Publicado em 03/09/2015 às 14h57

Chimbinha é um coitado nessa história

 Chimbinha é um coitado nessa história

O show da banda Calypso, realizada no domingo (30), em Ceilândia, no Distrito Federal, virou um circo, por causa da alardeada separação de Joelma e Chimbinha. Casados há 18 anos, eles anunciaram a separação em uma nota enviada à imprensa , depois de terem passado meses desmentindo os boatos de que o casamento já havia acabado.

No palco, a dona Joelma insinuou que teria sido traída pelo companheiro. Chegou a dizer a uma fã que pediu para ela perdoar o marido, que “não era ela quem tinha levado chifre”. E assim, se fazendo de coitadinha e mal amada, conseguiu colocar os fãs da banda contra Chimbinha, a ponto de a plateia fazer coro contra ele, chamando o guitarrista de “safado, safado, safado”.

Chimbinha é um coitado nessa história. Pense: o cidadão era casado com a Joelma. J O E L M A. Imagine você acordar todo dia e dar de cara com aquela mulher sem maquiagem. Não deve ter sido fácil pra ele ficar tanto tempo casado com essa breguice toda. Ele devia gostar, a gente sabe, mas não é difícil de entender sua vontade de procurar uma mulherzinha mais bonita, se é que procurou.

Na verdade, ninguém viu o Chimbinha com outra. Quem falou que ele traiu foi a Joelma. E ela está jogando todos contra ele expondo assuntos particulares, que deveriam ser resolvidos em casa. Isso, claro, se ela tivesse sido mais discreta.

Chimbinha, tome jeito cabra. Se fosse você, não fazia mais shows com essa ex. Ela está expondo você ao ridículo publicamente. E, cá entre nós, não tem essa de ficar pedindo perdão. O que foi feito, está feito. Bola pra frente, Chimbinha!

Ah, e fica uma dica para Joelma. Já que vai seguir carreira gospel, fica a sugestão da galera que apoia o Chimbinha: que tal batizar a banda nova de Apocalypso?

Publicado em 02/06/2015 às 15h36

Você já abraçou um crackeiro hoje?

Da sua elite de nariz empinado, aos seus remediados, São Paulo tem infelizmente se tornado uma cidade movida a preconceito e ódio. Óbvio que não são todos, há muita gente legal. Mas o fato da maioria andar ultimamente sem dinheiro tem evocado uma revolta estranha e perigosa. Se pudesse, uma parte considerável dos paulistanos mandaria para o extermínio uma massa de miseráveis que cada vez mais ocupam a cidade como se tivessem culpa da redução repentina em orçamentos domésticos antes tão folgados.

Essa gente que se achava aristocrata agora leva calculadora no supermercado e direciona seu ódio para quem já não tem nada. Aristocracia de meia pataca que fala alto no restaurante, tropeça no português e não consegue terminar um livro, mas destila sua revolta pequeno burguesa por aí. O alvo principal dessa raiva, combinada com covardia e falta de informação, é o usuário de crack, acolhido ainda de forma precária pelo poder público. Os nóias são a nova epidemia urbana a enfeiar as ruas com seus olhos injetados e seus pedidos desesperados. Crackeiros são os leprosos de hoje, gente que, segundo o pensamento de boa parte dos paulistanos, merecia não existir. Diante de um nóia as pessoas se apressam em fechar os vidros automáticos de seus carros blindados com prestação atrasada. Não é fácil viver nas ruas. Ainda há o frio, a violência dos traficantes. Mas o pior é esse desprezo e raiva.

Crackeiros são as vítimas, gente que merece um sorriso, um bom dia, ou um afago. Mas isso é demais para os paulistanos loucos para fechar os vidros de suas varandas gourmets e chorar porque não podem mais frequentar o restaurante da moda. Se você é diferente disso tudo abrace um nóia, pague uma cerveja para ele e aconselhe a sair dessa. Essa gente pequena é muito pior que qualquer vício.

Publicado em 01/06/2015 às 13h20

Os gays não gostam de São Paulo. Por quê?

O autor da novela Babilônia, Gilberto Braga, homossexual assumido, disse que a fraca audiência do folhetim global é culpa de São Paulo. “Paulista é esquisito”, vaticinou sem dó nem piedade. Eu penso o contrário: esquisito é ele. E não é esquisito por ser carioca nem ser gay, é esquisito por que acha, assim como a grande maioria dos gays, que os outros pensam e agem como eles. Ou melhor: deveriam pensar e agir.

No mundo politicamente correto em que vivemos qualquer questionamento sobre o pensamento da minoria que optou por uma relação homoafetiva é imediatamente patrulhado. O pensamento gay virou um norte e quase um dogma em alguns meios. Se você pensa diferente é logo tratado como homofóbico. Não sou homofóbico, ("até tenho amiguinhos gays") mas estou cansado desse patrulhamento e da cabeça enviesada dos que morando no Leblon acham que entendem o que passa no restante do país.

