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publicado em 06/05/2011 às 16h06:

Federação dos policiais federais
reafirma apoio à CPI das Fronteiras

Iniciativa de Marcelo Crivella visa investigar contrabando de armas e drogas

Do R7

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A Federação Nacional dos Policiais Federais, o Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal no Rio de Janeiro, o Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal e o Sindicato dos Policiais Federais em Minas Gerais reiteraram apoio à iniciativa do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) de criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o contrabando de armas e de drogas através das fronteiras brasileiras. As entidades se reuniram com o senador na tarde desta quinta-feira em Brasília e se colocaram à disposição do parlamentar.

Se depender do trabalho de Crivella a CPI deve sair do papel em breve. Profundo conhecedor da problemática das fronteiras brasileiras, ele tem se articulado com senadores e ministros com o propósito de constituir a Comissão.

- Não tenho a pretensão de acabar com o tráfico, mas a partir desta iniciativa temos a possibilidade de diminuir muito a oferta de drogas no país.

Os policiais frisaram que a CPI chega em boa hora e poderá investigar não só a fragilidade da segurança nas fronteiras, mas as condições de trabalho da Polícia Federal para combater o crime nestas regiões. O diretor de Relações do Trabalho, Francisco Sabino, entregou um dossiê com informações sobre as condições das unidades da Polícia Federal em vários estados do Brasil.

- Está é a Polícia Federal que não aparece no Jornal Nacional.

Paulo Paes, diretor de Estratégia Sindical, frisou que o tráfico precisa ser combatido nas fronteiras do país. Ele citou o caso do Chuí (RS), na fronteira do Brasil com o Uruguai. Segundo Paes, do outro lado da fronteira é possível comprar armas e munições.

- Do lado brasileiro apenas um policial federal está encarregado de combater o tráfico.

Paes disse que é preciso repensar a dinâmica da Polícia Federal cujo foco, hoje, está voltado à produção de inquéritos policiais.

- Temos que investir na polícia que investiga, que atua de maneira preventiva e que reprime o crime para termos fronteiras mais seguras.

Para o diretor Jurídico do SINDPOL-DF, Flávio Werneck, as fronteiras molhadas (mais de 9.000 kms) estão desguarnecidas. Ele disse que a Polícia Federal tem que ser aparelhada e dotada de efetivo que permita realizar um trabalho consistente neste setor.

- Temos que agir como uma polícia administrativa.

Flavio também chamou a atenção para a terceirização de mão de obra nos aeroportos.

Crivella destacou que um projeto de sua autoria, já aprovado no Senado veda a contratação de terceirizados para atividades fim. O Projeto de Lei 6762/10 proíbe a contratação de empresas para prestar serviços relativos à atividade principal dos órgãos e entidades da administração pública. Embora alguns tribunais já reconheçam a impossibilidade da terceirização de área-fim no serviço público, essa vedação ainda não está prevista na Lei. O projeto, que tramita em caráter conclusivo e em regime de prioridade, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


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