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publicado em 05/01/2012 às 12h33:

Lula volta a hospital para segunda sessão de radioterapia

Tratamento começou ontem e vai durar seis ou sete semanas

Do R7

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou, nesta quinta-feira (5), ao hospital Sírio-Libanês para segunda sessão de radioterapia. A primeria, seguida de um novo ciclo de quimioterapia, foi feita ontem. O tratamento é realizado para combater um tumor na laringe descoberto no fim de outubro. 

Entenda o tratamento de Lula

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Segundo a assessoria de imprensa do hospital, Lula chegou por volta das 10h30 e deve deixar o local ainda hoje.

José Dutra, ex-presidente do PT, disse no Twitter que visitou Lula hoje.

- Está muito animado. É um exemplo p/ todos os que enfrentam o câncer. Como não poderia deixar de ser, conversamos um pouco sobre politica. Está antenado com tudo que está acontecendo.

Em boletim médico divulgado ontem à tarde, o hospital informou que, “conforme programado anteriormente”, Lula iniciou “o tratamento combinado de radio e quimioterapia de maneira ambulatorial”. De acordo com o Sírio, “as sessões de radioterapia se realizarão diariamente, de segunda a sexta-feira”.

A equipe que o acompanha é formada pelos médicos Roberto Kalil Filho, Paulo Hoff, Artur Katz, João Luís Fernandes da Silva, Luiz Paulo Kowalski e Rubens de Brito Neto.

Tratamento

Além de iniciar a radioterapia, segunda etapa do tratamento oncológico, Lula fez ontem a sua quarta sessão de quimioterapia. Esta, porém, foi mais branda que as três anteriores. Em dezembro, uma bateria de exames constatou que o tumor do ex-presidente, que originalmente tinha entre dois e três centímetros de diâmetro, foi reduzido em 75%. Até o momento, a hipótese de cirurgia está descartada.

De acordo com a assessoria do ex-presidente, a primeira sessão de radioterapia foi rápida e durou cerca de 15 minutos. Lula chegou às 10h42 por um acesso especial e foi direto realizar os exames preparatórios. Durante as sessões, o ex-presidente permanecerá deitado por 10 a 12 minutos no aparelho de radioterapia. A cabeça será imobilizada para garantir que a radiação atinja a região a ser tratada. A radiação deve abranger, além do tumor na laringe, os gânglios próximos. 

Os efeitos colaterais mais comuns desse tipo de procedimento são mucosite (inflamação na mucosa oral), vermelhidão, escamação e inchaço na região do tratamento. Devido às pequenas úlceras que podem surgir, o paciente sente dores e dificuldade na deglutição. Com dificuldade para engolir, algumas pessoas emagrecem e passam a se alimentar por sonda. Lula já teve mucosite durante a quimioterapia, além de queda de cabelo e fadiga, efeitos colaterais considerados normais.

Para evitar o agravamento dos efeitos da radioterapia na boca e na garganta, o ex-presidente será acompanhado por dentistas. Uma nutricionista também foi escolhida para garantir uma dieta compatível com o tratamento radioterápico. A equipe será coordenada pelo médico João Luís Fernandes, coordenador do Serviço de Radioterapia do Sírio-Libanês.

Os médicos esperam que Lula finalize a radioterapia na semana que antecede o Carnaval e os desfiles das escolas de samba de São Paulo. Homenageado da Gaviões da Fiel, o ex-presidente pretende desfilar na segunda noite da festa paulistana.


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