Gilberto Braga acha que o “país é careta”. Na verdade, ao contrário do que os autores globais acreditam, o Brasil é um país conservador, com forte laço com os valores mais tradicionais da família brasileira. Isso significa dizer que nem todo mundo gosta de ver duas senhoras se beijando na boca nem aplaudir ninfomaníacas que transam todos os dias com homens diferentes, mesmo sendo casada.

Se não gostar desse comportamento é caretice, o Brasil realmente é careta. Gilberto Braga e seus colegas é que não entendem isso.

Os gays, ainda bem, estão a cada dia sendo mais tolerados na nossa sociedade, mas eles não podem querer que o brasileiro aceite o seu estilo de vida. Respeitar é uma coisa, vivenciar é outra completamente diferente. O pensamento único é ruim sempre, inclusive aqui.

O erro de Gilberto Braga é imaginar que o Leblon represente o Brasil. O bairro carioca é um feudo de gente rica num país pobre. Seus moradores nem de longe são a tradução da sociedade brasileira. São Paulo, ao contrário, é o estado mais populoso do país e recebeu gente de todas as partes do Brasil e do mundo. E assim tem mais condições de mimetizar o pensamento do povo brasileiro.

O Brasil é muito mais São Paulo que o Leblon. Isso é óbvio, menos para Gilberto Braga.

Tá lendo por quê?

Publicado em 29/05/2015 às 14h40

Quem trata cachorro como gente é doente

A história do motorista de um caminhão de limpeza urbana  na cidade de Presidente Figueiredo na Amazônia que atropelou e atirou um cachorro no triturador de lixo é abominável. Mas a comoção que o caso gerou é de igual exagero e leva à pergunta: se essa atrocidade tivesse acontecido com um morador de rua teríamos tanta disposição para nos indignar, revoltar e se chocar? Muito provavelmente não.

Faz tempo que os animais são objeto de muito mais atenção e carinho que os humanos. Cachorros e gatos são tratados como gente da família e ai dos seus donos que não obedecerem prontamente seus desejos. Revoltante também é ver esses animais paparicados com regalias de sultões enquanto crianças circulam desamparadas pela grande cidade a mercê das piores violências sem que ninguém se importe. Eduardo Dussek já disse "troque seu cachorro por uma criança pobre". Mas ninguém pensa assim. Afinal é melhor conviver com um cachorro que balança o rabo, faz malabarismos e lambe sua mão depois de cada pote de ração. Conviver com humanos é mais difícil e mais trabalhoso. Humanos não são tão agradecidos sempre e nem tão servis. Daí é mais fácil transformar cachorros e gatos nos filhinhos queridos da mamãe. Quem age assim é doente. Não sabe lidar com os problemas de uma vida normal. Não quer uma convivência sadia, quer apenas um “ser” para paparicá-lo. Alguém que não vai contestar nenhuma das besteiras que ele normalmente fará na vida.

E que negócio é esse de dizer que o amor canino é fiel. Os animais não têm amor, eles são gratos apenas a quem lhes dá de comer. É a lei da natureza.

Chega de cuidarmos dos cachorros e esquecermos de cuidar dos homens.

É hora de olhar para esse bando de gente maltrapilho do seu lado, eles têm uma vida muito pior que a do seu cachorro.

Publicado em 08/07/2014 às 18h44

O futebol brasileiro perdeu para a arrogância

A arrogância de Felipão prevaleceu no Mineirão. Ela derrubou esquema tático, bagunçou o time brasileiro, subestimou o jogo alemão e fez com que a seleção passasse a maior vergonha de sua história em pleno quintal de casa.

Em vez de trazer humildade ao grupo, Felipão trouxe rancor. No lugar dos treinamentos de jogadas, veio com pedras na mão contra a imprensa, se achando o centro do universo. Se podia chamar jogadores mais habilidosos e com a cara do futebol brasileiro, optou por Jô, Fred e meia dúzia de volantes brucutus.

O que a torcida testemunhou hoje no Mineirão foi um massacre de uma verdadeira seleção contra um amontoado de moleques. Amontoado que bem treinado poderia igualar as coisas, mas que passou dias na Granja Comary ensaiando chutões para que o tenebroso Fred perdesse a bola logo em seguida.

Fosse a proposta treinar balões ao ataque, por que reunir uma corja de dinossauros ultrapassados? Felipão é um mero incentivador, que, às vezes, chega ao sucesso exclusivamente dessa forma. Parreira, apesar do título de 1994, fracassa muito mais do que conquista. E Murtosa? O que dizer do maior aspone do futebol brasileiro? Ele enriquece às custas da CBF por puro capricho de Felipão em tê-lo ao seu lado até nos momentos mais íntimos.

