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	<title>Comentários sobre: Mídia e Barbosa são derrotados no fim do mensalão</title>
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		<title>Por: alexandre</title>
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		<dc:creator>alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 18:42:53 +0000</pubDate>
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		<description>a parte mais engraçada desse texto é quando o autor pede isenção da imprensa, sendo que trabalhou pra um dos lados e tem um blog que apoia esse lado declaradamente. e não há nada de errado nisso, apenas é um pouco hipócrita né. quer apoiar e se declarar, ok, só não pede pros outros fazerem o que o blog mesmo não faz</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a parte mais engraçada desse texto é quando o autor pede isenção da imprensa, sendo que trabalhou pra um dos lados e tem um blog que apoia esse lado declaradamente. e não há nada de errado nisso, apenas é um pouco hipócrita né. quer apoiar e se declarar, ok, só não pede pros outros fazerem o que o blog mesmo não faz</p>
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		<title>Por: Jboliv</title>
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		<dc:creator>Jboliv</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2014 19:23:14 +0000</pubDate>
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		<description>Quando alguém  da  Justiça tenta dar viés político  em  seus julgamentos, ou quando um político quer desempenhar o papel  da  justiça,  acaba no final, ficando com cara de tacho em ambos casos .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando alguém  da  Justiça tenta dar viés político  em  seus julgamentos, ou quando um político quer desempenhar o papel  da  justiça,  acaba no final, ficando com cara de tacho em ambos casos .</p>
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		<title>Por: NICANOR AMARO DA SILVA NETO</title>
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		<dc:creator>NICANOR AMARO DA SILVA NETO</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2014 16:04:20 +0000</pubDate>
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		<description>Como é bela a democracia. A régua é o horizonte. Todos por ela, pois. Quero quer, que o blog do Kotscho veio exatamente para esse propósito. Tentar dar à todos a oportunidade de se expressarem na medida do possível. Não estou doente prezado &quot;Victor Hugo&quot; e nem sou anti-petista. Se o prezado pudesse me carimbar de anti-tucano, ai sim, estaria feliz da vida, porque tem um tucano aqui em Bauru que é candidato pela 5ª vez e não quer deixar de continuar botando seu traseiro na cadeira da Assembléia Legislativa da São Paulo. Bauru é uma cidade com mais de 200 mil eleitores e temos apenas um deputado estadual, sempre o mesmo o que é um verdadeiro escândalo politicamente falando. Existem candidatos melhores. Muito melhores. Estamos engajados na mudança desse panorama. Pelo visto Victor Hugo não colaborará nessa nossa luta contra tucano, porém as portas estão abertas para recebermos sua solidariedade. Aliás sou o que sou e não boto a mão para defender quem pretende fazer de nossa Constituição, o mesmo efeito que tem o uso do papel higiênico. Tanto isso é verdade que não tenho acanhamento em expor meu nome por completo, ou seja, mostro a cara ao me identificar, ao contrário do simples uso de &quot;cognome&quot;. Victor não entendeu nada quando afirmo as &quot;virtudes&quot; de Barbosa. A fala &quot;presidencial&quot; foi truncada como pode observar no &quot;comentário&quot; posterior e para tanto pedi ao Ricardo a reconsideração pelo texto enviado. Quanto ao comentário exarado pela Srª. Edna,2, concordo inteiramente com ele. Não é em absoluto questão de &quot;coragem&quot; prezada comentarista. Quero crer que seja respeito recíproco entre eu e o excelente Ricardo Kotscho. No tempo do Ricardo, o PT vivenciou sua melhor era. Hoje, ressentido da ausência de verdadeiros líderes de massa, vivencia uma era de dificuldades. Espero que seja momentânea. Aliás para a grande maioria dos brasileiros. Deu hoje, 03/03/14 no &quot;Globo&quot; que a maioria do eleitorado de Dilma tem entre 25 e 34 anos, possui ensino médio e renda familiar mensal baixa, cerca de R$.1.448,00.A presidente Dilma é a líder em intenções de votos para as eleições deste ano, somando 47%, o suficiente para vencer no primeiro turno, foi o que informou a Folha de S. Paulo de domingo último.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como é bela a democracia. A régua é o horizonte. Todos por ela, pois. Quero quer, que o blog do Kotscho veio exatamente para esse propósito. Tentar dar à todos a oportunidade de se expressarem na medida do possível. Não estou doente prezado "Victor Hugo" e nem sou anti-petista. Se o prezado pudesse me carimbar de anti-tucano, ai sim, estaria feliz da vida, porque tem um tucano aqui em Bauru que é candidato pela 5ª vez e não quer deixar de continuar botando seu traseiro na cadeira da Assembléia Legislativa da São Paulo. Bauru é uma cidade com mais de 200 mil eleitores e temos apenas um deputado estadual, sempre o mesmo o que é um verdadeiro escândalo politicamente falando. Existem candidatos melhores. Muito melhores. Estamos engajados na mudança desse panorama. Pelo visto Victor Hugo não colaborará nessa nossa luta contra tucano, porém as portas estão abertas para recebermos sua solidariedade. Aliás sou o que sou e não boto a mão para defender quem pretende fazer de nossa Constituição, o mesmo efeito que tem o uso do papel higiênico. Tanto isso é verdade que não tenho acanhamento em expor meu nome por completo, ou seja, mostro a cara ao me identificar, ao contrário do simples uso de "cognome". Victor não entendeu nada quando afirmo as "virtudes" de Barbosa. A fala "presidencial" foi truncada como pode observar no "comentário" posterior e para tanto pedi ao Ricardo a reconsideração pelo texto enviado. Quanto ao comentário exarado pela Srª. Edna,2, concordo inteiramente com ele. Não é em absoluto questão de "coragem" prezada comentarista. Quero crer que seja respeito recíproco entre eu e o excelente Ricardo Kotscho. No tempo do Ricardo, o PT vivenciou sua melhor era. Hoje, ressentido da ausência de verdadeiros líderes de massa, vivencia uma era de dificuldades. Espero que seja momentânea. Aliás para a grande maioria dos brasileiros. Deu hoje, 03/03/14 no "Globo" que a maioria do eleitorado de Dilma tem entre 25 e 34 anos, possui ensino médio e renda familiar mensal baixa, cerca de R$.1.448,00.A presidente Dilma é a líder em intenções de votos para as eleições deste ano, somando 47%, o suficiente para vencer no primeiro turno, foi o que informou a Folha de S. Paulo de domingo último.</p>
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	<item>
		<title>Por: Edna,2</title>
		<link>http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/02/27/midia-e-barbosa-sao-derrotados-no-fim-do-mensalao/comment-page-3/#comment-148250</link>
		<dc:creator>Edna,2</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2014 01:16:13 +0000</pubDate>
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		<description>Sr.Nicanor Amaro da Silva,li o seu comentário e *confesso* que me surpreendi com a sua coragem(principalmente nesse blog) em citar as qualidades do Ministro Joaquim Barbosa.
Apesar de que essas qualidades deveriam ser obrigações de qualquer ser humano:mas é tão difícil,mas tão dificil 


