27 de Maio de 2012
Elas afirmam que doações foram feitas de acordo com a legislação eleitoral
Procuradas pela reportagem do R7, as empresas apontadas pelo Ministério Público Eleitoral como doadoras ilegais à campanha do atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, negaram as irregularidades.
A Serveng informou, por meio de nota de sua assessoria de imprensa, que suas contribuições para “campanhas eleitorais cumprem todas as regras do Tribunal Superior Eleitoral”. Segundo a empresa, o TSE decidiu em uma resolução de 2006 que “não existe restrição a contribuições eleitorais para acionistas de concessionárias de serviço público”.A CR Almeida afirmou, também por meio de assessoria que “demonstrou e comprovou que as doações realizadas são perfeitamente legais”. A empresa diz que “não é concessionária, não é controladora e nem tem qualquer relação jurídica” com as empresas concessionárias mencionadas pelo Ministério Público Eleitoral, “sendo certo que não detém qualquer participação em tais empresas”. Portanto, diz a CR Almeida, a empresa “não se enquadra entre as fontes variadas”.
A assessoria da Carioca Christiani-Nielsen disse que todas as doações efetuadas pela construtora “foram realizadas dentro dos marcos legais da legislação eleitoral vigente”.
A Camargo Corrêa, também via assessoria, disse que “não é concessionária de serviços públicos em São Paulo. A OAS alegou que não é concessionária de serviços públicos e que as doações foram feitas obedecendo integralmente a legislação eleitoral.
O Banco Itaú e a AS Paulista não responderam até a publicação desta reportagem.
Nenhum representante da AIB e da Engeform foram encontrados até a noite desta quarta-feira (3) para comentar as acusações.
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