Até hoje, 64 anos depois, ainda tem gente tentando explicar a tragédia da nossa derrota por 2 a 1 para o Uruguai, jogando em casa, no Maracanã, quando bastava um empate para o Brasil se sagrar campeão mundial pela primeira vez. Reportagens, livros e documentários sem fim foram produzidos desde 1950 e ainda não houve uma resposta capaz de matar o assunto.
O que aconteceu?, perguntamo-nos todos agora uns aos outros, ainda perplexos com o chocolate de 7 a 1 que, agora, pentacampeões mundiais, tomamos dos antigos fregueses alemães, na tarde desta terça-feira, 8 de setembro de 2014, no Mineirão.
Uma catástrofe deste porte nunca será explicada por uma única razão. Como nos grandes acidentes ferroviários ou aéreos, sempre há um conjunto de fatores imponderáveis e imprevistos, que formam uma cadeia de falhas ou erros capazes de explicar o desastre final, depois de aberta a caixa preta, apontando causas e responsáveis.
É tamanha a perplexidade de todos nós que não sei nem por onde começar a escrever este texto, depois de ter visto todas as entrevistas e comentários na televisão até tarde da noite e lido desde cedo, na manhã desta Quarta-feira de Cinzas do nosso futebol, quilômetros de artigos de colegas publicados no papel e nos portais sobre o que aconteceu no Mineirão.
Desta vez, não há controvérsias. Com diferentes argumentos, todos falaram e escreveram mais ou menos as mesmas coisas para tentar explicar o inexplicável. A única conclusão a que cheguei, que não ajuda muito, eu sei, é de que só com o tempo, muito tempo _ dias, semanas, meses, talvez anos _ poderemos entender esta acachapante humilhação sofrida na Copa de 2014, pela segunda vez disputada no nosso país, em meio a uma grande festa popular.
Mas é preciso separar bem duas coisas: a primorosa organização do evento, que superou todas as expectativas e foi mundialmente reconhecida, e o indigente futebol mostrado pela seleção brasileira nos gramados por onde desfilou.
Aconteceu exatamente o contrário do que muita gente previa: ganhamos de goleada fora do campo, com tudo funcionando a contento, e perdemos de forma desonrosa o sonhado hexacampeonato, jogando muito mal dentro do campo, desde a estreia contra a Croácia, no Itaquerão, há quatro semanas.
Como todo mundo, também desconfiava do oba-oba criado em torno desta "Família Scolari", que estrelou muitos comerciais na televisão, não saiu mais das capas de jornais e revistas, fez marquetagem a granel, foi tratada com muitos mimos no castelo da CBF, na fria Teresópolis, mas pouco treinou, enquanto os alemães se esfalfavam todos os dias sob o sol do meio dia na concentração tropical que eles mesmos construíram do litoral baiano, sem folgas nem badalações.
O time de Felipão que entrou em campo para enfrentar a máquina alemã não treinou coletivamente nenhuma vez porque Felipão queria fazer mistério e enganar o técnico deles, Joachim Löw, como teve a coragem de dizer em entrevista após o jogo.
Os alemães não apresentaram um semideus como Neymar, mudavam o time de um jogo para outro, conforme o adversário, mas nos mostraram como se joga futebol para ganhar e não para brilhar e faturar. O resto foi consequência. Em favor de Felipão, há que se lembrar apenas que esta geração de jogadores, a mais pobre de talento dos últimos tempos, embora com salários milionários, não era esta maravilha. Nenhum grande craque em boa forma, capaz de definir partidas sozinho, ficou de fora da convocação.
Com este time e o esquema (tínhamos algum sistema?) tático montado por Felipão para "surpreender" os alemães, nem Neymar, nem mesmo Pelé seriam capazes de evitar a vergonha que passamos. Do jeito que estávamos jogando, sem meio de campo, na base do vamos que vamos e seja o que Deus quiser, uma hora isso teria que acontecer, estava escrito há tempos. Caímos na real com essa derrota acachapante e isso até pode ser bom no futuro. Só não precisava ser por 7 a 1...