O futebol brasileiro sofreu a maior derrota de sua história nesta terça, mas não foi para a Alemanha. O futebol brasileiro foi derrotado por seus próprios gestores, que se mostraram um mar de arrogância e incapacidade.

Tá lendo por quê?

Publicado em 07/07/2014 às 15h28

Parem de babar o ovo do Neymar

Torcida brasileira, caros amigos jornalistas: já deu. Parem de babar o ovo do moleque Neymar.

Peço isso por dois motivos. Primeiro, porque, ao contrário do que está parecendo, ele não morreu. Apenas se machucou jogando bola, algo normal na carreira de um atleta. Segundo, porque o nosso badalado menino prodígio simplesmente sumiu nos momentos decisivos da Copa do Mundo.

Neymar não jogou absolutamente nada contra o Chile, nas oitavas de final, e mais uma vez se escondeu em campo quando enfrentamos a fraquíssima Colômbia, nas quartas.

Só fez gol mesmo quando não era mata-mata, quando a pressão era muito menor.

Marcou quatro gols na Copa: dois contra o horrível time da Croácia, que conseguiu não se classificar para a segunda fase, e mais dois contra a ridícula e desastrada equipe de Camarões.

Onde estava nosso 'grande craque' contra o México, Chile? Quando realmente mais precisamos? Se não fossem nossos zagueiros, estaríamos perdidos.

Faça-me o favor. Analise os fatos e pare de chorar por uma estrela que não brilhou neste Mundial.

Ele é líder? Não. David Luiz é um comandante nato e já provou isso.

Ele acalma o time? Não. Quem faz isso, e muito bem, é o Luiz Gustavo, que estará de volta contra a Alemanha.

Ah, então ele é decisivo? Conte outra piada, por favor.

Neymar não só se esqueceu de jogar bola no Barcelona como esteve muito abaixo do que se esperava dele na Copa do Mundo. Aceitem isso, e parem de babar o ovo do moleque mimado.

Não concorda. Então tá lendo por quê?

Publicado em 18/06/2014 às 08h32

O Brasil é hexa!

essa O Brasil é hexa!

Que venha a Holanda! Alemanha? Fichinha. Argentina? O que é Argentina?

Nós, brasileiros, estamos prontos. Empatamos brilhantemente com o México ontem.

Descobrimos que os adversários têm goleiros. Agora ninguém segura o Brasil.

Saber que temos no banco alguém como Jô, que substituiu brilhantemente o formidável Fred que tão bem jogou a partida não tem preço.

Ver nosso técnico apelar a uma jaqueta no frio de Fortaleza como “amuleto” nos deu muito mais segurança.

Agora é golear Camarões facilmente na segunda e apenas quatro jogos nos separarão do título.

Já mandei reservar minha passagem de volta ao Brasil. Havia ficado traumatizado com a abertura, mas já estou à procura de ingressos para a final. Por sinal, também não há cambistas na Copa. Orgulho!

Estou alugando por míseros R$ 4.000 um apartamento quarto e sala na Vila Madalena, em São Paulo, para aproveitar o bairro. Me disseram ser um dos mais limpos do mundo. Genebra perde. Os R$ 4.000 por quanto tempo? Por semana! Isso. Nem eu mesmo acreditei na pechincha. Achei que fosse por dia.

Resumindo, estou feliz. Enfim, mais uma prova de que Galvão Bueno sempre está certo.

É hexa! É hexa!

Não gosta do Brasil? Odeia a Copa? Então tá lendo por quê?

É hexa! É hexa!

Publicado em 13/06/2014 às 08h21

Vocês não nasceram para isso

gol Vocês não nasceram para isso

Confesso ser muito difícil para eu deixar a Europa e passar alguns dias aqui nesse País que vocês acham muito ruim, mas não fazem nada para mudá-lo. Pois bem, Copa do Mundo aqui e eu vim.

Primeira pergunta: que horas sai o próximo voo de volta?

Queridos, eu sinto muito, mas não dá. Isso, continuem organizando torneios de várzea, peladas na praia, futebol de botão, o que quiserem. Mas levar a sério um evento internacional como a Copa não é para vocês.

Fui ao jogo. Comecei a epopeia na estação Pinheiros do metrô. Aquela mesma que desabou durante as obras. Perguntei em português qual bilhete deveria comprar. A funcionária me disse que era na bilheteria do outro lado da estação. Fui até lá.

- O senhor precisa comprar na bilheteria do lado de lá. Aqui é só trem.

- Mas a moça de lá é quem acabou de me enviar para o lado de cá. E tem mais, não quero saber se é trem ou metrô, nem sei a diferença entre os dois eu quero é chegar ao estádio.

