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	<title>Blog do Rubens Ewald Filho &#187; estreias</title>
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	<description>Blog do Rubens Ewald Filho - R7</description>
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		<title>Estreias – O Artista</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 08:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>drdelima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[O Artista]]></category>

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		<description><![CDATA[O Artista (L´Artiste) França/Bélgica, 2011. Direção e roteiro de Michael [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Artista (L´Artiste)</em> França/Bélgica, 2011.</p>
<p>Direção e roteiro de Michael Hazanavicious. Paris Filmes. Preto e branco. Mudo. 100 min.</p>
<p>Elenco: Jean Dujardin,  Berenice Bejo, John Goodman, James Cronwell, Penélope Ann Miller, Ed  Lauter, Malcolm McDowell, Missi Pyler, Nina Siemasko.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/02/artista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20681" title="Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/02/artista.jpg" alt="artista Estreias – <i>O Artista</i>" width="450" height="289" /></a></p>
<p>Não há dúvidas que neste momento este é o filme favorito para o Oscar, apesar dos pesares. Acho muito difícil a Academia xenófoba dar pela primeira o Oscar de Melhor Filme para uma produção estrangeira, ainda mais francesa (coisa que nunca sucedeu, já que eles fazem a festa para se autolouvarem, para promover a indústria americana não a estrangeira!).</p>
<p>Ainda mais um filme mudo (ainda que com momentos sonoros e uma intensa trilha musical também indicada ao Oscar e vencedora do Globo de Ouro que homenageia diversos compositores e sons) e ainda por cima em preto e branco! (como americano não gosta de ler legendas e despreza o preto e branco, ele ainda por cima vai mal de bilheteria não passando dos 17 milhões, ou seja, atingiu apenas o publico de arte).</p>
<p>Mesmo assim desde que passou em Cannes (onde levou apenas Melhor Ator), foi comprado pelos Weinstein para o mercado internacional e ganhou os sintomáticos Sindicatos dos Produtores e Diretores. Sinal de que foi aprovado pela indústria!</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/02/artista1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20682" title="Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/02/artista1.jpg" alt="artista1 Estreias – <i>O Artista</i>" width="450" height="306" /></a></p>
<p>Sem dúvida é um filme simpático, divertido, que se assiste com prazer, embora seja preciso perdoar um detalhe: ele lembra muito, às vezes demasiado, <em>Cantando na Chuva</em>, que abordava o mesmo assunto e época. E melhor! Só que sem esse gimmick (truque) de ser mudo (só se ouve som sincronizado numa sequência de sonho do protagonista!).</p>
<p>Eu gostei do filme, mas não sou um entusiasta. A sequência que mais gostava, quando a moça se abraça a um casaco que ganha vida com uma mão que a acaricia, depois um crítico mexicano amigo me contou que esse é um velho número de vaudeville argentino, e como a heroína Berenice Bejo é argentina!!!!. Acho estranho o filme situar a ação em 1927 quando já estava acontecendo o sucesso de <em>O Cantor de Jazz</em> e sendo um cara tão perceptivo e mesmo dançarino não se dar conta da mudança ao contrário, esperar mais dois anos para só em 1929 quando tudo era já fato consumado para insistir no mudo.</p>
<p>Isso tudo aconteceu e realmente são inúmeros os casos de carreiras destruídas pela chegada do cinema sonoro, já que os atores não precisavam decorar textos, não tinham formação teatral e muitos eram estrangeiros com forte sotaque. Para complicar o sistema de captação era muito precário e a qualidade da gravação da voz deixava muito a desejar. Há também boatos de sabotagem, como no caso de John Gilbert, quando o estúdio teria aproveitado para assim se livrar de um astro temperamental e que ganhava muito.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/02/artista2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20683" title="Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/02/artista2.jpg" alt="artista2 Estreias – <i>O Artista</i>" width="450" height="294" /></a></p>
<p>Outra coisa que me parece errada é a cena do incêndio/ suicídio, já que as cópias de película da época eram feitas com nitrato de prata e altamente inflamáveis (na verdade não precisam nem de fogo, tinham combustão espontânea e provocaram muitas tragédias como aliás se pode ver em <em>Cinema Paradiso</em>! Isso só seria modificado para o safety filme nos anos 40!). Então não daria para ser salvo do incêndio na casa do herói porque naquela altura já teria explodido todo o quarteirão.</p>
<p>Ok, entendo, são licenças de cinema, mas quando vai se falar e louvar uma arte morta acho que se deveria ao menos mostrar tudo com fidelidade. Foi uma opção interessante dos produtores (que é filho do famoso e falecido Claude Berri) rodar realmente nos estúdios de Hollywood, chamando atores americanos conhecidos como coadjuvantes (assim usaram a cama que foi de Mary Pickford, assim por diante, tudo tinha cheiro de autenticidade, contam eles!).</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/02/artista3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-20680" title="Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/02/artista3.jpg" alt="artista3 Estreias – <i>O Artista</i>" width="450" height="291" /></a></p>
<p>Tenho minhas dúvidas quanto à versatilidade do ator Dujardin que vejam no agradecimento do SAG parece composto e a qualquer momento disposto a cair na caricatura (que é sua especialidade, ele veio de humor de sketchs).De qualquer forma, ele segura o filme com a ajuda da brejeirice de Bejo numa história bem tradicional, a la <em>Nasce uma Estrela</em>, a estrela que sobe que tenta ajudar o astro decadente. Uma fábula naturalmente que dizem ser uma homenagem ao cinema mudo, embora eu não veja grandes vestígios nem dos humoristas geniais (o único que merece uma citação é um dos grandes Harold Lloyd, o Homem Mosca!) e muito menos de grandes diretores e obras (como os filmes de Murnau, Von Sternberg, King Vidor).</p>
