8 de Fevereiro de 2012
Candidato do PSOL defende “drogas culturais”, mas afirma que vetaria crack e cocaína
Assista à sabatina de Plínio no R7
- O que gera o crime é: você tem uma demanda, não é regular [a droga], e cria o crime. [...] Vou permitir a indústria da maconha no Brasil. Agora, o crack não. Cocaína também não.
Plínio defendeu que a produção de maconha seja controlada pelo governo. Segundo ele, a droga seria vendida com taxação de impostos. Plínio também afirmou que os consumidores de drogas deveriam ser acompanhados “com atenção.
Aborto
Questionado sobre o aborto, Plínio afirmou que, pessoalmente, é contra a prática. No entanto, ponderou que, se eleito, como líder de um governo, defenderia a reforma na lei para legalizar a prática.
- Eu sou católico e cristão. Mas o chefe de um governo... [...] O aborto é uma questão social, grave, milhões de abortos são feitos. Milhões de meninas fazem com a agulhinha e morrem. A política pública não pode se fundar no que é um artigo de fé. O que eu tenho proposto é o seguinte: a moça quer fazer, tudo bem. Ela vai com um juiz da família, que ouve essa moça, que vai ver se ela não está sendo coagida.
Casamento gay
Plínio afirmou que, apesar de ser católico, defende a união civil entre pessoas do mesmo sexo. O candidato disse que a união entre homossexuais deve ser reconhecida pelo Estado.
- Para mim aquilo [o casamento] é um sacramento. Agora, uma pessoa homossexual que se une com alguém do mesmo sexo. Eles vão ter gastos, vão ter economias, vão construir um patrimônio. Isso é um quadro que pode ser regulamentado com a lei civil. É um casamento civil legítimo. O casamento civil é uma coisa, a religião é outra.
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