Pior do que errar na escalação e no esquema, foi Felipão insistir no erro, não tendo humildade para mudar jogadores e a forma de jogar, logo aos 15 minutos de jogo, quando a Alemanha ganhava só por 1 a 0 e já estava dando um baile no Mineirão, com o Brasil não vendo a cor da bola, exatamente como aconteceu naquela final do Mundial de Clubes, em Tóquio, quando o Santos, com Neymar e tudo, só ficou assistindo o Barcelona jogar, e levou de 4 a 0 no primeiro tempo.
O Brasil já estava tomando de 5 a 0 e o perplexo Felipão ficava só olhando o desastre acontecer, sem tomar nenhuma providência, como aquele tristemente famoso comandante italiano, o tal do Schettino, lembram-se? Ao ver o navio afundar, em vez de tentar salvar o maior número possível de passageiros, ele tratou de cair fora e salvar a própria pele. Felipão não chegou a tanto, até porque não tinha como fugir do Mineirão no intervalo do jogo, mas também não fez nada ao menos para salvar a própria biografia.
De que adianta ele agora reconhecer que foi o único responsável, mas não se arrepende das escolhas que fez? Sem Neymar, o arrogante e vaidoso técnico, que estava com o prazo de validade vencido faz muito tempo, desde que levou o Palmeiras à segunda divisão, queria ser o novo herói do Brasil.
Resolveu dar uma de Santos Dumont, escalando três atacantes, com Bernard em lugar do ídolo fora de combate, em vez de reforçar o meio de campo, como era óbvio, até para leigos como eu. Se o Brasil ganhasse, ele sonhava ser louvado como gênio da raça. De3u tudo errado, mas ele continua achando que estava certo. Faltou-lhe, acima de tudo, humildade, para reconhecer o erro a tempo e corrigi-lo ao ver bovinamente a vaca indo para o brejo.
Vários colegas agora propõe começar tudo de novo, com uma completa reformulação do nosso futebol, importação de técnicos, etc e tal. De que jeito, se o futebol continua nas mãos de gente como José Maria Marin, o presidente da CBF, que também sumiu de cena quando o barco afundava, e agora vai passar o cargo para seu cupincha Marco Polo del Nero, eternizando a dinastia Ricardo Teixeira-João Havfelange? Tem alguma chance de dar certo?
Termino aqui repetindo o que falei no comentário do Jornal da Record News, ao lado de Heródoto Barbeiro e Alvaro José: assistimos ontem ao final de uma época de hegemonia do Brasil no futebol mundial e ao surgimento da supremacia de uma nova escola inspirada no Barcelona, que levou a Espanha ao título, em 2010, e agora no Bayern, de Munique, a base desta fantástica seleção alemã de 2014.
Não por acaso, dois times dirigidos pelo mesmo Gardiola, o técnico espanhol que criou um novo jeito de jogar bola, unindo arte, técnica, tática, velocidade, profissionalismo e romantismo, tudo ao mesmo tempo, para dar espetáculo e vencer, sem medo de perder, como os nossos "professores". Por falar nisso, semana que vem recomeça o Brasileirão... Vamos sentir muitas saudades desta fantástica Copa do Mundo de 2014, apesar do que aconteceu no já chamado Mineirazo.
Vida que segue.