<p>Será que <em>O Artista</em> vai ganhar? Para mim ele não se compara com o muito superior <em>A Invenção de Hugo Cabret</em>, de Scorsese (previsto para estrear semana que vem), esse sim tecnicamente deslumbrante e uma verdadeira homenagem aos criadores do cinema. Por outro lado <em>Cabret</em> é um filme infantil e homenageia em particular Georges Meliés que ninguém mais sabe quem foi!</p>
<p><strong>Veja mais:</strong></p>
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		<title>Estreias &#8211; Cavalo de Guerra</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 08:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>drdelima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalo de Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Spielberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Cavalo de Guerra (The War Horse). Diretor: Steven Spielberg. Disney. EUA, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/01/Cavalo-de-Guerra5.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19795" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/01/Cavalo-de-Guerra5.jpg" alt="Cavalo de Guerra5 Estreias   <i>Cavalo de Guerra</i>" width="450" height="302" title="Estreias   <i>Cavalo de Guerra</i>" /></a></p>
<p><strong><em>Cavalo de Guerra (The War Horse)</em></strong>. Diretor: Steven Spielberg. Disney. EUA, 2011. 146 minutos.</p>
<p>Elenco: Jeremy Irvine, Emily Watson, David Thewlis, Peter Mullan, Niels Arestrup, Tom Hiddleston, Celine  Buckens, Benedict Cumberbach, David Cross, Eddie Marsan, Liam Cunningham.</p>
<p>É difícil não se assustar com a excessiva metragem, a narrativa lenta e a inacreditável qualidade técnica (fotografia, montagem, trilha musical incessante) que tornam este filme uma relíquia, como se tivesse sido feito no começo dos anos 60, uma imitação de um cineasta como David Lean. Podíamos chamar de classicismo, ou então justamente o oposto, um filme como uma peça de museu, uma antiguidade, uma relíquia. Só que esses diretores antigos, adeptos das regras tradicionais de contar uma historia, não eram covardes ou ingênuos.</p>
<p>É incrível que Steven Spielberg nesta altura dos 60 e muitos anos ainda seja pudico a ponto de não mostrar o fuzilamento de uma dupla de jovens soldados alemães desertores (um deles, o garoto de <em>A Leitora</em>). Encena tudo ao lado de um velho moinho e quando eles são atingidos estão justamente passando as asas desse moinho que estrategicamente escondem a cena! Embora a história seja basicamente uma denúncia dos crimes cometidos contra os animais, em particular os cavalos que foram massacrados durante a I Guerra Mundial (as potencias ainda usavam cavalaria, mas ela se tornou obsoleta diante das novas técnicas de combate, trincheiras, arame farpado, bombas de gás. Calcula-se que cerca de quatro milhões de cavalos tenham sido exterminados, da maneira mais fria e cruel, durante o conflito).</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/01/Cavalo-de-Guerra3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19798" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/01/Cavalo-de-Guerra3.jpg" alt="Cavalo de Guerra3 Estreias   <i>Cavalo de Guerra</i>" width="450" height="299" title="Estreias   <i>Cavalo de Guerra</i>" /></a></p>
<p>Fiquei sabendo disso porque vi a montagem original da mesma história (ainda que com script diferente) que neste momento ainda está em cartaz na Broadway no teatro do Lincoln Center (eles utilizam um cavalo manipulado por atores, ou seja, como um <em>Muppet</em>, numa incrível reprodução de movimentos. Mas depois de ter visto um truque do vigésimo terceiro cavalo de brinquedo já não tem mais graça. Aliás, enquanto eu via a peça já sofria prevendo o risco que esta tinha em cair no sentimentalismo de Spielberg. Temia o pior que acabou sucedendo).</p>
<p>Em geral não tenho grandes problemas em transformar o feio no plasticamente bonito desde que venha acompanhado por alguma mensagem, alguma denuncia. Spielberg é tão fraco que não tem sequer coragem de ao final colocar letreiros informando os fatos históricos (o que até a peça fazia). O que é muito ruim porque tudo é inspirado em fatos históricos e realmente deixa passar batido outro escândalo, aquele ataque inesperado dos britânicos contra as tropas alemãs (que ia contra as regras de cavalheirismo que ainda imperavam na época). Ou seja, foi uma coisa muito feia dos antes galantes britânicos que o filme deveria ter condenado mais.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/01/Cavalo-de-Guerra4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19799" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/01/Cavalo-de-Guerra4.jpg" alt="Cavalo de Guerra4 Estreias   <i>Cavalo de Guerra</i>" width="450" height="302" title="Estreias   <i>Cavalo de Guerra</i>" /></a></p>
<p>Antes disso, há toda uma meia hora e pico, para contar o drama de um jovem rapaz pobre Albert Narracott que tem problemas com o pai alcoólatra e que num impulso de revolta compra um cavalo de raça inapropriado para o arado (só para ter uma vitória diante do patrão que também o desejava). Era, porém, o dinheiro que teria para pagar o aluguel da terra e pode perder tudo e ficar na miséria. Mas é salvo pelo filho que se torna grande amigo do cavalo (Joey), conseguiu domá-lo e numa sequencia épica consegue até mesmo arar um pedaço de terra, durante a chuva e numa subida!</p>
<p>Mesmo assim quando estoura a guerra o pai vende Joey para o exército (novamente por dinheiro) quebrando o coração do rapaz, que por causa disso resolve se alistar e ir atrás dele no front de guerra. Um detalhe: esse Alan é interpretado por um novato, um daqueles loirinhos bonitinhos com cara de Ken (namorado da Barbie), incapaz de passar qualquer expressão (o sujeitinho se chama Jeremy Irvine). Qualquer pessoa experiente sabe que esse conflito com o pai é só uma preparação para Spielberg dar mais uma daquelas lições de moral, pregando a conciliação e entendimento entre pais e filhos!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/01/Cavalo-de-Guerra2.jpg"><img class="size-full wp-image-19797 aligncenter" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2012/01/Cavalo-de-Guerra2.jpg" alt="Cavalo de Guerra2 Estreias   <i>Cavalo de Guerra</i>" width="450" height="299" title="Estreias   <i>Cavalo de Guerra</i>" /></a></p>
