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publicado em 14/05/2010 às 11h29:

Luta anticorrupção é complexa como a própria corrupção, diz juiz do Supremo de Moçambique

Tema foi o foco central do segundo dia do 5° Fórum Internacional da Justiça em São Paulo

Fernando Gazzaneo e Marina Novaes, do R7

Os países subdesenvolvidos precisam concentrar esforços no combate à corrupção para sair da linha de pobreza em que se encontram. Porém, o caminho é sinuoso e exige políticas específicas para enfrentar os diferentes tipos de desvios, afirmou nesta sexta-feira (14), o juiz Joaquim Luis Madeira, membro do Tribunal Supremo de Moçambique, que participa da 5ª edição do Fórum internacional de Justiça, em São Paulo.

- O nível de pobreza e o grau de sua dependência econômica tornam os países subdesenvolvidos muitos vulnerários à corrupção.

O tema foi discutido na abertura do segundo dia do fórum, que começou nesta quinta-feira (14) e vai até amanhã.  Segundo Madeira, a corrupção mina a segurança geral, afeta o desenvolvimento social e político e representa um desafio para a sociedade. 

- Combater a corrupção é tão complexo como a própria corrupção.

Por isso, diz ele, a partir de 2000, o Ministério Público moçambicano criou uma unidade anticorrupção para lidar com o crime organizado, que teve como um de seus resultados a prisão de um ministro que estava envolvido em práticas ilegais.

Para Madeira, a corrupção ganha efeito multiplicador em países em desenvolvimento e pode criar um exército de desfavorecidos. 

Já o advogado americano Barnett Rosenberg, que coordena um programa em favor da ética nos negócios nos Estados Unidos, defendeu a criação de departamentos anticorrupção por parte dos grupos empresariais.

Para o especialista, as companhias têm o dever de tomar a iniciativa no combate a práticas ilícitas, como suborno. Segundo ele, além de passar segurança e confiabilidade aos seus clientes, isso acabaria inibindo a corrupção em outros níveis da sociedade.

O 5° Fórum Internacional de Justiça reúne profissionais de Justiça de diversos países para discutir as estratégias de combate a crimes como pedofilia, corrupção e lavagem de dinheiro, além do tráfico internacional de crianças e terrorismo. O evento é promovido pela APM (Associação Paulista de Magistrados) e pelo Jornal da Justiça, o Fórum Internacional de Justiça conta com o patrocínio da Rede Record, da Odebrecht e da Fiesp. Mais informações podem ser lidas no site do evento.

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