 nos encontramos *alguem* com elas. 

Quanto ao temperamento *mercurial* que ele tem,é até desculpavel para uma pessoa que tem*ESSAS QUALIDADES*.
O que me desagrada é se por acaso *ele* candidatar - se a qualquer cargo político:O MEU VOTO ELE NÃO TERÁ,pois querendo ou não com o tempo *ele* entrará no mesmo *saco corrupto em que os outros políticos encontram - se*.
Eu até consigo acreditar que poucos quando ingressam na política entrem bem intencionados mas:SE ELES NÃO ADAPTAREM - SE AO MEIO,SERÃO HOSTILIZADOS.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr.Nicanor Amaro da Silva,li o seu comentário e *confesso* que me surpreendi com a sua coragem(principalmente nesse blog) em citar as qualidades do Ministro Joaquim Barbosa.<br />
Apesar de que essas qualidades deveriam ser obrigações de qualquer ser humano:mas é tão difícil,mas tão dificil </p>
<p> nos encontramos *alguem* com elas. </p>
<p>Quanto ao temperamento *mercurial* que ele tem,é até desculpavel para uma pessoa que tem*ESSAS QUALIDADES*.<br />
O que me desagrada é se por acaso *ele* candidatar - se a qualquer cargo político:O MEU VOTO ELE NÃO TERÁ,pois querendo ou não com o tempo *ele* entrará no mesmo *saco corrupto em que os outros políticos encontram - se*.<br />
Eu até consigo acreditar que poucos quando ingressam na política entrem bem intencionados mas:SE ELES NÃO ADAPTAREM - SE AO MEIO,SERÃO HOSTILIZADOS.</p>
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		<title>Por: Victor Hugo</title>
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		<dc:creator>Victor Hugo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2014 01:01:36 +0000</pubDate>
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		<description>Nicanor, eu tenho pena de anti-Petistas doentes como VOCE, que têm no Barbosão a melhor aposta pra derrotar, nas urnas, o Partido dos Trabalhadores.  Tire o cavalinho da chuva, pois não há a menor chance do gaguinho do STF, que voce chamou de desequilibrado no comentário inconcluso, candidatar-se a presidente em 2018.  Se se atrever, formando chapa com imprestráveis como Aécio ou Alckmin, o PT vai de Lula-Ricardo Lewandowski.   Tem jeito não, Nicanor.  Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega !!!!!   Boa noite, Nica.  Boa semana, Balaieiros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nicanor, eu tenho pena de anti-Petistas doentes como VOCE, que têm no Barbosão a melhor aposta pra derrotar, nas urnas, o Partido dos Trabalhadores.  Tire o cavalinho da chuva, pois não há a menor chance do gaguinho do STF, que voce chamou de desequilibrado no comentário inconcluso, candidatar-se a presidente em 2018.  Se se atrever, formando chapa com imprestráveis como Aécio ou Alckmin, o PT vai de Lula-Ricardo Lewandowski.   Tem jeito não, Nicanor.  Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega !!!!!   Boa noite, Nica.  Boa semana, Balaieiros.</p>
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	<item>
		<title>Por: NICANOR AMARO DA SILVA NETO</title>
		<link>http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/02/27/midia-e-barbosa-sao-derrotados-no-fim-do-mensalao/comment-page-3/#comment-148242</link>
		<dc:creator>NICANOR AMARO DA SILVA NETO</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Mar 2014 14:30:24 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Ricardo. O &quot;comentário&quot; (quanta pretensão...) que lhe enviei em 01/3, logo abaixo, ficou inconcluso. Fi-lo mais extenso e por obra dessa miscelânea que é a maravilhosa tecnologia, algo saiu em desacordo, razão pelo qual peço-lhe consentimento em refazê-lo. Aqui vai:
 Quem conhece Joaquim Barbosa de perto, assegura: não é desonesto, não é malicioso, não se mete em negócios obscuros e nem em más companhias. É pessoa de difícil convívio com seus pares principalmente. Suas declarações, onde na minha opinião, excede o devido respeito à dignidade da toga, vem à mente, à minha mente, a possibilidade da construção definitiva de uma estratégia para justificar argumentos futuros da descontinuidade no STF antes mesmo do seu mandato na presidência da Instituição. É uma possibilidade, tanto que hoje, 02/3/2014, João Bosco no Estadão, em subtítulo &quot;Em baixa&quot; afirma que para os apostadores na sua saída do tribunal, esse &quot;imbróglio&quot; foi o tom de despedida. Concordo com esses &quot;apostadores&quot;. Por outro lado, sua eventual candidatura a senador pelo estado do Rio de Janeiro tem tudo para dar certo. Desde que seja pelo estado do Rio de Janeiro bem entendido. Pelo perfil do eleitorado carioca, (&quot;deixa a vida me levar...&quot;) sua eleição é quase que uma pude de 10... Barbosa consagrado nas urnas, terá por, no mínimo, oito anos à sua disposição, o discurso e a tribuna e principalmente o voto. Daí para a reflexão dos discursos adotados pelo Partido Republicano dos Estados Unidos, sob inspiração do Tea Party é um pulo no imaginário de um sonho que poderá estar prestes a ser realizado...Com relação às efusivas manifestações de alegria da simbologia do fim da pena de &quot;formação de quadrilha&quot;, segundo o ministro Marco Aurélio Mello, &quot;pode reforçar a visão leiga de um julgamento político, mas não muda a realidade prisio0nal&quot;. Os condenados terão de cumprir a pena pelo prazo suficiente &quot;ainda que tenham reduzido significativamente o período prisional&quot;. Comentaristas políticos opinam que &quot;a sentença de morte política&quot; é uma realidade que só petistas não querem admitir. A biografia desses políticos encontram-se manchadas indelevelmente para toda a vida, já que o &quot;desgaste está precificado desde as condenações e refletido nas pesquisas que registram o apoio de 86% dos brasileiros às prisões, índice que sobe para 87% entre os simpatizantes do partido&quot;. Não é pouca coisa, e a deficiência visual dos petistas a esses percentuais. É uma realidade o que é lamentável, já que a história do Partido registrou no antanho uma aceitação sensacional. O PT tem por hábito, propagar tudo que lhe seja favorável, o que é um direito seu. Porém não pode omitir e tentar esconder os malfeitos praticados. Nem o PT nem os tucanos e nem qualquer outro. Que o diga os tucanos paulistas com o escândalo rodoferroviário atual. Os petistas afirmam que o julgamento dos agora ex-quadrilheiros foi político, &quot;foi a maior farsa política da história do País&quot;. No voto do ministro paulista Celso de Mello a &quot;maior farsa da história, foi protagonizada pelos eleitos para servir o País e que dele se locupletaram por um bom tempo&quot;. Resta ao PT, agora, mirar no mensalão mineiro, na tentativa de diferenciarem na escala entre tucanos e petistas, siameses moldados com farinha do mesmo saco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Ricardo. O "comentário" (quanta pretensão...) que lhe enviei em 01/3, logo abaixo, ficou inconcluso. Fi-lo mais extenso e por obra dessa miscelânea que é a maravilhosa tecnologia, algo saiu em desacordo, razão pelo qual peço-lhe consentimento em refazê-lo. Aqui vai:<br />