<p>Mas enquanto isso e sempre de maneira lenta (nunca vi uma trilha de John Williams tão exagerada e redundante) vamos seguir o cavalo, que demonstrará ser um gentleman, fácil de fazer amigos, leal, primeiro se tornando a montaria de um oficial Capitão Nicholls (vivido por Hiddleston, o irmão mau de <em>Thor/Avengers</em>) , depois dos irmãos alemães desertores, finalmente virando quase burro de carga de artilharia pesada!</p>
<p>Também teremos outra cena fácil de prever, que lembra a de <em>Feliz Natal</em> (2005), de Christian Carion. Um momento bem humorado em que um inglês e um alemão se encontram na Terra de Ninguém e unidos por uns momentos procuram ajudar o bicho que esta todo ferido!</p>
<p>Não terminou. Ainda teremos o reencontro com Joey, o que será instantes antes dele ser sacrificado por estar muito machucado e provocado pelo chamado tradicional feito por Alan. Acabou? Que nada. Ainda teremos outra sequência quando o bicho será leiloado (conclusão de uma trama paralela, a de Joey, que foi parar numa pequena fazenda francesa quando foi protegido por uma garotinha local, a encantadora Celine Buckens). Ou seja, Spielberg quer que você utilize muitos lenços de papel...</p>
<p><em>Cavalo de Guerra</em> estreou há poucos dias nos Estados Unidos e por enquanto não parece que vai bem de bilheteria. Não acho possível que alguém de bom senso vá cair num filme tão antiquado, aborrecido e manipulador. Que faz até o bonito ficar feio.</p>
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		<title>Redenção</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 07:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jzorzato</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[redenção]]></category>

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		<description><![CDATA[Machine Gun Preacher. África do Sul/EUA. 2011. Direção de Marc [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Machine Gun Preacher. África do Sul/EUA. 2011. Direção de Marc Foster. 129 min Com Gerard Butler, Michelle Monaghan, Michael Shannon, Kathy Baker, Madeline Carroll, Soyleymane SySavane.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/redencao-1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19490" title="Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/redencao-1.jpg" alt="redencao 1 <i>Redenção</i>" width="450" height="299" /></a></p>
<p>Perdendo-se em meio às compras e festas natalinas, depois as viagens e o verão, este é um projeto pessoal do ator escocês Gerard Butler (<em>300</em>), que assina também como coprodutor, mas que não encontrou seu público nos EUA (para o custo de US$ 30 milhões, não chegou nem a US$ 1 milhão de renda) talvez porque não o soubesse vender.</p>
<p>Ele deveria ser endereçado ao público cristão que, possivelmente, entenderia melhor sua proposta: contar a história da redenção de um personagem verdadeiro (que aparece nos letreiros finais), o motoqueiro de Detroit, Sam Childers.</p>
<p>Ele foi preso, viciado em drogas, se converte à religião cristã e, eventualmente, se torna mesmo pregador, constrói sua própria Igreja e  se interessa pelo destino das crianças do Sudão, vítima da fome e perseguição racial que tem matado milhares de pessoas naquela região.</p>
<p>A situação é muito complicada, mas basicamente, negros mulçumanos matam negros cristãos em nome da limpeza racial, cometendo crimes atrozes, em particular contra as crianças.</p>
<p>Esse é um tema que já vimos em alguns documentários americanos muito tocantes e um absurdo que tem sido denunciado por muitas estrelas de cinema (de George Clooney e Angelina Jolie), mas até onde me lembro é o primeiro filme de ficção não documental sobre o tema (ainda que inspirado em fatos reais).</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/redencao-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19491" title="Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/redencao-2.jpg" alt="redencao 2 <i>Redenção</i>" width="450" height="295" /></a></p>
<p>E que não é mero sermão ou denúncia, porque não pega fácil, não coloca como protagonista um sujeito adorável,  simpático e heroico. Porque o chamado “Pregador com uma Metralhadora” tem uma teoria que pode ser muito discutível e polêmica, além de lembrar muito os filmes de vigilantes e os faroestes americanos.</p>
<p>Em vez de assistir impassível aos massacres noturnos e gratuitos, ele, por vezes, ataca primeiro, atacando e matando a milícia de mercenários e garotos, antes que estes prossigam sua missão macabra. Isso lhe ganha o respeito até do governo, mas isso pouco adianta porque o líder que parecia mais sensato acabou morto num estranho acidente de helicóptero. E de pouco adianta porque o extermínio continua de alguma forma até hoje.</p>
<p>Sem dúvida, é apenas um dos muitos desatinos que continuam a acontecer neste planeta, mas nem por isso lhe tira a força da denúncia e a crítica à apatia geral. O herói fica desesperado em não conseguir recolher mais dinheiro para salvar mais crianças, já que mesmo com fúria e raiva não tem como convencer os americanos a contribuírem.</p>
<p>É interessante como é colocado o dilema moral diante da realidade grosseira, uma das cenas mais fortes é quando ele não consegue evacuar grande parte de um grupo de crianças pequenas que iriam ser exterminadas porque o veículo que viajava era pequeno e não conseguia conte-las. Quando o carro volta, elas foram brutalmente queimadas.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/redencao-3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19492" title="Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/redencao-3.jpg" alt="redencao 3 <i>Redenção</i>" width="450" height="296" /></a></p>
<p>Rodado na África do Sul, o filme tem, além do evidente empenho do ator que vai crescendo durante o filme, a direção de um cineasta respeitado como Marc Forster (de<em> A  Última Ceia</em> com Halle Berry, <em>Em Busca da Terra do Nunca, Caçador de Pipas</em> e até do último James Bond<em> Quantum of Solace</em>).</p>
<p>Todos os envolvidos logicamente indignados com o desprezo da sociedade a outro desvario da humanidade. E o triste é constatar que o fracasso do filme nada mais é do que a prova viva dessa rejeição, de não saber e não querer saber.</p>