Foram quatro idas e vindas. Quatro. E as duas não se entendiam. Quando ameacei dar chilique, veio um segurança e me perguntou:

- Para onde o senhor quer ir?

Eu. Camisa de seleção, ingresso na mão.

- Para Londres. Quero voltar para Londres.

- Porque se for para o estádio, eu posso lhe ajudar. Moro lá perto.

Ou seja, o funcionário do metrô só conseguiu me ajudar não porque recebeu um treinamento para explicar como chegar ao estádio de abertura da Copa do Mundo, para onde iriam mais de 62 mil pessoas, mas, sim, porque mora perto.

Metrô e trem depois chego a uma estação que dizem ser a do estádio. Desço. A multidão me engole. Não, não como nas Olimpíadas quando centenas de voluntários se revezavam para prestar qualquer tipo de ajuda ou mesmo solidariedade se preciso fosse. Não. O que havia eram as chamadas autoridades de pequenas causas.

- Seu ingresso é entrada oeste e esta  fila é para entrada leste.

Fila? Centenas de torcedores apertados em um corredor com uma saída mínima porque o restante do espaço estava protegido por grades.

Nas Olimpíadas de Londres, as catracas eram liberadas e todas as saídas das estações ficavam abertas. Fluxo. Entendem o que é isso?

Como caí na tal fila errada, quis voltar.

- Por aqui não pode.

Era a autoridade de pequenas causas novamente. Mas eram apenas 200 metros. A escada para a minha plataforma era logo ali.

- Não. O senhor deve seguir o fluxo, ir para a ala leste e de lá caminhar até a próxima estação de metrô, comprar outro bilhete e voltar.

Nem Monty Python faria melhor. Tampouco Ionesco. Foram vinte minutos de caminhada ao lado de um jornalista argelino que também tentava entender o que ocorria, outro ingresso de metrô, mais 10 minutos e consegui chegar, meia hora depois a 200 metros de onde estava.

Desço as escadas certas e descubro que caí na radial leste interditada, liberada apenas para pedestres. Caminhei mais 15 minutos. Cheguei ao estádio, sentei em meu lugar não sem antes terem me explicado três vezes de maneira errada onde ele ficava. Isso porque falo português.

Não perderei tempo falando sobre o jogo. Há gente muito mais competente no R7 para fazer isso.

Do mesmo modo que há países muito mais preparados para receber uma Copa do que o Brasil. Já ouviu falar no Iraque? Sudão do Sul?

Desejo sorte ao Brasil no torneio. Estou adorando a Copa do Mundo. Principalmente esta que estou assistindo aqui no lounge da companhia aérea do aeroporto.

Alguém quer comprar meus ingressos restantes? Vendo baratinho.

Publicado em 06/06/2014 às 00h05

Vaaaaaai, México!!!

Já venho pensando nisso há certo tempo, porém, finalmente me decidi. Torcerei pelo México na Copa de 2014.

Explico para vocês o motivo da minha escolha. Como o tal Itaquerão está bastante zicado, a seleção brasileira não conseguirá vencer a Croácia lá, tive uma visão em um momento de vidente e vi que os comandados do bigodudo perderão por 1 a 0.

Com isso, se o México, que já é uma pedra no sapato dos brasileiros há alguns anos, fizer a sua parte, o Brasil provavelmente estará eliminado da Copa e eu estarei bem mais feliz.

Por conta disso, decidi que a minha seleção na Copa será o México. Arriba muchachos! Vamos colocar esses brasileiros babacas para chorar... É isso que eu quero!

Se você não vai torcer para o meu amado México, então tá lendo por que?!

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Publicado em 04/06/2014 às 00h05

Tá comemorando por quê?

foto 1  Tá comemorando por quê?

O bando de meninos mimados da seleção brasileira não fez mais do que a obrigação ao vencer o fraquíssimo Panamá na última terça-feira (3). Contra um adversário que nunca foi à Copa do Mundo, o tal do Neymar tinha mesmo que mostrar o seu superestimado valor. Não dá para comemorar esse resultadozinho no Serra Dourada, em Goiânia (GO).

Felipão ainda vai pagar por ter deixado os medalhões de fora da convocação para o Mundial. Mesmo no inexpressivo amistoso, é público e notório que a equipe carece de grandes jogadores. Ou alguém confia em Oscar? Hulk? Fred? Já disse e repito que a Copa do Mundo será um fiasco para a outrora poderosa seleção brasileira.

O que já era ruim no primeiro tempo, ficou ainda pior com a entrada dos reservas. Aquele Henrique teve trabalho para marcar os horrorosos atacantes do Panamá. Lá na frente, o Jô mostrou por que nunca deu certo fora do País.

Não concorda? Então tá lendo por quê?

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