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publicado em 19/01/2012 às 07h18:

Justiça condena cinco pela
morte da deputada Ceci Cunha

Crime ocorreu em 1998. Ex-deputado foi condenado a 103 anos de prisão

Agência Estadocom Agência Brasil

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A Justiça de Alagoas considerou culpados por homicídios duplamente e triplamente qualificados o ex-deputado federal Talvane Albuquerque Neto e quatro assessores dele, Alécio César Alves Vasco, Jadielson Barbosa da Silva, José Alexandre dos Santos e Mendonça Medeiros da Silva, pela morte da deputada alagoana Ceci Cunha e de três familiares, em 16 de dezembro de 1998, crime conhecido como Chacina da Gruta.

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Em relação ao assassinato da deputada, a Justiça entendeu tratar-se de homicídio duplamente qualificado; já na morte dos três familiares de Ceci Cunha, o homicídio teve uma tripla qualificação. No crime, foram assassinados a deputada alagoana Ceci Cunha, o marido, Juvenal Cunha, a sogra, Ítala Neyde Maranhão Pureza, e o cunhado, Iran Carlos Maranhão.

Silva foi apontado como um dos atiradores por Claudinete Santos Maranhão, irmã de Ceci, que estava no local da chacina e conseguiu escapar dos atiradores.

O ex-deputado Talvane foi condenado a 103 anos e quatro meses de reclusão. Jadielson Barbosa recebeu pena de 105 anos de prisão em regime fechado. Alécio Alves Vasco foi condenado a 87 anos e três meses, também em regime fechado. José Alexandre dos Santos, o Piaba, recebeu pena de 105 anos. Os réus ainda podem recorrer da sentença no Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

Julgamento

O primeiro julgamento relativo ao crime começou há três dias com o depoimento de testemunhas e o interrogatório de dois acusados, José Alexandre e Mendonça Medeiros.

Anteontem (17) foram ouvidos Alécio, Jadielson e Talvane. Todos negaram participação no crime, inclusive os réus confessos, que alegaram ter sido torturados para assumir a autoria. Ontem, o último dia do julgamento, houve alegações finais da acusação e da defesa. Essa etapa durou dez horas – foram três horas de exposição para cada lado, com mais duas de réplica e tréplica.

A acusação usou gráficos de rastreamento telefônico dos acusados por meio de torres de celular. Eles revelaram a movimentação da deputada e dos supostos assassinos, conforme acusação do MP (Ministério Público) antes e no dia do crime, incluindo a rota de fuga. Também lembrou a ligação gravada entre Talvane e o pistoleiro Chapéu de Couro para tratar da morte do deputado Augusto Farias, que, segundo o MP, acabou sendo substituído por Ceci Cunha na mira do assassino.

A defesa dos réus levantou dúvidas sobre o conteúdo do depoimento da irmã de Ceci, Claudinete Maranhão, única sobrevivente da chacina, ao lado do filho dela, que na época era um bebê. Os advogados argumentaram que ela deve ter se confundindo ao reconhecer Jadielson como um dos autores dos disparos. Também disseram que as testemunhas estavam sugestionadas a culpar Talvane desde o início.


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