<p>De nos comportarmos como avestruzes que escondem, reza a lenda, a cabeça na terra para fingir que tudo está bem. Como se o Natal justamente não fosse o momento apropriado para espalhar essa mensagem de redenção e salvação de vidas humanas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Estreia &#8211; Os Muppets</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 12:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>drdelima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[os muppets]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Muppets (The Muppets). Diretor: James Bobin. Elenco: Jason Segel, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Muppets (The Muppets). <strong>Diretor</strong>: James Bobin. <strong>Elenco</strong>: Jason Segel, Amy Adams, Chris Cooper, Rashida Jones, Zach Gallifiankis, Alan Arkin, Ken Jeong, Emily Blunt, Sarah Silverman. EUA, 2011.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/muppets_rubens_3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-18808" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/muppets_rubens_3.jpg" alt="muppets rubens 3 Estreia   <i>Os Muppets</i>" width="450" height="385" title="Estreia   <i>Os Muppets</i>" /></a></p>
<p>Pouco antes de morrer, o criador dos Muppets, o genial Jim Henson (1936-90), estava fechando as negociações de vender seus personagens para a Disney. Isso aconteceu com o resultado previsível: eles não souberam muito bem o que fazer dos bonecos e depois de algumas experiências mal sucedidas e dirigidas pelo filho de Henson, acabaram deixando-os na prateleira. Até o dia em que um humorista, que por acaso era apaixonado por eles, veio com uma proposta de escrever um roteiro (naturalmente para ser estrelado por ele) ressuscitando-os. Ele se chama Jason Segel.</p>
<p>Você conhece Segel da serie <em>How I Met Your Mother</em>, das comédias de Jud Apatow (<em>Ressaca de Amor; Ligeiramente Grávidos; Eu te Amo, Cara</em>) e mais <em>Professora sem Classe, As Viagens de Gulliver</em>. Se não guardou o nome ou a cara, não se preocupe, a culpa não é sua. Segel não é mesmo memorável.  Grandão, feioso, não especialmente engraçado, ele inclusive já nos assustou aparecendo inteiramente pelado em <em>Ressaca de Amor</em> e foi um pesadelo. Naturalmente ele colocou vários amigos fazendo pontas embora não tenham nada a ver com o universo dos personagens (humoristas como Sarah Silverman, Jeong e  Gallifinakis). Felizmente têm alguns mais bem-vindos: Whoopi Goldberg, Neil Patrick Harris, Selena Gomez, John Krasinski, Jack Black e a até venerável Mickey Rooney.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/muppets_rubens_2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-18810" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/muppets_rubens_2.jpg" alt="muppets rubens 2 Estreia   <i>Os Muppets</i>" width="450" height="338" title="Estreia   <i>Os Muppets</i>" /></a></p>
<p>E para a direção chamou um certo James Bobin. Não sei se Bobin é a escolha certa para esse tipo de filme, já que ele veio de séries muito mais audaciosas e infames, como <em>Da Ali G Show</em> (com Sacha Baron Cohen) e o muito esquisito mas ainda sim cult <em>Flight of the Conchords,</em> da HBO.</p>
<p>Este então é o projeto (aliás, muito bem promovido pela Disney, que não mediu despesas e esforços para fazer com que uma nova geração descubra os Muppets) que veio para salvar ou acabar de vez com eles.</p>
<p>Preciso explicar antes que eu não consegui assistir o filme (culpa minha e de compromissos) mesmo sendo fã absoluto dos Muppets, a ponto de já ter mesmo o CD com a trilha do filme e ficar contente que eles tenham trazido de volta a canção tema do primeiro filme (e que chegou a ser indicada ao Oscar): <em>The Rainbow Connection</em>. Sou fã confesso desde os tempos em que ficava em casa sábados à tarde para tentar ver o programa que a Globo passava, por sinal bem dublado (quando o sapo Kermit virou aqui Caco). Mais tarde comprei as duas compilações do show que saíram em DVD (parece que me falta uma terceira).</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/muppets_rubens_1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-18809" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/muppets_rubens_1.jpg" alt="muppets rubens 1 Estreia   <i>Os Muppets</i>" width="450" height="298" title="Estreia   <i>Os Muppets</i>" /></a></p>
<p>Mas fiquei desconfiado quando outro grande parceiro da criação dos Muppets, o diretor Frank Oz (e que fazia também várias vozes importantes) recusou participar do projeto achando que ele traía a memória e a proposta original. O projeto custou 50 milhões de dólares e estreou semana passada (que era de feriado nos EUA), chegando já aos 42 milhões de dólares, o que é bem razoável (não sei porém se o filme funciona para exportação).</p>
<p>Não acho justo opinar antes de ver, mas meus colegas fizeram restrições, reclamando de uma primeira parte muito lenta e de muitas piadas que não funcionam. Resta ver se as crianças atuais acostumadas com alta tecnologia serão capazes de entender o encanto e magia de meros bonecos, manipulados em geral a mão (marionetes). Voltaremos ao assunto.</p>
<p><strong>Veja mais:</strong><strong> </strong></p>
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		<item>
		<title>Estreia: Os Especialistas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 08:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jzorzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[os especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[Robert De Niro]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Especialistas (Killer Elite) EUA, 11. Direção de Gary McKendrick. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os Especialistas </em>(<em>Killer Elite</em>)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/deniro-blog.jpg"><img class="size-full wp-image-18817 aligncenter" title="Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/deniro-blog.jpg" alt="deniro blog Estreia: <i>Os Especialistas</i>" width="439" height="306" /></a></p>
<p>EUA, 11. Direção de Gary McKendrick. Roteiro de Matt Sherring baseado em livro de Ranulph Fiennes. Com Jason Statham, Robert De Niro, Clive Owen, Aden Young, Dominic Purcell, Bem Mendehlson, Yvonne Strahovsky. 116 min. Imagem.</p>
<p>É um bom título nacional para um filme policial meio genérico, outro daqueles que Robert DeNiro não precisava ter feito e que não contribuem nada para seu prestígio. Mas também não é do piores (lembra um pouco <em>Ronin</em>).</p>
