Foram apreendidas armas a dar com o pau. Eu vou propor ao meu amigo, o deputado estadual Marcelo Freixo para nós montarmos uma CPI das Armas, lá na Alerj. Isso aí! Vamos ver o número de registro de cada uma das pistolas, dos fuzis, das granadas e descobrir como tanto armamento foi parar no alto do morro? Porque lá não tem fábrica de arma. Esses bandidos compraram de alguém, pelo número registrado em cada uma delas a gente consegue descobrir quem vendeu essas armas para a bandidagem. É isso aí, vou propor a CPI das Armas.
Na edição de ontem, do RJ Record Especial, eu conversei com o deputado estadual Marcelo Freixo, presidente da CPI das milícias.
Essas armas poderosas vêm de fora. Então por que as policiais das nossas fronteiras estão tão desguarnecidas?
“Wagner, eu sempre digo que seria muito mais útil se a polícia fizesse uma operação na Baía de Guanabara. Quem lucra com esse tráfico de armas? O dedo que aperta o gatilho tem que ser investigado, mas o que conta o dinheiro desse tráfico também.”
Muita gente diz que hoje é o dia D, eu não concordo, o que acha?
“Não Wagner, essa barbárie não pode ser comparada com uma guerra. Nós sabemos que o poder bélico é parecido, que o confronto é parecido, mas não tem ideologia de guerra na cabeça desses garotos.”
Esse crime é desorganizado, a maioria desses meninos não teve oportunidade de ver uma luz no fim do túnel, de chegar a algum lugar. Vêem os pais ganhando uma miséria. O que tem que haver é o combate do verdadeiro tráfico de drogas e armas, com uma polícia mais treinada e melhor remunerada.
Tomara que a gente, lá na Assembleia, tenha uma parlamento que combata tudo isso.
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