11 de Fevereiro de 2012
Candidata diz que se eleita vai dialogar para convencer o Congresso a aprovar seus projetos

A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, disse nesta quinta-feira (29), em entrevista à Rádio Auri-Verde de Bauru, que é possível governar o País sem a política de troca de favores. A senadora pertence a uma chapa sem alianças.
- Se a gente continuar nutrindo essa mentalidade, isso nunca vai acabar.
Se eleita, Marina afirma que vai trabalhar com disposição de diálogo para convencer o Congresso Nacional a aprovar seus projetos.
- Quero uma base [política] que não seja baseada em favores e fisiologismo.
Para Marina, há parlamentares desprovidos de interesses pessoais e citou como exemplos os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Pedro Simon (PMDB-RS), além da vereadora de Maceió e ex-senadora Heloísa Helena (PSOL).
- Eu mesma sempre votei naquilo que eu tenho convicção.
Ao comentar as recentes pesquisas de intenção de voto, Marina contou estar satisfeita com os números, uma vez que o tucano José Serra "tem sua candidatura posta desde que perdeu as eleições" (referindo-se ao pleito presidencial de 2002) e a petista Dilma Rousseff tem sido citada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva "há quase três anos".
De acordo com a candidata, assim como o presidente Lula deixará sua marca na área social e Fernando Henrique Cardoso se destacou na área econômica, ela quer ser lembrada pelo seu esforço nas áreas de saúde, educação, segurança e meio ambiente.
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