<p>Afirma ser inspirado em fatos reais, mas hoje se desconfia disso, pode ser um truque dos realizadores. O diretor é novato e fez apenas curtas antes. Assim como o roteirista, os dois se encontram num novo projeto em andamento <em>Joseph and the Girl</em>.</p>
<p>O curioso é o autor do livro <em>The Feather Men</em> que sugeriu a história que é primo de Ralph Fiennes, o militar Sir Ranulph.</p>
<p>A princípio, pensei que fosse refilmagem de outro<em> Killer Elite, </em>de Sam Peckinpah, mas nada a ver. Seria sobre uma organização britânica chamada Killer Elite, ou seja, dois agentes especialistas em ações perigosas.</p>
<p>Danny é um ex-agente (Jason Statham, o carequinha eficiente que é o verdadeiro astro do filme) que depois de ter participado de uma missão no México (no prólogo) não tem coragem de matar uma criança e resolve ir morar no interior da Austrália.</p>
<p>Ele é ajudado por um veterano mentor Hunter (DeNiro) e forçado a voltar a ativa para investigar e  combater uma sociedade militar secreta que é liderada por Clive Owen (pela primeira vez ao menos recentemente como vilão absoluto).</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/os-especialistas.jpg"><img class="size-full wp-image-18826 aligncenter" title="Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/12/os-especialistas.jpg" alt="os especialistas Estreia: <i>Os Especialistas</i>" width="450" height="451" /></a></p>
<p>O resultado é um filme de ação, com muitas perseguições e fugas, explosões e algumas reviravoltas, passando pela Austrália, Paris, Londres e Oriente Médio. Já que a situação mais forte da historia é um xeique milionário que deseja capturar o sujeito que matou seu filho há algum tempo atrás. E para forçar Danny a aceitar a missão sequestra seu amigo De Niro.</p>
<p>Para a missão, Danny então chama dois parceiros, um ex-paraquedista (Purcell) e um técnico (Aden Young), que pelo jeito não sabem que o destino de todo capanga nesse tipo de filme é morrer no lugar do herói.</p>
<p>O orçamento é generoso (falam em US$ 75 milhões. Será?). Não espere, porém, nenhuma grande denúncia política, ou nada surpreendente. O livro original inclusive mencionava que a ação no Iemen nos anos 70 que o SAS estava combatendo uma revolução comunista promovida pela Alemanha Oriental e Soviéticos, principalmente no Sul do país (isso daria ao menos uma certa profundidade aos militares além da simples caricatura).</p>
<p>O filme segue a formula tradicional, mas com bastante profissionalismo, muita violência, algumas frases feitas (matar é fácil, o difícil é viver com isso), mas se sustenta por causa do bom elenco.</p>
<p><strong>Veja mais:</strong><strong> </strong></p>
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		<title>Crítica de lançamento &#8211; Reféns</title>
		<link>http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/2011/11/15/critica-de-lancamento-refens/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 08:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cam Gigandet]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Schumacher]]></category>
		<category><![CDATA[nicolas cage]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
		<category><![CDATA[Reféns]]></category>

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		<description><![CDATA[Reféns (Tresspass) EUA, 11. Direção de Joel Schumacher. 91 min. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Reféns </strong></em>(<em>Tresspass</em>)</p>
<p>EUA, 11. Direção de Joel Schumacher. 91 min. Com Nicolas Cage, Nicole Kidman, Cam Gigandet, Ben Mendelsohn, Liana Liberato, Jordana Spiro,  Dash Mihok, Emily Meade.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/refens.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18191" title="Foto: Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/refens.jpg" alt="refens Crítica de lançamento   <i>Reféns</i>" width="450" height="307" /></a></p>
<p>Este foi um dos grandes desastres do ano (custou cerca de US$ 35 milhões e não rendeu mais do que 16 ), mas como não é filme de estúdio do independente Millenium não ficou assim tão notório, ate porque já nos acostumamos com as bombas que Nicolas Cate tem estrelado. Aqui, eles chamaram de volta meu amigo diretor Joel Schumacher (o conheci em Paris e depois o reencontrei outras vezes ficamos amigos, mas é difícil manter um contato com os constantes erros que tem cometido) que não consegue salvar um roteiro muito fraco de um certo Karl Gajdusek (só tem como crédito a série <em>Dead Like Me</em>), que ainda por cima é curto a ponto de parecer esticado.</p>
<p>Como não passaram o filme antes para a imprensa (ou ao menos não me convidaram), a impressão que fica, vendo numa sala, é que devem ter pago um bom salário para a dupla central, de tal forma que não sobrou grana para o sets (a mansão em que vive o casal depois de uma externas no começo vai ficando empobrecida e descuidada) e menos ainda para o elenco de apoio. A não ser a enjoadinha Liana Liberato, que faz a filha (ela estrelou <em>Confiar</em>), todos os outros são canastrões e jogam fora personagens que poderiam ser interessantes, em particular o australiano Ben Mendelsohn <em>(Especialistas, Reino Animal)</em>, que tinha nas mãos um vilão que poderia ser notável.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/refens2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18192" title="Foto: Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/refens2.jpg" alt="refens2 Crítica de lançamento   <i>Reféns</i>" width="450" height="321" /></a></p>
<p>Ainda me lembro da época em que eu era criança, quando vi meu primeiro filme sobre bandidos que invadem uma casa, chamava-se <em>Horas de Desespero</em>, dirigido pelo grande William Wyler e quem fazia o papel do chefe dos bandidos era Humphrey Bogart. Para sentirem a diferença de nível e como esse tipo de história já é velha e cansada de guerra. Hoje virou lugar comum da crônica policial e ficou cada vez mais violenta.</p>
<p>Nicole (sem botóx) tem um papel infeliz, onde fica chorando e gritando o tempo todo (merece todos os dólares que levou, embora um fracasso desses no momento delicado de sua carreira não venha a calhar) como a esposa desprezada de um homem muito rico que negocia com diamantes e que ainda está terminando a mansão para onde se mudaram.</p>