"Só com o tempo poderemos entender esta humilhação"
9 de July de 2014 às 12:18 - Postado por rkotscho
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Bem , eu penso que os estádios construidos e financiados pelo BNDES com mais esta derrota do Brasil ficará mais dificil para saldar a divida pelo clube, no caso de São Paulo, o Corinthians. Eu pensava que com o aumento de lugares favoreceria uma diminuição dos preços das entradas incentivando o povo a ir assistir os jogos. Depois de mais esta derrota, 3x0 pra Holanda, que era mais uma oportunidade dos atletas se redimirem, ficou pior ainda. Quem mais vai querer ir a estádios para ver partidas de futebol? A seleção brasileira tomou a pá de cal que matará todas estas ilusões, este jogo se fosse ganho, seria uma espécie de redenção pela metade mas depois disso, sem chances. Ouvi dirigentes falando em investimentos em estádios como o São Paulo por exemplo mas julgo temerário agora e coitados do Palmeiras que investiu muito na Arena Palestra. Ontem assisti na Band um empresário falando sobre a desvalorização de passes de atletas no mercado mundial e asseverou que o atleta de futebol brasileiro desvalorizou un 5% no mercado e Colombianos, Costa riquenhos, Chilenos e mexicanos foram valorizados e o top está agora com os alemães, argentinos. Do mesmo modo os técnicos brasileiros. Assisti o primeiro tempo e vi a distribuição holandesa em campo e constatei que nenhum jogador brasileiro quando nosso time tinha a bola ficava sem marcação, onde tinha um jogador brasileiro, num radio máximo de 2 metros havia um holandez e quando eles tinham a bola, havia sempre um sozinho desmarcado além da distancia dos marcadores brasileiros, mais de 3 metros. Acho que nossos jogadores desaprenderam a jogar, driblar, e marcar homem a homem, uma tragédia. Eu que não entendo nada de futebol vi isto claramente. Quem saiu mais perdendo não é o torcedor mas os times, os jogadores em inicio de carreira que serão desvalorizados, os em fim de carreira e os clubes que terão menos renda nas suas partidas, os cartolas empresários de futebol pois o desinteresse irá crescer sem duvida. Para o lado do povo este irá ganhar porque com a internet e a banda larga, muitos ao inves de pensar em futebol, vai pensar mais em politica e este fenomeno já começa a recrudescer e teremos 200 milhões de especialistas em politica e então a coisa será acompanhada mais de perto e a malandragem de politicos irá rolar rio abaixo. Viva a nova consciencia politica do povo, viva o novo Brasil, com pouco futebol. Viva a democracia.
"Agora que o *SONHO DO HEXA* acabou,*EU* espero que o povo Brasileiro se volte para *OS REAIS PROBLEMAS* do país,cobrando dos nossos governantes melhorias em todos os setores por meios de movimentos organizados(ESTOU ESCREVENDO ORGANIZADOS)sem vandalismos,ser arruaças,sem destruir o patrimônio público e privado ah!...e mostrando a cara." "Tudo *ISSO* com a mesma garra e nacionalidade com que torceram".
Mestre, Guardiola nada tem a ver com a conquista da Liga dos Campeões pelo Bayern em 2013 e tudo a ver com a humilhante desclassificação em 2014, com goleada de 4X0 para o Real em casa e lembremos todos que a CBF, entidade privada associada a FIFA, não pode sofrer interferência de qualquer natureza em questões internas, por estados e governos, sob pena de ser impedido de participar de qualquer atividade subordinada a FIFA realizada no mundo, por determinado tempo, portanto não adianta os coxinhas hipócritas quererem associar Dilma a Marin, pois Marin sempre foi coisa deles, também grandes responsáveis pelo atraso do futebol brasileiro, fruto dileto do PCB (presidentes dos clubes brasileiros) e do JEB (jornalismo esportivo brasileiro), que permitem a CBF ser cômodo esportivo da Casa Grande e incômodo para o Brasil. Quanto a derrota pra Alemanha por 7X1, a explicação é óbvia, basta assistir o "tape" do jogo e comprovar que, no campo, além da inexplicável escalação de Bernard para atacar, Dante entra sem a menor condição técnica, tanto que por repetidas vezes oferece as nádegas a ameaça de chute pelo adversário, erro primário no futebol varzeano, David Luiz é deslocado de sua posição na zaga para acomodar Dante e desorganiza de vez a defesa brasileira (basta ver como acontece o primeiro gol), com a saída de Neymar, perde-se a armação e a necessidade do meio de campo alemão ajudar na marcação do jogador diferenciado, o avanço de Oscar, além de não resolver a ausência de nosso jogador diferenciado, desguarnece o miolo do campo, deixando um grande vazio entre o ataque e volantes, que colam à zaga; fora do campo, o técnico e sua trupe de auxiliares, tudo olhavam, nada viam e assim permaneceram até o intervalo do primeiro tempo, enquanto a Alemanha empurrava uma bola, atrás da outra, para nosso gol, sem que um só jogador ou membro da comissão técnica tomasse ou propusesse pelo menos a manjada solução do goleiro "machucar-se", para tomar-se um arzinho que permitisse pedir ao piston que botasse de volta as coisas no lugar. O problema é que em terra de trombones, nem sempre ouve-se o piston, né, não, Felipão.
