Brasil

27/2/2013 às 00h40

Câmara deve votar hoje fim do 14º e 15º salários para
deputados e senadores

Medida já foi aprovada pelo Senado em maio do ano passado

Do R7

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, anunciou que o Plenário deve votar nesta quarta-feira (26) a proposta que acaba com os 14º e 15º salários de deputados e senadores.

Ele ressaltou que a inclusão do projeto na pauta foi apoiada por todos os líderes partidários.

— É uma decisão para o bem desta Casa.

Leia mais notícias no R7

Só 47 senadores pagaram IR sobre 14º e 15º salários e aliviaram rombo de R$ 5 mi. Saiba quem são

Líderes de todos os partidos assinaram um requerimento de urgência para votação da proposta – o requerimento também deve ser votado amanhã, em Plenário. O líder do governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que a votação segue os anseios da sociedade.

— Deve haver um tratamento equânime para todos os trabalhadores.

Segundo o líder do PT, deputado José Guimarães (CE), não deverá haver nenhum tipo de compensação financeira aos deputados em razão da medida.

Entenda o caso

 Em maio do ano passado, o Senado Federal aprovou, por unanimidade, o projeto de Decreto Legislativo que acaba com o 14º e 15º salários. Apesar de nenhum dos 81 senadores ter se manifestado contra, apenas 15 abriram mão do benefício.

Atualmente, cada parlamentar recebe R$ 26,7 mil por mês, fora os benefícios como plano de saúde, cota para gastos de gabinete (que cobre a conta de telefone, correspondências, transporte etc.), além de passagens áreas.

A ajuda de custo que ficou conhecida como 14º e 15º salários é paga sempre no início e no final do mandato e custa R$ 4,3 milhões por ano ao Senado e outros R$ 27,3 milhões à Câmara dos Deputados.

Entre os que abriram mão do benefício, estão os senadores Ana Amélia (PP-RS), Ana Rita (PT-ES), Antonio Russo (PR-MS), Cristovam Buarque (PDT-DF), João Capiberibe (PSB-AP), João Costa (PPL-TO), João Vicente Claudino (PTB-PI), Lindbergh Farias (PT-RJ), Pedro Taques (PDT-MT), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Waldemir Moka (PMDB - MS) e Walter Pinheiro (PT-BA).

Alguns senadores que defenderam o fim do 14º e 15º no plenário durante a votação não abriram mão do benefício.

É o caso de Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que disse que a ajuda de custo "distorce a realidade da população", e de Eduardo Suplicy (PT-SP), que argumentou que "para o conjunto dos trabalhadores, não há algo dessa natureza".

Dos 81 senadores, apenas 13 devolveram o dinheiro extra. Na Câmara, o projeto que acaba com o 14º e o 15º salários ainda está em discussão.

  • Espalhe por aí:

Veja também

Todas as notícias
Publicidade
Compartilhe
Compartilhe
Pechinchas

Leilão da PF vende caminhonete por R$10,5 mil e GM Omega por R$ 1,8 mil

  • Compartilhe no Facebook
  • Compartilhe no Twitter
  • Compartilhe no Google Plus
Compartilhe
Esposa modelo

Conheça Letícia Weber, a mulher do senador e pré-candidato Aécio Neves

  • Compartilhe no Facebook
  • Compartilhe no Twitter
  • Compartilhe no Google Plus
Compartilhe
Duro na queda!

Novos blindados do Exército resistem a explosões e atingem alvo a 2.000 metros

  • Compartilhe no Facebook
  • Compartilhe no Twitter
  • Compartilhe no Google Plus
Compartilhe
Relacionamento

Amor na política: conheça os casais que se formam nos bastidores da vida pública

  • Compartilhe no Facebook
  • Compartilhe no Twitter
  • Compartilhe no Google Plus
  • Últimas de Brasil

  • Últimas de Notícias

X
Enviar por e-mail
(todos os campos marcados com * são obrigatórios)
Preencha os campos corretamente.
Mensagem enviada com sucesso!