<p>Além disso, tem o conflito com a filha adolescente que quer ir numa festinha de barra pesada e quando contrariada foge de casa. Em menos de dez minutos, aparecem bandidos disfarçados de seguranças (o filme levanta uma pista falsa quando Nicole parece reconhecer um deles) em busca do dinheiro e das pedras. Mas o marido (Cage) recusa a abrir o cofre. Enquanto a esposa e depois a filha que retorna, ambas burrinhas não dão uma dentro. Ficam histéricas e não conseguem nem fugir, nem reagir direito, nem ajudar Cage.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/refens1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18193" title="Foto: Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/refens1.jpg" alt="refens1 Crítica de lançamento   <i>Reféns</i>" width="450" height="297" /></a></p>
<p>São quatro bandidos e o chefe deles é aquele australiano que eu disse que joga fora a chance de sua carreira. Infelizmente filme desse tipo só funciona tendo um vilão de qualidade, uma grande figura. E aqui são todos ridículos, inclusive uma mulher drogada e o mais tonto de todos, o tatuado Cam Gigandet (<em>Burlesque</em>), que é outro que não chega nem perto das possibilidades do seu personagem (que acaba sendo o mais interessante).</p>
<p>Se o filme é puro clichê, ele perde completamente o rumo na meia hora final, ficando cada vez mais absurdo e ate ridículo. Talvez de para se consumido na televisão, mas não merece ser conferido nos cinemas. Mas pelo jeito só o nome de Cage já é garantia de má qualidade.</p>
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		<item>
		<title>Estreia &#8211; O Último Dançarino de Mao</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 08:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Beresford]]></category>
		<category><![CDATA[Chi Cao]]></category>
		<category><![CDATA[Conduzindo Miss Daisy]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Kyle MacLahan]]></category>
		<category><![CDATA[O Último Dançarino de Mao]]></category>

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		<description><![CDATA[O Último Dançarino de Mao (Mao´s Last Dancer). Austrália, 09. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>O Último Dançarino de Mao</em></strong> (<em>Mao´s Last Dancer</em>). Austrália, 09.</p>
<p>Direção de Bruce Beresford (<em>Conduzindo Miss Daisy</em>). 117 min. Califórnia.</p>
<p>Com Bruce Greenwood, Kyle MacLahan, Chi Cao, Aiden Young, Christopher Kirby, Suzy Steen e Joan Chen.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/japa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18050" title="Foto: Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/japa.jpg" alt="japa Estreia   <i>O Último Dançarino de Mao</i>" width="450" height="302" /></a></p>
<p>Está sendo exibido nos cinemas apenas para tornar o título mais conhecido posteriormente em outras mídias, já que passou em branco em todo o mundo. Nem foi ajudado pelo relativo prestígio do diretor australiano Beresford,  que não deu muito certo nem mesmo no premiado <em>Conduzindo Miss Daisy</em>. De qualquer forma, ele ganhou o prêmio do público na Mostra de São Paulo de 2009 e também no Australian Film Institute – além de trilha musical.</p>
<p>Esta é uma história real baseada na autobiografia de Lee Cuxin. Aos 11 anos foi recolhido de uma aldeia pobre pela  mulher de Mao Tse Tung, que estava numa viagem cultural. É levado para Beijing para estudar balé e em 1979, faz viagem de intercâmbio cultural com os Estados Unidos, indo para o Texas. Mas lá se apaixona por uma mulher americana. Dois anos ele consegue escapar da China e se torna o principal astro do Houston Ballet e também no Australian Ballet.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/japa1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18051" title="Foto: Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/japa1.jpg" alt="japa1 Estreia   <i>O Último Dançarino de Mao</i>" width="450" height="298" /></a></p>
<p>Um conto de relativa ressonância porque o personagem não é conhecido aqui,  talvez fosse melhor terem feito a biografia de uma atriz do filme, Joan Chen, que tem alguns semelhanças com Cuxim. Nasceram no mesmo ano, foram escolhidos crianças para seguir a carreira artística e vieram para os EUA em 1981, tendo relações atribuladas com sua pátria  natal. De qualquer forma para o papel principal escolheram aqui um rapaz chamado Chi Cao, cujos país foram os professores de dança de Cuxim em Beijing. Chi desde então não fez outro filme.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/japa2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18052" title="Foto: Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/japa2.jpg" alt="japa2 Estreia   <i>O Último Dançarino de Mao</i>" width="450" height="299" /></a></p>
<p>Confesso que assisti esta fita já há algum tempo e não tenho os detalhes muito na memória. Escrito pelo roteirista de Shine, não é um filme de propaganda, mas uma história correta, bem contada, que se torna uma variante do tema "um peixe fora d´água" e do conflito cultural entre ocidente e China, que atualmente está em plena deflagração. Ou seja, ficou ainda mais atual (sua vida quando pequeno e jovem é mostrada em flashbacks).</p>
<p>Rodado em locações (Austrália, Texas e também na China) é uma história de amor, de dança (<em>Don Quixote, Lago dos Cisnes, Le Sacré du Printemps</em>, mas também danças de propaganda chinesa) e política. Para quem interessar.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Estreia &#8211; Pronto para Recomeçar</title>
		<link>http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/2011/11/10/estreia-pronto-para-recomecar/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 08:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Everything Must Go]]></category>
		<category><![CDATA[Pronto para Recomeçar]]></category>
		<category><![CDATA[Rebecca Hall]]></category>
		<category><![CDATA[Will Ferrell]]></category>

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		<description><![CDATA[Pronto para Recomeçar (Everything Must Go). Eua, 11. Direção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Pronto para Recomeçar </em></strong>(<em>Everything Must Go</em>). Eua, 11. Direção de Dan Rush.</p>
