanalha) ao derrubar a CPMF, permitiu que o Brasil deixasse de arrecadar mais de 300 BILHÕES DE REAIS, que estes sim,seriam destinados à Saúde e educação????? E agora os caras vem falar que o Brasil está deixando de construir hospitais, escolas, etc, com o dinheiro gasto na Copa… E depois alguns ainda se dizem inteligentes…