27 de Maio de 2012
Corrida eleitoral se intensifica e candidatos à Presidência têm agendas de campanha cheias
Enquanto a propaganda eleitoral na TV não começa, os candidatos à Presidência articulam alianças e intensificam o corpo a corpo para conquistar o eleitorado. Nesta quinta-feira (29), a candidata do PT, Dilma Rousseff, evidenciou que a crise com o deputado federal Ciro Gomes (PSB) acabou, e almoçou com o aliado em Brasília.
Veja como foi o dia dos candidatos
Após o encontro, a petista disse que o deputado terá “o papel que quiser na campanha”. Ciro teve de retirar sua candidatura ao governo após seu partido decidir apoiar a ex-ministra. Ele, por sua vez, afirmou que o apoio à Dilma “nunca esteve em discussão”.
- Dei a ele a única coisa que posso dar como uma pessoa que tem ele em alta conta: absoluta liberdade para ele fazer o que ele quiser. Não exijo nada, não peço nada. Eu tenho uma relação forte com o Ciro Gomes, então se ele quiser participar da minha campanha ele vai participar. Se ele quiser participar ativamente, ele vai participar.
Após o encontro, Dilma partiu para o Rio Grande do Sul, onde participou de um ato político no Gigantinho, em Porto Alegre.
Sabatina
Enquanto o dia de Dilma foi voltado para as alianças, Serra se dedicou à responder às dúvidas dos internautas, em sabatina realizada pelo portal R7, em parceria com a Record News. Na entrevista, que durou uma hora e meia, o tucano negou que seja um “candidato de elite”, disse que pretende ampliar o programa Bolsa Família e, entre outros temas, criticou a situação das rodovias federais, ao ser questionado se privatizaria as estradas.
- Hoje, oito de cada dez rodovias federais estão em má situação. Está faltando investimento em rodovias.
O candidato foi o quinto presidenciável a ser entrevistado pelo portal. Durante a entrevista, ele também alfinetou os adversários, e voltou a afirmar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é de “esquerda”, mas ele sim.
Debates
Já Marina Silva, que fez campanha pelas ruas de Bauru, no interior paulista, aproveitou para voltar a cobrar que os adversários participem de debates.
- Estão querendo dizer ao povo que quem importa é apenas o candidato e que ele decide se vai ou não ao debate, porque não quer correr o risco de se expor. Não é fácil a exposição, mas se a gente não se expõe, as pessoas não nos conhecem. E não é bom escolher para presidente da República e para outros cargos uma pessoa que a gente não conhece direito.
Preencha os campos abaixo para informar o R7 sobre os erros encontrados nas nossas reportagens.
Para resolver dúvidas ou tratar de outros assuntos, entre em contato usando o Fale Com o R7