No dia em que vi o Scolari saracutiando no "Esquenta" da Regina Casé, pensei com meus botões: xi, não vai dar certo! Quando vi Luciano Huck fazendo pieguisse na concentração, pensei: desse jeito a vaca vai pro brejo! Mesmo assim, torci muito pela seleção, como bom brasileiro que sou! Independente de governo, quero ver o Brasil ganhar sempre. Nunca imaginei que chegaríamos ao ponto de ser humilhados de maneira implacável como fomos. É hora de refletir e buscar mais seriedade nas coisas. A seleção foi humilhada em campo, mas o povo brasileiro é humilhado diariamente nos metros e ônibus apertados, nos postos de saúde mal aparelhados, ao ser alvo da violência e das drogas que entram livremente em nosso país, é humilhado quando vê toda a semana manchetes de corrupção no governo, enfim....chega de humilhação. Vamos mudar o Brasil!
O Felipão, pelo meu modo de pensar não deve ser execrado embora ele admita ser culpa sua o desastre no jogo com a Alemenha. Ele tentou uma nova fórmula que se vingasse seria consagrada. Ele pensou que congestionando o meio campo sufocaria o meio campo alemão. Não sou entendido de futebol annivel estratégico mas dá prá quebrar o galho, mas antes de tomar o primeiro gol, o time alemão estava assustado com a correria imprimida pelo time brasileiro. Revendo partes do jogo, porque depois do primeiro gol tomado, parei de assistir já prevendo o desastre, não queria nem ver. Este primeiro gol, se voces podem verificar, foi falta de marcação porque o Muller cabeceou sozinho e à sua frente havia um zagueiro não marcando ninguém, me parece o Marcelo que nâo marca ninguem como o lateral direito, Daniel Alves e ficou moleza. A estrategia era boa mas faltou duas coisas, primeiro a falta de confiança na capacidade entre os jogadores, eu penso que cada qual tem que ser capaz de atender às necessidades da posição e não tem desta de um ficar um cobrindo o outro e a falta de atenção e estar ligados no jogo. Outra coisa, tenho visto muita lentidão no arranque para correr dos jogadores e como exemplo voces podem ver o caso do Roben que tem um arranque e uma velocidade impressionantes, com isto me parece falta de condição atlética. O momento psicologico da tomada do primeiro gol não foi superado e o time teve uma queda de aplicação descomunal, razão pela qual os gols foram se repetindo nos poucos minutos seguintes. Com a queda da movimentação do time brasileiro, o time alemão encontrou facilidades para desenvolver seu jogo já intensivamente treinado. Como dica, recomendo que assista os primeiros minutos dos jogos Brasil x Alemanha e Holanda x Argentina, vejam a diferença de ritmo no jogo, compare e tirem suas conclusões. Se forem atenciosos, podem ver que nos dois jogos houve um verdadeiro jogo de xadrês, no primeiro o time brasileiro afoito para ganhar o jogo já no primeiro tempo e no da Argentina vimos um jogo cadenciado, de muito estudo e poucos erros de passe, notadamente na defesa porque sabiam que qualquer deslize, era fatal. Digo e repito, não sou entendido de futebol profundamente mas a analise precisa ser mais profunda mas para mim o melhor jogo e conscientização dos jogadores e a devida aplicação, ficou com o time alemão e porisso para mim é o favorito e mais me encantou. Outra coisa, me impressionou a seriedade do time Holandes depois de terem perdido nos penaltes, nada de choradeira, muita seriedade e não frieza, mas conscientização. Gente, num jogo de futebol, além debdas capacidades individuais, há um fator importante, a inteligencia dos jogadores, a sua aplicação, a sua crença nas suas possibilidades, a absorção das lições e ter em si a responsabilidade de cumprir o que foi determinado pelo técnico e isto tem que ser dito aos jogadores. O futebol do futuro, será assim e o clube ou seleção que ainda teimarem em ganhar jogos na base unicamente das habilidades inatas de cada jogador, vai dançar, tem que ter a técnica, o posicionamento em campo bem definidas e terão que ser cumpridas. Desculpem os erros de digitação, tenho dedos grossos de pião e as teclas do tablet são pequeninas demais. Rssss....
