27 de Maio de 2012
Freire foi aposentado compulsoriamente e exilado no Chile durante a ditadura
A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça julga nesta quinta-feira (26), em Brasília, o processo do educador pernambucano Paulo Freire, morto em 1997. O julgamento integra o Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, promovido pelo Ministério da Educação.
Freire foi aposentado compulsoriamente pelo primeiro ato institucional - medidas pelas quais a ditadura governava -, ficando afastado da Universidade Federal de Pernambuco, onde era professor de história e filosofia. Foi ainda exonerado do Conselho Estadual de Educação de Pernambuco e preso por 70 dias em Olinda (PE), de onde partiu para o exílio no Chile.
O processo tem como representante a viúva do educador, Ana Maria Araújo Freire, que estará presente na sessão. O requerimento foi protocolado na Comissão de Anistia em 19 de abril de 2007.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, participa do evento.
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