27 de Maio de 2012
Políticos tentaram barrar investigações na Casa no caso Renan e no dos atos secretos
com R7A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) terá de se contentar com a elementar tarefa de fazer campanha para a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Serys ficou de fora da disputa porque a vaga de senador ficou nas mãos do presidente do PT local, deputado Carlos Abicali.
O sentimento de injustiça também é carregado pelos peemedebistas Almeida Lima (SE) e Leomar Quintanilha (TO), que se dizem preteridos pelo partido na distribuição das vagas do Senado.
Segundo eles, não tiveram alternativa senão a de disputar uma vaga na Câmara. No entanto, Almeida Lima fala com insatisfação da posição tomada por seu partido.
- Eu sobrei. Acho que o partido poderia ter sido mais correto comigo
O protesto é endossado por Quintanilha.
- Meu partido poderia ter lutado mais por mim.
Ambos se declaram traídos pela decisão do PMDB de ignorar o trabalho que tiveram para impedir a cassação dos colegas envolvidos nos escândalos.
O ex-senador Wellington Salgado (PMDB-MG), que sempre encarou os escândalos como fatos corriqueiros da vida política, admite que a eleição para deputado será difícil.
Da crise, acredita, o que ficou de bom foi o fato de ter se tornado mais conhecido em seu Estado. Salgado afirma que 70% dos eleitores o enxergam de forma positiva.
- Eles elogiam minha firmeza e lealdade.
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