22 janeiro 2010 às 09:48
Veja aqui todas as estreias da semana
Fique ligado em todas as estreias da semana:
Astro Boy:

Não fez grande sucesso quando saiu nos EUA, em outubro, mas tem chances de emplacar no Brasil até por causa de sua longevidade. O personagem foi criado em 1951, como herói de mangá chamado Mighty Atom. O criador é Osamu Tezuka que era, na época, estudante de medicina. Leia mais.
Plastic City:
Quem viu falou muito mal, inclusive em festivais estrangeiros. Chama-se Dangkou e tem a curiosidade de ter sido rodado por orientais, em São Paulo, mostrando as histórias de um certo fora da lei Yuda e seu filho, que vive no bairro da Liberdade. Leia mais.
O Fada do Dente:
Isso é coisa de americano. Para eles, existiria uma fadinha que viria buscar o dente de leite. Que eu me lembre, a criança brasileira jogava o dentinho no telhado, para não sei quem pegar, o homem do saco?
De qualquer forma, vamos ser colonizados de novo nesta comédia, que estreia simultaneamente nos EUA e que foi feita por Michel Lembeck (Connie e Carla), com roteiro de Lowell Ganz e Babaloo Mandel. Leia mais.
Amor sem Escalas:

Não é para adolescentes, muito menos para meninas. Esta é uma comédia cínica e “cool”, endereçada à força trabalhadora norte-americana, aqueles justamente que neste momento estão sofrendo as consequências da recessão econômica e do fenômeno do “downsizing”, ou seja, de cortarem despesas, empregos, benefícios.
O momento em que a cabeça de qualquer um está a prêmio e não há mais garantia de emprego ou lealdade de empresa. Tempos perfeitos para o super executivo Ryan Bingham, que é especialista justamente em despedir pessoas. Leia mais.
Aproximação:
Não tinha me dado conta que esta estreia do diretor judeu/israelense de maior sucesso em festivais, Amos Gitai, era já de um filme relativamente antigo. Dá para perceber que Gitai continua o mesmo, admirador de planos fixos, quase sem movimento a não ser uma ou outra correção para incluir alguém na imagem.
São planos muito longos, por vezes sustentados apenas pela força dos atores, como sucede na sequência inicial, quando um soldado israelense (Liron) encontra num trem europeu uma mulher palestina e os dois resolvem transar. Curto e direto. Mas dali em diante o filme é mais estranho. Leia mais.
Chéri:

Este filme foi concebido como o reencontro entre a estrela, o diretor e roteirista de Ligações Perigosas, em outro texto de época, na esperança de reviver a carreira de Michelle, que aos 50 anos está ainda bonita, mas tem tido uma série de fracassos lançados diretamente em home vídeo.
Embora o filme seja belíssimo, em termos de direção de arte, figurinos e tenha uma boa história baseada em livro da famosa escritora francesa Colette (a mesma de Gigi, que também falava de cortesãs), não caiu no gosto do público e crítica, que o ignoraram.
Uma pena, porque Michelle está muito bem, sempre boa atriz e parece a figura ideal para viver um famoso personagem, já adaptado pelo menos cinco vezes antes e até agora sem sua versão definitiva. Leia mais.
Veja mais:
+ Mesmo cansado, acompanhando as premiações
+ Saiba algumas curiosidades sobre o filme Astro Boy