Não vou ficar jogando pedra na Seleção Brasileira, afinal de contas todos propagaram aos quatro ventos que a nossa seleção só tinha um jogador chamado neymar (o que na minha minha opinião não jogou quase nada) , tudo tinha que ser feito em função dele; isso mexe com o psicológico de qualquer pessoa, só que ninguém previa que ficaríamos sem ele. Nossos jogadores já entraram em campo humilhados por nós mesmos.Quem aqui nunca teve um apagão na vida.
RK, mas até hoje não entendemos o que aconteceu na final da Copa de 98 onde o Brasil jogou "para perder" contra a França. Aliás, Ronaldo deve uma explicação até hoje, mas dizem que a verdade do que aconteceu, segundo o jogador Leonardo, vai enojar muita gente. Ronaldo jamais dirá a verdade. E hoje vemos o gajo criticando a Copa de 2014 mas não percebe que tem "teto de vidro". A mesma sensação que tinhamos que a Copa de 98 foi "comprada" estamos tendo hoje com essa goleada de 2014. E comprada por quem? Pela direita, que vivia maldizendo a Copa antes de começar, e depois mudou seu discurso quando viu o sucesso que a Copa estava tendo? Segundo o candidato à presidência pelo partido PCO, Rui Pimenta, a direita tem sim culpa no cartório.
O Brasil NÃO PERDEU A COPA POR CAUSA DO JÔ. O Brasil perdeu a copa por causa DO """FELIPÃO que convocou o JÔ""", porque: O Paulinho estava mal e o Fernandinho entrou no lugar dele, assim como o Daniel Alves estava mal e o Maicon o substituiu. Entre o PATO e o DAMIÃO, que "estavam mal" e o Jô que NUNCA ESTEVE BEM, o Felipão preferiu o JÔ; e entre o Luis Fabiano, que SEMPRE FOI MELHOR QUE O JÔ e nos ultimos 3 anos esteve melhor que o Jô, o Felipão preferiu o Jô, e o RESULTADO DISSO É QUE O FRED QUE ESTAVA MAL, NÃO TINHA UM RESERVA A ALTURA. A solução todo mundo ja sabe: JA PERDEMOS DEMAIS PORQUE TEMOS OS MELHORES JOGADORES MAIS NÃO TEMOS TREINADORES QUE SAIBAM TATICA. Se não der para termos um TECNICO EUROPEU, precisamos PELO MENOS de "TECNICOS QUE JOGARAM LÁ", ao invés de tecnicos como o Felipão, o Tite e o Mano Menezes; QUE NUNCA SEQUER JOGARAM NOS TIMES GRANDES DO BRASIL.
Como pode uma pessoa achar que o resultado do jogo tem haver com o governo? não sabia que a Dilma além de ter inúmeras tarefas na Presidência ainda é técnica de futebol. A oposição não tem mais o que inventar para derrubar a Dilma , não conseguiram o tal apagão energético conseguiram o apagão dos jogadores. Pior do que o apagão da seleção é o apagão mental de certos eleitores .
Prezado Kotscho: Sobre o jogo contra a Alemanha você coloca que “Uma catástrofe deste porte nunca será explicada por uma única razão.” Pode ser. A Copa das Copas, que termina no próximo domingo no Maracanã, foi um sucesso. O governo federal acertou quando se candidatou para trazer a Copa 2014 para cá, para o Brasil. Lembra-se, nesse momento de espanto, que a Presidente Dilma não elege: presidentes e membros de conselhos deliberativos de clubes, presidentes de federações estaduais de futebol, presidente da CBF e tampouco membros de comissão técnica de seleção brasileira. O torcedor comum, que vai aos estádios para torcer pelo seu clube de coração, também não elege ninguém nessas instâncias do poder do futebol. Espera-se que um dia ocorra a participação democrática do torcedor comum, com direito a voto, nessas instâncias. A natureza dá saltos e no futebol parece que isso pode acontecer também. O “meteorito” que caiu sobre o time da “Famiglia Scolari”, provocando o dilatado placar de 7 a 1 e que causou tanto espanto e surpresa, será que seria mesmo um fator imponderável e imprevisto como sugere?