 Quem conhece Joaquim Barbosa de perto, assegura: não é desonesto, não é malicioso, não se mete em negócios obscuros e nem em más companhias. É pessoa de difícil convívio com seus pares principalmente. Suas declarações, onde na minha opinião, excede o devido respeito à dignidade da toga, vem à mente, à minha mente, a possibilidade da construção definitiva de uma estratégia para justificar argumentos futuros da descontinuidade no STF antes mesmo do seu mandato na presidência da Instituição. É uma possibilidade, tanto que hoje, 02/3/2014, João Bosco no Estadão, em subtítulo "Em baixa" afirma que para os apostadores na sua saída do tribunal, esse "imbróglio" foi o tom de despedida. Concordo com esses "apostadores". Por outro lado, sua eventual candidatura a senador pelo estado do Rio de Janeiro tem tudo para dar certo. Desde que seja pelo estado do Rio de Janeiro bem entendido. Pelo perfil do eleitorado carioca, ("deixa a vida me levar...") sua eleição é quase que uma pude de 10... Barbosa consagrado nas urnas, terá por, no mínimo, oito anos à sua disposição, o discurso e a tribuna e principalmente o voto. Daí para a reflexão dos discursos adotados pelo Partido Republicano dos Estados Unidos, sob inspiração do Tea Party é um pulo no imaginário de um sonho que poderá estar prestes a ser realizado...Com relação às efusivas manifestações de alegria da simbologia do fim da pena de "formação de quadrilha", segundo o ministro Marco Aurélio Mello, "pode reforçar a visão leiga de um julgamento político, mas não muda a realidade prisio0nal". Os condenados terão de cumprir a pena pelo prazo suficiente "ainda que tenham reduzido significativamente o período prisional". Comentaristas políticos opinam que "a sentença de morte política" é uma realidade que só petistas não querem admitir. A biografia desses políticos encontram-se manchadas indelevelmente para toda a vida, já que o "desgaste está precificado desde as condenações e refletido nas pesquisas que registram o apoio de 86% dos brasileiros às prisões, índice que sobe para 87% entre os simpatizantes do partido". Não é pouca coisa, e a deficiência visual dos petistas a esses percentuais. É uma realidade o que é lamentável, já que a história do Partido registrou no antanho uma aceitação sensacional. O PT tem por hábito, propagar tudo que lhe seja favorável, o que é um direito seu. Porém não pode omitir e tentar esconder os malfeitos praticados. Nem o PT nem os tucanos e nem qualquer outro. Que o diga os tucanos paulistas com o escândalo rodoferroviário atual. Os petistas afirmam que o julgamento dos agora ex-quadrilheiros foi político, "foi a maior farsa política da história do País". No voto do ministro paulista Celso de Mello a "maior farsa da história, foi protagonizada pelos eleitos para servir o País e que dele se locupletaram por um bom tempo". Resta ao PT, agora, mirar no mensalão mineiro, na tentativa de diferenciarem na escala entre tucanos e petistas, siameses moldados com farinha do mesmo saco.</p>
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		<title>Por: divaldo</title>
		<link>http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/02/27/midia-e-barbosa-sao-derrotados-no-fim-do-mensalao/comment-page-3/#comment-148240</link>
		<dc:creator>divaldo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Mar 2014 03:41:10 +0000</pubDate>
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		<description>No meu ponto de vista pessoal o ministro Luis Barroso e demais cinco eminencias acertaram as barberagens que o Gilmar Mendes e o J.B. fizeram neste suposto mensalão. É dificil crer como altos magistrados puderam enveredar por um caminho tão tortuoso sendo necessário colegas mais acordatos com o direito ciencia consertar o erro. Ficou para eles, pior o enrredo que o soneto e se houve tristezas de um lado, para o outro não houve alegrias mesmo porque eles tiveram que fazer do direito, o direito dos supostos criminosos do suposto mensalão do PT. Lamentável!  Me sinto envergonhado por eles, ainda bem que não sou advogado e se fosse rasgaria meu diploma e pediria baixa na OAB.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No meu ponto de vista pessoal o ministro Luis Barroso e demais cinco eminencias acertaram as barberagens que o Gilmar Mendes e o J.B. fizeram neste suposto mensalão. É dificil crer como altos magistrados puderam enveredar por um caminho tão tortuoso sendo necessário colegas mais acordatos com o direito ciencia consertar o erro. Ficou para eles, pior o enrredo que o soneto e se houve tristezas de um lado, para o outro não houve alegrias mesmo porque eles tiveram que fazer do direito, o direito dos supostos criminosos do suposto mensalão do PT. Lamentável!  Me sinto envergonhado por eles, ainda bem que não sou advogado e se fosse rasgaria meu diploma e pediria baixa na OAB.</p>
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		<title>Por: Ulisses</title>
		<link>http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/02/27/midia-e-barbosa-sao-derrotados-no-fim-do-mensalao/comment-page-3/#comment-148237</link>
		<dc:creator>Ulisses</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2014 21:11:43 +0000</pubDate>
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		<description>Melhor comentário que eu li neste final de semana. Para o triste partidário juiz que só enxerga o PT e esquece completamente o PSDB.
O pseudo juiz não tem vergonha na cara.
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/131932/Lassance-coisas-de-que-JB-se-esqueceu-de-ficar-triste.htm

