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publicado em 01/11/2009 às 06h21:

Cursinho preparatório para virar diplomata pode chegar a R$ 20 mil por ano

Aluna que passou este ano no concurso fez direito na USP e depois estudou mais dois anos para a prova

Gabriel Mestieri, do R7

A complexidade das provas e a acirrada concorrência do CACD (Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata) propiciou o surgimento de cursos específicos de preparação para quem quer ingressar no Itamaraty. A duração e a carga horária são variáveis dependendo do curso e da necessidade de cada aluno. Quem tem bastante tempo e dinheiro disponíveis e quer se preparar extensivamente em escolas que têm diplomatas entre seus professores pode desembolsar até R$ 20 mil em um ano.

Marina de Almeida Prado Penha Brasil, 26 anos, fez um desses cursos durante dois anos. Formada em direito na USP (Universidade de São Paulo) em 2005, durante os anos de 2007 e 2008 ela dividiu seu tempo entre o trabalho como advogada e os estudos para tentar a carreira diplomática. 

Em 2009, após uma maratona de provas que começou em março e terminou em julho, foi aprovada e ingressou no Itamaraty. Agora, se dedicará durante seis meses exclusivamente às aulas no Instituto Rio Branco e, depois desse período, passará efetivamente a trabalhar no Ministério das Relações Exteriores (ainda dividindo o tempo com os estudos por mais um ano e meio).

Antes disso, porém, em 2007, enquanto fazia o curso preparatório, Marina conheceu seu futuro marido. Pedro Alexandre Penha Brasil, 28, dava aulas de história no curso em que ela estudava. Formado em História pela University of British Columbia, no Canadá, em 2001, Pedro começou a dar aulas preparatórias para o Itamaray em 2005. Além disso, era também professor universitário.

Filho de um casal de diplomatas - seu pai foi embaixador na Argélia e na Arábia Saudita -, ele sempre teve vontade de seguir a carreira dos pais. Após casar com Marina, passou no mesmo concurso de admissão à carreira de diplomata que ela e agora frequenta as aulas do Instituto Rio Branco ao lado da mulher. Seu irmão - também diplomata - embarca para Washington no final do ano.

Questionado se não tem medo de que, no futuro, postos em diferentes lugares do mundo possam separar o casal, Pedro se baseia na trajetória de seus pais para negar a hipótese. Ele diz que, enquanto seu pai foi embaixador em outros países, sua mãe o acompanhou desempenhando funções nas mesmas embaixadas.

- A administração pública não separa casais, todas as decisões serão feitas em conjunto.

 
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