É bom lembrar Kotscho, que por trás de todas as recentes mazelas do futebol brasileiro está a Globo e sua obsessão em usar o futebol brasileiro para alavancar sua grade de programação. Nenhum dirigente é lá colocado, desde Ricardo Teixeira, sem que a Globo tenha a última palavra. Essa ideia de fazer uma faxina na CBF só faz sentido se junto com o lixo estiver a Rede Globo. Tirar Marin e Del Nero será um bom começo, mas que só será completo se a influência nefasta da Globo também terminar. Caso contrário só mudarão as moscas...
Nenhum treinador do estrangeiro virá pra receber ordens de Marin e Marco Polo Del Nero. Sem chance. Aceitemos o empaTite e tá bom demais. E deixemos o Muricy quieto no nosso SPFC Abs
Olá. Boa noite. Só discordo do fim do seu texto. Esse time da Alemanha não tem dedo nenhum do Guardiola. Tem a mão inteira do treinador Jupp Heynckess que estraçalhou o Barça do Guardiola na temporada 2012/2013 (venceu o Barça por 4x0 na Alemanha e 3x0 na Espanha) e apontou o caminho pro Felipão parar a Espanha na Copa das Confederações. Tipo do Guardiola fica tocando a bola, enquanto o time do sr. Heynckess é mto mais vertical e ofensivo. Guardiola é um bom treinador e não precisa de méritos do que não fez. E o Heynckess arrasou o esquema do barça. Abs
Eu achava que esse jogo contra a Alemanha era para ser de goleada por 1 X 0. Me enganei, foi só uma goleada.
O jogo de ontem lembrou o Argentina e Peru de 78.
Falta, agora, os brasileiros derrotarem a Dilma, o PT e o pior deles todos: Lula!!!
Começou a tentativa de descolar o governo do resultado dentro de campo: "primorosa organização do evento, que superou todas as expectativas"?!?!?!?!? Menos, né? (ou talvez as expectativas é que eram muito baixas) O governo (e o Brasil, ou seja, todos nós) padece do mesmo mal da seleção: a mania de deixar tudo pra última hora, de não se programar, não estudar o assunto... o tal jeitinho, a sensação de que "no final tudo se ajeita". Chega disso. Somos culturalmente assim, independente de partidos. Mas precisamos mudar!!! Curioso é que, até ontem, nossa presidente estava louca pra aparecer ao lado dos jogadores e da comissão técnica. Hoje eles não prestam mais?!? A virada de casaca é rápida mesmo...
A seleção brasileira de 2014 teve um sinônimo prático: Neymar. Depois, por ser um rapaz simpatico e sem saltos altos, David Luis entrou em cena não somente pelo futebol, mas por sua personalidade de gente simples que coloca criança no colo. Ao defender dois pênaltes contra o Chile, Júlio César veio à tona. nada mais... tudo construção de castelo na areia, inclusive a denominação de Carlos Alberto Parreira dada à CBF de que "(...) é o Brasil que dá certo". Daí veêm os lunáticos encharcados de ideologia e de invejas pagos por seus patrões dizer que agora a sociedade vai entrar na realidade. Jabor, Castanhede e Merval não pegam ônibus, trem e nem metro de manhã cedo e nem no final da jornada diária de trabalho. Não conhecem o Brasil de fato. Mas sabem que a liderança do sr. Luis Inácio Lula da Silva vem de baixo e, se tivessem lido Paulo Freire, diriam a seus patrões que lhes pagam salários para escrevem quimeras anacrônicas e descompassos com as realidades brasileiras. Lula criou universidades e proporcionou distribuição de rendas FHC as sucadeou: é tão óbvia essa evidência que causa náusea saber que gente cinquentona escreve para nublar realidades vividas e concretas.... Se o eleitor levasse a sério o que esses jornalistas dizem, PSDB e DEM não teriam sido tirados do poder por meio do voto direto. Eu voto na president Dilma contra Aécio Neves, FHC, Folha de sp, estadao, globo, veja,