1 DE MARÇO DE 2014 ÀS 16:32

247 - &quot;É curioso como Joaquim Barbosa se mostra triste com algumas coisas, e não com outras&quot;, analisa o cientista político Antonio Lassance, a respeito do presidente do Supremo Tribunal Federal. Apenas um exemplo: houve alguma tristeza por parte do ministro pelo fato de o mensalão tucano não atribuir crime de quadrilha a Eduardo Azeredo e companhia? Abaixo, mais alguns: 

Coisas de que Joaquim Barbosa se esqueceu de ficar triste, artigo publicado no site Carta Maior

O presidente do Supremo, relator da AP 470, esbravejador-geral da Nação, candidato em campanha a um cargo sabe-se lá do que nas eleições de outubro, decretou solenemente:

&quot;É uma tarde triste para o Supremo&quot;.

É curioso como Joaquim Barbosa se mostra triste com algumas coisas, e não com outras.

Alguém o viu expressar tristeza com o fato de o processo contra o mensalão tucano não atribuir o mesmo crime de quadrilha a Eduardo Azeredo (PSDB-MG) &amp; Companhia Limitada?

O inquérito da Procuradoria-Geral da República (INQ 2.280, hoje Ação Penal 536), que sustenta a denúncia contra Azeredo, foi apresentado pelo mesmo Procurador (Roberto Gurgel), ao mesmo STF que julgou o mensalão petista, e caiu nas mãos do mesmo relator, ele mesmo, Joaquim Barbosa.

O que dizia o Procurador? Que o mensalão tucano &quot;retrata a mesma estrutura operacional de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e simulação de empréstimos bancários objeto da denúncia que deu causa a ação penal 470, recebida por essa Corte Suprema, e envolve basicamente as mesmas empresas do grupo de Marcos Valério e o mesmo grupo financeiro (Banco Rural)&quot;.

Se é tudo a mesma coisa, se são os mesmos crimes, praticados pelas mesmas empresas, com o mesmo operador, cadê o crime de quadrilha, de que Barbosa faz tanta questão para os petistas?

Alguém viu o presidente do Supremo expressar sua tristeza sobre o assunto?

Alguém o viu decretar a tristeza no STF quando o processo contra os tucanos, ao contrário do ocorrido com a AP 470, foi desmembrado, tirando do STF uma parte da responsabilidade por seu julgamento?

Talvez muitos não se lembrem, mas as decisões de desmembrar o processo do mensalão tucano e de livrar Azeredo e os demais da imputação do crime de quadrilha partiram do próprio Joaquim Barbosa.

Foi ele o primeiro relator do mensalão tucano. Foi ele quem recomendou tratamento distinto aos tucanos.

Justificou, sem qualquer prurido, que os réus estariam livres da imputação do crime de formação de quadrilha &quot;até mesmo porque já estaria prescrito pela pena em abstrato&quot;, disse e escreveu Barbosa, em uma dessas tardes tristes.

Mais que isso, livrou os tucanos também da imputação de corrupção ativa e corrupção passiva.

