28 janeiro 2011 às 12:58
Estreias da semana
Amor e outras Drogas
São dois ou três filmes em um só. Uma comédia sobre vendedores de produtos farmacêuticos, que flerta com a possibilidade de criticar os grandes laboratórios que hoje são vilões numa série de crimes contra a saúde: impor certas drogas que não foram bem testadas, fazer testes em países pobres ou até mesmo não pesquisar remédios que não dão resultado comercial. Leia mais.
Um Lugar Qualquer
De todos os filmes considerados para o Oscar em 2011 este é o que menos gosto (apesar de que, até quando escrevo, não tenha sido lembrado pelo Globo de Ouro ou SAG, apenas ganhou Sofia, um prêmio especial do esquisito National Board of Review, que por sinal não é composto por crítico e não foi aprovado justamente por aqueles que são insiders). O fato de ter ganhado o Leão de Ouro no Festival de Veneza ninguém levou a sério já que o júri era presidido por Quentin Tarantino, ex-namorado de Sofia e famoso por proteger seus amigos descaradamente. Leia mais.
Caça às Bruxas
Não é o título mais adequado para se ter uma ideia do que é o filme, que nada tem a ver com a chamada Caça as Bruxas (que foi o McCarthismo), nem é exatamente esse o tema da história. Gosto mais do literal, Época ou Temporada das Bruxas. Já que se trata de uma aventura medieval, passada no século XIV, que tem mais a ver com O Nome da Rosa ou com as aventuras de Espada e Bruxaria (Sword and Sorcery) tipo Conan, o Bárbaro. Leia mais.
Inverno da Alma
Lento, sem qualquer preocupação de ser bonito, o filme é cru, direto, pesado e em outros tempos mais férteis não teria tanta repercussão. Não sou entusiasmado pelo trabalho da jovem Jennifer Lawrence, ela segura bem um personagem para uma garota urbana desacostumada a apanhar e descarnar esquilos. Não consegui ver a razão para tantos elogios. Mas num deserto de filmes independentes, este é um dos mais bem sucedidos. Leia mais.
A Última Estação
Chega com um atraso de um ano, este excelente filme que deveria ter estreado aqui ano passado quando concorreu aos principais prêmios, inclusive ao Oscar (pela excelente interpretação de Christopher Plummer, no papel do escritor russo Leon Tolstoi e Helen Mirren, que faz sua esposa assim como também para o Globo de Ouro). É um trabalho muito interessante do roteirista e diretor Michael Hoffman (Um Dia Especial, Sonho de uma Noite de Verão, O Clube do Imperador, O Outro lado da Nobreza). Leia mais.
Deixe-me Entrar
É uma história de afeto entre dois seres solitários e perdidos (e a meu ver a sequência final é ainda mais explícita em relação ao destino dos dois). Ou seja, apesar de ser melhor do que se esperava, continua a ser inferior e não havia mesmo necessidade de ser feito. Leia mais.
Veja mais:
+ Siga o R7 no Twitter
+ Veja os destaques do dia
+ Todos os blogs do R7

















