29 novembro 2011 às 18:06
Premiados pelos críticos de Nova York
De agora em diante teremos anúncio de premiados e indicados praticamente todo dia. O primeiro importante que sai é este dos críticos de Nova York, que realmente tem peso e influência (não se esqueçam que uma vez eles deram o prêmio de melhor atriz para Marília Pêra por Pixote).
Ainda que o resultado só venha deixar a sensação de que realmente não há nada de muito novo e que o melhor filme parece se o francês O Artista (aquele que é mudo e preto e branco). E que Meryl Streep veio este ano para arrasar mais uma vez!
A surpresa mesmo é ver Brad Pitt como melhor ator (nada contra, acho ele até eficiente e especialmente bem em Moneyball).
O filme que o iMDb diz se chamar O Homem que Mudou o Jogo, como já escrevi aqui, é muito americano e fadado a fracassar entre nós (previsto para estrear agora com as premiações em fevereiro assim como o de Meryl.
Também foi atrevido votar no comediante Albert Brooks como ator coadjuvante em Drive (onde faz muito bem um mafioso assassino).
O resultado foi conseguido sem que os críticos pudessem ver todos os filmes do ano (como de Stephen Daldry) que não ficaram prontos a tempo.
Eis o resultado:
Melhor filme: O Artista
Melhor ator: Brad Pitt (A Árvore da Vida e Moneyball).
Melhor atriz: Meryl Streep, por A Dama de Ferro (The Iron Lady).
Melhor diretor: Michel Hazanavicious (O Artista).
Melhor documentário: Caverna dos Sonhos Esquecidos, de Werner Herzog (apresentado na Mostra de SP).
Melhor atriz coadjuvante: Jessica Chastain, por A Árvore da Vida e Histórias Cruzadas.
Melhor ator coadjuvante: Albert Brooks, por Drive.
Filme estrangeiro: A Separação (Irã).
Melhor roteiro: Aaron Sorkin (ele ganhou no ano passado por A Rede Social /The Social Network) e Steve Zaillan, por Moneyball.
Fotografia: Emmanuel Lubezki (A Árvore da Vida).
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