O que se tem visto, reiteradamente, são dois pesos, duas medidas e um espetáculo de arbítrio de um presidente que resolveu usar o plenário do STF como tribuna para uma campanha eleitoral antecipada de sua possível e badalada candidatura, sabe-se lá por qual &quot;partido de mentirinha&quot;, como ele mesmo qualificou a todos.

E as tantas outras tristezas não decretadas?

Vimos a maioria que compõe hoje o STF ser destratada como se fosse cúmplice de um crime; um outro bando de criminosos, portanto, simplesmente por divergirem de seu presidente e derrotá-lo quanto a uma única acusação da AP 470.

Que exemplo!

Sempre que um ministro do Supremo, seja ele quem for, trocar argumentos por agressões, será uma tarde triste para o Supremo.

Há uma avalanche de questões importantes, que dormem há décadas no STF, e que seriam suficientes para que se decretasse que todas as suas tardes são tristes.

Não só há decisões, certas para uns, erradas para outros. Há sempre uma tarde triste no STF pela falta de julgamentos importantes. Cerca de metade das ações de inconstitucionalidade impetradas junto ao Supremo simplesmente não são julgadas.

Dessas, a maioria simplesmente é extinta por perda de objeto. Ou seja, o longo tempo decorrido é quem cuida de dar cabo da ação, tornando qualquer decisão desnecessária ou inaplicável. Joaquim Barbosa se esquece de ficar triste com essa situação e de decretar seu luto imperial.

Por exemplo, o STF ainda não julgou as ações feitas por correntistas de poupança contra planos econômicos, alguns da década de 1980. Tal julgamento tem sido sucessivamente adiado. Triste. Quem sabe, semana que vem?

É triste, por exemplo, a demora do STF em julgar a Lei do Piso salarial nacional dos professores. Nada acontece com prefeitos e governadores que se recusam a pagar o piso salarial, enquanto o Supremo não decide a questão. Até agora, o assunto sequer entrou em pauta. Triste.

Muito mais triste foi a tarde em que auditores fiscais do trabalho, procuradores do trabalho, militantes de direitos humanos, sindicalistas e até o ministro do Trabalho, Manoel Dias, se reuniram em frente ao Supremo para chorar pelos dez anos de impunidade da Chacina de Unaí-MG.

Fazendeiros acusados da prática de trabalho escravo contrataram pistoleiros que tiraram a vida de quatro funcionários do Ministério do Trabalho que investigavam as denúncias.

Nenhum dos ministros cheios de arroubos com o suposto crime de quadrilha esboçou tristeza igual com a impunidade de um crime de assassinato.

Até o momento, aguardamos discursos inflamados contra esse crime que envergonha o país, acobertado por aberrações processuais judiciárias, uma delas estacionada no STF.

Quilombolas e indígenas: que esperem sentados?

Tristes foram também os quase cinco anos que o Supremo demorou para simplesmente publicar o acórdão (ou seja, o texto definitivo com a decisão final tomada em 2009) sobre a demarcação da reserva indígena de Raposa Serra do Sol (RR). Pior: ao ser publicado, o STF frisou que a decisão não serve de precedente para outras áreas. Triste.

Faltou ainda, a Joaquim Barbosa e a outros ministros inflamados, uma mesma tristeza, uma mesma indignação e um mesmo empenho para que o STF decida, de uma vez por todas, em favor da demarcação de terras quilombolas.

Seus processos, como tantos outros milhares, aguardam julgamento.

Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade foi ajuizada pelo DEM contra o decreto do presidente Lula, de 2003, que regulamentava a identificação, o reconhecimento, a delimitação, a demarcação e a titulação das terras ocupadas por essas comunidades que se embrenharam pelo interior do território nacional para fugir da escravidão.

Por pouco não se deu algo ainda mais escabroso, pois o ministro relator de então, Cezar Pelluso, havia dado razão aos argumentos do DEM impugnando o ato.

A propósito, na mesma tarde em que o STF julgou e afastou a imputação do crime de quadrilha aos réus da AP 470, o mesmo Joaquim Barbosa impediu a completa reintegração de posse em favor dos Tupinambás de Olivença, Bahia.

A área dos índios estava sendo reconhecida e demarcada pela Funai. Joaquim Barbosa, tão apressado em algumas coisas, achou melhor deixar para depois. Ora, mas o que são uns meses ou até anos para quem já esperou tantos séculos para ter direitos reconhecidos?

Realmente, mais uma tarde triste para o Supremo.

Apesar de você

A célebre música de Chico Buarque, &quot;Apesar de você&quot;, embora feita na ditadura, ainda cai bem para enfrentarmos descomposturas autoritárias desse naipe.
Diz a música, entre outras coisas:

&quot;Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão&quot;

&quot;Você que inventou a tristeza
Ora, tenha a fineza
De desinventar&quot;