O Brasil TEM MANIA DE PREMIAR AS COISAS ERRADAS e depois reclama quando um garoto da favela diz que "O SONHO É TER UMA ARMA AO INVÉS DE UM VIDEO GAME". Aqui no Brasil: Presos recebem salários, quando deveriam trabalhar para pagar os danos que causaram à sociedade; as moças que DÃO O GOLPE DA BARRIGA ou que posam em revistas pornográficas, são mais valorizadas pela midia e POR UMA PEQUENA PARTE da sociedade, do que as moças que trabalham de manhã e a tarde, e ainda estudam a noite; Os partidos politicos que não deixam fazer CPIs ou não explicam duvidas sobre as suas administrações, também recebem o apoio de parte da sociedade; Ex. jogadores que aprontavam dentro e fora de campo, recebem status de jornalistas; E ex JOGADORES mediocres, QUE NUNCA JOGARAM EM TIMES GRANDES, NUNCA JOGARAM NA EUROPA E NUNCA TIVERAM A HUMILDADE DE FAZER CURSOS PARA SE PREPAREM PARA SER TECNICOS DE FUTEBOL, do dia pra noite viram tecnicos e especialistas em tatica. -Como pode o Parreira, que EM 40 ANOS DE CARREIRA, NUNCA MONTOU UM TIME CAMPEÃO, visto que em 1994 quem se convocou e escalou a seleção foi o Romario; pode ser tão prestigiado pela CBF? Como pode a CBF escolher o Felipão como tecnico se ha mais de 12 anos ele não ganhava um titulo? -Assim como a copa do Brasil que o Palmeiras ganhou do coritiba com a ajuda da arbitragem, MASCAROU A INCOMPETÊNCIA do Felipão, tanto que meses depois o Palmeiras CAIU PRA SEGUNDA DIVISÃO; a copa das confederações, COM O TALENTOSO NEYMAR e o Fred que ainda CONSEGUIA PELO MENOS CAMINHAR, também mascarou as INCOMPETÊNCIAS DO FELIPÃO e do PARREIRA. Os "CHORÕES E INCOMPETENTES PARREIRA E FELIPÃO", ficaram chorando, TENTANDO UMA VIRADA DE MESA DA FIFA no caso do cartão infantil Thiago Silva, AO INVÉS DE TREINAREM O TIME SEM O NEYMAR. A explicação É ESSA MEU CARO KOTSCHO sobre o time montado ontem pelo Felipão, e as explicações são essas pelo que acontece não só no nosso futebol, mas NA NOSSA SOCIEDADE. No futebol FICA DIFÍCIL MUDAR, porque "O POVO NÃO TEM DIREITO A VOTO PARA ESCOLHER OS DIRIGENTES"; mas na politica "O POVO TEM SIM DIREITO A VOTO", e não deveria votar em políticos que SÃO CONIVENTES COM A CORRUPÇÃO ao não deixarem FAZER CPIs e arrogantemente não quererem prestar conta do que fazem com o dinheiro publico; bem como na sociedade, onde AS PESSOAS PODERIAM DEIXAR DE CONSUMIR qualquer produto ou qualquer programas de TV, que tenham suas imagens atreladas a ARTISTAS QUE ENTRARAM NA MÍDIA PELA PORTA DOS FUNDOS, através de BAIXARIAS e pilantragens, ao invés do preparo técnico e didáticos em cursos. O politicamente correto, ESTÁ ACABANDO COM O BRASIL, pois a mídia que TEM COMO UMA DAS SUAS OBRIGAÇÕES DE CONCESSÃO DO GOVERNO, promover a CULTURA E A INSTRUÇÃO, acaba pela GANANCIA DA AUDIÊNCIA, privilegiando AS BAIXARIAS E OS ESCÂNDALOS AO INVÉS da preparação moral e didática. E' PRECISO DE IMEDIATO NO FUTEBOL QUE SE CRIE A CULTURA DO TÉCNICO EUROPEU OU DO EX JOGADOR QUE JOGOU LÁ POR MUITO TEMPO; que seja conhecedor de TÉCNICAS como JÁ ACONTECE EM DIVERSOS ESPORTES OLÍMPICOS AQUI NO BRASIL. Um exemplo claro disso, foram as equipes que a Alemanha enfrentou E TEVE MUITA DIFICULDADE PARA GANHAR: As equipes tinham TÉCNICOS EUROPEUS OU QUE JOGARAM LÁ. O Felipão com 11 jogadores, conseguiu DAR UM VEXAME MAIOR QUE PORTUGAL que jogou com 10, FRENTE A ALEMANHA.
Kotcho, boa oportunidade para mandar a Globo comprar os direitos de transmissão exclusivos do futebol Afegão, e largar as tetas da CBF.