<p>Com Will Ferrell, Rebecca Hall, Michael Peña, Christopher Jordan Wallace, Laura Dern, Stephen Root.  97 min.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/FILME1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18041" title="Foto: Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/FILME1.jpg" alt="FILME1 Estreia   <i>Pronto para Recomeçar</i>" width="450" height="294" /></a></p>
<p>Tinha certeza que este nem ia passar nos cinemas, já que foi um tremendo fracasso nos EUA (além disso o ator Ferrell ainda não conseguiu criar um público por aqui). Parece que o espectador americano tem rejeitado filmes que abordam a recessão e a crise econômica atual. E em particular, não gostam quando humoristas tentam fazer papéis sérios. Neste caso pode ser classificado no máximo como comédia-dramática. E assim mesmo com boa vontade. Aliás, não rendeu mais de US$ 2 milhões e 600 mil (embora só tenha custado US$ 5 milhões).</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/FILME.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18042" title="Foto: Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/FILME.jpg" alt="FILME Estreia   <i>Pronto para Recomeçar</i>" width="450" height="290" /></a></p>
<p>O diretor é estreante e adaptou aqui um conto de Raymond Carver (que tem jeitão de peça de teatro) chamado <em>Why Dont You Dance?</em>. É sobre um vendedor que bebe  muito e que perdeu ao mesmo tempo a esposa e o emprego. Ao descobrir que ela colocou todas as suas posses no jardim de frente da casa, ele se instala ali mesmo dormindo numa poltrona e criando problemas com os vizinhos. Eventualmente fica amigo de um garoto afro-americano, cria um relacionamento com a moça da casa defronte (a inglesa Rebecca, de <em>Vicky Cristina Barcelona</em>), uma visita a uma antiga namorada (a sempre ótima Laura Dern) e aos poucos vai deixando de beber... Até porque o dinheiro e a cerveja estão acabando. Enfim, a vida vai continuando. Quando aquilo acaba vira uma grande “venda de garagem” (uma venda informal de objetos de segunda mão muito comum nos EUA, a "garage sale").</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/FILME2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18043" title="Foto: Divulgação" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/FILME2.jpg" alt="FILME2 Estreia   <i>Pronto para Recomeçar</i>" width="450" height="292" /></a></p>
<p>Porém, Ferrell é um ator frio, com um humor peculiar e nem sempre acerta em passar emoções mais triviais (já que não está na caricatura). Realmente há uma certa resistência em levá-lo a sério, num personagem que demanda alguém  mais humano e caloroso. Até patético. O que pode explicar a rejeição ao filme.</p>
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		<title>Estreia &#8211; A Pele que Habito</title>
		<link>http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/2011/11/03/estreia-a-pele-que-habito/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 14:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[A Pele que Habito]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[La Piel que Habito]]></category>

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		<description><![CDATA[(La Piel que Habito) Espanha, 11. Direção e roteiro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(La Piel que Habito)</em> Espanha, 11.</p>
<p>Direção e roteiro de Pedro Almodóvar. Paris filmes. Com Antonio Banderas, Elena Anaya, Marisa Paredes, Jan Cornet, Roberto Alamo, Jose Luiz Gomez,Blanca Suarez, Eduard Fernandez. 117 min.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/postrubens_lapiel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17976" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/postrubens_lapiel.jpg" alt="postrubens lapiel Estreia   <i>A Pele que Habito</i>" width="450" height="299" title="Estreia   <i>A Pele que Habito</i>" /></a><br />
Depois de terem brigado feio e ficado sem trabalhar juntos por 19 anos, Antonio Banderas e o diretor Pedro Almodóvar se reencontram pela primeira vez desde o filme <em>Ata-me</em> (naturalmente foi graças a Almodóvar que Banderas começou no cinema e foi descoberto pelo cinema americano, mais precisamente Madonna. Também foi Banderas quem entregou o Oscar para Pedro quando este foi premiado).</p>
<p>Neste filme de reencontro, não se repete fórmulas. Almodóvar preferiu surpreender, partir para algo completamente diferente. Nada de comédia, nada de melodramas burgueses (ainda que escandalosos e desfrutáveis). Quem diria, depois de ser considerado o melhor diretor do cinema atual, e quando podia cair nos lugares comuns, Pedro resolve surpreender. E quem sabe chocar (e por isso, que não foi premiado em Cannes e com certeza vai provocar estranheza em seu público habitual).</p>
<p>Desta vez, ele não usa uma história sua, mas fez uma adaptação livre de um livro de Thierry Jonquet (falecido em 2009) que se chamava <em>Tarântula</em>. Algo que esta próximo da ficção cientÍfica, das  histórias de cientistas loucos que fazem descobertas miraculosas. E que ele teria modificado bastante, ainda que conservando o tema da vingança  e acentuando o da identidade sexual, a transexualidade.</p>
<p>No caso, não posso fornecer muitos detalhes para não estragar a brincadeira (não exatamente o prazer porque o filme é mais pesado do que costume com o diretor).</p>
<p>Banderas faz um médico cirurgião plástico que perdeu sua filha adolescente (ou deficiente mental, ou ao menos perturbada mentalmente, numa situação trágica). E também a mulher que morreu queimada. Isso o levou a fazer experiências com um novo tipo de pele artificial, sintética capaz de ter muita resistência (financiada por laboratórios interessados  no lucro). Passou a morar numa casa grande, onde também faz suas experiências  a mais interessante com uma paciente inquieta com quem mantém um caso amoroso mas que deseja fugir (a bela e interessante Elena Anaya, que esteve em <em>Fale com Ela</em>,  <em>Inimigo Píblico</em> 1 e 2).</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/postrubens_lapiel2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17977" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/postrubens_lapiel2.jpg" alt="postrubens lapiel2 Estreia   <i>A Pele que Habito</i>" width="450" height="302" title="Estreia   <i>A Pele que Habito</i>" /></a><br />