&quot;Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Melhor comentário que eu li neste final de semana. Para o triste partidário juiz que só enxerga o PT e esquece completamente o PSDB.<br />
O pseudo juiz não tem vergonha na cara.<br />
<a href="http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/131932/Lassance-coisas-de-que-JB-se-esqueceu-de-ficar-triste.htm" rel="nofollow">http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/131932/Lassance-coisas-de-que-JB-se-esqueceu-de-ficar-triste.htm</a></p>
<p>1 DE MARÇO DE 2014 ÀS 16:32</p>
<p>247 - "É curioso como Joaquim Barbosa se mostra triste com algumas coisas, e não com outras", analisa o cientista político Antonio Lassance, a respeito do presidente do Supremo Tribunal Federal. Apenas um exemplo: houve alguma tristeza por parte do ministro pelo fato de o mensalão tucano não atribuir crime de quadrilha a Eduardo Azeredo e companhia? Abaixo, mais alguns: </p>
<p>Coisas de que Joaquim Barbosa se esqueceu de ficar triste, artigo publicado no site Carta Maior</p>
<p>O presidente do Supremo, relator da AP 470, esbravejador-geral da Nação, candidato em campanha a um cargo sabe-se lá do que nas eleições de outubro, decretou solenemente:</p>
<p>"É uma tarde triste para o Supremo".</p>
<p>É curioso como Joaquim Barbosa se mostra triste com algumas coisas, e não com outras.</p>
<p>Alguém o viu expressar tristeza com o fato de o processo contra o mensalão tucano não atribuir o mesmo crime de quadrilha a Eduardo Azeredo (PSDB-MG) &amp; Companhia Limitada?</p>
<p>O inquérito da Procuradoria-Geral da República (INQ 2.280, hoje Ação Penal 536), que sustenta a denúncia contra Azeredo, foi apresentado pelo mesmo Procurador (Roberto Gurgel), ao mesmo STF que julgou o mensalão petista, e caiu nas mãos do mesmo relator, ele mesmo, Joaquim Barbosa.</p>
<p>O que dizia o Procurador? Que o mensalão tucano "retrata a mesma estrutura operacional de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e simulação de empréstimos bancários objeto da denúncia que deu causa a ação penal 470, recebida por essa Corte Suprema, e envolve basicamente as mesmas empresas do grupo de Marcos Valério e o mesmo grupo financeiro (Banco Rural)".</p>
<p>Se é tudo a mesma coisa, se são os mesmos crimes, praticados pelas mesmas empresas, com o mesmo operador, cadê o crime de quadrilha, de que Barbosa faz tanta questão para os petistas?</p>
<p>Alguém viu o presidente do Supremo expressar sua tristeza sobre o assunto?</p>
<p>Alguém o viu decretar a tristeza no STF quando o processo contra os tucanos, ao contrário do ocorrido com a AP 470, foi desmembrado, tirando do STF uma parte da responsabilidade por seu julgamento?</p>
<p>Talvez muitos não se lembrem, mas as decisões de desmembrar o processo do mensalão tucano e de livrar Azeredo e os demais da imputação do crime de quadrilha partiram do próprio Joaquim Barbosa.</p>
<p>Foi ele o primeiro relator do mensalão tucano. Foi ele quem recomendou tratamento distinto aos tucanos.</p>
<p>Justificou, sem qualquer prurido, que os réus estariam livres da imputação do crime de formação de quadrilha "até mesmo porque já estaria prescrito pela pena em abstrato", disse e escreveu Barbosa, em uma dessas tardes tristes.</p>
<p>Mais que isso, livrou os tucanos também da imputação de corrupção ativa e corrupção passiva.</p>
<p>O que se tem visto, reiteradamente, são dois pesos, duas medidas e um espetáculo de arbítrio de um presidente que resolveu usar o plenário do STF como tribuna para uma campanha eleitoral antecipada de sua possível e badalada candidatura, sabe-se lá por qual "partido de mentirinha", como ele mesmo qualificou a todos.</p>
<p>E as tantas outras tristezas não decretadas?</p>
<p>Vimos a maioria que compõe hoje o STF ser destratada como se fosse cúmplice de um crime; um outro bando de criminosos, portanto, simplesmente por divergirem de seu presidente e derrotá-lo quanto a uma única acusação da AP 470.</p>
<p>Que exemplo!</p>
<p>Sempre que um ministro do Supremo, seja ele quem for, trocar argumentos por agressões, será uma tarde triste para o Supremo.</p>
<p>Há uma avalanche de questões importantes, que dormem há décadas no STF, e que seriam suficientes para que se decretasse que todas as suas tardes são tristes.</p>
<p>Não só há decisões, certas para uns, erradas para outros. Há sempre uma tarde triste no STF pela falta de julgamentos importantes. Cerca de metade das ações de inconstitucionalidade impetradas junto ao Supremo simplesmente não são julgadas.</p>
<p>Dessas, a maioria simplesmente é extinta por perda de objeto. Ou seja, o longo tempo decorrido é quem cuida de dar cabo da ação, tornando qualquer decisão desnecessária ou inaplicável. Joaquim Barbosa se esquece de ficar triste com essa situação e de decretar seu luto imperial.</p>
<p>Por exemplo, o STF ainda não julgou as ações feitas por correntistas de poupança contra planos econômicos, alguns da década de 1980. Tal julgamento tem sido sucessivamente adiado. Triste. Quem sabe, semana que vem?</p>
<p>É triste, por exemplo, a demora do STF em julgar a Lei do Piso salarial nacional dos professores. Nada acontece com prefeitos e governadores que se recusam a pagar o piso salarial, enquanto o Supremo não decide a questão. Até agora, o assunto sequer entrou em pauta. Triste.</p>
<p>Muito mais triste foi a tarde em que auditores fiscais do trabalho, procuradores do trabalho, militantes de direitos humanos, sindicalistas e até o ministro do Trabalho, Manoel Dias, se reuniram em frente ao Supremo para chorar pelos dez anos de impunidade da Chacina de Unaí-MG.</p>
<p>Fazendeiros acusados da prática de trabalho escravo contrataram pistoleiros que tiraram a vida de quatro funcionários do Ministério do Trabalho que investigavam as denúncias.</p>
<p>Nenhum dos ministros cheios de arroubos com o suposto crime de quadrilha esboçou tristeza igual com a impunidade de um crime de assassinato.</p>
<p>Até o momento, aguardamos discursos inflamados contra esse crime que envergonha o país, acobertado por aberrações processuais judiciárias, uma delas estacionada no STF.</p>
<p>Quilombolas e indígenas: que esperem sentados?</p>
<p>Tristes foram também os quase cinco anos que o Supremo demorou para simplesmente publicar o acórdão (ou seja, o texto definitivo com a decisão final tomada em 2009) sobre a demarcação da reserva indígena de Raposa Serra do Sol (RR). Pior: ao ser publicado, o STF frisou que a decisão não serve de precedente para outras áreas. Triste.</p>
<p>Faltou ainda, a Joaquim Barbosa e a outros ministros inflamados, uma mesma tristeza, uma mesma indignação e um mesmo empenho para que o STF decida, de uma vez por todas, em favor da demarcação de terras quilombolas.</p>
<p>Seus processos, como tantos outros milhares, aguardam julgamento.</p>
<p>Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade foi ajuizada pelo DEM contra o decreto do presidente Lula, de 2003, que regulamentava a identificação, o reconhecimento, a delimitação, a demarcação e a titulação das terras ocupadas por essas comunidades que se embrenharam pelo interior do território nacional para fugir da escravidão.</p>
<p>Por pouco não se deu algo ainda mais escabroso, pois o ministro relator de então, Cezar Pelluso, havia dado razão aos argumentos do DEM impugnando o ato.</p>
