O governo federal começou nesta quarta-feira (12) uma série de reuniões com prefeitos, governadores e parlamentares para o PAC 2 (segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento). A primeira reunião foi realizada em Brasília e transmitida para as superintendências regionais da Caixa. O ministro das Cidades, Márcio Fortes, abriu a reunião.
- Vamos discutir quais são os projetos prioritários, tanto em curso como novo projetos que possam ser importantes, e levando em conta, claro, os eventos que estão por vir. A Copa do Mundo e a Olimpíada do Rio de Janeiro.
O ministro lembrou que o PAC 2 terá investimentos de R$ 958 bilhões (na primeira fase, entre 2011 e 2014), quase o dobro do total do PAC 1, de R$ 504 bilhões.
- No passado faltavam projetos, e prefeitos e governadores entenderam o que é o PAC, que é uma parceria. Esse pacto viabilizou o crescimento do PAC.
A coordenadora do Grupo Executivo do PAC, Miriam Belchior, falou da importância dos PAC 1 e 2 para o país.
- Com o PAC 1 a participação do investimento total no PIB pulou de 16,4% em 2006 para 18,7% em 2008, o que é muito principalmente porque tivemos crescimento do PIB. Mas o mais importante é que o PAC representou a retomada do planejamento da infraestrutura. Que estava abandonado.
Miriam falou ainda do motivo do lançamento da segunda etapa do programa no último ano da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- O PAC 2 foi lançado agora porque é uma ação de Estado, não de governo. A iniciativa privada precisa planejar os investimentos, por isso o PAC não pode ser interrompido. Estados e municípios só vão fazer projetos se tiverem perspectiva de captar recursos para os projetos.