Mas tudo é complicado porque junto mora uma espécie de ama que ele não sabe que é sua mãe verdadeira (a grande e habitual parceira de Almodóvar, Marisa Paredes). Esta por sua vez tem um filho completamente tarado e criminoso, que irá atacar a moça, provocando uma outra tragédia.</p>
<p>O importante é que as explicações irão vindo aos poucos e de maneira surpreendente e até atrevidas. Como disse, alguns vão se horrorizar, outros achar divertido (o humor está sempre subjacente), alguns mesmo devem rejeitar.</p>
<p>Eu particularmente gostei de ver Almodóvar partir para novos caminhos, nunca dantes navegados por ele (o filme anterior foi decepcionante,  Abraços Partidos). É impressionante a diferença de realização, de capacidade narrativa entre os primeiros filmes de Almodóvar e esses recentes.</p>
<p>Ele realmente se tornou um grande cineasta, sabe tudo de cinema agora. Mas acho saudável que de vez em quando ele nos relembre que não devemos levá-lo tão a sério, procurar grandes recados ou mensagens. Ainda mais com um velho companheiro como Banderas para embarcar nessa jornada, sem fazer questão de ser mocinho ou simpático.</p>
<p>De qualquer forma há uma referência não muito lisonjeira ao Brasil, que é mostrada como terra de nascimento do protagonista Banderas (segundo Almodóvar, que conhece o país bem e chega a dar um flash de algo que poderia ser nossa favela. Ele teria escolhido o Brasil porque tem sua cirurgia plástica desenvolvida, mas porque admira nossa cultura, que não é baseada em complexo de culpa ou pecado como os espanhóis católicos - ele já me disse isso pessoalmente -, ou seja não são tão vítimas da criação judaico-cristã).</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/postrubens_lapiel3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17978" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/11/postrubens_lapiel3.jpg" alt="postrubens lapiel3 Estreia   <i>A Pele que Habito</i>" width="425" height="450" title="Estreia   <i>A Pele que Habito</i>" /></a></p>
<p>Enfim, tudo isso dá mais condimento ao molho. Não entro em detalhes que são muito tentadores para não estragar o prazer do espectador em descobrir os segredos do filme (o que as pessoas sempre me pedem é isso, não revele o fim. Pois aí está).</p>
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		<title>Estreia &#8211; Copacabana</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 09:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[estreias da semana]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Isabelle Huppert]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[(França, 2010). Direção e roteiro de Marc Fitoussi. Com Isabelle [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(França, 2010). <em>Direção e roteiro de Marc Fitoussi. Com Isabelle Huppert, Aure Atika, Lolita Chammah, Jurgen Delnaet, Chantal Balier, Luis Rego, Magali Woch. Comédia dramática. </em></p>
<p>É bem simpática este terceiro longa de um diretor que, como muitos franceses, deve amar o Brasil. Isso transparece em cada detalhe de uma história mais dramática que engaçada, que certamente foi concebida para veículo de estrela  (coisa que ainda se produz hoje, como nos bons tempos de Hollywood) para Isabelle Huppert brilhar, num papel cheio de contrastes, altos e baixos, exatamente como convém a certamente a maior atriz da França no momento.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/10/1estreiasrubens_copacabana.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17435" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/10/1estreiasrubens_copacabana.jpg" alt="1estreiasrubens copacabana Estreia   <i>Copacabana</i>" width="312" height="450" title="Estreia   <i>Copacabana</i>" /></a></p>
<p>Ela, que já esteve por aqui diversas vezes, não tem maiores dificuldades em interpretar Babou, uma mulher de meia idade sem profissão definida, que se entende mal com sua única filha, prestes a se casar. O charme é que essa moça é interpretada justamente pela  própria filha dela Lolita (que usa o nome do pai, o diretor assistente Ronald Chammah e ela já vimos por aqui também e que segundo o IMDB é uma veterana de 28 filmes, desde 1988. Apesar disso tem aqui uma interpretação dura e inexpressiva que eu achei que era mais dela do que da personagem. Vai ver generosamente deixou apenas a mãe brilhar? Mas em nenhum momento senti qualquer química entre as duas).</p>
<p>Babou é uma mulher como você deve conhecer várias. Deve ter sido meio hippie, fez o que quis durante a vida, certamente de forma egoísta (isso se demonstra quando ela quebrando as regras deixa um casal de desocupados e drogados dormirem no prédio que está vendendo, provavelmente porque a faziam lembrar dela própria. Já que como bom filme francês muita coisa fica no ar - nada contra, afinal já não se aguenta mais filme americano onde tudo é explicadinho).</p>
<p>Enfim, Huppert em momento nenhum exagera ou cai na caricatura que seria muito fácil. Babou tem uma vida banal e atrapalhada. Ela precisa, mas não consegue emprego e sonha em vir ao lugar de seus sonhos, o Brasil (não há cenas feitas no Brasil e a praia de Copacabana não aparece. Em compensação toda a trilha musical é composta de músicas brasileiras).</p>
<p>Aliás o tempo todo o Brasil é louvado, sem exageros e um grupo de dançarinos brasileiros que se apresentam em shows tem uma participação importante ao final. A história toma corpo no segundo ato, quando Babou consegue um emprego como vendedora de um <em>time-sharing</em> que fica em Ostend, em Flanders, litoral da Bélgica e ainda por cima no inverno. Mesmo assim ela ainda se sai bem e tem também a chance de demonstrar seu bom caráter.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/10/2estreiasrubens_copacabana.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17436" src="http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/files/2011/10/2estreiasrubens_copacabana.jpg" alt="2estreiasrubens copacabana Estreia   <i>Copacabana</i>" width="450" height="300" title="Estreia   <i>Copacabana</i>" /></a><br />
Tudo já visto antes em outros filmes, só que para nós o filme tem essas encantadoras referências ao nosso país.</p>
<p>Detesto contrariar Babou, mas num diálogo ela diz que a vida no Brasil é muito mais barata do que por lá. Não é não, Babou, as coisas e os preços estão por aqui pela hora da morte e em certos casos, mais caros do que na França.</p>
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