<p>A propósito, na mesma tarde em que o STF julgou e afastou a imputação do crime de quadrilha aos réus da AP 470, o mesmo Joaquim Barbosa impediu a completa reintegração de posse em favor dos Tupinambás de Olivença, Bahia.</p>
<p>A área dos índios estava sendo reconhecida e demarcada pela Funai. Joaquim Barbosa, tão apressado em algumas coisas, achou melhor deixar para depois. Ora, mas o que são uns meses ou até anos para quem já esperou tantos séculos para ter direitos reconhecidos?</p>
<p>Realmente, mais uma tarde triste para o Supremo.</p>
<p>Apesar de você</p>
<p>A célebre música de Chico Buarque, "Apesar de você", embora feita na ditadura, ainda cai bem para enfrentarmos descomposturas autoritárias desse naipe.<br />
Diz a música, entre outras coisas:</p>
<p>"Hoje você é quem manda<br />
Falou, tá falado<br />
Não tem discussão"</p>
<p>"Você que inventou a tristeza<br />
Ora, tenha a fineza<br />
De desinventar"</p>
<p>"Apesar de você<br />
Amanhã há de ser<br />
Outro dia".</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tarcìsio Antonio do Nascimento</title>
		<link>http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/02/27/midia-e-barbosa-sao-derrotados-no-fim-do-mensalao/comment-page-3/#comment-148233</link>
		<dc:creator>Tarcìsio Antonio do Nascimento</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2014 19:06:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/?p=10060#comment-148233</guid>
		<description>Caro jornalista, na verdade esperava por esse momento, apenas não pensava que o mesmo viria tão rapidamente, pois veio, devido a coragem de alguns seu discernimento, ao mesmo tempo não precisando agradar a ou b, apenas olhando e analisando o riscado. Fez bem para nós que lutamos e sabemos que foi um julgamento político e temeroso, pois existem várias coisas que agora deverão ir a luz das análises, varios processos escondidos ou esquecidos.Sim, o grande Estadista, colocou o Ministro Barbosa como representante da nossa etnia, : os negros, mas o mesmo negou seus irmãos étnicos, querendo destruir um partido de massas, da base, portanto o mesmo passou a representar a elite a casa grande, deixando a Senzala ao Deus dará. Quando o mesmo tomou posse como presidente, como liderança negra, fui convidado ir a Brasília no grande festão, diziam,é a festa da raça. Lá compareceram artista, cantores, grandes personalidades do mundo acadêmico, eu simplesmente recusei o convite e a oferta, simplesmente dizendo, Esse ministro não me representa, fui duramente criticado, mas mantive e mantenho a coerência e determinismo. Quando houve a condenaçao, não escondo ser petista e propago tal ideia e pontos de vistas do partido, mas encontraram nele a força necessária para destruir um partido construido pelo inteligente operário, na verdade atingindo as principais lideranças partidárias da época, o Presidente não poderia escolher o seu sucessor, mas o mesmo é inteligente e tira da manga a Sucessora,mulher de pulso, dedicada e inteligente, aí a revolta mais aumenta, pois acredito que o próprio Ministro queria sentar em tal cadeira, reservada a poucos e são poucos os bons que a ocuparam e ocupam. Agora, estou feliz, contente e acredito que a justiça começa a ser feita. Barbosa não me REPRESENTA, ele mesmo colocou um ponto final em sua vida pública e política, por ventura conheces algum político que fez beicinho para o Estadista e se deu bem?...,...,..., eis aí a senhora e Eloisa  a senhora Marina, etc. Palmas pra todos nós, que esperamos pela justiça e sa- bemos que o Brasil tomou novos rumos após o governo do Presidente Lula, avante, cabeça erguida, iremos nós os idealizadores de uma pátria grande, como diz O grande Sacerdote Pedro Casaldaliga. Abraços, voltastes, trazendo boas notícias e acontecimento.Até os juristas de oposição ao partido dos trabalhadores disseram que houve um julgamento de exceção.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro jornalista, na verdade esperava por esse momento, apenas não pensava que o mesmo viria tão rapidamente, pois veio, devido a coragem de alguns seu discernimento, ao mesmo tempo não precisando agradar a ou b, apenas olhando e analisando o riscado. Fez bem para nós que lutamos e sabemos que foi um julgamento político e temeroso, pois existem várias coisas que agora deverão ir a luz das análises, varios processos escondidos ou esquecidos.Sim, o grande Estadista, colocou o Ministro Barbosa como representante da nossa etnia, : os negros, mas o mesmo negou seus irmãos étnicos, querendo destruir um partido de massas, da base, portanto o mesmo passou a representar a elite a casa grande, deixando a Senzala ao Deus dará. Quando o mesmo tomou posse como presidente, como liderança negra, fui convidado ir a Brasília no grande festão, diziam,é a festa da raça. Lá compareceram artista, cantores, grandes personalidades do mundo acadêmico, eu simplesmente recusei o convite e a oferta, simplesmente dizendo, Esse ministro não me representa, fui duramente criticado, mas mantive e mantenho a coerência e determinismo. Quando houve a condenaçao, não escondo ser petista e propago tal ideia e pontos de vistas do partido, mas encontraram nele a força necessária para destruir um partido construido pelo inteligente operário, na verdade atingindo as principais lideranças partidárias da época, o Presidente não poderia escolher o seu sucessor, mas o mesmo é inteligente e tira da manga a Sucessora,mulher de pulso, dedicada e inteligente, aí a revolta mais aumenta, pois acredito que o próprio Ministro queria sentar em tal cadeira, reservada a poucos e são poucos os bons que a ocuparam e ocupam. Agora, estou feliz, contente e acredito que a justiça começa a ser feita. Barbosa não me REPRESENTA, ele mesmo colocou um ponto final em sua vida pública e política, por ventura conheces algum político que fez beicinho para o Estadista e se deu bem?...,...,..., eis aí a senhora e Eloisa  a senhora Marina, etc. Palmas pra todos nós, que esperamos pela justiça e sa- bemos que o Brasil tomou novos rumos após o governo do Presidente Lula, avante, cabeça erguida, iremos nós os idealizadores de uma pátria grande, como diz O grande Sacerdote Pedro Casaldaliga. Abraços, voltastes, trazendo boas notícias e acontecimento.Até os juristas de oposição ao partido dos trabalhadores disseram que houve um julgamento de exceção.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Peixoto-Pres.Prudente/SP</title>
		<link>http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/02/27/midia-e-barbosa-sao-derrotados-no-fim-do-mensalao/comment-page-3/#comment-148227</link>
		<dc:creator>Peixoto-Pres.Prudente/SP</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2014 12:45:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/?p=10060#comment-148227</guid>
		<description>Bom retorno, Kotscho.
Outro assunto:..um verdadeiro tapa na cara da Veja:  
A socióloga Sílvia Viana é doutora pela USP e autora do livro “Rituais de sofrimento”. Procurada pela Veja para conceder uma entrevista sobre o BBB 14, ela negou o pedido. Mas não foi um simples não, foi uma aula, curta e rápida, do que é a “coisa feita em papel couché”.

Leia abaixo sua resposta à solicitação de Veja enviada por e-mail ao jornalista encarregado da tarefa de convidá-la.

“Respondo seu e-mail pelo respeito que tenho por sua profissão, bem como pela compreensão das condições precárias às quais o trabalho do jornalista está submetido. Contudo, considero a &#039;Veja&#039; uma revista muito mais que tendenciosa, considero-a torpe. Trata-se de uma publicação que estimula o reacionarismo ressentido, paranoico e feroz que temos visto se alastrar pela sociedade; uma revista que aplaude o estado de exceção permanente, cada vez mais escancarado em nossa “democracia”; uma revista que mente, distorce, inverte, omite, acusa, julga, condena e pune quem não compartilha de suas infâmias – e faz tudo isso descaradamente; por fim, uma revista que desestimula o próprio pensamento ao ignorar a argumentação, baseando suas suposições delirantes em meras ofensas.

Sendo assim, qualquer forma de participação nessa publicação significa a eliminação do debate (nesse caso, nem se poderia falar em empobrecimento do debate, pois na &#039;Veja&#039; a linguagem nasce morta) – e isso ainda que a revista respeitasse a integridade das palavras de seus entrevistados e opositores, coisa que não faz, exceto quando tais palavras já tem a forma do vírus.

Dito isso, minha resposta é: Preferiria não.

Atenciosamente, Sílvia Viana”</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom retorno, Kotscho.<br />
Outro assunto:..um verdadeiro tapa na cara da Veja:<br />
A socióloga Sílvia Viana é doutora pela USP e autora do livro “Rituais de sofrimento”. Procurada pela Veja para conceder uma entrevista sobre o BBB 14, ela negou o pedido. Mas não foi um simples não, foi uma aula, curta e rápida, do que é a “coisa feita em papel couché”.</p>
<p>Leia abaixo sua resposta à solicitação de Veja enviada por e-mail ao jornalista encarregado da tarefa de convidá-la.</p>
<p>“Respondo seu e-mail pelo respeito que tenho por sua profissão, bem como pela compreensão das condições precárias às quais o trabalho do jornalista está submetido. Contudo, considero a 'Veja' uma revista muito mais que tendenciosa, considero-a torpe. Trata-se de uma publicação que estimula o reacionarismo ressentido, paranoico e feroz que temos visto se alastrar pela sociedade; uma revista que aplaude o estado de exceção permanente, cada vez mais escancarado em nossa “democracia”; uma revista que mente, distorce, inverte, omite, acusa, julga, condena e pune quem não compartilha de suas infâmias – e faz tudo isso descaradamente; por fim, uma revista que desestimula o próprio pensamento ao ignorar a argumentação, baseando suas suposições delirantes em meras ofensas.</p>
<p>Sendo assim, qualquer forma de participação nessa publicação significa a eliminação do debate (nesse caso, nem se poderia falar em empobrecimento do debate, pois na 'Veja' a linguagem nasce morta) – e isso ainda que a revista respeitasse a integridade das palavras de seus entrevistados e opositores, coisa que não faz, exceto quando tais palavras já tem a forma do vírus.</p>
<p>Dito isso, minha resposta é: Preferiria não.</p>
<p>Atenciosamente, Sílvia Viana”</p>
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